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sábado, 13 de junho de 2015

Sobre a alegação de que não há oposição no Brasil.

1) Dizem que no Brasil não há oposição.

2) Ela existe, sim. Ela toma o Brasil como um lar e não como se fosse religião. Ela está na rua e não no mundo da lua. Ela está nos bares, pubs, na internet e nas tavernas e não nos clubes militares ou nas casernas.

3) A verdadeira oposição é nacionista e não nacionalista. É patriota e não apátrida. É conservadora e não conservantista. É conforme o Todo que vem de Deus e não conforme tudo aquilo que vende Deus.

4) A verdadeira nação diz sim ao Crucificado de Ourique - e não vem atrás de ouro e prata, nem de Eldorado ou Babique.

5) A verdadeira oposição, enfim, é imperial e não republicana. Se você discorda, sai do meu mural e desencana.

Do triunvirato esquerdista que assola o Brasil

1) Existem três esquerdas:

1.1) A esquerda azul, fabiana (PSDB + Diálogo Interamericano)

1.2) A esquerda vermelha (PT e associados + Foro de São Paulo)

1.3) A esquerda verde-amarela, maçônica, positivista, militarista, intervencionista, quinhentista, que acha que monarquia é atraso e que república é progresso. Essa gente corrompeu a maioria da população e é apátrida. 

2) Todas essas esquerdas devem ser eliminadas.

Sobre a estratégia da tesoura dupla

1) As três esquerdas praticam uma técnica das tesouras mais sofisticada do que aquela que houve lá na Rússia. Trata-se de uma técnica de tesoura dupla.

2) O PT, com o PSDB, faz a tesoura no Congresso. O PT, com os militares, faz o resto. 

3) Como a maioria do povo toma o país como se fosse religião e está ainda bestializada, então pouca reação há. A única reação só pode vir de quem toma o Brasil como se fosse um lar.

4) Quem pensa que somos de fato 200 milhões está enganado. Brasileiros somos poucos, assim como poucos são os crismados. O resto é apátrida e defende uma liberdade sem Cristo, voltada para o nada.

5) Eu falo a verdade e por favor não insista. Eu sei muito bem a diferença entre um conservador e um conservantista.

Comentários sobre uma fala do Caiado

1) Caiado fala que o Brasil está na sua mais profunda crise desde o inicio da República. Na verdade, esta é só mais uma dentre tantas. Para um país que está cada vez mais distante das suas bases constitucionais naturais, a profundeza do abismo não é relevante, a não ser para quem ame mais o dinheiro do que a Deus.

2) A república é uma crise permanente - o sem número de constituições que tivemos é um atestado disso. E quando a constituição não é reescrita, remenda-se, a ponto de retalhá-la (a maior prova são as pouco mais de 80 emendas, ao longo dos últimos 26 anos da promulgação da atual Carta Magna).

3) Ele é direitista? Não! Ele é conservantista. E isso é estar à esquerda do pai tanto quanto o PT. É sujo falando de mal lavado. Estratégia das tesouras entre a esquerda vermelha e a verde-amarela, quando não faz isso com a azul.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

O conservantismo deve ser progressivamente eliminado.

1) Misturar católico, maçom, protestante, republicano e monarquista só é correto para tirar o PT do poder. Só é conveniente - no entanto, dissociado da verdade.

2) Como vai ser o dia seguinte? Vão reescrever a constituição n vezes até o mal se agravar? Já pensaram em ação a longo prazo? É óbvio que não, pois não se sabe o que deve ser conservado.

3) Para mim está claro: salvacionismo é o que acontece quando se junta todos indiscriminadamente, como se tudo fosse de direita. Eu já vi essa história no CONS antes - ela fracassou.  

4) Quando disse que a chaga revolucionária se alimenta de conservantismos e malminorismos, vi que a melhor forma de se fortalecer contra o inimigo é servir à verdade, juntando todos aqueles que amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento. Enquanto você agrega os bons, você cuida da outra ponta. Diplomacia com quem é inimigo de Deus só é válida se for na base da espada - e você precisa usar as espadas alheias contra inimigos piores, de modo a poupar as suas, até o ponto em que você pode acabar com ele sozinho. E se for para usar o seu inimigo, que seja contra um inimigo maior do que ele e que ele mesmo odeia, pois é resultado de anos e anos de republicanismo explícito. A criatura e o criador são imagens distorcidas de um mesmo espelho. 

5) Defendo uma abordagem instrumental, pois ser mau com o mal, de modo a restaurar a bondade, é ser bom - é preciso dissimulação, muita habilidade verbal contra os maus, pois acordo de cavalheiros com quem é canalha só resultará em traição. Quando o PT for eliminado, o inimigo menor deve ser eliminado, pois ele não acredita em fraternidade universal, já que quer tomar o país como um lar sem Deus, de tão infectado que está com o modernismo da Revolução Francesa. Em outras palavras, ele quer continuar tomando o país como se fosse religião, longe da conformidade com o Todo que vem de Deus. 

6) Enfim, os maus devem ser eliminados progressivamente, do mais perigoso ao menos perigoso, até não sobrar nenhum.

7) Eu conheço meus inimigos e sei os diferentes graus de conservantismo e de malminorismo de cada um - então, eu devo manejá-los, de modo a que os mais fracos se juntem contra o mais forte e mais perigoso. E de forte em forte eliminado, eu fico mais forte - até o ponto em que minhas próprias forças eliminam o que sobrou, por ser mais fraco do que eu, que sou verdadeiro. Saber quando e contra quem se deve entrar em batalha é crucial.

Sobre o perigo de se tomar o país como um lar, sem Cristo

1) Há quem diga que é possível tomar o país como um lar, sem Cristo. Para isso basta conservar o que é conveniente e subsidiar tudo aquilo que é conveniente aos homens, fundado em sabedoria humana dissociada da divina. E isso tudo se torna política de Estado.

2) Conservar o que é conveniente e dissociado da verdade leva à perversão das leis e de todas as relações jurídicas. E subsidiar as coisas fundadas no interesse da humanidade do País, de tal maneira a ficar esta dissociada da verdade de Cristo, leva ao nationness, a uma falsa nacionidade, nos termos de Borneman. 

3) Ninguém pode tomar um país como se fosse um lar se não for livre em Cristo e responsável pela santificação de muitos, de tal modo a adequar suas circunstâncias à missão de servir a Cristo, seja nas terras em que mora ou em terras distantes, de além-mar.

4) O assistencialismo nasce de leis pervertidas. E a lei pervertida cria bolsas-família, que são a perversão da caridade. Só é possível ser caridoso quem é capaz de dotar livremente dos próprios recursos, de modo a ajudar a um irmão necessitado. Uma política que favoreça a caridade deve estimular as pessoas a dotarem seus bens de modo a amparar um irmão necessitado. Ela pede uma ação privada que se distribui de tal maneira que se torne pública, sem a necessidade de uma intervenção estatal. E o privado sistemático pode gerar um tipo de ordem pública.

5) O que justifica a intervenção de um Estado, de modo a ser totalitário e tomado como se fosse religião, está no fato de ele estimular a mesquinhez de um povo, de modo a amar mais o dinheiro do que a Deus, ou criminalizar a caridade, ao banir o cristianismo da vida publica. A combinação das duas é a ruína da civilização.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 12 de junho de 2015.

Sobre a falsa acusação de que escrevo as coisas de maneira rebuscada

1) Há quem diga que eu escrevo de maneira rebuscada, como se isso fosse sinônimo de português empolado ou prolixo, destituído de sentido.

2) Quem diz isso tem a postura típica do homem nascido nestas terras: ele conserva o que é conveniente, por se contentar meramente com o saber disponível. E nem sempre esse saber disponível é conforme o Todo que vem de Deus.

3) Se o conservantista está à esquerda do pai, então o nascido nestas terras é apátrida - nunca brasileiro, pois não honra o que foi edificado em Ourique.

4) Em seu significado ontológico, rebusca pressupõe buscar a coisa - e isso é o mesmo que pesquisa. A coisa pode estar no invisível e no futuro. Se o futuro a Deus pertence, então devemos pedir a intercessão do Espírito Santo, de modo a trazer as coisas do futuro para o nosso presente e fazer do que é invisível visível, evidente para todos, de modo a que Deus seja a causa da busca pela verdade. E isso é causa de capitalização moral e espiritual.

5) Se escrevo em termos sofisticados, não é por exbicionismo - é porque uso cada termo de maneira apropriada, de tal maneira a apontar aquilo que é bom e necessário. Para decifrar o que tenho a dizer, é preciso dominar muito bem a linguagem.

6) Quem me acusa de rebuscado é um conservantista - e como tal, um esquerdista no seu grau mais básico, pois diz as coisas voltadas para o nada, tal qual um chavão. E o pior é que a maioria não percebe isso.