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sábado, 5 de julho de 2014

Cristo é sciência da conformidade com o todo


1) O cristianismo é a sciência da conformidade com o todo: quando sentimos a boa ordem que vem de Deus, temos boa sciência, boa razão de que isso não será pervertido e por isso temos fé e esperança de que isso não mude - em outras palavras, esta é a fundação para a boa consciência. Tudo isso decorreu a partir do momento que passamos a conservar a dor de Cristo entre nós, pois pela cruz Ele morreu por todos nós - e temos esperança, pois Ele venceu a morte.

2) Se investigarmos as coisas desse modo, ele nos religa a Deus. 

3) Por isso, é a verdadeira religião, pois nos leva a investigar as causas da conformidade com o todo.

Cristo é Rei dos Reis e Juiz dos Juizes - argumento cristológico para a monarquia

1) Cristo é o Rei dos Reis

2) Desembargador é o Juiz dos Juízes

3) O rei quando rege seu povo, servindo-o na conformidade com o todo, é juiz, pois é o sucessor dos antigos juízes de Israel do Antigo Testamento.

4) Enfim, Cristo é Juíz dos Juízes porque é Rei dos Reis. É o supremo desembargador, assim como é o supremo legislador, pois veio dar pleno cumprimento à lei mosaica, a base de toda e qualquer lei civil entre nós. 

5) Quando um rei não faz bem seu papel - ou não analisa conforme o todo aquilo que precisa analisar, ao tomar uma decisão -, recorra a Cristo, através de Nossa Senhora, Mãe de Deus. Este é o recurso extraordinário que funciona. 

6) Quando o rei é mau, faça o que Jesus disse: traga ao seu país a espada, já que Ele deu ao mundo a espada para combater a injustiça. Este é o recurso ordinário.

7) Se o juiz é trocado de quatro em quatro anos, então há instabilidade, dado que o chefe de Estado é provisório.

8) A chefia de Estado nunca deve ser provisória. Por isso que nenhuma república dura, mesmo ela sendo parlamentarista. E a parlamentarista é mais instável, pois novas eleições podem acontecer a qualquer momento, já que não há freio à livre destituição dos governantes.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 5 de julho de 2014 (data da postagem original).

Nem todo dinheiro tem o mesmo valor


1) Uma das maiores falácias deste mundo é o dinheiro que chama dinheiro, como se ele tivesse o mesmo valor em todos os tempos e lugares.

2) O dinheiro advindo do trabalho, por exemplo, pode chamar mais dinheiro que decorra de trabalho honesto e produtivo, pois ele decorre dos seus esforços. E isso se chama poupança.

3) O dinheiro advindo de peculato, de lavagem de dinheiro, de fraude ou de estelionato, não. Ele é usado para se concentrar os poderes de usar, gozar e dispor em poucas mãos. Enfim, ele compra poder e causa a infelicidade geral da nação. Isso se chama corrupção, causa do socialismo e do totalitarismo, do Estado tomado como se fosse religião.

4) Enfim, o amor ao dinheiro - de tal modo a que este seja tomado como se fosse deus, como se este tivesse o mesmo valor para todos os tempos, lugares, causas e circunstâncias - é o maior dos demônios. Esse amor distribui ódio e indiferença a tudo aquilo que nos leva à conformidade com o todo.

Nota final: este texto foi inspirado a partir de uma postagem de um blog português. Segue o link: http://adf.ly/q5b9L 

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Como ocorre o esquerdireitismo?


1) O esquerdireitismo ocorre quando grupos sabidamente revolucionários (de esquerda) se dizem de direita, justamente para conservar este estado de coisas em nos encontramos, que não decorre do todo e que está de costas para Deus. Eles se valem da mentira e da desinformação de modo a ludibriar você.

2) Os grupos de esquerda são os positivistas (que são conservantistas, já que eles instauraram esta república) e os marxistas. E o que encontramos na política hoje é uma guerra aberta entre esquerdas.

3) A melhor forma de você não ser enganado é dominando a linguagem. 

4) Você não pode raciocinar da forma como está consagrada na mídia - a linguagem está viciada de chavões, jargões e slogans, pois isso favorece o inimigo; e se você está pensando nos termos do inimigo, ele vai te dominar. É estudando, agindo no campo cultural que você consegue vencer o inimigo no longo prazo.

Qual é a forma mais segura de ser de direita?


Para você ser realmente de direita, você precisa estar à direita do pai - e pra isso você precisa conservar a dor de Cristo, que morreu por nós na cruz. Fora disso, é conservantismo e esquerdireitismo.

Publicações relacionadas:

http://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2014/08/sobre-o-direitismo-em-politica.html

http://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2014/07/como-ocorre-o-esquerdireitismo.html

http://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2014/08/sobre-ambidestria-em-politica.html

Não existe dualismo no conservadorismo


1) Não existe conservadorismo político puro, separado do religioso. Não existe dualismo no conservadorismo.

2) O dualismo surge quando se separa a Igreja do Estado. O dualismo já dá causa ao conservantismo e ao liberalismo.


3) Quem conserva a dor de Cristo na cruz sempre se lembra de dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.


4) César não é Deus. César é escolhido por Deus para reger seu povo, conforme os valores de Cristo, servindo ordem conforme o todo de modo a que o povo tome seu país como um lar em Cristo. Enfim, César é um patriarca, como Abraão.



5) Para se dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus mais claramente, nós temos duas espadas, duas jurisdições: a temporal, que é a ordem dos reis, e a espiritual que decorre dos bispos, sucessores dos apóstolos.



6) O conservadorismo decorre dessa aliança entre o altar com o trono, que se funda em Cristo, que mandou a todos darmos a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Em outras palavras, distribuir ordem e justiça, através de nosso sim a Deus.

Todo conservantismo revolucionário decorre de uma escolha para o mal

1) Todo conservantismo revolucionário decorre de uma escolha consciente que rejeita aquilo que é conforme o todo.

2) É uma heresia, pois escolheu fé. E é pecado sistemático, pois decorre um posicionamento errado quanto a vida, fundado numa escolha fora da verdade, que vem de Cristo.

3) O filho do conservantista ainda não escolheu e inocentemente não sabe dos pecados do pai herege. Ele é vítima da subcultura conservantista que seus pais e associados criaram. 

4) É o que vemos nos judeus, quando rejeitaram Jesus, e nos protestantes, ao rejeitarem a Igreja de Cristo, através de Lutero, Calvino e outros tantos. E também nos que ousaram separar a Igreja do Estado, destruindo a nacionidade da pátria, tal vemos com os positivistas e republicanos.

5) Enfim, tudo isso é uma revolta contra a razão que nos leva a vivermos a vida em conformidade com o todo: Deus. 

6) Se pudermos dar um jeito de evitar que o filho do homem diga sim a essa ordem que diz não a Deus, então já estaremos a longo prazo restaurando as consciências de volta a Pátria do céu, coisa que está se perdendo.

Postagens relacionadas:

Dos três nãos que o conservantismo diz a Deus: http://adf.ly/qJMLt