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terça-feira, 22 de julho de 2014

Por que sou contra o sionismo?

Filho de um dos fundadores do Hamas troca o islamismo pelo cristianismo:http://adf.ly/qVsI7

1) A solução para o processo de Paz está em Cristo e na divisão da Palestina em dois Estados.

2) Não aceito o sionismo pois ele decorre de se conservar o que convém, ainda que dissociado da verdade. É como já defini: decorre de gente que conserva o que é conveniente e contrário a Deus - e isto é qualificado pelo fato de estes terem matado o Messias, que é Nosso Senhor Jesus Cristo. Por isso nunca vou dar meu apoio a quem diz sim aos assassinos de Jesus, que disseram não a Deus.



3) Não é à toa que quem diz não à esposa de Cristo tende a se associar naturalmente a quem diz sim aos assassinos de Jesus, como fizessem pacto de dispor da herança de alguém vivo (o chamado pacto corvino). É por isso que odeio tanto essa raça de víboras que são os conservantistas.


4) A pretensão de se refundar o Antigo Reino de Israel, de modo a se controlar toda a Palestina, é destituída de fundamento. Já temos um Rei, um Messias, um Salvador - o nacionalismo judaico foi superado pelo nacionismo - ele começou em Ruth, que deu origem ao Messias, pois a salvação de Deus se oferece a todos os povos. Refundar algo ultrapassado vai contra a verdade, contra as pretensões do Pai. Mais conservantismo.

Publicação relacionada:


Dos três nãos que o conservantismo diz a Cristo http://adf.ly/qJMLt


O que é sionismo? - http://adf.ly/qeQNG

segunda-feira, 21 de julho de 2014

A monarquia cristã universal melhora a orbe christiana


1) Se na Idade Média nós tínhamos uma república cristã (onde havia vários povos e vários reinos brigando entre si), no futuro teremos agora uma monarquia cristã com povo um descendente de todos os povos do mundo, governados sob uma dinastia descendente de todas as casas reinantes conhecidas. E o fundamento para isso é o amor de Cristo, fundado na História de Ruth, no Antigo Testamento.

2) Se a paz de Cristo é pra todos, é porque ela se funda na aliança do altar com o trono.

3) Se na república há sempre briga, na monarquia há sempre paz.

A Monarquia Cristã universal é como o Império do Brasil em escala universal


Dúvida que tirei agora:

Admitindo que a monarquia universal se torne uma realidade concreta, qual seria a função do Sumo Pontífice nessa ordem? "Aquele que faz as pontes" iria ter menor importância?

Resposta pra essa dúvida:

1) A monarquia cristã universal não é muito diferente daquela que conhecíamos no nosso império. A aliança do Altar com o trono é a base: e será em escala universal. Ela se funda em duas espadas: uma que mantém a ordem temporal e uma que mantém a ordem espiritual. As duas funções estão bem definidas.

2) Quem corre esse risco de misturar tudo o faz na sabedoria humana dissociada da divina. Quem pretende fazer isso tem o diabo dentro de si e não pode ser um bom rei.

A Europa Unida só é possível sob nacionismo e valores cristãos

1) Só com a nacionidade e os valores cristãos é que dá pra se edificar a Europa Unida, pois a sociedade é a base de toda a ordem.

2) Olavo sempre nos lembra que a sociedade é a base de todo o poder. E o poder se funda a partir do momento em que se toma o país como um lar sistematicamente

3) Se isso for levado ao extremo, pode restaurar a Igreja como o Centro da orbe christiana. Sem contar que dei viabilidade a uma idéia de Dante Alighieri: a da monarquia universal.

4) a nacionidade a longo prazo leva à paz, pois a paz de Cristo é uma paz de ordem. E a paz fundada na ordem é a paz dos pacíficos, dos que tomam o seu país como um lar e não como uma religião.

5) A paz dos pacifistas é a paz da indiferença. É a paz pela paz que resulta em guerra.

6) A paz que queremos é a paz de Cristo. Por isso somos conservadores.

7) Quem conserva o que convém ainda que dissociado da verdade busca a paz pela paz - a paz da indiferença, que leva à guerra.
 
José Octavio Dettmann
 
Rio de Janeiro, 21 de julho de 2017 (data da postagem original). 

Como o nacionismo dá viabilidade à monarquia universal de Dante Alighieri


1) Dante Alighieri falava em uma monarquia universal.

2) E ela é perfeitamente possível, se esta linha, a do nacionismo, for seguida sistematicamente, ao longo das gerações.


3) Pela via cristã, é possível tomar várias pátrias como um lar, pois são vários povos em uma só pessoa, através de casamentos sucessivos e de vida em conformidade com o todo ao longo das gerações;


4) Por nacionismo e tradição cristã ocorre a continentalização das almas - até formar um povo europeu de sangue - cristão e descendente de todos os povos que compõem o continente


5) Só com um povo formado nessa origem é que se pode falar em Europa Unida. Se há um povo europeu unido no sangue, haverá um rei governando seus súditos, fundado nessa descendência e em constante serviço de Deus.

6) O mesmo pode se aplicar às Américas, à Africa e à Ásia

7) Ao longo das gerações haverá pessoas que descenderão de todos os povos do mundo. E só assim haverá por essas vias monarquia universal.

8) Utopia? Não - isso é perfeitamente possível, pela via da lógica. Basta viver a vida em Cristo e em conformidade com o todo.

Monarquia é nacionismo sistemático


1) Quando se toma o país como um lar, você se torna chefe de sua família - você trabalhará para sustentar sua família e proverá tudo para o bem-estar de sua família.

2) Quando se toma o país como um lar, você buscará se associar a todos aqueles que amam e rejeitam as mesmas coisas que você e que igualmente tomam o seu país como um lar. E o fundamento para essa união se chama Jesus Cristo.

3) Em certas instâncias um governo é chamado de modo a proteger os direitos individuais e coletivos fundados na liberdade em Cristo e na Paz em Cristo. E a paz em Cristo é servir ordem, de modo a que as boas autoridades sejam sempre lembradas e bem servidas, por causa de um governo exemplar.

4) Quando se toma o país como um lar, impostos são cobrados, uma vez que a missão do governo de gerir a coisa pública se funda em um risco e esse risco se funda na emergência e na necessidade fundada na própria coisa pública.

5) Quando se governa bem e quando o sentimento de se tomar o país como um lar se consolida entre nós, a escolha de um governante se funda naquele que ama e rejeita as coisas tendo por fundamento Jesus Cristo. Se ele ama Jesus, amará servir bem seu povo. E esse governante primeiro protegerá o povo de maus administradores e seu mandato durará enquanto esta missão de servir permanecer entre nós. Se ele é um nobre exemplo, os filhos assumirão a responsabilidade de governar o povo para o bem da nação, que é tomada como se fosse um lar.

6) A melhor forma de escolha é a que se funda no coração. O coração deve se fundar em Jesus e na coragem de um bom líder que serve a Jesus. Por isso, a aclamação é o melhor fundamento.

7) Para auxiliar o governante, ministros são escolhidos dentre o povo - geralmente são pessoas de consciência histórica e com um profundo senso de servir ao seus país, tendo por referência o exemplo dos pais. Essas pessoas são os nobres.

8) Uma boa nobreza e uma boa realeza são fundamentais para a nacionidade.

9) A nobreza, além de ser composta por todos aqueles que têm um bom passado e uma profunda responsabilidade de bem servir quanto a isso, é aberta a novos membros, se estes se mostrarem sérios, íntegros e responsáveis, de modo a que o senso de país continue sendo tomado como um lar.

10) Uma boa ordem aristocrática se forma na distribuição das virtudes cívicas e cristãs entre os membros do povo. Ela não se dá pela inflação dos títulos nobiliárquicos, como se deu na revolução francesa, mas na distribuição das virtudes, onde os de cima, pelo exemplo, ensinam os de baixo a serem nobres, honrados e respeitados. Se o alguém da população resolve servir a pátria e faz um bom serviço ao seu povo e a seu rei, um nobre se torna.

Quantas pátrias tem um nacionista?

1) O nacionista tem pelo menos duas pátrias: a que toma como um lar, que decorre sempre da pátria do céu. 

2) Se você é descendente de italianos, por exemplo, você pode tomar a Itália também como um lar, sem prejuízo de se tomar o Brasil como um lar. Basta preservar e valorizar a cultura familiar que você herda. E o amor às duas pátrias se funda na pátria no Céu.

3) O nacionista é o diplomata perfeito, pois serve a dois ou mais países bem ao viver uma vida livre e em conformidade com o todo. E faz da sua vida particular uma vida de serviço, de modo a aproximar povos diferentes, com base na sua vivência e circunstância. 

4) Quando se vive conforme o todo, Deus distribui os diplomatas perfeitos, pois ele distribui vida em abundância

5) O nacionalista, com seu positivismo, purifica isso, ao separar Deus do Estado.

6) Isso leva ao esquerdismo radical e progressista. E o povo progride na escala revolucionária, que atrasa o país.

7) No final, o nacionalista acha que tem uma única, mas na verdade não tem nenhuma, pois nega Deus.

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Ser nacionista decorre de uma profissão de fé na conformidade com o Todo que vem de Deus: 
http://adf.ly/qnsw2