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segunda-feira, 21 de julho de 2014

De que forma um muro de berlim pode colaborar para a abolição da família, através da mutilação sistemática


1) O nacionalismo sempre vai ser uma merda. Ele parte do fato de ver outros povos como uma imagem distorcida de um espelho. Por isso leva ao atraso.

2) Quem é nacionalista não enxerga o estrangeiro como um espelho de seu próprio eu. Não é cristão.

3) O que nacionalista faz é criar um muro de berlim virtual.

4) O comunista, com a luta de classes e com sua corrupção cultural, torna o muro físico. Por isso que vemos até hoje as Coréias divididas.

5) Toma-se tanto o país como religião, a ponto de ver o irmão forçadamente dividido como estrangeiro. E isso é ruim.

6) Quando as famílias perdem o parentesco, por força da divisão forçada, abole-se a família, através da mutilação.

7) Por isso o comunismo se vale do nacionalismo para dividir e para poder dominar e alienar.

A tragédia começou quando o português passou a ser visto como intruso


1) Bastou-se ver o português como intruso que o Brasil começou a ser visto como religião - eis a nossa tragédia.

2) O constitucionalismo moderno é a organização do Estado para esses propósitos.


3) Dizer quem é e quem não é brasileiro é questão de organizar o estado brasileiro. Isso é nacionalidade - sintoma de reflexo de se confiar mais na sabedoria humana do que na divina


4) E quem propôs a teoria da nacionalidade, de que a nação deve ser tomada como uma segunda religião, era esquerdista.

O muro de Berlim começa quando povos de mesma origem se vêem como imagens distorcidas de um mesmo espelho

01) Se o português é visto como intruso, começou-se a luta de classes, pois portugueses e brasileiros começaram a ser vistos como imagens distorcidas de um mesmo espelho.

02) Se isso se dá desse forma, um muro de Berlim se abre.

03) A entrada e a saída de cidadãos de um país para o outro, por via de passaporte, é uma espécie de muro de Berlim virtual.

04) Foi o nacionalismo e idéia de se tomar a nação como uma religião que deram causa a essa medida

05) O bairrismo regional, principalmente dos gaúchos e dos pernambucanos, só agravará o problema.

Olavo de Carvalho e a amizade

"(...) Não procure muitos amigos não, vá pela qualidade e, sobretudo, lembre-se da definição que São Tomás de Aquino dava para a amizade: amizade é querer as mesmas coisas e rejeitar as mesmas coisas. Seu amigo é quem vai para onde você está indo e é leal a você nesta caminhada. Não é aquele que só tem uma simpatia passageira — porque no Brasil amizade parece que é coisa assim, de atração genética, que uma pessoa gosta, simpatiza com a outra, então diz que é amiga. Mas isso não quer dizer nada, a amizade tem de ser baseada em afinidades mais sérias, mais profundas e mais duradouras (...)"


Olavo de Carvalho sobre a amizade

Da relação entre o conservantismo com o salvacionismo


1) O que mais estamos vendo neste país é um salve-se o que puder, um salve-se o que for conveniente, ainda que dissociado da verdade. 

2) Enfim, se as pessoas não sabem o que deve ser conservado, de que adianta salvar? E esses que buscam o salvacionismo desenfreado são os primeiros a dizer que a monarquia está morta.

3) Se você quer salvar o seu país, primeiro sirva a Cristo e deixe tudo no tempo dele. Cristo, por herança, nos confiou uma missão, através dos portugueses. E devemos estar em conformidade com o todo dessa missão.

4) Se esse sentido for resgatado, então o país será tomado como um lar e a ordem será fundada na aliança permanente do altar com o trono, realidade extremamente fundamental para se entender o jeito lusitano ou brasileiro de ser.

Lições de corretagem moral, no âmbito das eleições


Há quem diga: "eu voto em quem conheço. Não vou por indicação de ninguém":

1) Seria muito interessante que você conhecesse seu candidato pessoalmente. E só a experiência do contato direto é que permite saber se a pessoa realmente ama e rejeita as mesmas coisas que você, se você tem por Cristo fundamento para isso.

2) Do jeito como são as circunstâncias da vida moderna, nem todos têm condições de poder ter tempo e pesquisar quais são os sérios e quais não o são. Mesmo que a indicação não seja a substituta perfeita da experiência direta, a indicação, feita de uma fonte idônea, é o caminho mais seguro e prático, para se trocar o erro pelo correto.

3) Vivemos numa sociedade impessoal - a gente mal conhece o vizinho de porta, pois tudo é criado de modo a que estranhos se juntem a estranhos, causando conflito, tal como vemos nas economias de incorporação, que constroem cada vez mais condomínios e não casas, dado que o espaço está cada vez mais caro e escasso. 

4) Se você quer progredir num ambiente nefasto como esse, a primeira coisa é a associar-se a quem ama e rejeita as mesmas coisas que você. É mais fácil, ainda que trabalhoso, estabelecer essa associação online do que offline. Se a pessoa for sólida nos valores, ainda que seja de outro Estado, melhor a companhia dessa pessoa do que a dos medíocres da mesma localidade.

4) Se ela conhece candidatos sérios, ainda que não sejam do seu Estado, fique com eles. Reze por eles ou distribua a indicação deles para os que são da sua lista que são desse Estado.

5) A melhor maneira de fazer política pode não ser ir na urna e votar, mas aproximar os sérios aos que procuram sérios em quem votar. A função do cabo eleitoral não é a de vender banana na feira, mas a de fazer corretagem moral - e é disso que precisamos. Precisamos mais dos corretores espirituais em coisas permanentes e menos de feirantes, que vendem banana ou laranja podre na feira a cada quatro anos.

6) Política se dá entre pessoas e não com massas. Só assim que se troca o populismo pela nobreza.

Sobre a importância das ligas eleitorais


1) As eleições são um evento permanente e necessário, pois precisamos pensar as coisas em termos de ordem pública para as próximas gerações.

2) Como a militância online tende a ser mais organizada, seria sensato que organizássemos ligas eleitorais, de modo a indicar para os que amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento, quais são os candidatos que se mostram bons defensores das causas de Cristo e da aliança entre o Altar e o Trono.

3) Algumas iniciativas já surgiram: graças a isso, agora conheço um candidato que defende os valores da fé católica e nele vou votar. Candidato Carlos Dias, do RJ, que está se candidatando a deputado federal (5588)

4) Em São Paulo, conheço um ótimo nome de candidato católico monarquista: Professor Hermes. Ele é ligado a D. Bertrand.

5) Como tenho contatos do Brasil inteiro e alguns de fora do Brasil, é interessante que se divulgue o nome dos sérios de modo a que estes tenham mais chances de se eleger. Para efeito de concentrar os poucos votos conservadores, seria interessante 1 nome por estado.

6) Se fosse da forma tradicional, me baseando pelo que acontece na TV, eu jamais votaria.

7) Ainda que eu só tenha apenas um nome, melhor este do que votar em quem não conheço ou em alguém sem referências. Pois político é que nem empregado doméstico: para se contratar, é preciso ter boas referências - e referências de gente séria e honesta. Pois em meus contatos eu confio.