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terça-feira, 1 de agosto de 2017

A ideologia de gênero é uma completa sandice

1) Levi Fidélix está errado: ele havia dito que órgão excretor não reproduz.

2) Se a fala for usada como um lugar para se falar todo e qualquer tipo de sandice, então a fala, ao invés de reproduzir o que ouve de verdadeiro, acabará reproduzindo o fruto daquilo que se conserva conveniente e dissociado da verdade - ou seja, merda.

3) Por isso, o órgão fonador, quando fala merda, se faz às vezes de órgão excretor e acaba reproduzindo as merdas que os ouvidos ouvem. E neste ponto o órgão excretor se reproduz.
E o local da reprodução se dá na imprensa ou na tribuna de um parlamento.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de agosto de 2017.

Flexibilidade fundada na verdade não quer dizer flexibilidade fundada no fato de se conservar o que é conveniente e dissociado da verdade

1) Com o passar do tempo vai ocorrendo a readequação das formas, de modo que se diga o mesmo conteúdo verdadeiro, uno, com o passar das épocas.

2.1) Essa flexibilidade se deve ao princípio da instrumentalidade das formas.

2.2) Toda forma boa foi criada com propósito salvífico, pois foi criada de modo a atender princípios de justiça.

2.3) Se as formas atendem ao conteúdo, aos ditames da verdade, então elas atenderão ao fim a que se destinam. E por fazerem isso, jamais servirão liberdade com fins vazios.

3) Os que servem liberdade para o nada estão esvaziando o significado da palavra flexibilidade. Num mundo de modernidade líqüida, em que a verdade é relativizada, a flexibilidade atende aos anseios do amor de si até o desprezo de Deus, posto que essa flexibilidade mascara uma conduta deliberada de se conservar o que é conveniente e dissociado da verdade. E diante disso, o rigor da lei, do dogma deve ser aplicado.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de agosto de 2017.

Dos perigos do law & economics

1) Há indivíduos que recomendam que estudemos Law and Economics, uma vez que "as questões de justiça são flexíveis e móveis".

2) Quem costuma indicar este tipo de coisa é um liberal (da forma como o mundo chama). Esse liberal (libertário-conservantista, como eu chamo) sequer refletiu alguma vez na vida sobre o que é justiça. Para ele, deve ser uma ilusão tal qual Kelsen pensou - e neste ponto ele não diverge desse famigerado social-democrata (que é um liberal, um esquerdista, no sentido americano do termo).

3.1) Justiça é dizer a verdade contida nas relações humanas. Cristo está em nós por força da eucaristia - e entre nós, pois foi o verbo que se fez carne. E foi Ele quem proclamou a verdadeira liberdade, pois deu pleno cumprimento à lei mosaica, por meio de seu exemplo, já que era verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Se Ele é a verdade e a justiça, então toda a produção de riqueza deve ser feita de modo a se tomar o país como um lar em Cristo, o que nos prepara para a pátria definitiva, a qual se dá no Céu. 

3.2) Por se fundar na verdade, a justiça é algo imutável, pois verdade conhecida é verdade obedecida, por ser o único caminho possível. Como Deus sabe tudo, então certas coisas são reveladas com o passar do tempo, o que dá uma flexibilidade fundada na verdade e não naquilo que é conveniente e dissociado da verdade.

4) Se a riqueza é um sinal de salvação, então a justiça é uma ilusão, uma vez que o mundo estaria dividido em eleitos e condenados. E isso edifica liberdade para o nada.

5) A doutrina católica produziu uma sólida doutrina jurídica. Se o distirbutivismo for desenvolvido com base nesses sólidos princípios de justiça, então o estudo do Law e Economics já estará superado de antemão, dado que os liberais (libertários-conservantistas) são tão revolucionários quanto os comunistas.

6) Esse estudo ainda é moda. E como toda moda, ela só semeia má consciência por onde passa. Eu aprendi a desconfiar dos modismos intelectuais. Eu sigo meu caminho e medito sobre aquilo que é verdadeiro, por estar na conformidade com o Todo que vem de Deus.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de agosto de 2017 (data da postagem original).

PEN 51 - uma boa idéia?

Partido Ecológico Nacional - Considerando os políticos, cada um deve ser de um espécime exótico que só se reproduz defecando pela boca. Exemplo: Jair Bolsonaro. E é melhor a gente já ir se acostumando; considerando os 128 anos de República, esta idéia já era cadáver. Ou melhor, gera cadáver, posto que o regime é historicamente corrupto e genocida.

Pen - caneta (em inglês)

Além disso, pen também significa curral. Toda política populista decorre de uma canetada milagrosa de modo a atender a fisiologia. Afinal, o populismo depende muito de um curral eleitoral.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de agosto de 2017.

Notas sobre algumas coisas que ocorreram no estado do Rio de Janeiro


1) Digamos que um governador como o Cabral provoque uma crise financeira no estado de tal modo que seus servidores fiquem passando necessidade sistematicamente. Alguns deles, por força da crise, se suicidam.

2) Por conta de um único suicídio provocado pela crise que ele causou, o governador deveria ser responsabilizado pelo crime de homicídio funcional, pois a crise que ele causou causou a morte de uma pessoa inocente.

3) Digamos que esse servidor seja pessoa jovem. A crise que ele causou matou pessoas que poderiam decorrer dessa pessoa. E isso é também genocídio.

4) O Código Penal está muito ultrapassado. O tipo está muito aquém das necessidades de se dizer o direito com justiça. Cabral responderia por vários homicídios funcionais e por vários genocídios decorrentes desses homicídios funcionais.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 1º de agosto de 2017 (data da postagem original).

sábado, 29 de julho de 2017

Aos conservantistas eu não dou segunda chance justamente porque conservam o que é conveniente e dissociado da verdade, o que os desliga da pátria definitiva, a qual se dá no Céu

1) Nas minhas relações com os americanos, eu geralmente costumo dar uma segunda chance a eles, quando falham comigo. E eles não costumam falhar.

2) Já em relação aos apátridas nascidos nesta terra, eu não costumo dar uma segunda chance, visto que são incapazes de pedir desculpas por suas falhas e são incapazes de reconhecer os erros que cometem. Afinal, onde o senso de se conservar o que é conveniente e dissociado da verdade se torna norma, as pessoas deixam de ser gente e se tornam verdadeiros monstros morais.

3.1.1) Tenho fama de não dar uma segunda chance quando falham comigo. Mas essa fama se dá justamente porque conheço o caráter geral dos apátridas nascidos nesta terra.

3.1.2) Afinal, o conservantismo, na sua forma insensata, não decorre da conformidade com o Todo que vem de Deus, pois os seus praticantes são tão prepotentes e dissimulados que se declaram de direita, nominalmente falando, quando na verdade são tão esquerdistas quanto os comunistas. Afinal, não fazem do seu "sim" um sim e do seu "não" um não - e como o colega Caio Bellote Delgado Marczuk bem falou, eles criticam o politicamente correto sendo politicamente corretos, o que reforça o relativismo moral.

3.2.1) Por conta do fato de conhecer bem a linguagem e o fenômeno do conservantismo, eu me recuso a fazer o que os outros fazem; ao dizerem que "brasileiro é mesquinho", eu me sinto incluído imerecidamente nesta declaração só porque eu nasci no Brasil. Eu não sou apátrida como os demais; a generalização que o mundo costumar usar em seus dizeres é injusta, pois há pessoas como eu - uma minoria, é verdade - que nasceram nesta terra e que fazem o Brasil ser tomado como um lar em Cristo e que se santificam através do trabalho e do estudo, não obstante a enorme quantidade de apátridas que há nesta terra que só sabem conservar o que é conveniente e dissociado da verdade.

3.3.1) Se soubessem dominar as nuances da linguagem, não usariam a palavra "liberal" ou "conservador" de maneira voltada para o nada, o que esvazia o significado dessas palavras, como diz o professor Loryel Rocha - o que faz com que as palavras acabem se dessacralizando por conta da luta ideológica, fazendo com que não descrevam mais uma realidade, um jeito de ser.

3.3.2) Os libertários-conservantistas (que se dizem "liberais-conservadores", de modo a mascarar o que são na verdade) riem da postura caricata de seus críticos e aproveitam que as críticas de seus oponentes se voltam para o nada para continuar relativizando a verdade e tudo o que decorre dela, uma vez que os tolos, por não dominarem a língua, tendem a jogar no mesmo balaio quem é honesto e quem não presta, o que é justamente o alvo pretendido.

3.3.3) Por isso, os libertários-conservantistas colaboram com a esquerda ao se mascararem de direita, justamente porque a maioria de seus críticos não domina as nuances da linguagem.

3.3.4) Trata-se um verdadeiro cavalo de tróia - e essa operação quase-militar só pode ser percebida somente por quem domina as nuances da língua de tal maneira a não generalizar as coisas, de modo a não jogar no mesmo balaio quem é honesto e quem não é, uma vez que o conservador liberal (o que conserva a dor de Cristo por ser livre em Cristo, já que Ele é a verdade e a liberdade) não é libertário-conservantista.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de julho de 2017 (data da postagem original).

Notas sobre o ciclo da leitura e da vivência


1) A vivência pura e simples no tempo presente tende a ser linear e progressiva.

2) O estudo do passado faz com que regridamos no tempo. E a visualização desse passado se dá por meio da imaginação, em que vemos a viabilidade de se restaurar certas coisas do passado de modo a que sejam úteis às atuais circunstâncias em que nos encontramos, no presente. Afinal, a utilidade de algo se mede do casamento da liberdade com a verdade, fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus.

3) O que conecta essas linhas paralelas, em que uma corre em sentido contrário à outra? As nuances - é nas nuances do presente que registramos na literatura que se faz com que a linha do estudo busque a realidade de modo a que seja bem aplicada, bem observada. Do mesmo modo, isso faz com que a realidade busque o estudo de modo a ser melhor compreendida por parte de quem observa as coisas, criando uma espécie de ciclo.

4) Do casamento da leitura com a vivência vem o ciclo virtuoso do conhecimento, em que algo menor prepara o caminho para algo maior, o qual, por sua vez, serve de meio para algo maior ainda. Se a pessoa não estiver aberta às nuances que conectam uma coisa à outra, ela estará atrasada, ainda que esta se diga a mais progressista do mundo, posto que fugiu da realidade, ao não captar as nuances das coisas, essencial para trazer algo do passado, ou mesmo do futuro realmente possível, para o presente - o verdadeiro mercado, o ponto de encontro onde a imaginação se torna algo concreto e realista.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de julho de 2017.