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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Se o fundamento da riqueza é para se construir um bem comum de tal maneira que dois ou mais países sejam tomados como um mesmo lar em Cristo, então ela viabiliza a diplomacia perfeita por meio de uma atividade econômica organizada

1) Não preciso ser rico. Basta que eu tenha uma casa de modo a que possa abrigar uma família grande, uma esposa que cuide de mim, filhos obedientes, uma biblioteca bem equipada, um computador onde possa fazer meus textos e internet para poder difundir a mensagem. É das doações vindas dos meus contatos cada vez mais crescentes que manterei minha família.

2.1) Se fizer bem meu trabalho, terei dinheiro suficiente para dar oportunidade para que possam traduzir meus textos para outras línguas, preparar os originais do meu para edição e dar chance a outras pessoas para que possam ter seus trabalhos publicados na minha editora.

2.2) A verdadeira razão para ser rico se funda numa missão, num motivo justo: é para organizar meu trabalho de modo que possa servir a outras pessoas que falam uma outra língua e que se encontram em terras distantes - e isto é navegar em mares nunca dantes navegados por mim, já que faço das letras meu empreendimento.

2.3) Tanto os que estão comigo desde o início do meu trabalho quanto os que vierem depois, quando estiver irrevogavelmente falecido, serão recompensados da mesma forma, pois fomentar cultura é uma atividade econômica organizada e isso faz o país ser tomado como se fosse um lar em Cristo, além de estimular outros a amarem e rejeitarem as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento.

2.4.1) O verdadeiro livre mercado está na liberdade de você servir o que você sabe, fundado na conformidade com o Todo que vem de Deus, a quem estiver disposto a ouvir, ainda que em terras distantes.

2.4.2) Se os próximos que se encontram distantes geograficamente amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo, que tende a ser universal, o império de Cristo fundado em Ourique tenderá a se expandir.

2.4.3) É dentro deste caso que eu me torno um particular colaborando com o Poder Público verdadeiramente constituído na missão que foi dada a Portugal, Brasil e Algarves em 25 de julho de 1139, pavimentando o caminho a restauração do Reino, destruído pela Revolução Libertário-Conservantista (Liberal, tal como o mundo o chama) do Porto de 1820.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 7 de novembro de 2017.

Notas sobre administração decorrentes de reflexões nem um pouco sábias de uma cabeça de vento

"You can't direct the wind, but you can adjust your sails" (autor desconhecido - Fonte: Sid Meier's Civilization IV)

1) Direcionar implica controlar - e isso é um fato que pode ser ajustado de modo a produzir um resultado eficaz e eficiente.

2) Ventos não podem ser controlados, mas a energia produzida a partir do movimento constante das pás pode ser estocada - e isto é administrável.

3) Assim como as velas podem ser reguladas de modo a que nos conduzam a um lugar de terra firme, qualquer instrumento adequado pode ser usado para o bem de modo que o sabor do vento seja bem aproveitado, pois isto decorre de um capricho de Deus.

4) Afinal, somente os que sabem o valor do amanhã, os previdentes, é que conhecem o sabor das coisas, de modo que nada, nem mesmo o vento, deve ser desperdiçado, pois o desperdício é usar a liberalidade de Deus com fins vazios, um tipo de conservantismo diabólico.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 7 de novembro de 2017.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Notas sobre a necessidade de voltar a fazer expedições culturais pelos sebos e bibliotecas do Rio de Janeiro, como fazia na década passada, quando tinha tempo livre

1.1) Durante meus anos de faculdade, eu costumava fazer meus passeios no Centro da Cidade. Freqüentava sebos e bibliotecas, quando tinha tempo livre para fazê-lo.

1.2.1) Sinto falta disso, sobretudo dos passeios de inverno, em que fazia frio e uma chuvinha bem fininha.

1.2.2) Contrastado com o paisagismo arquitetônico mais antigo, era muito gostoso passear no Centro nesta circunstância, explorando bibliotecas e sebos de modo a encontrar alguma coisa interessante - não com o intuito de comprar, mas para depois pesquisar na Estante Virtual e comprar por um preço menor e em melhor estado que de conservação que o exemplar que você encontrou no sebo. Enfim, sinto falta dessas viagens de descoberta, pois era isso que fazia com que tomasse meu Rio como um lar em Cristo mais facilmente, alheio a todo esse lixo esquerdizante.

1.2.3) O Rio dos anos 40 e 50 de certo modo está bem vivo, tanto na paisagem arquitetõnica quanto nas obras em sebo - e é o que havia de melhor, antes da destruição cultural promovida pelo marxismo cultural, que matou o Brasil durante as décadas seguintes até o advento do professor Olavo, nas redes sociais.

2) Quando começar a ser bem remunerado por conta do meu trabalho de escritor, voltarei ao antigo estilo de vida, do qual abri mão por falta de grana e por causa da loucura que se tornou o Rio de Janeiro por conta da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Farei essas coisas ao longo da semana, pelo menos umas duas ou três vezes por semana, se houver necessidade. Vou ao Centro de ônibus, pois há abundância de transporte durante a semana, e volto de Uber

3) Se tiver de almoçar, levo marmita. Comer fora é caro e a comida não é de qualidade.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 6 de novembro de 2017.

domingo, 5 de novembro de 2017

Cristo disse que as pedras falarão. O que pode significar isso num mundo dominado pela hiperciência?

1) Numa sociedade extremamente descristianizada, os homens serão frutos do parto anal, inicialmente concebidos a partir de uma proveta, onde seus genes serão combinados aos genes de qualquer outra coisa animal, mineral ou vegetal. Trata-se da engenharia genética sistemática a serviço da engenharia social, tanto condenada pela Igreja.

2) Numa sociedade assim, as pedras falarão. E tal como aconteceu na criação do mundo, Deus fará novos homens a partir do barro limpo e já conhecedores de todo o Evangelho, uma vez que a passagem do Antigo para o Novo já foi feita. Esses homens nascidos do barro limpo defenderão a Igreja num cenário de tamanha magnitude, mesmo que sejam apenas doze.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de novembro de 2017.

Os apátridas são gólens criados a partir do barro sujo, corrompido

1) Adão veio do barro limpo - e Deus fez dele um homem, pois a vida é um sopro. Acredita-se que Adão tenha sido um golem.

2) Aqui no Brasil, a palavra "barro" tem conotação de "merda". Por isso, o apátrida veio do barro, mas do barro sujo.

3) Alguns rabinos acham que têm o conhecimento da vida ou da morte e por isso buscam criar gólens - e isso é um tipo de gnose.

4) Os gólens, os filhos de Mariane, vêm do barro sujo, por terem sido produto do parto anal. Como do cu não sai vida, mas titica, então esses monstros não passam de gólens a serviço da Nova Ordem Mundial, comandada por judeus gnósticos como Soros et caterva.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de novembro de 2017.

Notas sobre os filhos de Maria e os de Mariane

1) Os filhos dos imitadores do filho de Maria têm aniversário, comem bolo e apagam velinhas. Têm urodziny (aniversário de nascimento) e imieniny (dia do santo onomástico, o que dá o nome àquela pessoa que nasceu).

2) Os filhos de Mariane - os que nascem pelo cu - nascem grandes, sem mês e sem ano, e apagam velhinhas. Não só velhinhas como também crianças indefesas, tanto antes quanto logo após o parto, sob alegação de que gravidez é doença e que precisa ser interrompida. Por isso que são verdadeiros monstros.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de novembro de 2017.

Monarquia de Ourique x Monarquia de 1822 (a de araque) - um estudo sobre as diferenças

Luiz Henrique Werneck me fez esta pergunta:

"Dettmann, você sabe me dizer qual é a diferença entre a monarquia fundada em Ourique e a monarquia de 1822?"

1) A resposta está no modelo de monarquia. Enquanto a primeira foi fundada de modo a servir a Cristo em terras distantes, a segunda foi fundada no amor de si sistemático até o desprezo de Deus e do Crucificado de Ourique, de tal maneira que o Brasil fosse tomado como se fosse religião em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele, o que caracterizaria apatria sistemática.

2.1) A primeira monarquia faz o país ser tomado como um lar em Cristo.

2.2) Se o vassalo imita o Rei dos Reis, o povo vê no vassalo a figura de Cristo e o aclama, de tal maneira que povo e rei se tornam cúmplices nesta missão civilizacional que foi confiada a Portugal, em que o interesse nacional é servir ao universal, ao que é conforme o Todo que vem de Deus - a razão de ser da verdadeira soberania.

2.3.1) Servir a Cristo em terras distantes faz edificar um Império de cultura de tal maneira que o Espírito Santo guie o país naquilo que foi fundado em Ourique, criando um novo tipo de era em este exemplo é distribuído ao mundo inteiro, fazendo com que os países sejam tomados como um lar em Cristo se cooperarem nesta missão que foi confiada a Portugal.

2.3.2) Portugal teve navegadores dinamarqueses a seu serviço e pilotos árabes. Por essa razão, a missão foi distribuída a esses povos também, se bem servirem a Portugal, que serve a Deus.

3) O Brasil teve seu império rompendo com esta nobre tradição, alegando que foi colônia de Portugal. Foi um império criado na mentira. É um império de domínio - por isso mesmo, centralista. A figura do paternalismo é a marca do centralismo - e os republicanos mantiveram essa característica.

4.1) A monarquia portuguesa era uma monarquia republicana. O vassalo de Cristo era o príncipe - o primeiro cidadão da nação tomada como um lar em Cristo, escolhido diretamente pelo próprio Cristo, uma vez que Ele também queria um Império para Si.

4.2) E na qualidade de primeiro cidadão, o Rei de Portugal tinha que ser exemplo a todos os que estavam sujeitos à sua proteção e autoridade.

4.3) Como povo e rei eram cúmplices nesse projeto, então eram os reis, os sucessores de D. Afonso Henriques ao longo das gerações, eram primos inter pares, dado que o povo tinha nobreza e podia fazer parte da aristocracia se fosse chamado a servir à Coroa. Por isso, o Rei era senhor dos senhores e servo dos servos em Cristo, ao passo que a monarquia brasileira, por força de sua fundação feita à base de traição, não tinha nada disso.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de novembro de 2017.

Notas de pós-escrito: esta postagem foi baseada em vários vídeos do professor Loryel Rocha. Recomendo ao leitor que veja os vídeos dele no youtube para mais detalhes.