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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Notas sobre a ideologia de espécie - o caso da ideologia política da independência do Brasil

1) Tempos atrás, eu havia brincado com a minha mãe dizendo que ideologia meu cão é um tatu preso num corpo num cão, já que ele gostava de se esconder. Por isso, ele tem ideologia de espécie.

2) Se o brasileiro é uma espécie que deriva do gênero português, então a secessão é uma ideologia de espécie, que ponto de romper com o seu gênero - sua família, sua origem, seu mitologema, sua razão de ser - a ponto de querer ser outra coisa: uma cópia mal feita dos EUA, que é subproduto dos pecados do rei da Inglaterra.

3) Por conta do amor de si até o desprezo de Deus, o pau-brasil, antes ibirarama, agora virou ibirapuera. Para que o pau-brasil volte a ser ibirarama, é preciso que a espécie volte a reconciliar-se com a sua família, com o seu gênero, com a sua razão de ser em Cristo, por Cristo e para Cristo.

4) É como falei, antes de sermos brasileiros, precisamos voltar a ser portugueses nascidos na América. E não podemos fazer da nossa especialização uma ideologia política a ponto de tomarmos essa loucura decorrente de 1822 uma religião, em que tudo está no Estado, a ponto de nada estar contra ele ou fora dele.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de novembro de 2018.

É preciso estudar o antigo e o novo testamento do povo lusitano para entendermos os pais fundadores do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves

1) Não foram os republicanos que chutaram os "pais fundadores" do Brasil. O que fizeram não passa de ruptura da ruptura, radicalização do processo revolucionário que está em curso entre nós desde 1822.

2) Na verdade, foram os irmãos Andrada, junto com D. Pedro, que chutaram os pais fundadores do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (Cristo, D. Afonso Henriques e todos os monarcas anteriores a D. João VI, bem como todos os outros que governaram Portugal num período que vai de Viritato a D. Afonso Henriques, período esse que constitui o antigo testamento do povo lusitano).

3) Se quiserem estudar esse negócio de pais fundadores a sério, então estudem a História de Portugal a fundo, desde a sua pré-história, passando ela era Ouriqueana, seu desdobramento no Brasil até chegarmos a esta situação em que nos metemos.

4) Como diz Loryel, toda idéia tem conseqüência. Agora, assumam as conseqüências disso e parem de macaquear os EUA.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de novembro de 2018.

Notas sobre a guerra de independência reversa ou de descolonização do nosso imaginário

1.1) Portugal foi independente de qualquer domínio humano que buscasse a si mesmo.

1.2) No tocante a servir a Cristo em terras distantes, ele não buscou a si mesmo, como fez a França dos reis huguenotes, a Inglaterra ou a Holanda.

1,3) Em todos os momentos, sempre dependeu do Altíssimo, seja nos momentos de glória - onde Jesus voltou seus olhos a Portugal por 17 gerações - seja nos momentos de crise - em que passou a ser parte da Espanha por 60 anos ou quando a maçonaria amputou-lhe o Brasil e criou uma verdadeira desgraça para a humanidade.

2.1) O Brasil é desdobramento de servir a Cristo em terras distantes no continente americano.

2.2) Servirá a Cristo em terras distantes como uma América Portuguesa. Essa América Portuguesa é que servirá de antípoda à América Anglo-Saxã. O mau exemplo dos EUA, enquanto subproduto da Inglaterra, será anulado pelo excelente exemplo, vindo daqui.

3.1) Por isso mesmo uma guerra cultural contra o Brasil, enquanto Império dos Impérios do mundo e pretensa terceira Roma, precisa ser feita. Trata-se de uma guerra que se dá dentro de cada um de nós - será uma guerra contra todo esse mal que decorre da secessão, que nos foi maléfica.

3.2.1) Restaurado o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, será restaurada a independência espiritual do Brasil como parte do projeto de servir a Cristo em terras distantes.

3.2.2) Trata-se de uma guerra de independência reversa, pois os que fizeram a secessão do Brasil transformaram o país numa colônia de banqueiros e numa comunidade de imaginário colonizado, tomando por referência tudo o que vem dos EUA, sobretudo o que não presta.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de novembro de 2018.

Comentários a uma fala do Nando Moura sobre o milagre das bodas de Caná

1) Certa ocasião, estava assistindo a um vídeo do Nando Moura comentando a respeito do milagre das bodas de Caná, em que a água se transformou em vinho, que é o primeiro milagre de Jesus.

2.1) Nando Moura dizia que de pessoas ordinárias, como os apóstolos, podemos fazer coisas extraordinárias a partir deles, se eles forem trabalhados.

2.2) É o que se dá, quando vemos algo ordinário como a água se transformar milagrosamente em vinho, a ponto de o pior dos homens se tornar o melhor deles, quando passa a ter a lei de Deus dentro de seu coração - esse é o caminho para se dar pleno cumprimento ao mandamentos que levam à conformidade com o Todo que vem de Deus.

3.1) Os maçons, em 1822, romperam com aquilo que decorreu de Ourique, criando toda uma ordem que só gerou homens mesquinhos e ordinários, ricos no amor de si até o desprezo de Deus.

3.2) A literatura do Brasil é exatamente o estudo da História do Brasil à luz de Claude Levi-Strauss: um método para catalogar ações humanas fora da conformidade com o Todo que vem de Deus, a ponto de fazer qualquer projeto de país virar água.

4.1) Para que essa água se converta em vinho, é preciso contar a História do Brasil a partir de Ourique.

4.2) Se Cristo mandou os portugueses servirem a Cristo em terras distantes, então esse povo já estava sendo trabalho, desde tempos imemoriais, para uma missão heróica.

4.3.1) Nós somos portugueses de ultramar, nascidos na América. Nós somos uma espécie decorrente de um gênero nobre. Se restaurarmos a nossa conexão de sentido com essa missão que nos aponta para a conformidade com o Todo que vem de Deus, certamente seremos um povo virtuoso, pois deixaremos de ser água e nos transformaremos em vinho.

4.3.2) Além disso, por sermos vinho, corpo trabalhado, poderemos nos santificar através do trabalho, a ponto de fazer da extração de pau-brasil a primeira e a mais nobre das profissões desta terra, a ponto de servir de base para as outras profissões como o caminho da excelência. Por isso, poderemos dizer que somos brasileiros, uma espécie do gênero portugueses nascidos na América.

5.1) A independência espiritual do povo brasileiro não se dá na independência política, da forma como se deu em 1822. Ela se dá a partir do momento em que terra começou a ser povoada, por força da missão de servir a Cristo em terras distantes.

5.2.1) Como o cedro-do-líbano plantado fora do Líbano, o português nascido da América apresentava características diferentes do português da Península Ibérica.

5.2.2) A partir do momento em que esse português nascido na América começou a se santificar através do trabalho dentro de suas circunstâncias, que é viver no continente americano, então ele foi se transformando milagrosamente em pau-brasil. Enfim, De algo nobre acabou nascendo algo nobre.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de novembro de 2018 (data da postagem original).

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

A mera presença de José Bonifácio faz depreciar nosso dinheiro enquanto símbolo nacional, da mesma forma que a presença de Mariane nas cédulas de real

O Brasil carece de bons exemplos. O material humano que tem aqui não merece nem estampar as cédulas e as moedas. Por isso, propor a volta desses ícones do mau exemplo é uma idéia de jerico.
1) Se São João Batista, que era humilde e foi elevado à santidade por conta de seu serviço a Deus, era indigno de desamarrar as sandálias de Jesus, então por que certos elementos querem colocar este bezerro de ouro chamado José Bonifácio, o homem da secessão, como founding father, a ponto de estampar as cédulas e moedas de nosso dinheiro? Separar o Brasil de Portugal só nos trouxe desgraça - nada de bom vingou porque Cristo foi renegado.

2) Se é para colocar gente digna, coloque ao menos gente que foi amiga de Deus e que serviu a Cristo de verdade, como a princesa Isabel, D. Vital, D. Maria I, D. João VI, D. Afonso Henriques, D. João IV - que fez de Nossa Senhora da Conceição Rainha de todos os povos de língua Portuguesa, a partir da Restauração de 1640 -, Plínio Corrêa de Oliveira e outros tantos.

3) Essa gente pra mim tem mais valor do que esse sujeito, que é maçom carbonário e que ajudou afundar o país.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de outubro de 2018.

Projeto O Brasil não foi colônia - guerra cultural declarada contra José Bonifácio

1) Como José Bonifácio se tornou uma celebridade, uma espécie de founding father, a única forma de combater essa falsa narrativa, que nega aquilo que foi fundado em Ourique, é contando uma narrativa verdadeira, fundada naquilo que decorre da conformidade com o Todo que vem de Deus. O Brasil em Ourique foi fundado para servir a Cristo em terras distantes - e isso basta.

2) Como argumentos só podem ser vencidos com argumentos ainda melhores, então eu vou escrevendo artigos tentando mostrar a falsidade de todo esse projeto de danação baseado no argumento de que o Brasil foi colônia de Portugal, o que levou o Brasil a ser amputado daquilo que faz ser tomado como um lar em Cristo, a ponto de ser chamado de Terra Santa Cruz.

3.1) Considerando que a liberdade de expressão está garantida de fato por 4 anos, então eu tenho 4 anos para fazer guerra cultural de modo a desconstruir essa narrativa do momento.

3.2) Podem ter certeza que essa guerra de narrativas vai ser muito boa para o povo brasileiro, pois aí trocarão o errado pelo correto. E se vierem a me insultar ou me xingar, nem dou ouvidos, pois os revolucionários fazem isso, ainda que se digam nominalmente de direita.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de outubro de 2018.

Tal como Israel, Portugal tem um velho testamento, anterior àquilo que decorreu de Ourique

1) Antes de Ourique, há uma pré-história que vai de Viriato a D. Afonso Henriques. Se Ourique é o evangelho português, fundado na missão de servir a Cristo em terras distantes, então esse período constitui o antigo testamento desse povo, o qual deu lugar à missão de servir a Cristo em terras distantes.

2) Como na História de Israel, o velho testamento do povo lusitano não foi revogado. Cristo deu pleno cumprimento a ele. Esse pleno cumprimento se deu na forma de um federalismo pleno, fundado na missão de servir a Cristo em terras distantes.

3) Tudo isso que falo decorre da palestra do Loryel Rocha feita no Instituto Federalista de Curitiba, cujo titulo é Brasil-Reino: um reino com muitas repúblicas

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de outubro de 2018.