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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Uma nova forma de explicar a diferença entre conservador e conservantista

1) A razão de ser da diferença entre conservador e conservantista é mesma do escritor para o escrevente.

2) O escritor escreve criando - faz da escrita uma obra de arte. É um autor, um artista. Age de maneira independente. Quem cria faz obra - faz isso porque crê em algo verdadeiro, sincero - e o que é verdadeiro é conforme o Todo que vem de Deus. Na criação, a fé está intimamente ligada à obra - e como fomos criados à imagem e semelhança de Deus, então temos o poder de criar - o que não podemos é criar do nada, pois onipotência e onisciência não temos. Eis a diferença do criador para a criatura.

3) O escrevente pratica a escrivaria - faz da escrita um elemento técnico, uma ferramenta de registro. O escrivão é o escrevente experimentado. O escrevente é conservante, pois o registro conserva o que é conveniente, pois documentos tem fé pública, uma vez atendidos os requisitos jurídicos previstos em lei.

4) Quando a lei dos homens se divorcia da lei natural, o trabalho do escrevente torna-se conservantismo, pois conserva-se o que é conveniente e dissociado da verdade, base para tudo aquilo que está à esquerda do Pai. Pois da lei pervertida nascem registros pervertidos, falsos tornados verdadeiros.

5) E quando se corrompe a cultura, corrompem-se todas as bases da civilização. 

6) Por isso que precisamos aprender a manter a integridade, mesmo diante de todo o mal. Pois ao mal não devemos ceder.

Sobre a real finalidade do Direito Constitucional Positivo

1) Eu acreditaria em contraditório e em ampla defesa - e até mesmo em dignidade da pessoa humana -, se houvesse entre nós a aliança entre o altar e o trono, da forma como foi estabelecida em Ourique, em 1139. Como essa aliança se deu por milagre, ela está acima do escrito, pois se dá sob a carne - neste ponto, não precisamos de constituições para declarar o óbvio.

2) Se for preciso estabelecer uma constituição, que seja de modo a organizar um Estado de tal maneira a fazer com que essa aliança se efetive, pois herdamos a missão de servir a Cristo em terras distantes. 

3) Enquanto houver esse divórcio, então as constituições são e serão todas folhas de papel, o que reforça o eterno caráter autoritário desta república, esteja ela ou não sob um verniz de democracia.

Não se resolve a crise na Igreja com sensacionalismo - Parte 3

1) Mesmo que a conversa seja só entre amigos, a rede social é campo de apostolado - como católico e como monarquista, tudo o que disser relativo às grandes questões públicas desta nação, de modo a que o país seja tomado como um lar em Cristo e não como religião de Estado da República, tem caráter público, sim, e não só pode como deve ser compartilhado a quem interessar possa.

2) Se eu, como um católico e monarquista, tratar o Papa Francisco como um qualquer, estou fazendo merda em público, sim - e se faço merda em público, então que a roupa suja seja lavada em público, sim, pois fiz da rua minha privada. Se falo merda em público, estou violando a verdade, a liberdade em Cristo - e como tal, devo ser admoestado e criticado, pois fui um mau cristão. Tudo deve ser feito de modo a que eu me arrependa. Quando fizer o desagravo, aí cessam as hostilidades.

3) Por isso usem a rede social como uma ferramenta. E como tal, ela deve ser usada adequadamente. Aqui não é a privada, onde se faz as necessidades mais básicas.

Não se resolve a crise na Igreja com sensacionalismo - Parte 2

1) Se Jesus é o rei dos reis, então respeitem o vigário de Cristo da forma como se deve.

2) O mundo inteiro virou um republicu. Se não sabem tratar o Rei dos reis como se deve, se não capazes de enxergar a Jesus no Papa Francisco, como tratarão a D. Luiz ou D. Bertrand, quando a monarquia for restaurada? Enquanto o Papa Francisco for tratado como um qualquer, não tratarei como monarquista quem agir dessa forma. Pois não admito nominalismo.

3) Tem muita se gente se dizendo monarquista e agindo dessa forma - como o Sr. Leonardo Faccioni, que está tratando o Papa Francisco como um qualquer - eis a razão pela qual o bloqueei. Não me surpreenderá se ele tratar a D. Luiz ou D. Bertrand da mesma forma. Do jeito como ele está agindo, em conservantismo, o caldeirão mais quente do inferno será reservado pra ele - e pra se arrepender desse pecado, tem que ser muito homem para reconhecer isso, viu?

4) Não tentem me defendê-lo, pois eu vi isso diante dos meus próprios olhos. Enquanto ele pecar dessa forma, eu não o ouvirei - muito menos quem é acessório e que segue a sorte do principal, os seguidores dele.

5) O dia em que Faccioni fizer um desagravo público se arrependendo desse pecado, aí o perdôo.

Não se resolve a crise na Igreja com sensacionalismo - Parte 1

1) Se for para criticar o Papa, aja de modo prudente e respeitoso, tal como os nossos príncipes fazem.

2) Se é pra ficar jogando pra galera, da forma como os olavettes fazem, vai ter bloqueio generalizado. Isso é sintoma de conservantismo - e isso não será tolerado.

3) Lembrem-se do milagre - ele apontou que Papa Francisco é mesmo o Papa; ele é o sucessor de Pedro e é vigário de Cristo. Ele pode ter seus defeitos - eu tenho os meus e, mesmo assim, jamais atirei uma pedra nele, pois eu sou um humilde pecador, incapaz de atirar a primeira pedra, por não estar livre de pecado. Se for para criticá-lo, isso será feito de modo reservado e caridoso, sempre de uma maneira edificante, construtiva - e se eu tiver a oportunidade de conversar com ele reservadamente, e falar o que penso sobre isso, assim o farei. Assim falou o Frei Clemente Rojão sobre esse assunto - e com ele estou de acordo.

4) A crise que afeta a Igreja não será resolvida com alarmismos ou sensacionalismos. De hoje em diante, quem eu pegar agindo assim, eu boto esse alguém no olho da rua, sem hesitar.

5) E nem ousem discutir comigo. Se fizerem isso, vou bloquear também.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Do nacionismo nas escolas

1) Se você é professor de História e está a pregar no facebook que o Brasil deve honrar o lema da nefasta bandeira republicana, "ordem e progresso", então eu vou ter que te tratar do mesmo modo como trato esquerdista - vou te pôr pra fora, pois você é um charlatão e está fazendo doutrinação na escola. Você é tão marginal quanto os outros.

2) Você é tão esquerdista quanto os vermelhos. Se eu fosse dono de escola, te dava justa causa, pois você está fazendo proselitismo político, ao praticar o conservantismo.

3) Professor bom pra mim ensina a história do Brasil desde o comecinho - de Ourique até os dias atuais. E mostra como certos eventos em Portugal tiveram papel decisivo na formação na nossa Pátria, de modo a que também seja tomada como se fosse um lar em Cristo, a partir do sim que el-Rei D. Afonso Henriques disse ao Cristo Crucificado de Ourique. Sem esse desdobramento, não há nacionismo.

4) O bom professor ensina a História do Brasil e de Portugal de tal maneira a resgatar a consciência da restauração da unidade da verdadeira pátria, fundada em Ourique. Chega de proselitismo! Quem ensina história sem estar conforme o todo que vem de Deus NUNCA será um bom professor.

Do risco político em papéis de longo prazo

Um papel de 100 anos da Petrobras na monarquia:

1) Pode ser resgatado a partir do terceiro ou quarto imperador. Normalmente, um Imperador dura 30 ou 40 anos de reinado - ou 50 anos, se assume jovem. Como o governo passa de pai para filho, a tendência é as coisas se manterem, pois aquilo que é sensato é mantido.

Um papel de 100 anos da Petrobras na república:

1) Se tudo correr bem, o que é pouco provável, você só recebe após o 25º presidente. Isso se não acontecerem ditaduras, golpes, hiperinflações, estatizações, confiscos etc. Como tudo muda a cada 4 anos, é bem provável que nem recebamos o pagamento do valor prometido no papel - ou só um pequeno valor, de modo a nem compensar o valor do dinheiro aplicado. É mais provável que a dívida seja vencida antecipadamente e nem se cumpra a natural líqüidação do título, nos termos da emissão.

Esses são os riscos políticos de um papel dessa natureza - são riscos conhecidos, mas se agravam por conta do conservantismo que há entre os apátridas que moram nesta terra e que são maioria da população. E esses riscos conhecidos influem na economia e na administração da empresa, já que ela é uma estatal - e não existe ainda uma sinalização de que ela vai ser privatizada, dada a forte cultura de se tomar o país como se fosse religião.

Há ainda os riscos tecnológicos, que podem fazer com que a matriz energética seja mudada. Esses riscos são maiores, pois são incertos, uma vez que não sabemos o que vai acontecer.

Enfim, eu não compraria papéis de dívida escriturada da Petrobrás, mesmo que estas possam me dar direito a voto, nas assembléias dos acionistas - a não ser que a república caia e que a monarquia seja restaurada. Pois palavra de soberano é palavra empenhada - se ele deve, ele paga. E isso pede permanência, não mudanças sucessivas.