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sábado, 17 de novembro de 2018

Notas sobre a origem da especulação imobiliária e fundiária

1) Quando a produção agrícola se torna uma cultura, ela se torna uma matriz de consciência, pois é sabido que da terra costumam vir todas as riquezas, uma vez que a terra é vida, como a água.

2) Como trabalhar a terra leva à santificação de muitos camponeses, então esse bem tende a estar fora do comércio, uma vez que a propriedade privada se dá a partir do momento em que todos na comunidade reconhecem o verdadeiro dono quando este faz a terra ser rentável e produtiva ao longo de três anos, quando a cultura de determinadas plantas já atingiu três gerações: pai, filho e neto, a ponto de se tornar uma verdadeira tradição, a ponto de ela ter a melhor qualidade e produtividade possível. Isso é a prova cabal de que a propriedade está fortemente relacionada à ocupação com fim nobre, produtivo.

3.1) Por conta da cultura de riqueza tomada como sinal de salvação, e sendo a terra um bem escasso, a terra foi incluída como um bem que está dentro do domínio do comércio - e a água um dia será incluída nesse domínio também, mais ou mais tarde, visto que água doce é um bem escasso. Isso faz com que o verdadeiro dono seja aquele que tenha a propriedade de direito, registrada em cartório, enquanto o possuidor é aquele que tem o contato direto sobre a coisa. Isso cria títulos de aquisição derivada da propriedade, por meio da compra e venda com reserva de domínio, separando de vez o conceito de propriedade com o conceito de santificação através do trabalho, o que faz com que o país seja tomado como um lar em Cristo.

3.2.1) Esse divórcio leva à especulação imobiliária, fazendo com que a terra fique improdutiva de propósito, assumindo um caráter estratégico para a economia.

3.2.2) Os que especulam com a terra são uma verdadeira classe ociosa, pois ganham dinheiro sem trabalhar a terra. São incapazes de tomar o país como um lar em Cristo, uma vez que a preocupação deles é com o dinheiro - e se a riqueza é tomada como sinal de salvação, então o capital não tem pátria, o que faz deles verdadeiros apátridas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 17 de novembro de 2018.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Um programa sério só pode ser interrompido somente quando a seleção presta um relevante serviço de utilidade pública, como fazia a seleção de 1982, que fazia do futebol uma arte

1) Se Os Pingos nos Is tivesse de deixar de ser transmitido de modo que pudéssemos ver a seleção de 1982 jogar, então esse seria um motivo justo, visto que aquela seleção estaria fazendo um verdadeiro serviço de utilidade pública: jogar futebol arte e promover o belo. Aí eu não questiono.

2) Quanto à atual, isso é desserviço. Assistir a uma partida deles é um serviço de inutilidade pública.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 16 de novembro de 2018.

Quando resolvem dar mais audiência ao nada do que ao que realmente importa

1) Quando uma rádio como a Jovem Pan deixa de transmitir o melhor noticiário de política, Os Pingos nos Is, pra dar audiência a esse bando de zé ruela da selixão é sinal de que estão perdendo o senso de prioridade.

2) Eu e muita gente estamos interessados em saber o que esse povo lá em Brasília anda tramando, posto que a verdadeira liberdade exige eterna vigilância. Ver esse bando de zé ruela jogar, tendo Neymar como capitão, é perda de tempo. Eu definitivamente não vou perder meu tempo com esses perdedores, esse bando de fracassados que ganha milhões para correr atrás de uma bola e que não presta pra nada.

3) Enfim, a outrora pátria de chuteiras se tornou a pátria da política. E que seja assim para todo o sempre.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 16 de novembro de 2018.

Da importância da rede social na minha vida pessoal e profissional

1) Uma coisa é certa: a grande diferença entre os anos 90 e os anos pós-estudo (2012-presente) está na rede social. Por meio da rede social acabo sabendo de coisas que nem nos meus sonhos mais loucos eu saberia. Como sou escritor de reação, acabo produzindo conhecimento e tenho leitores que sustentam o meu trabalho.

2.1) Na década de 90, quando não estava estudando e não havia rede social para se passar o tempo nela, eu passava o dia inteiro jogando Civilization e The Sims, assim como outros jogos de estratégia.

2.2) Desde que passei a dedicar meu tempo livre a me informar acerca do que está acontecendo no Brasil, a situação por que o país passa me faz com que eu me veja no dever de servi-lo naquilo que melhor sei fazer, que é escrever. Por isso, eu me tornei um jogador casual - sempre que me sentir cansado ou quando não houver nada para fazer eu vou jogando de modo a ver se encontro alguma coisa interessante sobre a qual eu deva falar e assim elevar a inteligência das pessoas. Nunca mais serei aquele jogador hardcore que eu fui dos 16 aos 23 anos.

3) A liberdade na internet me deu um grande poder que eu não tinha antes. E grandes poderes exigem grandes responsabilidades, fundadas na conformidade com o Todo que vem de Deus. Como isso me pede grandes sacrifícios, então aceitei isso de bom grado. O mundo ganhou um grande escritor, desde então.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 16 de novembro de 2018.

Notas sobre a relação entre os experimentos de genocídio no Brasil e o pacifismo na Nova Ordem Mundial

1) Na República brasileira, o genocídio por meios indiretos consegue produzir em um ano o mesmo número de mortes que uma guerra de longa duração é capaz de produzir. Por exemplo, houve uma época em que as mortes no trânsito em um ano produziram a mesma coisa que 10 anos de Guerra no Vietnã: 50 mil mortes. E isso é um tipo de genocídio funcional, que serviu de método para reduzir a população brasileira.

2) Esta experiência é tão bem-sucedida que justifica muito bem a paz pela paz e o centralismo de toda a segurança internacional nas mãos da ONU. Nenhuma guerra, por mais declarada que seja, jamais produzirá tanto morticínio quanto se produz aqui.

3.1) Está coberto de razão o professor Loryel Rocha, quando diz que o Brasil serve de laboratório de modo a implementar a política de redução sistemática da população, no contexto da Nova Ordem Mundial.
 
3.2) O genocídio praticado - quer seja pelo SUS, quer seja pela bandidolatria, quer seja pela violência no trânsito - não é incompetência, mas método de tirania - e neste ponto o colega André Tavares está coberto de razão, pois em matéria de matar gente eles são altamente competentes.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 16 de novembro de 2018.

Notas sobre o modelo de anticivilização criado em 1822 (ou do Brasil independente como ante-sala da Nova Ordem Mundial)

1) Os quatro pilares da Revolução Francesa são estes: liberdade, igualdade, fraternidade ou a morte.

2) Liberdade, igualdade e fraternidade podem se reduzir a uma só palavra: independência. Daí Independência ou morte.

3) Tudo isso é fundado no amor de si até o desprezo de Deus, o que edifica liberdade com fins vazios. E liberdade com vazios leva a uma sujeição sistemática fundada no homem como a medida de todas as coisas. E neste ponto a monarquia se perverte em tirania.

4) Os maçons são adeptos do extermínio de pessoas como forma de reduzir o problema da superpopulação. Esse extermínio pode se dar por vias diretas - como se deu no comunismo, no nazismo e no fascismo - ou por vias indiretas.

5.1) A República Brasileira se notabilizou pelo genocídio por meios indiretos - e esses meios indiretos serão implementados como forma de eliminação em massa das pessoas, já que o pacifismo é o norte da Nova Ordem Mundial.

5.2) O democídio se dá não só com a bandidolatria, mas também por meio de um sistema único de saúde, que é tão ineficaz que isso leva à morte de muitas pessoas por falta de assistência e isso é um tipo de genocídio funcional.

6) O Sistema Único de Saúde foi implementado por José Sarney, que também restabeleceu as relações diplomáticas com Cuba. De lá para cá, o genocídio da população brasileira - quer pela falta de assistência, quer pela bandidolatria - se tornou um dos métodos de tirania desta sexta república, que é a mais revolucionária de todas aquelas que já tivemos, por conta de sua constituição claramente comunista.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 16 de novembro de 2018.

Notas sobre a carga simbólica por trás da Editora Anacaona

1) Na Ilha de Hispaniola, havia os taínos, que eram liderados por uma cacica chamada Anacaona, quando Colombo descobriu a América.

2) Por conta da circunstância de haver uma mulher liderando uma tribo indígena, ela se tornou símbolo de empoderamento feminino.

3) Como as mulheres são retratadas como elemento marginal e como a literatura brasileira é rica em personagens que estão à margem da conformidade com o Todo que vem de Deus, então esta é a carga simbólica por trás da Editora Anacaona, editora francesa especializada em literatura brasileira.

4) Essa editora, como já foi dito antes, é rica de uma carga simbólica esquerdista. Não esperem nada de bom vindo desta editora.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 16 de novembro de 2018 (data da postagem original).