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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Contra fatos não há argumentos que justifiquem conservar o que é conveniente e dissociado da verdade

Você pode me dizer isto: "discordo da sua opinião, Dettmann. Isto não se aplica a evangélicos".

Eu respondo:

Isto não é opinião, mas fato. Se você for ver os vídeos do Olavo, do Loryel Rocha e livros que tratem do assunto, é exatamente disto que falo.

Além disso, se você conserva o que é conveniente e dissociado da verdade, então você está negando a realidade sobre a qual este país foi fundado. E por negar a realidade em que este país foi fundado, você está negando a missão salvífica que Cristo instituiu para nós. Se eu te chamar de apátrida, isso não será ofensa, mas constatação mais pura da realidade.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de maio de 2017.

Notas sobre a real finalidade deste trabalho intelectual que faço

1) Sinto que todo esse trabalho que faço pode servir de base para se escrever um romance épico sobre a História do Brasil, narrado desde o milagre de Ourique até a crise em que nos encontramos atualmente.

2) Eu não tenho a habilidade de um ficcionista imaginário - sou uma pessoa voltada para as ciências humanas. Por isso, sinto que não estou à altura da tarefa.

3) Se o meu trabalho é inspirar alguém a escrever algo nessa direção, uma coisa é certa: será o maior trabalho de alta cultura jamais feito no Brasil. E certamente este trabalho entrará no cânone da literatura universal. Será um livro tão importante quanto Os Lusíadas. Esse livro será a pedra angular para se entender o Brasil restaurado no seu verdadeiro sentido fundacional, amputado primeiramente por força da secessão de 7 de setembro e agravado ainda mais com a queda da monarquia em 15 de novembro de 1889.

4) Se um trabalho de imaginação deve ser cultivado nesse sentido, então isso vale a pena. Afinal, é um esforço intelectual que não pode ser feito por quem tem alma pequena.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de maio de 2017.

Esta vai pra quem acha que eu estou escrevendo fora da realidade histórica atual

1) Se o sistema jurídico brasileiro nega uma realidade sobrenatural historicamente documentada, digna de todo o crédito e que lhe antecede cronologicamente desde 1139, então devemos negar a existência do sistema jurídico brasileiro, pois esse sistema jurídico está fundado em princípios vazios e legislando para o nada, por estar vazio de uma conexão de sentido feita de modo a constituir as coisas em conformidade com o Todo que vem de Deus e com a missão que herdamos em Ourique. Até mesmo o mito fundador de que o Brasil foi descoberto em 1500, o chamado quinhentismo, carece de sentido, o que faz com que a secessão feita em sete de setembro de 1822 produza uma civilização destituída de sentido, aberta a toda a sorte de má influência e a toda sorte de governo totalitário.

2) Se estão edificando uma ordem cuja liberdade é voltada para o nada, sem conteúdo salvífico, então isso levará quem acredita nas promessas da Carta de 1988 ao precipício da apatria.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de maio de 2017.

Notas sobre a necessidade de uma solução final para os problemas que afetam esta terra, por conta da má consciência sistemática fundada na mentalidade revolucionária

1.1) Há quem diga que o problema do Brasil é a pobreza.

1.2) Se esse fosse o problema, bastava identificar quem é realmente pobre e ajudar. No entanto, há vários tipos de pobreza - e a pobreza de dinheiro me parece a menos pior dos problemas, pois há muita gente pobre e honrada.

1.3) O maior dos problemas está na pobreza de espírito, na má consciência das pessoas, fundada no fato de não terem Deus no coração; o problema é de cunho espiritual, coisa que demanda mais gente comprometida com o projeto de servir a Cristo em terras distantes, o que exige aliança do altar com o trono, edificada em Ourique. E são pessoas reais, de carne e osso, que precisam ser identificadas e detidas, quando estão a fomentar má consciência, fundada na mentalidade revolucionária. E isso pede trabalho de inteligência, pois é questão de segurança nacional.

2.1) Eu simplesmente não acredito em impessoalidade - não posso governar 200 milhões de almas se pelo menos 50 milhões delas se declararam apátridas de antemão ao estarem em conformidade com o Todo que vem do Partidão, financiado pela Nova Ordem Mundial. Pois esses 50 milhões não querem ser tratados igualmente junto com o restante da população, que observa a lei.

2.2) Como diz Cristo, se o olho direito é razão de pecado, arranque-o e jogue-o fora. E é isso que deve ser feito com essa gente - por isso, é um erro chamar esses apátridas de brasileiros. Pois apátrida não tem direito nenhum - e tudo o que eles têm se funda em burla à lei ou em esbulho possessório. Afinal, o comunismo é em essência prática de crimes em nome da causa.

3) Identificar quem são os apátridas, seu grau de ameaça e a função de cada um no esquema destrutivo é essencial para que isso seja resolvido.

4.1) Quando a lei conceitua "brasileiro" quem na verdade é apátrida, por conta de ter nascido biologicamente no Brasil, isso é um sinal grave de impunidade.

4.2) Se isso está previsto na lei orgânica* do País, a constituição de momento escrita para este país, então essa lei é fora da lei natural, pois os conceitos adotados violam a lei eterna, pois inviabilizam aquilo que Cristo disse: a necessidade de purgar o país da presença dos apátridas. Pois o apátrida, ainda que nascido no Brasil, não toma este país como um lar - logo, não está sujeito à lei brasileira, assim como à lei de Deus, por escolha própria. E como não está comprometido com o projeto de civilização que foi divinamente instituído, que ele seja eliminado, pois ele estará obstinado em conservar isto conveniente e dissociado da verdade. E isso é uma heresia política.

4.3) Cristo veio trazer a espada - e essa espada deve ser investida contra os apátridas, até não haver mais nenhum.

Rio de Janeiro, 31 de maio de 2017.

* lei orgânica é a lei que organiza o Estado brasileiro, no sentido positivista do termo - tecnicamente, Constituição escrita. Como nós moramos num Estado revolucionário - em que o Estado é tomado como se fosse religião, onde tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele -, então a Carta de 1988 está fora da lei natural, fundada naquilo que se funda na conformidade com o Todo que vem de Deus, assim como naquilo que foi edificado em Ourique.

Comentários:

Cristina Bassôa De Moraes: Essa é uma questão bem problemática, que necessariamente requer outro tratamento, pois não é possível criminalizar pela consciência apenas pelas ações, e não é possível punir alguém lhe retirando sua nacionalidade, mesmo que seja o maior inimigo da pátria.

José Octavio Dettmann: Não se pode criminalizar a consciência, é verdade, embora isso em si seja um crime. A má consciência, neste caso, constitui um animus (uma vontade para se cometer crime sistemáticos de lesa-pátria). Se a má consciência produz ações dessa natureza, então essa ação pode ser punida.

Cristina Bassôa de Moraes: Eu concordo contigo, gostaria muito que essa tua lógica prevalecesse.

Cristiano Lopes Cançado de la Rocha: Para que seu argumento tenha validade, tu terás primeiro de converter a maioria dos brasileiros.

Cristina Bassôa de Moraes: Era o que ia te falar, Dettmann. Quando tivermos essa evolução espiritual, poderíamos pensar em soluções nesse viés. Contudo, isso é considerado uma fonte de injustiça. Dado o caráter dos homens que aplicam a justiça, esta solução é inviável.

José Octavio Dettmann: Sim, é verdade. Se levarmos em conta a situação da Igreja no Brasil, o país está muito descristianizado. E onde o catolicismo vai mal das pernas, a heresia deita e rola.

José Octavio Dettmann: Como já falei, existem camadas de apatria. A mais grave é a comunista, a positivista é a camada intermediária e a camada fundada no protestantismo anticatólico é a menos grave - e tanto é verdade que precisamos deles para combater o comunismo. Isso pede que se parta da mais grave para a menos grave. E isso não pode ser resolvido em quatro ou oito anos de governo, mas com gerações de brasileiros preparados para a missão de restaurar o que se perdeu. Primeiro, o que se perdeu no dia 15/11/1889; depois, o que se perdeu no dia 07/09/1822, com a secessão do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

José Octavio Dettmann: Isso pede um povo que tenha consciência de seu destino. Jamais vou aplicar algo num ambiente rico em má consciência - e quando não é afetado pela esquerda, isso é afetado pela ignorância enquanto política de Estado. Eu tenho ciência de onde vim e sei para onde devo ir, mas a maioria não - e mais: essa gente zomba de quem está lhe mostrando o caminho correto, mesmo que com proceder leal e caridoso. Como esse povo pode ser livre e soberano, agindo desse modo? Isso é coisa de apátrida - e como falei, essa gente não tem direito a nada, por entender que tudo é concessão estatal, até mesmo a vida. E isso gera a morte.

José Octavio Dettmann: A maneira como definem apátrida no Direito, por exemplo, não me parece realista. É algo acidental. Por exemplo, se minha esposa fosse brasileira e o filho nascesse na França, ele seria apátrida. Pois se o direito à vida é fato essencial para se tomar o país como um lar em Cristo, então não faz sentido tomar o nascimento como um acidente e negar àquele ser a proteção natural que se espera por eventual nascimento naquele solo, já que é um ser indefeso. Por isso que adoto o critério de tomar o país como um lar, tendo por fundamento isso que foi edificado em Ourique. Cristo fez de D. Afonso rei. Se esse rei é fiel a Cristo, nós devemos ser leais a esse rei. E se somos leais a esse rei, nós gozamos de proteção. Logo, nacionalidade decorre da nacionidade.

Cristiano Lopes Cançado de la Rocha: Você poderia me explicar o que é "lei orgânica"? Seu discurso está bem redigido e, aparentemente, tem boas intenções, porém está totalmente desconexo da realidade atual e da história.

José Octavio Dettmann: Lei orgânica é a lei que organiza o Estado Brasileiro, no sentido positivista do termo - tecnicamente, Constituição escrita, partindo de um falso axioma "lei escrita => lei eficaz". Como nós moramos num Estado revolucionário - em que o Estado é tomado como se fosse religião, onde tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele -, então a Carta de 1988 está fora da lei natural, fundada naquilo que se funda na conformidade com o Todo que vem de Deus, assim como naquilo que foi edificado em Ourique.

José Octavio Dettmann: Obviamente, eu não reconheço a autoridade do Estado Brasileiro - e por não reconhecer a autoridade do Estado Brasileiro, as soluções jurídicas fundadas nestas circunstâncias em que nos encontramos são nulas, pseudocientíficas e antinaturais, visto que justiça é ver a verdade contida nas relações humanas, posto que dizer o Direito é a dizer a verdade contida nas relações humanas, pois Cristo, o inocente, está entre nós e não posso imitar Pilatos neste ponto. Eu não posso obedecer a um tipo de governo que vai contra aquilo que foi instituído em Ourique, pois esta realidade é sobrenatural e ela não pode ser revogada por forças humanas, tal como a República, ou mesmo a secessão, tentou fazer. Se pudesse, eu pegaria em armas contra esse estado de coisas. Pagaria em armas de modo a restaurar o que se perdeu com a queda da monarquia para só depois restaurar o que se perdeu com a secessão do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

José Octavio Dettmann: Só mais um adendo: chamar a realidade jurídica do Brasil de "realidade" é tomar o fato como se fosse coisa, tal como Dürkheim fala. E isso é positivismo, o que faz da sociologia dele pseudocientífica. Esta realidade aparente, a Republicana, é fora da realidade transcendente que nos dá sentido, enquanto civilização. Devemos ver o que não se vê, como diz Bastiat. E o que escrevo se deve ao fato de que estudei a origem de Portugal, por conta do milagre de Ourique. E eu estudo o Estado fundado por força desse milagre, até porque Cristo é construtor e destruidor de Impérios. E esta Teoria do Estado só pode ser aplicada ao mundo português e não pode ser aplicada a nenhum outro lugar, pois Portugal foi um Império de cultura, ao contrário dos outros - e só houve apenas esse, ao longo da História.

Por que a caridade é maior do que a filantropia?

1) A caridade é maior do que a filantropia.

2)) Na caridade, Deus ajuda o ser humano, decaído por conta do pecado original, valendo-se de mãos humanas de modo a recuperar a dignidade perdida, justamente por ser a primazia da Criação, criado à imagem e semelhança de Deus. É Deus (Bóg) que usa o rico (bogaty) de modo a ajudar o pobre (ubogi). Dentro deste fundamento, é distributivismo, pois está dando ao pobre liberdade dentro dos limites da doação, da esmola (que pode ser até mesmo um emprego com qualificação profissional).

3) Na filantropia, é o ser humano ajudando o ser humano só pelo fato de este ser ser humano. É o que vemos no caso de gente como os Carnegie ou mesmo os Rockfeller quando financiam, por meio de suas fundações, causas anticristãs, como a liberação do aborto ou mesmo da eugenia no mundo. Os progressistas vão achar isso lindo e maravilhoso e comprarão os produtos desses magnatas, fortalecendo ainda mais o poder que eles têm sobre a população comum, descristianizada e estimulada a viver a vida com base numa falsa liberdade, voltada para o nada.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 31 de maio de 2017.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Notas sobre a diferença entre capitalização e capitalismo

1) O verdadeiro liberal é livre em Cristo. É livre porque ama a verdade e conserva a dor de Cristo. E sem eucaristia não há conservadorismo, enquanto movimento da Igreja militante de modo a servir ao bem comum. Como a verdadeira liberdade decorre da verdade, então o liberalismo decorre da prática do bem, da caridade. Da prática do bem, vem a capitalização moral, que afeta todo o senso de tomar o pais como um lar.

2) A capitalização se dá no tempo de Deus que opera tudo em todos, no tempo d'Ele. É Ele que faz o senso de tomar o país como um lar gerar riqueza para todos.

3) O capitalismo é fazer do processo de capitalização uma religião, o que faz com que as coisas percam a causa de tudo isso: Deus.

4) Quando se pratica o enriquecimento sem causa, o tempo é manipulado com base em razões humanas, em interesses humanos fundados no fato de se conservar o que é conveniente e dissociado da verdade - por isso mesmo, fora da lei natural. E aí ocorre cobrança das coisas sem razão produtiva, sem boa razão, uma que isso é ilícito. Eis a usura.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 de maio de 2017.

Por que o trabalho que faço é complexo?

1) Se o trabalho do intelectual fosse mais ou menos como ocorre numa fazenda, então a natureza desse trabalho de base que faço abrange pelo menos cinco categorias: transcrição, tradução, digitalização, adaptação e criação. E um bom pioneiro nessa área deve ser que nem um homem renascentista: ser bem versado nestas 5 categorias.

2) Quando a fala é usada como uma segunda escrita, a transcrição deve ser feita. Caso a fala seja feita numa língua estrangeira, é preciso fazer uma tradução - e se a fala estiver centrada numa realidade distinta da nossa, você precisa adaptar o textos com notas que esclareçam o contexto da fala - e esse conhecimento pede que você tome o país do palestrante como um lar em Cristo tanto quanto o seu.

3) No caso de livros, você precisa digitalizá-los. E é da versão digitalizada que você faz uma tradução com adaptações, de modo a criar uma versão brasileira.

4) Quando você estiver suficiente informado, você pode criar muitos artigos por meio de empiria, sem necessidade de informação adicional.

5) O passo 4 é sem dúvida o mais difícil. Ele pede que seus olhos estejam todos para a realidade, fundada no senso de viver a vida em conformidade com o Todo que vem de Deus. E não é qualquer um que tem isso.

6.1) Em parte, o trabalho que faço é um tanto de guerreiro quanto de colono. O teclado é minha única espada; dependendo da circunstância, ela pode converter-se facilmente em arado. E preciso ser bem versado nessas duas coisas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 29 maio de 2017.

sábado, 27 de maio de 2017

Notas sobre a responsabilidade do incorporador de imóveis, enquanto formador de comunidades condominiais

1) Se eu trabalhasse com incorporação, eu jamais venderia meus imóveis a quem é rico em má consciência, de modo a fazer da vida dos semelhantes no condomínio um verdadeiro inferno. Até porque a vida condominial é uma vida comunitária - e a vida comunitária pede pessoas que amem e rejeitem as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento. Logo, práticas fundadas no amor ao dinheiro criarão um ambiente doente e desordenado de tal maneira que fica impossível tomar o lugar como um lar em Cristo.

2) Se tenho a função de formar comunidades, o primeiro passo que faria seria ver se a pessoa tem atestado de bons antecedentes e se não tem nenhuma condenação cível ou criminal em seus ombros. Além disso, checaria seu perfil de facebook para ver se ela é esquerdista, se ela é republicana ou mesmo anticatólica. Se não tiver nenhum dos três perfis, eu aceito vender o imóvel para essa pessoa.

3) A vida em condomínio perde a formação de uma comunidade. E a sucessão de um titular de uma unidade autônoma pode afetar uma comunidade inteira. Como o mundo preza mais o dinheiro do que a Deus, basta um sujeito rico em má consciência e a omissão dos bons que a anarquia reina.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 27 de maio de 2017.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

A liberdade bancária começa no âmbito familiar para só depois atingir a comunidade dos que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento

1) Dentro do âmbito da minha família, eu tenho me tornado banqueiro, pois guardo as sobras de dinheiro da família.

2.1) Meu irmão costuma guardar as sobras de dólar comigo.

2.2) Tenho um pote só para guardar os dólares e outro para os euros decorrentes de sobra de viagem. Sempre que houver dólares e euros suficientes, ele poderá usar essa sobra acumulada de modo a poder fazer uma viagem, sem a necessidade de recorrer ao câmbio.

3) Se tivesse pessoas na família tomando os EUA como um lar em Cristo da mesma forma como o Brasil deve ser tomado, nos termos de Ourique, certamente eu abriria uma filial do banco familiar onde se encontra o ramo da minha família, nos EUA. As sobras de dólar ficariam depositadas e poderiam ser destinadas aos parentes que necessitassem desse dinheiro para fazer uma viagem aos EUA, por exemplo. E para facilitar o trabalho, usaria um sistema próprio de correio, de modo a transportar esse dinheiro para essas pessoas.

4.1) Na economia familiar, 1 dólar e 1 real tendem a ter o mesmo valor, dado que ambos são tomados como parte do mesmo lar em Cristo.

4.2.1) Além disso, na família, onde o amor em Cristo é maior que o amor ao dinheiro, não há câmbio, embora seja possível haver uma forma de pagamento pelos serviços prestados de uma outra forma que não o dinheiro - a chamada dação em pagamento.

4.2.2) É por ajudar outros membros da família naquilo de que necessitam que esse serviço pode acabar se estendendo às pessoas da comunidade, aos que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento.

4.2.3) Afinal, pátria é família ampliada. E se isso é feito nos dois países de modo a serem tomados como um mesmo lar em Cristo, então há internacionidade dos serviços bancários, uma vez que isso acabou se tornando família ampliadíssima, pois é do diálogo que se operacionaliza em uma família que a riqueza de um país passa para o outro por meio de distributivismo.

4.2.4) É justamente porque 1 real e 1 dólar têm o mesmo peso no âmbito familiar, quando se toma ambos países como um mesmo lar em Cristo, que as coisas tendem para um padrão universal de valor. E é por essa razão que a tendência é o restabelecimento do padrão-ouro, de modo que as operações bancárias sejam facilitadas e acabem servindo a uma comunidade inteira.

4.2.5) Eis aí o verdadeiro fundamento da liberdade bancária. Começa-se servindo a economia doméstica para logo em seguida servir à comunidade inteira. Se o banco serve a todos os que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, então ele tem o direito de emitir moeda fiduciária de modo a facilitar a troca no âmbito da comunidade - e o Estado tomado como se fosse religião não pode forçar estranhos a comerciarem com estranhos, pois isso é edificar liberdade voltada para o nada, base para a apatria, pois internacionalização pressupõe impessoalidade, pois o dinheiro é amado mais do que Deus.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de maio de 2017.

Notas sobre a importância de fazer um trabalho de inteligência jurídica no âmbito dos cursinhos preparatórios para concurso público e nas faculdades públicas e privadas de Direito

1) Quer saber o que está sendo ensinado no Direito? Vá aos cursos preparatórios e grave todas as aulas.

2) Quando puder, faça a transcrição de tudo que você viu e ouviu. E, depois disso, medite sobre essas coisas.

3) Agora que estou live do compromisso de estudar pra concurso público, uma das coisas que faria, se tivesse dinheiro, seria gravar as aulas de concurso público de modo a saber o que há de podre no Reino da Dinamarca (leia-se: República Federativa do Brasil, que é podre em si mesma desde a fundação e cuja podridão ficou mais enriquecida com a parceria do Foro de São Paulo e do Diálogo Interamericano).

4.1.1) Este seria um dos trabalhos de inteligência jurídica que faria.

4.1.2) Se tivesse dinheiro, eu formaria esses agentes para coletar dados advindos de todos os professores, tanto de cursinho quanto de faculdades públicas e privadas (por enquanto, meu trabalho está limitado à Região Metropolitana do Rio de Janeiro, onde resido, mas tenho planos de fazer isso em todo o Brasil).

4.1.3) Esses dados seriam postos no think tank e seriam analisados por uma equipe de pensadores especializados, diretamente treinada por mim.

4.2) Como não disponho de capital para isso, tudo tem que depender da minha iniciativa individual tão-somente - e há tanta coisa a se fazer que sozinho não dou conta.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 26 de maio de 2017.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Sobre a necessidade de incentivar a atividade intelectual séria que se encontra fora da universidade

1) Como disse o professor Olavo, é necessário incentivar a atividade intelectual séria fora da universidade. E é isso que estou fazendo: estou fazendo atividade intelectual séria fora da universidade e gostaria de ter seu incentivo.

2) Agora só me falta mais gente colaborando comigo financeiramente, é claro.

Quem pode colaborar comigo com R$ 50,00 por mês?

Resumo do dia 25 de maio de 2017

1) Escrevi mais 5 artigos. Refleti sobre a ausência da pessoa amada por conta da vocação, assim como algo que aconteceu por conta de minhas experiências pessoais.

2) Tempos atrás, eu havia deletado o Bagnara por ter acusado a Joice Hasselmann de comunista enrustida, uma vez que ele estava agindo sob a influência desse pernicioso desinformante chamado Reinaldo Azevedo.

3) Ao meditar sobre esta influência e ouvir uma aula do Loryel Rocha acerca do que é inteligência, enquanto órgão anímico cuja função é apreender a verdade, eu percebi que há coservantistas que são incapazes de perceber que estão conservando o que é conveniente e dissociado da verdade, a tal ponto que acabam agindo como lacaios de conservantistas conscientes, como o famigerado Reinaldo Azevedo.

4.1) Isso me lembrou coisas que vi a respeito de demonologia, em que demônios atuam como longa manus de outros demônios. E foi a partir desse ponto que comecei a refletir a respeito dos demônios que se apossaram da polis.

4.2) Se há demônios instalados no seio da polis, então um dos efeitos da aliança do altar com o trono restaurada é permitir a ação de exorcistas no âmbito do política.

4.3) Afinal, um bom exorcista deve ter muito conhecimento de demonologia e de ponerologia - e neste ponto, o trabalho do Lobaczewski é essencial para compreender essas coisas.

4.4) Se a demonologia é um ramo da teologia, então a instalação desses demônios no poder se deveu à implantação de uma teologia política em que o Estado é tomado como se fosse uma segunda religião, criada de modo a substituir - ou mesmo destruir - a religião verdadeira, fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus. E essa teologia tem dois representantes importantes: Carl Schmitt e Rudolf Smend, que eram ligados ao nazismo.

4.5.1) Contra esta teologia política, fundada no nacionalismo, há uma outra fundada naquilo que se fundou em Ourique: a teologia política do nacionismo, que fez do Império Português o único império de cultura que houve na História.

4.5.2) Essa teologia política parte do Cristo enquanto construtor de reinos e impérios - e o Império de Portugal foi fundado por vontade do próprio Cristo, quando fez de D. Afonso Henriques Rei de Portugal, na batalha de Ourique.

4.5.3) Não é à toa que, contra os erros da Rússia, a solução é servir a Cristo em terras distantes, coisa que deve ser feita de tal maneira de modo a preparar a consagração da Rússia ao Sagrado Coração de Maria. E isso pede mais uma vez a assistência do único império de cultura que houve no mundo: o império português. E não foi à toa que foi em Portugal - e o Brasil é uma província de Portugal - que se guardou o dogma da fé.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de maio de 2017.

Notas sobre duas teologias políticas (uma boa e outra ruim)

1) Carl Schmitt e Rudolf Smend falavam em uma teologia política, mas de uma teologia política fundada no fato de tomar o país como se fosse uma segunda religião - e essa segunda religião substituirá a religião verdadeira, a ponto de destruí-la. Nela tudo estará no Estado e nada estará fora dele ou contra ele. Essa teologia política é totalitária e fora da conformidade com o Todo que vem de Deus.

2.1) A teologia política da Aliança do Altar com o Trono se funda no fato de que nosso país foi fundado de modo a servir a Cristo em terras distantes - e enquanto formos fiéis à nossa missão, nós estaremos tomando nosso país como um lar em Cristo, o que nos prepara para a pátria que se dá no Céu.

2.2) Ela se funda no fato de que Cristo é construtor e destruidor de reinos e impérios - e a gestão do bem comum deve ser feita de modo a estimular pessoas que não conhecem Cristo a viverem a vida em conformidade com o Todo que vem de Deus, ao assimilarem os valores e as virtudes públicas daqueles que tomam o país como um lar em Cristo, pois a vida na cidade já seria uma evangelização por si mesma.

3) Se tiver de haver uma teoria de Estado de modo a explicar o Império Português, o único império de cultura que houve no mundo, então devemos fazer um estudo da teologia política com base no Cristo enquanto construtor e destruidor de Impérios. E é ali que está a gênese da Aliança do Altar com o Trono, estabelecida em Ourique.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de maio de 2017.

Notas sobre demonologia política

1) Quando estudamos o conservantismo, nós devemos aplicar a demonologia ao campo da polis, pois nós estudamos os graus em que o processo de conservar o que é conveniente e dissociado da verdade vai se agravando de tal modo a destruir a civilização fundada na verdade em pessoa, que é Cristo. E junto com esse afastamento da verdade, nós perdemos a noção de tomar o país como um lar em Cristo, coisa que nos prepara para a pátria definitiva, que se dá no Céu.

2) O louco - aquele que perdeu tudo, exceto a razão de conservar o que é conveniente e dissociado da pessoa - é vítima de uma possessão demoníaca. E quanto maior for a obstinação - o compromisso com esse senso de modo a edificar uma anti-civilização -, mais demoníaco é o processo revolucionário, posto que os loucos são escravos do demônio, do conservantista consciente.

3) Restaurar a Aliança do Altar com o Trono levará o exorcismo a ser aplicado também no âmbito da polis. Os demônios precisam ser expulsos dos espaços que estão a ocupar. Afinal, o bem comum deve ser servido a quem ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento - ele não pode ser servido para o nada. Se fosse servido para o nada, haveria apatria sistemática, perda de sentido pelo qual este país foi fundado, o que seria a negação da história, da verdade que ocorreu em Ourique.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de maio de 2017.

Notas sobre conservantismo e idiotia útil

1) Mais grave do que praticar conservantismo de maneira consciente é ser conservantista sem você ser capaz de reconhecer que você está conservando o que é conveniente e dissociado da verdade. E é isso caracteriza um idiota útil, enquanto lacaio de conservantistas conscientes.

2.1) Se você não é capaz de se olhar no espelho e enxergar esse defeito grave que há em você, coisa que atenta contra a bondade de Cristo, então você tem um problema sério. Você irá pro inferno sem saber que vai pro inferno, uma vez que a justiça divina não deixará de apreciar os danos que você vier eventualmente a praticar, por conta de não ter consciência de si e do chamado que Deus te faz de modo a servir a Ele em terras distantes, coisa que nos caracteriza enquanto luso-brasileiros.

2.2) Mais do que idiota útil, você é apátrida, pois você está semeando a apatria na sociedade, por conta da má consciência de terceiro, da qual você é longa manus.

2.3.1) Como sua alma é de escravo, você não tem direito de se defender, por ser incapaz de compreender o mal que você está praticando tanto para si mesmo quanto para os outros ao seu redor.

2.3.2) Você não é capaz de entender que você está violando a lei natural - e por não ser capaz de compreender que está sujeito à lei eterna, à lei que se dá na carne, você não é sujeito, não é pessoa.

2.3.3) Por isso, se a pena for aplicada contra a coisa, o que haverá é dano ao patrimônio de desinformantes como o Reinaldo Azevedo, esse nefasto corruptor, escravizador de consciências - ele não passa de um esquerdista que se diz de direita. E ele rirá dessa justiça que extermina os idiotas úteis, pois os idiotas úteis serão destruídos e ele arranjará outros escravos para fazerem esse trabalho por ele. Afinal, a causa não está sendo combatida - apena o sintoma, manifestado na idiotia útil de alguém.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de maio de 2017.

Se a ausência se funda numa vocação, num chamado de Deus, isso é algo perfeitamente compreensível, justificável

1) Se minha namorada está ausente - por conta da profissão, da vocação de salvar vidas -, isso é algo perfeitamente compreensível, pois ela está atendendo a um chamado de Deus. E é por amar mais a Deus do que a mim, que sou homem falho, que a compreendo. Afinal, sei perfeitamente que ela voltará a mim, quando não estiver exercendo a medicina. Por isso que sou muito fiel a ela, pois conheço a sua verdade, enquanto médica - afinal, não posso separar isso da Madu, que, além de médica, é minha namorada - e se tudo correr bem, minha esposa e mãe dos meus filhos.

2) A mesma coisa ocorre comigo, quando eu exerço meu trabalho intelectual, pois eu me desligo de tal forma da realidade doméstica que eu simplesmente não estou ouvindo. Só volto à realidade doméstica quando faço o meu trabalho - depois que escrevo meus textos. Ao contrário do médico, não preciso deslocar meu corpo; quem faz o deslocamento do trabalho para a casa é a minha mente, já que estou em casa o tempo todo. E isso não me é estressante - na verdade, é até gostoso.

3.1) Estar online desenvolvendo atividade intelectual o tempo todo é um chamado de Deus - e isso não é muito diferente da vocação de atender aos doentes necessitados, que são irmãos necessitados de Cristo, o verdadeiro médico.

3.2) A minha namorada anterior - antes da atual, que é médica - simplesmente não compreendia que eu amo a Deus mais do que ela - e que tudo o que faço é para o bem do país. E é justamente porque ela não amava e rejeitava as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento que o namoro se encerrou.

3.3) Afinal, como posso constituir uma sociedade conjugal com uma pessoa se ela não comunga dos mesmos valores que levaram ao descobrimento desta terra, enquanto desdobramento daquilo que foi fundado em Ourique, e à conseqüente fundação deste país? Se as pessoas olhassem para esses dados da realidade, jamais haveria divórcio, pois os que possuem má consciência seriam excluídos de antemão.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de maio de 2017.

A escola que se cuide, se tiver professores revolucionários

1) Se tiver de mandar meus filhos à escola, eu vou querer ter um dossiê do professor. Afinal, quero saber se ele tem ou não mentalidade esquerdista, positivista ou se é anticatólico ou não.

2) Se tiver contatos meus cujos filhos passaram pela mão de determinado professor, eu quero saber a experiência prévia - até porque não quero que meu filho seja rato de laboratório para ideologias revolucionárias.

3) Se meu filho vier com idéias de jerico, por culpa desse professor, eu vou processar a escola. Pode ter certeza disso.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 25 de maio de 2017.

A degeneração dos costumes se dá por força de uma assembléia legislativa permanente

1) Siga as ideias idiotas do Montesquieu e tenha uma instituição legislativa permanente, sim, amiguinho. O que pode dar errado? 

2) A atividade legislativa permanente é a maior força motriz das instabilidades de uma nação por degenerar as tradições e por ser pasto fértil para a atuação de grupos obscuros. Isso para não falar como é oneroso para os cidadãos manter estas instituições legislativas em caráter permanente.

3) Em tempo, sempre que querem queimar um deputado, dizem: "Ain, em 10 anos ele não aprovou nenhum projeto de lei de sua autoria." Eu digo: "Obrigado, deputado, por não ter criado mais formas de o Estado encher o saco na minha vida!"

William Botazzini Rezende - Facebook, 25 de maio de 2017.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Resumo do dia 24 de maio de 2017

Hoje, eu escrevi 3 artigos:

1) No primeiro, comentei a queda de Reinaldo Azevedo.

2) No segundo e no terceiro, do fenômeno da esquerda que se diz de direita (a esquerdireita), que conserva o que é conveniente e dissociado da verdade: este regime republicano e revolucionário.

3) A julgar pelas merdas que falaram no super chat, enquanto o Italo Lorenzon falava as coisas no Terça Livre, a quantidade de apátridas que há nesta terra é muito grande. Agora vocês entendem por que não gravo vídeos? É justamente porque não admito lidar com apátrida, com gente inferior, que não submeto meu trabalho para esse lixo falar a primeira merda que vem à cabeça, pois não posso jogar pérolas aos porcos.

4.1) Pelo que sei, essa gente e um animal são a mesma coisa: o apátrida não tem consciência de si, muito menos ciência do seu papel histórico diante das circunstâncias em que nos encontramos.

4.2.1) Como Juan de Sepúlveda bem disse, são incapazes de se governar por conta de serem selvagens. Esta foi a tese contrária a de Bartolomé de las Casas, por conta do famoso debate que houve na corte de Carlos V entre os dois.

4.2.2) E este debate é atual, com base nas nossas atuais circunstâncias - podemos não ser índios, mas o indianismo é tanto que incapacitou a população brasileira a tomar o país como um lar em Cristo, mas como se fosse religião - e religião totêmica.

4.2.3) Estão na mesma condição dos silvícolas do Código Civil de 1916 - e neste ponto, eles devem ser tutelados pelo Estado, de modo a que sejam capacitados para viver na civilização do País. E como o país é socialista, a civilização do país pode ser qualquer coisa conservada conveniente e dissociada da verdade, que é o Crucificado de Ourique.

5) Por não terem consciência disso, eles não têm vida - e por não terem vida, eles não têm passado, muito menos sabem de onde vieram ou para onde vão, dado que não são seres autênticos, de carne e osso. Vivem a vida em conformidade com o Todo que vem da República - se a República é biruta de aeroporto, assim será a vida deles. É por essa razão que é impossível tomar o país como um lar com base na desordem - e a constante instabilidade política do regime é desordem em nome da ordem e retrocesso em nome do progresso.

6) Matar essa gente é como matar um animal qualquer - não gera drama de consciência, posto que consciência eles não têm, por serem seres irracionais. A única coisa que eles têm é forma humana, um corpo humano biológico e só.

7) E como diz Aristóteles, eles são o pior dentre os animais, pois são incapazes de ouvir a voz do passado, a voz do Crucificado de Ourique chamando nossos antepassados de modo a servirmos a Ele em terras distantes, como a nossa.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 24 de maio de 2017.

Trabalho digno é trabalho socialmente necessário (segundo a esquerdireita)

1) Como a esquerdireita foi toda criada num ambiente de marxismo cultural, então medem o critério da dignidade de um trabalho por meio da necessidade social.

2) Para muitos, os que trabalham no Carnaval da Bahia são mais socialmente necessários do que o trabalho de escritores como eu.

3) Como a necessidade social é uma necessidade fisiológica, voltada para o aqui e para o agora, então este pensamento tacanho não vai sair tão cedo da cabeça dessa gente.

4,1) Não é à toa que a esquerdireita é estritamente antipetista.

4.2) Ela ainda vê FHC como estadista, que a monarquia é atraso e que o Brasil é um país independente (pois enxerga Portugal como um país malvado e D. João VI como um covarde comedor de franguinhos). Essa mesma gente só assiste Globo e adora comentar as baixarias do BBB.

4.3) Não é à toa que não considero essa gente brasileira, pois são apátridas que nasceram no Brasil no sentido biológico do termo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 24 de maio de 2017.

Considerações sobre a falsa concepção de trabalho digno da esquerdireita

1) Para a esquerdireita de facebook, limpar latrina é digno, quebrar pedra é digno. No entanto, escrever e produzir análises sérias e de qualidade não é - e quem se dedica a isso é considerado vagabundo ou marginal.

2) No países sérios, o que exerce o ofício da escrita é operário da alta cultura. É ele que mantém a civilização de pé. Há milhares de pessoas dispostas a debater de igual para igual com ele de modo a aperfeiçoá-lo, corrigi-lo ou orientá-lo, quando este tem dúvidas.

3) Aqui, com a cultura destruída e cheia de apátridas que não sabem nem de onde vieram e nem para onde devem ir, é como se fosse quebrar pedras. Só que aqui não é no sentido literal do termo - e como não está no sentido literal, então meu trabalho não é digno. Isso explica o horizonte de consciência dessa gente: é completamente reduzido, dado que o positivismo tirou Deus do centro de todas as coisas, nesta terra.

4) Como o positivismo reina firme e forte na caserna, então fica inviável fazer uma contra-revolução nesta terra, se esse lixo não for tirado de lá de uma vez por todas. Mais do que o comunismo, que deve ser proibido, a doutrina de Comte e seus asseclas deve ser proibida também - e a Igreja do Apostolado Positivista do Brasil deve ser derrubada e seus membros expulsos desta terra, dado que são hereges e apátridas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 24 de maio de 2017.