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sábado, 9 de setembro de 2017

Sobre a importância de haver bancos familiares ou comunitários ligados àquilo que é conforme o Todo que vem de Deus

1) Seja o Santander, seja o Itaú, todas essas gigantes do mercado bancário estão associadas à conjuração anticristã.

2) Eu tenho ouvido o seguinte: "se você tem conta nesses bancos, sobretudo o Santander (por conta daquilo que houve em Porto Alegre recentemente), encerre a conta imediatamente". Eu concordo com esta opinião, mas me vem esta pergunta: em qual banco devo depositar o meu dinheiro? Existe algum banco existente no mercado que patrocine os valores fundados na conformidade com o todo que vem de Deus? Tirando os bancos familiares, que são pequenos e estritamente privados, não existe um que faça realmente isso.

3.1) Eu só poderia fazer um ativismo contra um determinado produto ou empresa se eu tiver uma marca melhor e que possa substituir aquilo que precisa ser destruído, por conta de estes estarem metidos até o pescoço com mentalidade revolucionária.

3.2) Como disse Nietzsche, só se pode destruir aquilo que pode ser substituído. Por acaso alguma alma caridosa organizou um banco familiar ou comunitário ligado a valores católicos? Além disso, esse banco tem recomendações de algum conhecido meu de modo a depositar meu dinheiro lá? Quando estas perguntas tiverem resposta, eu aceito de olhos fechados trocar de banco.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 9 de setembro de 2017.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Por que discordar não é um direito, mas um dever fundado na defesa da verdade, daquilo que é conforme o Todo que vem de Deus?

1) Para se discordar de algo, é preciso ter conhecimento da verdade. Discordar não é um direito, mas um dever que deve ser exercido quando aquilo que ensinado está errado ou quando o erro está mascarado em algo fundado conveniente e dissociado da verdade, de modo a matar ou corromper as almas, por meio do relativismo moral.

2) Se discordar fosse direito, a palavra seria exercida de maneira vazia. E se a palavra é servida de maneira vazia, então a liberdade é voltada para o nada, o que não é bom.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de setembro de 2017.

Uma dica para todo aquele que queira a minha amizade

1) Se você não é católico e quiser ter a minha amizade, aí vai uma dica: nunca zombe daquilo que você não conhece, uma vez que zombar do que não conhece é conservar o que é conveniente e dissociado da verdade.

2) Eu tenho repulsa por todo aquele que tem aversão ao conhecimento do encoberto, sobretudo das coisas de Deus.

3) Zombar da Igreja Católica é a prova cabal de que aquilo que é ensinado por ela está correto. 

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de setembro de 2017.

Notas sobre o real significado de alguns lemas presidenciais da República Velha

1) Alguns presidentes da República Velha adotavam os seguintes lemas:

A) Governar é abrir estradas (o que favorece o comércio ou a repressão, de maneira eficiente, de todo e qualquer movimento que vise a contestar este estado de coisas fundado naquilo que é conveniente e dissociado da verdade)

B) Governar é povoar (o que abrange A)

2) Ora, se o país foi separado daquilo que foi fundado em Ourique, então B não será povoar, mas colonizar (não no sentido de lavrar a terra, mas de receber toda uma sorte de influências escabrosas que serão usadas de modo a expulsar o Deus feito homem e a Sagrada Família de Nazaré do imaginário de todos aqueles que vivem a vida em conformidade com o Todo que vem de Deus e que tomam o país como um lar em Cristo, apesar da independência e da república).

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de setembro de 2017 (data da postagem original).

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Educar é semear e povoar, enquanto doutrinar é pilhar e expulsar gente de sua terra nativa

1) O ser humano, na tenra idade, não é uma folha de papel - até porque o papel aceita qualquer coisa, ainda que essa coisa esteja fundada no fato de se conservar o que é conveniente e dissociado da verdade.

2) O ser humano, na tenra idade, é uma terra fértil. Criado na Igreja doméstica, os pais começam semeando esta terra com histórias de contos de fadas. E aqui entra o termo "colonização", no sentido de lavrar a terra.

3) Com uma educação literária sólida a criança até a fase adulta vai sendo povoada de personagens e modelos de conduta que personificam o que é bom e o que é mau, a ponto de distinguir o certo do errado, no campo da realidade prática.

4) Se Cristo é a verdade, então as terras começam a ser tomadas como um lar em Cristo, quando estão vazias. E como estão vazias, começam a ser lavradas. E é por haver uma colônia agrícola que outras pessoas passam a morar na região e a se dedicar a outras atividades de modo a formar uma cidade. E é por haver cidades que existe povoamento.

5) Em terras que já são povoadas, a evangelização de povos que não conhecem a palavra de Cristo se dá por meio do casamento. E estas almas começam a ser semeadas na verdadeira fé até serem integradas à nossa pátria de modo que o pais seja tomado como se fosse um lar em Cristo, junto com estes povos.

6) A educação religiosa não é uma doutrinação porque é o próprio Cristo quem semeia a mente desses povos. E sendo Deus, Ele usa as mãos de seus missionários de modo que a semeadura produza muitos frutos. Na doutrinação, você não vê Cristo. Nela, nós vemos pensadores como Karl Marx fazendo pacto com o demônio de modo a poderem manipular essas pessoas de geração em geração por meio dos livros.

7) Enquanto na educação terras são povoadas com personagens imaginários e que espelham pessoas de carne e osso, na doutrinação pessoas são expulsas por violência. E a maior prova disso é expulsando o Deus feito homem e a família por tabela.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 4 de setembro de 2017 (data da postagem original).

Se o Brasil não foi colônia, então a colonização de nosso imaginário se deu a partir do golpe de Estado que houve em 1822, o qual chamam de "independência"

1) Quando estava estudando nacionidade com a professora Cecília Azevedo, nas aulas de mestrado em História que assistia como ouvinte, ela havia mencionado a questão da colonização do imaginário.

2) Se o Brasil não foi colônia de Portugal, então o processo de perversão do senso de tomar o país como um lar em Cristo começou com essa mentira de que o Brasil foi colônia. E essa mentira começou naquilo que chamam de independência, que não passa de golpe de Estado. Enquanto toda uma farsa foi construída, todo o nosso passado, toda aquela realidade fundada em Ourique foi sistematicamente apagada, a ponto colocarem outra coisa no lugar. E foi neste ponto que se começou o processo de colonização do imaginário, de programação mental.

3) Com o Brasil separado daquilo que foi fundado em Ourique, influências alheias à nossa fundação foram importadas a ponto de perverterem ainda mais as coisas. E como disse o professor Loryel Rocha, o Brasil é o projeto de Estado totalitário mais perfeito que há, uma vez que a colonização do nosso imaginário se deu a partir da independência - e a importação de idéias estranhas à fundação original reforçou ainda mais esse senso de tomar o país como se fosse religião em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 4 de setembro de 2017.

Notas sobre transumanismo e metanacionalidade

1) No transumanismo, muita gente pretende fazer o download da mente de suas respectivas pessoas de modo que elas sejam instaladas em outros corpos, pois o ser humano é uma folha de papel. E folha de papel envelhece rápido.

2) Do mesmo modo a nacionalidade, pois o filho de um imigrante nascido num país de jus solli é uma folha de papel. Tudo o aprenderá é da terra tomada como um lar fundada a partir do homem, pelo homem e para o homem, que será tomada como se fosse religião a ponto de negar a cultura de seus ancestrais fundada no senso de tomar o país como um lar em Cristo, com base naquilo que foi fundado em Ourique.

3) Deleta-se o que é bom e coloca-se o que não presta no lugar. E como a pessoa é soberana em si mesma, a ponto de julgar-se um Deus, faz-se o download da mente dessa pessoa de modo a colocar isso no mesmo corpo já renovado ou num corpo diferente, de modo que seu reino não tenha fim.

4) Se isso for feito em outro país, a nacionalidade se torna metanacionalidade.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 4 de setembro de 2017.