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segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

A restauração virá, pois ela se dará nos méritos de Cristo. A luta apenas começou

1) Libertar a América para torná-la cativa da ideologia totalitária. Isso não é só comunista, como também maçônico. E o modelo disso está tanto no exemplo americano, quanto nas arbitrariedades que Simón Bolívar fazia na América Espanhola.

2) Acabei de voltar para as comunidades que lutam contra essa narrativa histórica que fazem nos países de América espanhola e acabei de tomar conhecimento que Simón Bolívar na véspera de Natal, na cidade de Pasto (atual Colômbia), ordenou uma tremenda de uma carnificina contra os cristãos, o que é um atentado contra a obra civilizadora da Espanha, que, junto com Portugal, também serviu a Cristo em terras distantes, ainda que sem mandato do céu.

3) Isso só comprova o que falei nos meus artigos sobre a "independência" do Brasil" - o propósito não foi nos separar de Portugal tão-somente, mas de nos desobrigar da missão de servirmos a Cristo em terras distantes tal como foi estabelecido em Ourique, o que configura traição extrema, uma inconfidência contra o Rei dos reis. Se deixo de ser livre no verdadeiro Deus e verdadeiro homem para ser preso num esquema de dominação, numa ideologia totalitária, então isso não faz o menor sentido, pois o sentido da minha vida nesta terra será vazio, já que não há sentido histórico nesta terra fora do que foi estabelecido em Ourique.

4) Nossa luta não é só contra a esquerda - a luta tem que ser também contra esse esquema de dominação que a maçonaria implantou no Brasil a ponto de nos afastar do que foi estabelecido em Ourique. O lado bom de estar nessas comunidades que desmentem as narrativas do lado espanhol é que isso me estimula a combater as narrativas históricas deste lado da Península Ibérica que fala português, pela graça de Deus.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 02 de janeiro de 2023 (data da postagem original).

Por que um bom livreiro precisa ser um intelectual? Das vantagens desse traço de caráter em relação aos livreiros puramente mercantilistas, que tendem a tratar os livros como banana na feira

1.1) Durante meu tempo de Orkut, eu recebi um depoimento favorável de um dos meus contatos me dizendo que uma das minhas características mais marcantes é a de que eu era um intelectual. 

1.2) A grande vantagem de ser intelectual está no fato de que você consegue estabelecer uma rede de contatos onde pessoas que prezam o conhecimento se encontram e ficam a trocar informações e subsídios para a produção de novos artigos, como livros e revistas, por exemplo, a ponto de obter ganhos sobre a incerteza por conta disso. E essa rede é essencial para se exercer bem a profissão de livreiro.

2.1) Por conta da minha associação com alunos do Olavo, fui metido numa rede de trocas de livros muito boa da qual eu não quero sair. 

2.2) Embora eu não compre livros dessa rede, eu anoto todos os livros que vejo nela de modo a montar meu próprio catálogo. Na Estante Virtual, eu vou atrás dos livros de modo a obter um preço menor por eles. Quase sempre consigo um preço convidativo, por conta disso.

3) Em virtude de eu estar sempre pesquisando por livros, o algoritmo desta rede social descobriu essa minha tendência e me manda recomendação de livros, quase todos esquerdistas. Naturalmente, eu aceito essas sugestões de bom grado, pois elas me servirão de base para eu combater melhor meu inimigo: a esquerda latino-americana.

4.1) Também fiz parte de uma comunidade que defendia a reincorporação dos territórios da América Espanhola de volta à Espanha: o nome do grupo era "contra la leyenda negra" ou algo assim. Nesse grupo, eles sempre mandavam uma bibliografia muito preciosa para se combater o entendimento esquerdista dominante que justifica a descolonização e a balcanização da América espanhola, esse tipo de ordem de coisas que está sendo conservado de maneira conveniente e dissociado da verdade. 

4.2.1) Infelizmente, acabei saindo do grupo porque teve um imbecil que acusou os brasileiros de roubar territórios do Peru. Não só bloqueei o cara como saí do grupo - e minha ausência durou até o fim do mandato do presidente Bolsonaro, quando o tempo se completou, o que me deu liberdade para me concentrar em outras coisas.

4.2.2) Agora que estou refeito, penso em voltar ao grupo para continuar coletando os preciosos dados que esse grupo produzia - a razão pela qual saí do grupo é aquilo já me era a gota d'água: além dos inimigos internos estarem destruindo o país desde dentro ainda tem nego de fora falando merda sobre o Brasil. Aí não há Cristão digno desse nome que agüente!

5) Por conta do nacionismo e por conta das boas relações que eu tive com o meu pároco, fiz muitas amizades com os poloneses. Sempre que posso, recebo indicações de livros de história da Polônia, marco-as como relevantes e vou atrás desses livros de modo a digitalizá-los e lê-los. Esses livros, uma vez lidos, eu vou vendê-los, como caixeiro-viajante, nas minhas idas às colônias dos poloneses, lá no Paraná.

6) Se eu juntar todos esses dados nesse meu sistema de atividade econômica organizada, eu terei um catálogo vasto e poderei usufruir dessa riqueza por bastante tempo, já que ela será servida ao bem comum, em razão de estar em domínio público, mais cedo ou mais tarde. E isso faz de mim um colaborador da iniciativa pública, uma vez que estarei servindo a Cristo em terras distantes, tanto dentro do meu país quanto fora dele.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 2 de janeiro de 2022 (data da postagem original).

sábado, 31 de dezembro de 2022

É nas dificuldades que se forjam os grandes homens - um conto da minha história pessoal

1) No começo da década de 90, quando ganhei meu primeiro PC, meus primeiros jogos foram o Loom, o Maniac Mansion e o Leisure Sui Larry II - todos adventures.

2) Meus pais não sabiam inglês - e naquela época não sabia inglês, coisa que só viria a ter no ginásio e de forma muito mal dada. Se dependesse do que recebi da escola, eu estava ferrado, a ponto de não poder desempenhar as funções que desempenho hoje.

3) Naquela época, papai viajava e trazia coisas do Paraguai. Além do computador e desses jogos, ele também me trouxe um tradutor eletrônico. Aos trancos e barrancos, fui aprendendo inglês com a ajuda do tradutor. Conseguia resolver alguns quebra-cabeças do adventure, mas não compreendia algumas coisas porque esses adventures, como compreendi mais tarde, com a chegada da maturidade, eram centrados na cultura americana - e eu era brasileiro, sendo criado na minha cultura nativa.

4.1) Em todo o caso, esse esforço para eu poder jogar os adventures e superar as dificuldades culturais e idiomáticas, que tornavam esses jogos para mim muito mais difíceis do que realmente eram, moldou o meu caráter, a tal ponto que vejo uma continuação dessa cultura de dificuldade enquanto tradição neste cenário: aos poucos vou acumulando os meus primeiros dólares, a ponto de importar regularmente meus primeiros livros dos EUA e da Europa. 

4.2.1) Para poder lê-los, eu vou digitalizando os livros até virar ebook, tal como eu sempre fiz. E enquanto leio os ebooks que eu mesmo preparei, eu acesso ao tradutor do Google e vou estudando a tradução que foi empregada de modo a poder compreender o que foi escrito naqueles livros. 

4.2.2) Às vezes, recorro aos dicionários conceituais da língua inglesa ou língua francesa (os aurélios em versão americana ou francesa, coisas essas que eu nunca tive, pois sempre tive tradutores inglês-português português-inglês), para poder entender as frases dentro do contexto das línguas em que foram escritas de modo a poder bem traduzi-las para a língua portuguesa. 

4.2.3) Pela primeira vez na língua inglesa, assim como em outras línguas, terei a ajuda de um dicionário que fará a função daquilo que fez o Aurélio na língua portuguesa, durante meu tempo de estudante, quando era mais jovem. Isso pode parecer ridículo, mas, no tempo de escola, isso nunca me foi cobrado, mas vejo que é o único caminho que encontrei para aprender de verdade, da forma mais natural possível.  

5.1) Todo esse esforço de guerra cultural para poder compreender o que está escrito num único livro fará de mim um homem capaz de superar todas as dificuldades, pois quando tiver filhos vou instituir uma regra quando forem jogar videogame, quando estes forem crianças: quando forem jogar adventures, eles só podem usar tradutores e dicionários - não vale usar dicas da internet. 

5.2) A idéia é forjá-los na dificuldade, é simular o mesmo cenário de dificuldade que tive, quando era criança. Esse cenário é uma tradição que tem que ser passada de pai pra filho, a ponto de preparar os filhos para a guerra cultural em que estamos metidos, já que tempos de dificuldade forjam grandes homens, ao passo que tempos de grande facilidade forjam homens acomodados, medíocres.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 2022 (data da postagem original).

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

Mais do que livros de História, eu vendo peças de quebra-cabeça histórico, cuja solução depende da forma como você estuda e seleciona a bibliografia que você vai usar para os estudos

1) Quando eu terminar de digitalizar o livro O Poder Moderador da República Presidencial, de Borges de Medeiros, meu amigo Felipe Lamoglia terá informações muito mais completas para entender a primeira República, já que este livro deve ser lido junto com o livro Sua Majestade, O Presidente do Brasil, de Ernest Hambloch.

2) Depois dessa digitalização, eu pretendo digitalizar o livro Brasil: colônia de banqueiros, de Gustavo Barroso. Esse livro deve ser lido em contraste junto com o livro O Brasil não foi colônia, de Tito Livio Ferreira. Afinal, não faz sentido separar o Brasil de Portugal sob a mentirosa de alegação de que este foi colônia de Portugal para ser escravo por dívidas da Inglaterra (ou seja uma colônia, uma forma de dominação indireta por endividamento externo).

3) Esses dois assuntos, a escravidão da república e o processo de endividamento externo do Brasil, caminham sempre juntos. Esses assuntos devem sempre ser estudados juntos, em conjunto. 

4.1) Mais do que vender livros, estou vendendo soluções, peças de quebra-cabeças. Se você ler, estudar, compreender, meditar, você compreenderá tudo na forma de um mosaico - e isso será uma poderosa vacina contra a mentira, contra o marxismo cultural. Nenhum professor de História marxista mentirá pra você ou fará a cabeça dos seus filhos e dos seus netos - o que seria muito salutar. É por isso que os livreiros clássicos orientavam os leitores quando jovens - se você souber o que deve ser lido e qual o caminho deve ser percorrido, você vai ter uma noção muito mais clara da verdade. 

4.2) Não é à toa que os livreiros clássicos eram intelectuais que conheciam bem os produtos que vendiam, pois eles vendiam soluções culturais de modo que as coisas fizessem sentido para quem precisasse - o que é muito diferente do livreiro de hoje em dia, que não passa de um mero mercador, pois ele só vende livro como se fosse banana na feira, uma vez que só vende o que dá retorno financeiro seguro para ele, já que não está interessado em sanear a crise cultural pela qual se encontra a nação. Não é à toa que essa gente edifica ordem com fins vazios, pois são maus prestadores de serviço. 

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de dezembro de 2022 (data da postagem original).

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Quais são os verdadeiros dados que devemos buscar, fundados na ciência da cruz?

1) Determinados dados você pode coletar da academia - geralmente toma-se conhecimento daquilo que é geralmente aceito pelos homens, que pode se fundar no que é conveniente e dissociado da verdade (o chamado consenso científico).

2) Determinados dados você pode coletar de clubes militares, que são guildas de pessoas dedicadas à defesa da pátria, à arte da guerra.

3) Determinados dados você pode obter através da informação jornalística.

4) Determinados dados você pode colher através de livros ou artigos ou da experiência. alheia.

5.1) Nenhum desses dados substitui a experiência que você tem com o objeto da realidade. Quando o objeto é a pátria, o processo de se tomar o país como um lar em Cristo, eu devo participar do processo de criação, pois Deus quis assim. 

5.2) No começo. vou coletando dados de modo a conservar o que é conveniente e sensato; conforme o tempo passa e as gerações vão passando, o que a faço como amador se torna coisa amada - se venho de uma terra estrangeira, eu tomo as duas terras como um mesmo lar em Cristo, pois ambas são parte do meu ser, dos meus filhos e netos.

6.1) Este dado só a ciência da cruz pode produzir e isso pede uma constante confissão com o verdadeiro Deus e verdadeiro Homem de modo que o seu amor de si desornado acabe não conservando o que é conveniente e dissociado da verdade. 

6.2.1) Este é o verdadeiro dado que nenhum meio midiático ou corpo intermediário poderá obter pra você, pois são dados que não se repetem - esse dados só podem ser coletados por você mesmo, dentro das suas circunstâncias, fundadas na missão de servir a Cristo em terras distantes tal como Este nos mandou fazer em Ourique. 

6,2,2) É este dado de ordem ontológica, que ninguém vê, que é muito valioso - só poucas almas que vivem a vida retamente nos méritos de Cristo é que são capazes de compreender essas coisas, seja no campo da arte da guerra, ou mesmo naquilo que se funda na santificação através do trabalho e do estudo, as chamadas ciências do arado.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 20 de dezembro de 2022 (data da postagem original)

Quando você não é movido pelas suas vaidades, os algoritmos trabalham ao seu favor

1) Ultimamente, o Facebook tem me mostrado livros que eu não conhecia, a ponto de eu começar a fazer buscar na Abebooks ou na Alibris por eles tão logo eu tenha renda recursos para comprá-los.

2) Quando seus gostos são ordenados conforme uma necessidade produtiva, seja para a santificação do estudo, seja para a santificação através do trabalho, a coleta de tendências pessoais do que você faz na rede social nunca será um problema - ela pode ser um poderoso aliado, se seus gostos forem bem ordenados ao seu jeito de ser, de modo que a finalidade da Criação tenha sentido através do seu trabalho, na sua personalidade, nos méritos de Cristo.

3) Se seus gostos são desordenados, fundados no vazio da sua alma, naquilo que você conserva de conveniente e dissociado da verdade, você sempre será espionado. Seu inimigo sabe que a vaidade é sua maior fraqueza e sabe, cedo ou tarde, você entregará seus segredos mais íntimos ao mundo, ao diabo e à carne no menor descuido.

4.1) Eu não tenho nada a esconder. Se forem investigar o que penso, vocês encontrarão o meu blog. O dia que em lançarem luz sobre o que penso e isso começar a incomodar o sistema, talvez eu sinta o peso da opressão desses criminosos que se valem do comunismo cibernético para chegarem ao poder absoluto. Mas até lá talvez eu esteja irrevogavelmente falecido quando minhas idéias encontrarem tempo favorável para poderem prosperar.

4.2) Não tenho nenhuma ambição neste mundo a não ser a vida eterna. Por conta disso, é importante não ser importante - enquanto você é invisível aos olhos dos maus, você é livre para fazer o que é bom nos méritos de Cristo. E o segredo da vitória na guerra contra o mal está na invisibilidade. Não seja visto, não se deixe ser fotografado e aja como o presidente Bolsonaro - não fale até o momento em que Deus pedir a você para fazê-lo, pois nestas horas Deus fala através de você.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 20 de dezembro de 2022 (data da postagem original).

Qual é o sentido de se fazer análise da política interna de um determinado país do exterior se você não vai tomá-lo com um lar em Cristo, por Cristo e para Cristo?

1) Só me é lícito fazer análise da política interna de um determinado país se pretendo tomá-lo como um lar em Cristo junto com o meu país. E o melhor exemplo disso seriam os EUA.

2.1) O começo do processo não se faz nas viagens de turismo de modo a conhecer, por exemplo, a Estátua da Liberdade ou mesmo a Casa Branca - muitos  esnobes podem me dizer que conheceram os EUA, mas estes só tocaram na superfície, nunca na América profunda. E isso não é conhecer de verdade.

2.2) É preciso conhecer a terra e a gente - a América profunda, com seus encantos e desencantos, da mesma forma como você deve conhecer o Brasil, processo esse que nenhum curso de inglês fará por você - o que pedirá muitas viagens, muito esforço cultural e um esforço de gerações que se santifiquem através desse trabalho - o que requer muito estudo, já que isso se funda numa missão em Cristo fundada. Você precisa fincar raízes nesse solo de que modo isso se conecte ao seu ser tanto quanto o Brasil profundo, a ponto de as duas árvores conviverem juntas em uma constante ibirarama, pois o nacionalismo, que tem condão protestante, é essencialmente ibirapuera - uma árvore velha e superada, a ponto de matar o sentido das coisas, uma vez que que é uma falsa ordem que edifica liberdade com fins vazios, enqaunto o nacionismo, que tem condão universal, católico, é sempre renovo de planta, sempre integrador, o que nos remete a idéia de lar, uma vez que Cristo nos mandou que servíssemos a ele em terras distantes, tal como nos foi dito fazer em Ourique. E isso implica povoar com o nosso sangue a ponto de darmos nosso testemunho da verdade - este império em Cristo fundado jamais perecerá, pois é um império de cultura, de verdade como fundamento da liberdade - e é isso que falta na América para ser realmente livre.

3) Se eu me caso com uma americana católica e tenho com ela filhos católicos que têm dupla nacionalidade, nós temos uma enxertia de plantas em constante ibirarama, pois a legislação brasileira admite o jus sanguinis quanto jus soli, por conta da dupla natureza e de nossa tradição (nós somos América Portuguesa porque servimos a Cristo a Cristo em terras distantes e somos Brasil porque não somos colônia desses impérios de domínio que perecem que perecem, comandados por esses animais que mentem, que rejeitaram a pedra que é na verdade a pedra angular de todas as coisas).

4.1) Conciliar as duas culturas é um desafio e é preciso muito senso de conformidade com o Todo que vem de Deus para se compreender essa realidade. Nenhum americano que não tenha parente brasileiro compreenderá o Brasil se não for pela fé verdadeira (e isso pede profundo conhecimento da História de Portugal, que guardou o dogma da fé e se aventurou nos mares para propagar a fé Cristã) e nenhum brasileiro compreenderá os EUA se não tiver tomado a América como um lar em Cristo a ponto de trazê-la para dentro da tradição ouriqueana.

4.2) Infelizmente, os americanos de hoje não compreendem a importância de uma monarquia porque os ingleses foram maus colonizadores e medem as coisas pela estupidez deles. Eles precisam ser acolhidos dentro da tradição portuguesa de modo a melhor compreender as coisas, nos méritos de Cristo. E a melhor forma de fazer isso é fazendo novos americanos com sangue brasileiro.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 20 de dezembro de 2022 (data da postagem original).