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sábado, 22 de julho de 2017

Nota especial aos meus pares

1) Não se preocupem com o fato de estar em silêncio, no momento - comigo e com a minha família as coisas andam muito bem, graças ao bom Deus. A cambada em Brasília está em recesso - e como eu cubro o que ocorre em Brasília, eu volto minhas atenções para o lazer e outras coisas que andei negligenciando, por conta da minha preocupação permanente com as coisas que aconteceram lá, naquela sucursal dos infernos.

2) O fato de estar em silêncio implica que não tenho nada de novo a falar no momento. Mas estou atento a tudo o que está sendo dito - se houver alguma coisa a dizer, eu direi.

3.1) Estou aproveitando o silêncio para cuidar de outras coisas, como as digitalizações que faço ou ver os novos jogos de RPG e de estratégia que estão sendo lançados neste ano ou que serão lançados no ano que vem. Para mim, jogar é parte do treinamento.

3.2) Infelizmente, não tenho contatos para uma partida multiplayer, como meu irmão tem - bem que queria jogar uma partida de Civilization 4 com outros contatos, mas isso não me é possível no momento. Até porque, para alguns pensadores da falsa direita, jogar videogame é pecado ou fomenta a mentalidade revolucionária.

3.3) Eu não sei por que boa parte dos meus contatos dá atenção a esses imbecis. Para essa gente, bloqueio é pouco - algo bem mais grave deveria ser aplicado a essa gente que fica a usar a rede social para falar esse tipo de asneira e edificar má consciência nas pessoas. 
3.4) É nessas horas que fico pensando na libertas praestantissimum e na possibilidade de censurar essas pessoas que abusam dos meios de comunicação de modo a relativizar as coisas e edificar liberdade com fins vazios, o que favorece o relativismo moral, o terreno favorável para se edificar uma heresia entre nós. Seria muito bom que os idiotas não tivessem o direito de falar - como não há nada na cabeça deles, melhor que fiquem calados. 

4.1) Afinal, sou favorável à liberdade de pensamento - e pensamento pressupõe anunciar a verdade, fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus e falar algo edificante e produtivo.

4.2) Agora, usar a internet para falar asneira é abuso, pois é distribuir o nada como se fosse algo bom e verdadeiro, o que é, na verdade, falso.

4.3.1) É isso que me chateia em algumas pessoas aqui no facebook - é como se o diabo tivesse a audiência que não é merecida (pois quem a merece é Deus e quem bem serve a Ele).

4.3.2) Como não posso concorrer com os imbecis, eu fico em silêncio e só converso com quem me dá atenção. Afinal, competir com idiota é concorrência desleal - num mundo onde a opinião do idiota tem o mesmo peso que a do sábio, no final todos saem perdendo. É por isso que odeio o Estado Democrático de Direito previsto na CRFB/88, pois essa ordem favorece à estupidez.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 22 de julho de 2017.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Comentários sobre o livro O Reconhecimento do Brasil pelos Estados Unidos da América, de Hildebrando Accioly

1) Comecei novo projeto de digitalização. Estou digitalizando o livro O Reconhecimento do Brasil pelos Estados Unidos da América, de Hildebrando Accioly, publicado pela Companhia Editora Nacional, em 1945. É um clássico da Brasiliana - Edição 55.

2) O professor Loryel Rocha falou que D. Pedro separou o Brasil do Reino Unido sob a falsa alegação de que o Brasil era "colônia" de Portugal. Com isso, estava seguindo o exemplo da América, que, por um ato de rebeldia, rompeu com a pátria-mãe.

3) O problema é equiparar a América Portuguesa, ou mesmo a Espanhola, à Inglaterra, como se fosse tão pirata quanto a nação britânica. Esse exemplarismo fundado na liberdade voltada para o nada foi um baita erro. Foi a partir deste dia que o Brasil caiu de vez nas armadilhas da mentalidade revolucionária.

4.1) As origens da Doutrina Monroe começam a partir deste fato: os Estados Unidos travaram uma guerra com a Grã-Bretanha em 1812, que ficou conhecida como a segunda guerra de independência. A Inglaterra estava competindo com os EUA por mercados para os seus produtos e influência política.

4.2) Pelo que vi no livro de Hildebrando Accioly, os Estados Unidos haviam adotado uma política protecionista, pois só comerciavam com países que não tinham aliança com a Inglaterra, o que implicaria uma reprodução do bloqueio continental que a França adotou na Europa. E esse bloqueio continental resultaria no argumento de que a "América é para os americanos".

4.3) Naturalmente, os EUA tinham na França sua principal aliada. Napoleão, usando brechas no tratado de paz e amizade comercial com os EUA, usou este novo aliado contra seu maior inimigo. Os EUA tentaram invadir o Canadá. E uma competição pelo continente começou neste dia.

4.4.1) Num contexto como este, O Brasil seguiu o caminho oposto ao de Portugal.

4.4.2) É fato sabido que Portugal tinha uma amizade de longa data com a Inglaterra, por conta do casamento de D. João I com Filipa de Lancaster - e o Brasil, como província, seguia a sorte de Portugal.

4.4.3) A Maçonaria, revolucionária, queria acabar com o cristianismo e a monarquia e abraçar os valores revolucionários da França. Por isso, queria se livrar de Portugal o quanto antes e seguir o exemplo dos EUA.

4.4.4) D. João havia proibido a maçonaria, mas D. Pedro estava metido até o pescoço com isso. Houve um levante militar no Porto, por conta da ausência do Rei, que estava governando o mundo português desde o Brasil. Estes exigiram a volta de D. João VI para que jurasse a nova constituição. D. João foi, deixou D. Pedro aqui para que declarasse guerra à maçonaria e fosse a Portugal restaurar a ordem. D. Pedro trai seu pai, faz o Brasil romper com Portugal e o Brasil passou a ficar sujeito à esfera de influência americana.

5) Acredito que isto deveria ser matéria para um programa do professor Loryel. A origem do argumento de que o Brasil foi colônia deve ter partido do exemplarismo americano.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 20 de julho de 2017 (data da postagem original).

domingo, 16 de julho de 2017

Por que a cobertura estrangeira acerca do Brasil é pífia?

1) A julgar pela cobertura que fazem do Brasil desde o exterior, esses jornais - El País, New York Times, Corriere della sera e outros tantos - fazem uma verdadeira campanha de desinformação, somada ao fato de que muitos deles não sabem nada de História do Brasil. Desnecessário dizer que eles são também esquerdistas, pois conservam o que é conveniente e dissociado da verdade - e isso faz da desinformação uma difamação qualificada.

2) Se estivesse lá fora, minha missão seria ensinar português e História do Brasil para essa gente. Estaria fazendo o que o Crucificado de Ourique nos mandou fazer: ir servir a Cristo em terras distantes.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 16 de julho de 2017.

sábado, 15 de julho de 2017

O número 17 não rege só Portugal e o Brasil, mas as Espanhas como um todo também

1) Eu fui procurar saber se Nossa Senhora de Guadalupe apareceu no México no ano da Reforma Protestante, em 1517. Ela apareceu em 1534, 17 anos depois.

2) O Professor Loryel Rocha falou que Portugal e Brasil são regidos pelo número 17 e por múltiplos de 17. Acredito que as Espanhas também.

3) Recentemente, eu soube pelo mesmo Loryel que já há um movimento historiográfico na Espanha apontando que os países da América Espanhola também não foram colônias.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 15 de julho de 2017.

Eis algo que devemos ver e que não vemos

1.1) O professor Loryel Rocha comentou que a carbonária se instalou no Brasil em 1717. Há 300 anos.

1.2) Neste ano, estamos completando 300 anos da aparição de Nossa Senhora de Aparecida.

1.3) Em 1917, o comunismo foi implantado na Rússia. No mesmo ano, apareceu Nossa Senhora em Fátima, em Portugal.

2) Como já foi dito, onde abundou o pecado (Maçonaria e Comunismo) superabundou a graça (Nossa Senhora de Fátima e Nossa Senhora de Aparecida)

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 15 de julho de 2017.

Ampliando o significado daquilo que o Marechal Deodoro disse para o seu sobrinho

1) Mal. Deodoro disse para seu sobrinho: não te metas em coisas republicanas.

2) Eis alguns exemplos:

A) Ir para a faculdade, sabendo que elas são fábricas de diploma.

B) Mandar seu filho para o colégio, se você não tiver formação suficiente para prepará-lo para a vida fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus.

C) Contratar um desconhecido para ser seu empregado.

D) Freqüentar igrejas ou templos de qualquer natureza, exceto aquela que o Deus feito homem fundou para a nossa salvação.

E) Namorar uma mulher ou casar com ela apenas pelo fato de ser fisicamente atraente. Se ela não tiver um papo edificante, não comungar dos mesmos princípios fundados na conformidade com o Todo que vem de Deus ou não gostar de estudar, a provável união terminará em divórcio, o que ofende a Deus.

2) Há muitas outras coisas ainda das quais me esqueci de citar. Mas, por enquanto, só me lembro dessas cinco coisas, as quais me parecem básicas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 15 de julho de 2017.

A infância e a adolescência dos meus filhos é a atualização da minha infância e adolescência, uma espécie de repetição, à maneira de Kierkegaard

1) Só de antever o fato de que meu filho vai passar pelo mesmo sofrimento que passei na escola por força de bullying, acho que é prudente que eu espere a decisão do STF reconhecendo a constitucionalidade do homeschooling.

2) Enquanto fui menor, não tive quem me amparasse contra bullying. Na escola, as filas são formadas com base na altura. Como sempre fui alto, eu era obrigado a aturar os desordeiros, os mais altos da classe. Nestas horas, eu queria ser baixinho.

3.1) Eu imagino o que iria fazer com o marginalzinho que estivesse a importunar o meu filho sem um motivo justo. Se ninguém, nem mesmo o pai do marginalzinho, não bota ele na linha, alguém vai botar. E esse alguém sou eu.

3.2) Na Pseikörder, nós aplicamos o método russo com relação aos desordeiros, aos que conservam o que é conveniente e dissociado da verdade. Não reconheçamos a dignidade humana das pessoas que não respeitam seus semelhantes, seja na escola ou na Igreja. Como bárbaro é apátrida, nenhum direito lhe assiste, a não ser o direito de ser educado pela polícia na base da porrada. Bomba, tiro e morte é o que cabe para o bad boy, para o vir-a-ser de black block.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 15 de julho de 2017.