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quinta-feira, 29 de março de 2018

Se as universidades são templos do saber, então Deus precisa fazer santa habitação nas universidades públicas - e para isso os levitas, os verdadeiros professores universitários, precisam ocupar o espaço, uma vez purificado o ambiente de todo e qualquer esquerdismo

1) Quando uma pessoa maligna ocupava um templo em Israel, no tempo do Antigo Testamento, esse lugar era purificado, de modo que Deus pudesse fazer nele santa habitação. E uma vez purificado o templo, os levitas, da onde vêm os sacerdotes, ocupavam o espaço, o seu devido lugar.

2) Se Lulas é o Messias da esquerda, o produto por excelência de tudo aquilo que se fundou em 1822, então todo lugar onde esse demônio fez habitação deve ser purificado, uma vez desalojados todos os lacaios que dele decorrem.

3) Um exemplo disso são as universidades. Os diplomas de doutorado honoris causa que foram concedidos a ele devem e precisam ser cassados, uma vez desesquerdizadas as universidades.

4.1) Se a universidade é templo dedicado ao saber, de modo que as coisas ali pesquisadas façam o povo tomar o país como um lar em Cristo e a viver a vida em conformidade com o Todo que vem de Deus, então Deus precisa fazer santa habitação nas universidades públicas - e neste ponto, as universidades federais e estaduais serão verdadeiras Pontifícias Universidades Católicas para os que não têm condição de pagar por uma educação universitária de qualidade, pois formar a elite que vai nos ajudar a governar é tarefa nobre e vale o sacrifício da população de modo a custear essas universidades. Afinal, não é porque o indivíduo é pobre que ele deve ser excluído da elite intelectual do país - se ele ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento e pode contribuir de modo que com seu a trabalho santifique uma nação inteira, seja na iniciativa pública ou privada, então ele deve ser chamado a colaborar nessa empreitada salvífica.

4.2) Assim, os verdadeiros professores universitários, os verdadeiros sacerdotes, podem pregar a palavra de Deus de uma maneira que complete aquilo que está nas homilias e nas cartas-encíclicas, dentro de suas respectivas áreas de estudo. A tarefa de formar a elite que governará o país termina sendo distribuída e estendida a quem não tem condição de pagar pelos serviços de uma universidade privada. Isso acaba ampliando o escopo do ensino católico, se o Estado estiver em aliança com a Santa Madre Igreja.
4.3) Afinal, é preciso servir a Cristo em terras distantes - e ser professor universitário de uma universidade pública onde o Estado está em aliança com Deus é circunstância favorável para se ensinar de maneira livre, pregando sempre a verdade e não aquilo que é conveniente e dissociado da verdade.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de março de 2018.

Servir àquele que virá pela segunda vez - notas sobre o fundamento da civilização portuguesa, esse evangelho não escrito que precisamos conhecer

1) Se o Pai trabalhou, se o Filho trabalhou, então o Espírito Santo trabalhará de modo que pavimente as coisas para a segunda vinda de Cristo. Por essa razão, podemos dizer que a missão salvífica destinada ao Império Português é um verdadeiro evangelho não escrito, um desdobramento do Novo Testamento, pois todo um caminho está sendo pavimentado para a segunda vinda de Cristo que virá. Só não sabemos quando.

2) Eis aí que servir implica a pavimentar o caminho para Aquele que virá. Se o trabalho nos revela um pouco do ser que trabalha, então essa projeção do ser nas coisas, feitas para apontarem para aquilo que é conforme o Todo que vem de Deus, acaba servindo de semente para as novas pessoas que virão, que se tornarão viçosas quando conhecerem sua história como modelo de conduta, de amizade para com Deus. Eis o serviço como forma de capitalização moral.

3) Quando se reduz o homem àquilo que ele faz, então todas as coisas passam a ter um fim em si mesmo; a riqueza se torna uma espécie de salvação num mundo dividido entre eleitos e condenados - e isso é dizer que Deus é mau, o que é fora da conformidade com o Todo que vem de Deus, pois o verdadeiro Deus é bom. E neste ponto a obra tende a não ter valor, já que o homem que ama a si mesmo até o desprezo de Deus está se libertando do corpo social de modo a cair numa armadilha, pois a falsa liberdade é uma verdadeira prisão - e o pior de tudo que ele está induzindo a outros a seguirem o seu caminho sistematicamente, a ponto de edificar uma anticivilização.

4.1) O Brasil de 1822, secedido de Portugal e daquilo que se fundou em Ourique, é a antítese do evangelho português.

4.2.1) Se você quiser fazer a síntese, você precisará estudar o brasilianismo, a história do mundo português que renegou ao Crucificado de Ourique e que quis buscar a si mesmo. 

4.2.2) Você precisa estudar essa história de modo que modo a edificar uma nova civilização a partir dos escombros da anticivilização criada a partir da secessão, do ato de apatria praticado pelo príncipe-regente a ponto de fazer do Brasil de hoje a imagem e semelhança da maçonaria, fazendo todo o povo que aqui vive viver em conformidade com o Todo que vem do Estado, que é tomado como se fosse religião, em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele. Essa anticivilização está prestes a ruir e o salvacionismo desta ordem que está a morrer de nada adianta, pois não há nada de bom naquilo que está gangrenado, que precisa ser amputado e jogado fora.

4.31) Quando se conhece todo o caminho da antítese, todo o curso da desonra, você pode fazer a síntese, tendo por lastro aquilo que se fundou em Ourique, a ponto de restaurar o caminho das honras tendo por Cristo fundamento. 

4.3.2) Afinal, tudo o que conhecemos a partir dessa antítese do evangelho português leva ao nada, à perda da utilidade do trabalho salvífico, tal como vemos na clássica imagem do malandro carioca, nacionalmente e internacionalmente conhecida. O Brasil secedido em 1822 é o arquétipo mais perfeito do nada, na cultura universal, pois foi no Brasil onde o domínio totalitário atingiu o estado da arte, como bem apontou o professor Loryel Rocha. E isso podemos ver na literatura que essa anticivlização produziu - e o maior exemplo disso é a obra machadiana, que é um retrato perfeito dessa anticivilização.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de março de 2018 (data da postagem original).

Notas sobre economia da salvação, da santificação por meio do trabalho, essencial para se tomar o país como um lar em Cristo

1) Deus criou o homem como sendo sua imagem e semelhança.

2) Quando o homem começou a perder a amizade de Deus sistematicamente, a ponto de conservar o que é conveniente e dissociado da verdade, então todo um caminho precisou ser traçado de modo que Deus viesse até nós, a ponto de assumir a forma humana e ser igual a nós em tudo, exceto no pecado. Neste sentido, o Antigo Testamento é a narrativa de todo o caminho que foi traçado até a chegada do Messias, que deu pleno cumprimento ao legado acumulado e edificado, um verdadeiro capital moral e espiritual criado por conta do trabalho acumulado de gerações de pessoas que foram amigas de Deus antes da chegada do Messias, que pavimentaram a estrada por onde o missionário por excelência passaria. Tudo isso fundado nos Dez Mandamentos.

3) Deus, como criador, criou todas as coisas por amor - todos os seus atos, todas as suas obras, apontam para a Sua pessoa - eis porque o acessório, a obra criada, segue a sorte do principal, o Criador, que é o pai de todas as coisas que d'Ele decorrem. Por isso, Deus é amor e serviço em essência, pois para criar o mundo feito à sua imagem e semelhança Ele trabalhou seis dias da semana e no sétimo dia Ele descansou. A narrativa da criação do mundo mostra o trabalho como fonte da criação de riquezas, a gênese de todas as coisas; se Deus trabalhou, então o homem, ao imitar a Deus neste fundamento, santifica-se trabalhando.

4.1) Quando o homem perde a amizade de Deus e torna-se a medida de todas as coisas, a ponto de negá-Lo sistematicamente, então o trabalho deixa de ser voltado para o amor, para aquilo que se funda na conformidade com o Todo que vem de Deus, e passa a ser voltado para o nada, para o amor de si até o desprezo de Deus.

4.2.1) Como trabalhar é exercer a liberdade de modo a edificar alguma coisa, então trabalhar de modo a fazer da riqueza um sinal de salvação é criar uma ordem onde a falsa liberdade passe a ditar todas as coisas como se fosse a verdadeira, a ponto de criar relativismo moral, o que leva à morte.

4.2.2) Essa falsa ordem gera uma liberdade com fins vazios e faz as pessoas escolherem sistematicamente os piores meios de modo a se chegar a fins extremamente nefastos, já que o homem que perdeu a amizade de Deus escolheu o que é conveniente e dissociado da verdade - e neste ponto, a democracia se torna algo nefasto, pois muitos preferirão Barrabás a Jesus. Se o povo é o conjunto de seres humanos que tomam determinado território como um lar, então a democracia pode ser pervertida, se o lar for visto como um fim em si mesmo e se o homem for visto como a medida de todas as coisas. Se a voz do povo é a voz de Deus, então isso é pronunciar o nome de Deus em vão sistematicamente, pois o Estado será tomado como se fosse religião, na forma do Estado Democrático de Direito.

5.1) Para que o caráter salvífico da vida fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus fosse restaurado, Deus precisou assumir a forma humana, de modo a dar pleno cumprimento à lei mosaica. E por conta disso o verbo se fez carne e passou a habitar em nós, por meio da eucaristia. Jesus, que é Deus em forma humana, restaurou a criação, seja agindo como missionário, seja agindo como carpinteiro.

5.2) Se a criação é a primeira construção, então a arquitetura, a segunda construção, surge a partir do momento em que Deus feito homem restaura o mundo de modo que as coisas realmente apontem para a conformidade com o Todo que vem de Deus. Não apenas os prédios públicos devem apontar para Deus - até mesmo a fundação de impérios deve se pautar na missão de servir a Cristo de modo que o país seja uma escola que prepare a todos para o Céu, para a pátria definitiva.

5.3) Isso pode ser feito dentro dos limites naturais do império ou se expandido até terras distantes, de modo a fazer com o que os habitantes nativos dessas terras distantes passem a ser agentes colaboradores dessa tarefa salvífica. Não é à toa que Portugal é o único império que não perecerá, pois foi um Império de cultura, o Império que Cristo escolheu de modo que o caminho fosse preparado para a sua segunda vinda na Terra, desta vez definitiva.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de março de 2018.

Notas sobre a conseqüências econômicas e políticas da liberdade voltada para o nada, vulgarmente chamada de liberalismo

 1) O liberalismo. tal como o mundo diz, pode até promover mais progresso material que muitos outros regimes políticos e econômicos. Contudo, esse progresso possui o seu preço: a progressiva substituição da população autóctone por uma população alienígena. 

2) Uma vez que esse processo foi demasiado longe, por força da adesão majoritária da população, ele chega a um ponto em que não mais poderá ser revertido. É neste ponto que a população entra em crise, tendo que escolher entre a continuidade do seu povo e sua tradição (tendo por conseqüência viver uma vida materialmente módica) ou uma vida materialmente próspera, mas que leva à extinção gradual de seu povo e de suas cidades, que ficam cada vez mais repletas de criminalidade, favelas e sujeira. 

3) Enfim, este é o preço que se paga ao viver uma vida de liberdade voltada para o nada!

Carlos Cipriano de Aquino (com adaptações)

(https://web.facebook.com/permalink.php?story_fbid=2061275514154407&id=100008159344771)

Facebook, 29 de março de 2018.

sábado, 24 de março de 2018

Por que o conservantismo é gnóstico?

1) Se o homem é o animal que conserva o que é conveniente, a ponto de ver nisso um espelho do seu amor de si até o desprezo de Deus, então o homem é o animal que mente em nome da verdade, pois vive em conformidade com o Todo que vem do erro, que leva a um nada. Se ele mente em nome da verdade, então ele conserva o que é conveniente dissociado da verdade, fazendo do homem o pior dos animais, segundo Aristóteles.

2.1) O homem que emula e vive a vida praticando conservantismos não é uma pessoa. Como um bom homo oeconomicus, eles se reduziu a suas funções e atributos. Ele é o que faz ou o que fabrica, já que a riqueza se tornou uma salvação.

2.2) Se o homem é o que faz ou que fabrica, então o amor de si até o desprezo de Deus sempre vai buscar libertar-se do corpo social que vive a vida em conformidade com o Todo que vem de Deus, já que viver nesse corpo social constitui uma verdadeira prisão. E a solidariedade social, fundada no fato de se amar e rejeitar as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, termina sendo substituída pela noção do homem atomizado, já que tudo o que era sólido se desmanchou no ar.

3) Eis ai porque o conservantismo é marcadamente gnóstico.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 24 de março de 2018.

O verdadeiro homem é sólido; o conservantista é pastoso, gelatinoso

1) Os conservantistas não sabem do que são feitos. Mas eu sei: eles são feitos de tudo o que é pastoso e gelatinoso, já que os valores morais estão sendo lentamente dissolvidos a ponto de tudo ficar líqüido. E onde não há verdade, é porque Deus está morto; se Deus está morto, então conservar o que é conveniente e dissociado da verdade se tornou norma constitucional estatuída e criada, já que ela atende bem aos anseios do amor de si sistemático até o desprezo de Deus, o que edifica liberdade voltada para o nada.

2.1) Como disse Marx, o que é sólido vai se desmanchar no ar; não como naftalina, mas através da dissolução lenta e gradual dos nossos valores, por meio do mais puro relativismo moral e cultural.

2.2) É dos libertários e conservantistas que virá o comunismo, pois a anarquia é o estado gasoso por excelência; do caos vem a ordem totalitária, onde tudo estará no Estado e nada poderá estar fora dele ou contra ele. Como bem sabemos, eles conservam de maneira conveniente e dissociada da verdade essa falsa oposição, a ponto de ninguém ser capaz de lembrar de Deus, mas do hedonismo criado a partir da ética protestante e do espírito da capitalismo, essa pseudocivilização que foi edificada a partir do atentado sistemático à autoridade da Igreja de Cristo, coisa que foi feita a partir de heresiarcas como Lutero e Calvino. Afinal é do hedonismo, da riqueza vista como sinal de salvação, que ficam a criar falsas filosofias por aí dizendo que Deus está morto (ou que a verdade não existe ou não pode ser encontrada em parte alguma).

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 24 de março de 2018.

Só haverá conservadorismo no sentido verdadeiro do termo onde houve império de cultura (e não império de domínio)

1) Se você quer abraçar o mundo respeitando toda sorte de opinião, a ponto de a opinião verdadeira e mentirosa terem o mesmo peso para você, então não me procure. E nem me venha com lisonja, a ponto de dizer que minhas postagens são "opressoras" - vai chegar um dia em que você me deletará porque "oprimi" demais, a ponto de esmagar aquilo que você conserva conveniente e dissociado da verdade. Afinal, eu estou aqui pra isto: testo você todos os dias, só pra saber do que você é feito. Se você é forte, você nunca me deletará; se você é fraco, acabará me deletando - e a minha fortaleza está no fato de que você não consegue me vencer no campo das idéias porque você não tem idéias ou argumentos, muito menos compromisso com a verdade, coisa que se dá em Cristo Jesus. Como todo bom vampiro, eu me alimento do sangue dos conservantistas, pois sou mais forte do que esses fracos. Mas não ando nas trevas como eles, dado que ando na luz.

2.1) Se você é do tipo que defende essas idéias libertárias e conservantistas (que são chamadas "liberais-conservadoras" por puro eufemismo de linguagem, de modo a mascarar feiura dessa mentalidade revolucionária), então é melhor você sair daqui.

2.2) Para quem é livre em Cristo, a ponto de fazer do pão da vida o memorial d'Aquele que padeceu na Cruz por mim, então ser conservador é motivo de honra. E por conta dessa honra, Cristo em Ourique deu aos portugueses a missão de servir a Ele em terras distantes, já que Cristo é Senhor dos Exércitos e também quis um Império para Si de modo que Seu nome fosse publicado entre as nações mais estranhas.

2.3) Eu sou conservador, pois sou católico e descendente de português. Sei de onde vim e sei para onde eu vou. Se você vive dentro de algo que não decorre de Ourique, então você é apátrida. Aqui é o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - isto aqui nunca será colônia anglo-saxã ou russo-chinesa, até porque o Brasil nunca foi colônia, mas uma província de além-mar, já que servir a Cristo em terras distantes implica tomar essas terras distantes como um lar em Cristo, a ponto de fazer dos nativos que nunca conheceram as palavras de Cristo aliados nesse processo, coisa que se dá por meio do casamento, que é um ato nobre. Tirando Portugal, que outro império da História a Humanidade foi de capaz de fazer tal coisa?

3) Por isso digo e respeito: só pode haver conservadorismo verdadeiro onde houve um império de cultura; onde houve império de domínio o máximo que haverá é conservantismo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 24 de março de 2018.