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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Sobre a importância das ligas eleitorais


1) As eleições são um evento permanente e necessário, pois precisamos pensar as coisas em termos de ordem pública para as próximas gerações.

2) Como a militância online tende a ser mais organizada, seria sensato que organizássemos ligas eleitorais, de modo a indicar para os que amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento, quais são os candidatos que se mostram bons defensores das causas de Cristo e da aliança entre o Altar e o Trono.

3) Algumas iniciativas já surgiram: graças a isso, agora conheço um candidato que defende os valores da fé católica e nele vou votar. Candidato Carlos Dias, do RJ, que está se candidatando a deputado federal (5588)

4) Em São Paulo, conheço um ótimo nome de candidato católico monarquista: Professor Hermes. Ele é ligado a D. Bertrand.

5) Como tenho contatos do Brasil inteiro e alguns de fora do Brasil, é interessante que se divulgue o nome dos sérios de modo a que estes tenham mais chances de se eleger. Para efeito de concentrar os poucos votos conservadores, seria interessante 1 nome por estado.

6) Se fosse da forma tradicional, me baseando pelo que acontece na TV, eu jamais votaria.

7) Ainda que eu só tenha apenas um nome, melhor este do que votar em quem não conheço ou em alguém sem referências. Pois político é que nem empregado doméstico: para se contratar, é preciso ter boas referências - e referências de gente séria e honesta. Pois em meus contatos eu confio.

Comentários sobre a importância do Senado

1) Faltam nomes sérios para o Senado - pois é o Senador quem julga os crimes de responsabilidade do presidente da República. Ou seja, o bom senador tem que ser alguém com bom juízo e experiência pra julgar. 

2) Do jeito como é a República, a gente acaba elegendo um deputado de duas legislaturas (de 8 anos). Se formos olhar a ferro e fogo, o Senado é rebaixado ao nivel da câmara, a ponto de perder importância.

3) Nosso sistema é praticamente unicameral. Tanto faz votar para um deputado de quatro anos ou um deputado de 8 anos. 

4) Se você compreende a importância de um sistema bicameral, onde a câmara mais alta, através do exemplo, da experiência e da nobreza, ensina a câmara mais baixa a servir ao povo, então vote em candidatos monarquistas - e a longo prazo, a monarquia será restaurada.

5) Uma vez eleito um deputado monarquista, é preciso ficar de olho nele, de modo que este não se corrompa.

6) Ao contrário das eleições anteriores, agora temos candidatos sérios e honestos e alguns estão investindo em campanhas online. Então, coloquemos os sérios lá, pois são os votos da população online que decidirão a sorte destas eleições.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 21 de julho de 2014 (data da postagem original).

domingo, 20 de julho de 2014

Como lidar com gente que afirma peremptória e falsamente que a Igreja de Cristo matou?

Há elementos estúpidos que dizem o seguinte, peremptoriamente: "A Igreja Católica Romana matou..."

1) A Igreja é o corpo místico de Cristo - e Cristo é a cabeça. Se Cristo não matou ninguém, como é que o corpo poderia, já que o corpo obedece aos comandos da cabeça? O corpo é o acessório e segue a sorte da cabeça, que é o principal.


2) A Igreja é santa - os filhos da Igreja, os membros da Igreja, como seres humanos que são, podem ser santos e pecadores, dado que a sabedoria humana nem sempre é perfeita e nem sempre está conforme o todo da divina. E quem peca não está conforme o todo de Deus. 


3) Nestes 2014 anos de história, a Igreja, por ser o corpo intermediário entre o Céu e a Terra, sempre perdoou o pecado dos seus filhos. Pois é ela a administradora dos sacramentos do perdão, da reconciliação, da eucaristia e de outros tantos que me esqueço de citar - e o que digo aqui é a título de exemplo, pois não desejo esmiuçar o tema até a exaustão.

4) Com relação à violência, ela só pode ser legítima de duas formas: 

4-A) Na legítima defesa própria ou dos irmãos, ou da própria fé 

4-B) Nos casos de guerra justa, quando alguém quer nos matar e nos escravizar através da destruição da nossa liberdade em Cristo Jesus ou quando alguém quer nos governar de costas para as justas fundações celestiais. Nesses dois casos há guerra justa e o inimigo, seja este interno ou externo, deve ser destruído.

5) Portanto, se eu pegar algum elemento pernicioso falando mentira sobre a Igreja Católica, jamais vou lhe dar atenção. Só quando o coração do sujeito estiver livre do mal é que farei a caridade de ouvi-lo.

6) No facebook, já tive problemas com gente que de má-fé me acusou de ser "radical anacrônico". 

7) Em primeiro lugar, se Cristo é o caminho, a verdade e a vida, amá-Lo deve ser o norte, a raiz de tudo o que somos. Nesse ponto, eu me orgulho de ser radical. 

8) Em segundo lugar, até a Igreja ser edificada, muitas gerações de pessoas santas, que não conheceram o Salvador, prepararam o caminho, para que Ele lançasse a pedra fundamental do Plano de Deus para os homens. E uma vez a Igreja fundada, ela semeou, semeia e semeará o bem por séculos e séculos, pois o Reino de Deus não tem fim. Se amo a Jesus de maneira radical, então estou conforme o Todo desse ensinamento - logo eu não sou anacrônico, mas dentro de um contexto atemporal. Eu estou conforme o tempo da edificação desse obra, que se dá no tempo e na sabedoria de Deus - e eu sou apenas mero instrumento em que o bem se faz semear-se entre os meus irmãos.

9) Desde então, não adiciono mais todos aqueles que se conservam no conservantismo. E é essa a dimensão real da maldade que o cisma produz.

10) Pois é na anacronia da Reforma, fundada numa sabedoria humana dissociada da divina, que surge esse comportamento de se conservar o que convém, ainda que dissociado da verdade, base sob a qual se assenta toda a mentalidade revolucionária.

O conservadorismo é perfeito


1) Em uma de suas cartas São Paulo disse: "Sede perfeitos tal como o Pai o foi". 

2) Se o conservadorismo é a atitude de conservar a memória da dor de Cristo entre nós, que edificou uma civilização inteira, então o conservadorismo é perfeito, pois estamos seguindo o que São Paulo disse.


3) Como se dá essa perfeição? Em Cristo, em todos os aspectos: seja na defesa da fé que recebemos dos Santos Apóstolos, seja na ordem prática, a política. A vida pública precisa ser reflexo da vida privada, vivida em santidade.



4) Se não houver essa busca, não estaremos agindo em conformidade com o todo. Estaremos tão somente a conservar o que é só conveniente - e por nossa omissão e por nossa má ação estaremos a rejeitar a causa de tudo: Cristo Jesus. Sem essa busca, caímos no conservantismo qualificado, a via revolucionária.

Publicações relacionadas:

Não existe conservadorismo arrogante: http://adf.ly/q9ITs

As melhores idéias devem ser pensadas e testadas ao extremo


1) Só saberemos quando uma idéia é boa ou ruim quando nós a levamos ao extremo.

2) Uma idéia boa leva a uma ordem organizada, capaz de promover a caridade sistematicamente, fundada no exemplo de Cristo.


3) Jamais deve se dizer algo que seja sem sentido.


4) As coisas andam no tempo de Deus: o que você deve fazer é estudar, meditar e refletir. 


5) Militância marxista é coisa para pobres de imaginação e espírito.


6) Prefiro a ordem dos pedreiros à ordem da engenharia social. Prefiro a ordem pensada da base para o topo. Quem pensa a ordem desde cima, quer arrogar a posição de Deus. E isso é um desastre.

Da excomunhão como a pior forma de apatria

1) A pior forma de apatria é a da excomunhão, em que você, por escolha, deixa de tomar por lar a pátria do céu.


2) Se você é parte de um povo que toma o seu país como um lar tendo por referência a pátria do céu, você é duplamente apátrida. Pois o que é desligado no céu é desligado na terra, pois decorre do poder das chaves.



3) Se você é imigrante africano nascido na Itália, você é italiano, por conta daqueles que tomam a Itália como um lar em função da pátria do céu. Toda e qualquer constituição que separa a Igreja do Estado é incapaz, por conta do poder das chaves, de definir quem é ou quem não é daquele país, pois perde a noção mais óbvia: sou nacional porque tomo por lar a pátria do céu como referência para tomar como meu lar, na terra, a terra onde eu me situo na vida, na minha circunstância - se não fizer isso, jamais agirei da mesma forma como já aconteceu com os meus ancestrais. Pois é no céu que se qualifica a virtude dos meus ancestrais, assim como tudo aquilo que herdar deles.

4) Um imigrante africano nascido na Itália é mais italiano do que um brasileiro filho de italianos nascido no Brasil, eleito para o parlamento da Itália e que geralmente é ligado a causas esquerdistas. Pois o filho do imigrante tem seu valor a provar e merece ser levado em consideração, pelos seus serviços à terra. Se ele é digno, tem nacionidade, por conta dos serviços prestados a todos aqueles que tomam por lar a Itália tendo por referência a pátria do céu.

5) Papa Francisco, ao acolher os imigrantes, ensina nacionismo, pois estes tomam a Itália como um lar, em função daqueles que tomam a Itália como um lar, a partir da pátria do céu. É assim que eles se tornam italianos de verdade.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

É preciso desconfiar dos que esposam o entendimento dos professores universitários


1) Quando vejo um universitário defendendo a doutrina de um professor do qual foi aluno, eu me pergunto: será que isso é concordância? 

2) Se fosse concordância, ele não só buscaria motivar todas as razões pelas quais concorda com o posicionamento de seu professor, mas também buscaria razões para completar ou aclarar o pensamento de seu mestre, levando-os a círculos que por circunstância são acessíveis mais ao aluno do que ao próprio mestre, pois a busca do conhecimento é uma tarefa que nunca se acaba. E ainda que discorde, ele buscaria razões bem fundamentadas de modo mostrar que as idéias de seu mestre não boas por si de serem acolhidas. E o esforço que se faz para refutar uma idéia ruim, derivada de uma investigação honesta, por si só merece todas as homenagens

3) Infelizmente, o que vemos no Brasil é o mero contentamento ao saber disponível. Se determinado aluno abraça a idéia de um certo professor arrogante e estrelo, pode ter certeza que é puxa-saquismo. Pois esses elementos perniciosos são tiranos: são capazes de te reprovar só porque você tem boas razões para discordar do posicionamento do professor, posto que o ensinamento do mesmo não está conforme o Todo que vem de Deus.

4) O puxa-saquismo vaidoso dos que buscam a nota final para passar de ano é o sintoma da fogueira das vaidades que há nas universidades. 

5) A fogueira das vaidades existe porque a cátedra é uma posição de prestígio social, de poder sobre os outros. E onde o prestígio do status quo tem mais influência que a busca sincera pela verdade, o que temos é a dinamitação sistemática da consciência social, a ponto de o país todo ser tomado como uma religião do Estado, dado que o professor universitário se tornou um agente político, um agente estratégico, um funcionário público, servindo aos que estão no poder, no momento. Nem de longe ele serve à pátria, de modo a que se faça esta ser tomada como um lar - essa noção deriva da pátria do céu, que nos remonta a Deus. E Deus eles não querem.

6) Por isso, rezemos. Os maus precisam mais de Deus do que nós. Quem sabe uma má consciência não desperta do mau que está a fazer para nós, enquanto povo?