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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

O que diria para o jovem Dettmann, no alto de seus 17 anos, quando estava começando a procurar uma namorada?

1) No Rio de Janeiro, é mais provável encontrar mulher bonita na balada. As mulheres são lindas, mas ordinárias. Elas não são muito diferentes das atrizes pornôs. O mínimo que você consegue nesses casos é uma DST, além da carteira pelada, dado que as coisas custam os olhos da cara.

2) No alto do meus 36 anos eu posso afirmar que o melhor lugar para se encontrar uma mulher bonita é numa Igreja de um lugar qualquer da Polônia. E as mulheres de lá são lindas mesmo, tanto por fora quanto por dentro.

3) Se fosse um pouco mais jovem, eu iria economizar dinheiro para fazer uma peregrinação em Cracóvia. Bem melhor do que torrar dinheiro numa noitada de sábado no Rio de Janeiro.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2017.

Memórias da JMJ que houve aqui

1) Quando comecei a assistir missa, por força da JMJ, eu vi muitos jovens na paróquia. As moças da Polônia eram de longe as mais bonitas - nem a mais bonita das moças da minha paróquia chega perto delas, em termos de beleza. Cheguei a me apaixonar por uma delas, mas não sabia como me comunicar com ela, pois não sabia polonês.

2) Além disso, a beleza exterior cumpre muito bem o seu propósito: realçar a beleza interior, fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus.

3) Quando houve a JMJ aqui, foi oferecido um curso de polonês. Como estava começando, nem sabia da existência desse curso. Perdi uma grande chance!

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2017.

domingo, 8 de outubro de 2017

Às vezes, um acordo com Deus contém certas cláusulas que lembram o acordo que Fausto fez com o demônio, em Goethe

1) Eis o pacto que farei com Deus: pedirei a graça de ter uma polonesa muito católica como esposa. Se isso me for concedido, então muito me será dado. E se muito me será dado, então muito me será cobrado.

2) De onde virá o dinheiro para o casamento? Da advocacia. A advocacia é aquela cláusula do pacto que lembra muito aquilo vemos na obra Fausto, de Goethe; ela é um verdadeiro inferno. Afinal, se quero o paraíso em forma de mulher, então eu vou ter que me preparar para o inferno: a advocacia. Esse é o preço que tenho que pagar. Por sorte, posso me consagrar à Nossa Senhora de Częstochowa, a padroeira dos poloneses, e consagrar a advocacia e o meu casamento a ela - assim vencerei o inferno da minha profissão tal como Cristo venceu a morte, com a sua redenção.

3) Tirando meu amigo Heitor-Serdieu Buchaul, ninguém foi testemunha dos sofrimentos por que passei na faculdade de Direito. Formar-me foi um martírio - tive depressão e tive muita ajuda da família para conseguir me formar. Se há uma cruz cujo madeiro é indiscutivelmente de chumbo, com certeza isso está na advocacia, principalmente nas nossas atuais circunstâncias. Se tenho o paraíso na forma de esposa, certamente poderei carregar minha cruz do modo mais terno possível.

4) Se minha esposa é parte de um povo que suportou até mesmo a dura provação do comunismo de modo a sair fortalecido na fé, com certeza precisarei de uma pessoa muito forte, capaz de me consolar, pois posso ter crises de ansiedade e depressão por força do trabalho. E de uma polonesa com certeza terei isso, não tenho dúvida. Ela não precisa trabalhar - por ela agüento o tormento dos tribunais de modo a pôr comida na mesa para ela e meus filhos. Se me sobrar alguma coisa, eu continuo escrevendo.

5) Quando os direitos autorais dos meus escritos pagarem mais que meus honorários, volto a minha profissão de escritor, pois advocacia pra mim é bico. Um bico que paga muito bem, infelizmente.

6) Se tiver que defender alguma causa importante, levo minha polonesa e meus filhos para o tribunal para assistirem ao julgamento. Sem apoio da família, não consigo nada.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 8 de outubro de 2017 (data da postagem original).

Por que não trabalho com economia subordinada?

1) Se tivesse de trabalhar em economia subordinada, em que meu contrato de trabalho fica anotado na carteira, certamente não gostaria de ter por chefe um idiota qualquer. Se sentir que meu chefe é um imbecil, peço demissão, pois de jumento comandando o país já basta o presidente da República - um palhaço que sou obrigado a aturar uma vez a cada 4 anos, quando ocupa a cadeira de presidente da República, no Palácio do Planalto.

2) Por isso que prefiro ter um monarca que seja como D. Afonso Henriques. Ele é líder pela graça de Deus, e é vassalo de Cristo a ponto de nos reger por gerações. Prefiro lideranças sábias e esclarecidas que me tomem como parte da família dos descendentes de D. Afonso Henriques. Estou farto de energúmenos como Lula ou Dilma. Ou mesmo de aproveitadores como o Temer. Ou de ladrões como Sarney e Collor, assim como de fdps como FHC.

3) Se meu rei é exemplo, então o meu patrão - um microscosmos do rei - precisa imitá-lo. Se não fizer isso, prefiro ser servo dos servos de alguém que saiba ser o senhor dos senhores, uma vez que este imita ao próprio Cristo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 8 de outubro de 2017.

O cu é o meu país - por que o separatismo gaúcho é uma teoria analcêntrica na sua configuração política?

1) Reduzir os argumentos dos separatistas gaúchos ao ridículo foi fácil demais.

2) Esses idiotas têm um horizonte de consciência muito reduzido. Assim como nação homossexual não existe, dado que ninguém se reproduz, não há nação formada por idiotas, dado que ninguém produz cultura decorrente de experiências autênticas fundadas no fato de se tomar o país como um lar em Cristo, mas de coisas tomadas a partir do que se conserva de conveniente e dissociado da verdade, já que os indivíduos dessa sociedade não medem nada além deles mesmos, a ponto de perderem o senso das proporções - o que é coisa de idiota.

3) Como o idiota só mede as coisas com base nele mesmo, ele só produz a excrescência que é tomar o país como se fosse religião, em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele. Ou seja, um tipo de cultura analcêntrica. Afinal, do cu não sai vida - apenas titica.

4) Em resumo, os separatistas não fazem outra coisa que não cagar pela boca - ou pelos dedos, quando escrevem suas asneiras no facebook. São burros, analfabetos e vigaristas, além de acusarem os outros daquilo que de fato são, como todo e qualquer bom revolucionário.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 8 de outubro de 2017 (data da postagem original).

De nada adiantam a liberdade e a responsabilidade fiscal sem o seu devido fundamento, que é a verdade

1.1) Um bom liberal sempre diz que servir liberdade implica ter senso de responsabilidade fiscal.

1.2) Como no Rio Grande do Sul o governo é pautado pela irresponsabilidade fiscal sistemática, então o separatismo não passa uma burla aos compromissos fundados no pacto federativo.

1.3) Paraná e Santa Catarina não possuem o mesmo problema que esse estado. Como não querem ter um sócio incômodo, vão se separar, gerando separatismo do separatismo. Uma reação em cadeia, diga-se de passagem.

2.1) De nada adianta ter liberdade e ter responsabilidade fiscal se isso não se funda na verdade, na conformidade com o Todo que vem de Deus.

2.2) O sul não tem uma cultura de província que sirva de modelo para que o Brasil como um todo seja tomado como um lar em Cristo - e é isso que chamo de escola de nacionidade.

2.3) Por não ter esse senso de nobreza cultivada, uma cultura fundada nisso, ele não pode, por força de sua história como província, opor uma exceção justa diante desse desgoverno que nos domina, uma vez que muitos de seus homens públicos lançaram as bases doutrinais para que a república no Brasil dominasse a todos absolutamente.

2.4) A maior prova disso foi Júlio de Castilhos - sua doutrina política produziu uma árvore envenenada em cuja genealogia estão inclusos tiranos notórios como Getúlio Vargas, Brizola e Dilma Rousseff. Pelos frutos podres que ocuparam tanto o Catete quanto o Planalto, o Sul não nos deu nada de bom. E é por não ter fornecido nada de bom que não pode opor razão justa que leve a região tomada como se fosse religião a suceder-se do resto do Brasil, a não ser que falsifique a História, tal como conhecemos desde o ato de apatria praticado por D. Pedro I em 7 de setembro de 1822, o qual é chamado, falsamente, de Independência do Brasil.

4.1) Por outro lado, o resto do país, por conta de seus esforços combinados, colaborou e muito para que o Sul se desenvolvesse. Em termos geopolíticos - fundados no fato de se tomar o país como um lar em Cristo, apesar desta República - o Rio Grande do Sul depende do Brasil Unido. Além disso, por força do Mercosul, a Argentina e o Uruguai não vão se indispor com o Brasil, pois também dependem do Brasil. Como não terá comércio, o Sul dependerá da ONU, tal como vai ocorrer com Catalunha.

5) Por conta dessas separações artificiais, destituídas de lastro de nacionidade, esses países dependerão de todo um aparato internacional, em que as políticas de segurança do globo serão decididas na ONU.

6) Não só as questões de segurança como também as políticas de fomento econômico, que ficarão centralizadas nas mãos do FMI. Eis a Cosmópolis sendo formada, a Nova Ordem Mundial. 

7) Será que essa liberdade para o nada sistemática, que fomenta separatismos em cascata, é a mãe do conceito de metanacionalidade, tão pregado por conhecidos do professor Iorio? Porque isso não passa de apatria sistemática - além disso, o conceito de metanacionalidade não passa de uma gozação demoníaca. Afinal, a idolatria da pátria não passa de um bem imaginário - e isso não satisfaz necessidades de ninguém, de modo que o país seja tomado como um lar em Cristo e tenha sentido de existir. Trata-se de um bezerro de ouro produzido em doses cada vez menores, quase homeopáticas. Talvez isso acabe virando placebo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 8 outubro de 2017 (data da postagem original).

Por que a causa dos separatistas vai naufragar?

1) Como diz o professor Olavo de Carvalho, para que uma causa tenha força, é preciso que ela esteja presente na esfera cultural. Eu não conheço nenhum intelectual gaúcho de destaque que defenda o separatismo - muito contrário, pois pessoas como Percival Puggina e Marcus Boeira defendem o país unido, por força daquilo que houve em Ourique.

2.1) A causa do Sul é o Meu País não tem a menor força, uma vez que se funda no mais puro materialismo econômico e no fato de se tomar a região como se fosse religião, em que tudo está na região e nada pode estar fora dela ou contra ela.

2.2) É o microcosmos do socialismo de nação, base do fascismo - e não é à toa que essa idéia foi condenada pela Igreja Católica, uma vez que a nacionalidade é subproduto dessa postura.

2.3) Como se funda no fato de que cada um tem a verdade que quiser, o que edifica liberdade para o nada, então esse elemento do individualismo aplicado às coletividades só leva à divisão e à justificação da divisão, chamada da história documental (ou materialismo histórico). Como tudo isso se funda na abstração, no vazio, então isso atenta contra todo o mitologema cultural que temos por força de Ourique.

2.4) É por isso que essa idéia não vai prosperar, pois ela é vazia - trata-se de fé em metástase, como toda idéia revolucionária. O país tem sua razão de ser por força de um evento milagroso que houve na História de Portugal, o que levou este país a ser protagonista da História da Humanidade durante o tempo das Grandes Navegações. O sul, como subproduto do Brasil quinhentista, simplesmente não tem - e a tendência é buscar construir uma história toda forjada, à revelia da documentação brasileira e portuguesa.

3.1) É por essa razão que é mais fácil defender a reunificação do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves do que o separatismo, dado que há mais fundamentos culturais para se fazer isso.

3.2) E para fazer isso, basta ensinar a História correta, da forma como o professor Loryel Rocha faz. Basta ocupar os espaços.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 8 de outubro de 2017 (data da postagem original).