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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Notas sobre uma coisa que aprendi no The Guild 3

1) Embora o direito de votar estivesse restrito à nobreza, era verdade sabida que era preciso ser parte do povo para conhecer o caráter do príncipe, do soberano, assim como era preciso ser príncipe para conhecer o caráter do povo sujeito à sua proteção e autoridade.

2) Era por essa razão que os eleitores das cidades livres alemãs escutavam a opinião da população em geral a respeito do candidato A ou B. Se o candidato A tivesse má reputação junto ao povo, B seria escolhido, pois ele não foi rejeitado pelos súditos.

3) Naquela época, em torno do ano de 1400, a imprensa não havia sido desenvolvida e as notícias corriam de boca em boca. Por isso, você devia ouvir a opinião disseminada, uma vez que a voz do povo era a voz de Deus.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 18 de outubro de 2017.

sábado, 14 de outubro de 2017

Não há ambiente mais competitivo do que uma sala de aula

1) Se há um lugar onde odeio estar é em sala de aula, pois eu me sentia obrigado a ter que competir com meus colegas, uma vez que ninguém colaborava comigo espontaneamente, uma vez que coleguismo simplesmente não existia.

2) Se eu ficasse doente, as coisas aconteciam e eu não sabia de nada. E eu sempre odiei isso - eu sempre ajudei a quem precisava, mas não recebia reciprocidade, quando mais precisava. Por isso que tendo a não ajudar ninguém, uma vez que ninguém me ajudava. Eis o que posso resumir, após muitos anos de experiência.

3) Com o advento do orkut em 2004, eu ficava numa situação de tremenda desvantagem. Os colegas que usavam a rede sabiam das coisas e eu não sabia de nada, visto que na época eu morava longe e não tinha tempo para acessar a rede. A mesma coisa pode ser dita com relação ao zap. Hoje tenho celular que acessa todas essas coisas, mas não uso, visto que não estou em ambiente competitivo.

4) Vivo recluso em meu quarto desde 2012 - e me sinto feliz. Com o que depender do meu esforço, eu vou ficar contente, pois Deus ajuda. Se tiver que depender dos fdps com os quais fui obrigado a conviver por força do ofício de estudante, eu estou ferrado, pois são tempo e energia jogados fora.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 14 de outubro de 2017.

Só vou para a Europa se houver uma cruzada

1) Tirando Portugal e Polônia, recuso-me a ser acompanhante de pessoa alguma, em seu tour pela Europa. Não quero ter o desgosto de ver muçulmanos pelo caminho. E pior é que não posso matá-los, sob pena de estar sendo acusado de homicídio, enquanto eles podem matar e enganar em nome de seu demiurgo, Allah.

2) O dia em que organizarem uma cruzada contra essa gente maomentana, podem me chamar que eu vou.  Vou pra linha de frente e levo carne de porco comigo.
José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 14 de outubro de 2017.

Notas sobre nacionidade e cultivo das virtudes heróicas

1) Uma pessoa que não tem virtudes não pode ser vista nem no presente, nem na eternidade. Portanto, uma pessoa que não tem virtudes não pode ser lembrada, uma vez que amor é a constante lembrança de que a coisa amada não pode ser esquecida.

2.1) Alguns dizem que eu não amo ninguém, mas eu amo os virtuosos, os manifestamente virtuosos.

2.2) E num país onde simplesmente não há o cultivo das virtudes, é impossível que eu ame alguém, posto que são as virtudes que fazem com que eu ame uma pessoa concreta, a ponto de tomar o país onde ela nasceu e foi criada como se fosse meu lar em Cristo, sem que eu me esqueça dos compromissos que tenho com esta terra, que também amo como se fosse meu lar em Cristo.

3) Agora vocês entendem porque eu tendo a gostar das mulheres da Polônia, em vez das que nasceram em minha terra.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 14 de outubro de 2017.

Das impurezas do branco - da promoção da sujeira em nome da limpeza

1) Na propaganda, a OMO afirma categoricamente que leva mais branco.

2) Carlos Drummond de Andrade já dizia que há impurezas no branco (afinal, devemos ver o que não se vê). E quanto mais se lava mais branco, mais há impurezas nesse branco, a ponto de promoverem uma verdadeira sujeira em nome da limpeza. E uma dessas impurezas se chama ideologia de gênero.

3) Em ótica, a luz branca é a soma das cores que compõem o arco-íris - por isso que o branco é rico em impurezas. E o arco-íris é o símbolo do movimento LGBT, um dos braços da ideologia de gênero. E neste ponto Carlos Drummond de Andrade está com a razão, pois o que há é ilusão de ótica (um belo nome para propaganda enganosa).

4) Por conta disso, eu sou categórico: sou OMOfóbico. Pela limpeza ética já!

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 14 de outubro de 2017.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Coisas que ocorrem no facebook por conta de você fazer bem seu trabalho

1) Certa ocasião uma pessoa me adicionou sob a alegação de que minhas postagens são "opressoras".

2) Passados alguns meses, a mesma pessoa pula fora do meu perfil sob a alegação de que "oprimi demais", a ponto de ofender aquilo que ela conserva de conveniente e dissociado da verdade. A pessoa que havia me adicionado não passava de uma liberal, uma esquerdista que se diz de direita.

3) Eu não lacro, nem oprimo - apenas digo a verdade. E não me bata a porta antes de fazer um bom exame de consciência. Se você tem algum tipo de conservantismo, então não me adicione. Meu tempo é precioso e não perderei meu tempo com quem no fundo só conserva o que é conveniente e dissociado da verdade.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de outubro de 2017.

Não existe esse negócio de direito à vida em comunidade

1) Se morasse sozinho, eu não veria Globo ou Globo News nem a pau, mas meus pais infelizmente assistem a essa merda.

2) Estava passando uma matéria da Globo News a respeito de crianças disponíveis a adoção - e uma das assistentes sociais diz que toda criança tem "direito à vida em comunidade".

3) Não existe direito à vida em comunidade a partir do momento em que moramos num país onde temos um amontoado de pessoas que vivem a vida onde cada um tem direito à verdade que bem entender, pois isso é anarquia. Sem o idem velle, idem nolle, não há como amar e rejeitar as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, essencial para se tomar o país como um lar em Cristo e não como se fosse religião, em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele.

4) É justamente porque o Estado é tomado como se fosse religião que se tem a falsa noção de direito à educação - leia-se doutrinação. E aí eles vão abolir as famílias sistematicamente a ponto de colocarem essa merda de ideologia de gênero na cabeça das crianças.

5) Isso pra não falar da tentativa de destruir a fé das pessoas vilipendiando a fé cristã. Por enquanto ultraje a culto ou a símbolos religiosos é crime, mas não vai demorar para haver abolitio criminis, tal como houve no crime de adultério (ou mesmo no crime de bigamia, ao reconhecerem as chamadas "uniões civis poliamorosas", que é como essa gente louca chama)

6) Isso pra não falar que a adoção pode ser voltada para o nada. Gays não podem ter filhos, a menos que adotem. E quando adotam, a criança será alvo de abuso sexual, de pedofilia. E isso quando não é usada para se traficar órgãos.

7) Que falta faz a velha roda dos enjeitados! A criança era cuidada num orfanato da Igreja, recebia toda uma educação e podia ser adotada por uma família pia. Definitivamente, o país necessita muito que o Estado esteja em consonância com os ensinamentos da Igreja Católica. Só assim é possível tomar o país como um lar, tal como houve em Ourique.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de outubro de 2017.

Se você vai atuar no mundo virtual, prepare-se para se afastar do mundo, do diabo e da carne

1) Ao contrário de muitos de meus conhecidos, a minha rede social é composta basicamente por gente que eu nunca vi na minha vida, dispersa pelo país afora, mas que tem o idem velle e idem nolle - essencial para se amar e rejeitar as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, na conformidade com o Todo que vem de Deus.

2) Os que conheci fora da rede, ou mesmo antes do advento da rede social, eu mantenho contato com eles por meio do e-mail. Se não comungam dos mesmos valores, eu os bloqueio previamente, de modo que a rede não seja um cemitério de relacionamentos.
José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de outubro de 2017.

Politicamente correto é coisa de gente nojenta e neurótica

1) Uma coisa que eu aprendi morando nesta terra louca é nunca fazer perguntas. Descobri que perguntar ofende, mesmo que seja para se informar.

2) Só os nojentos e os neuróticos é que ficam policiando a sua linguagem, de modo a dar a impressão de que perguntar ofende, ainda que seja para informar-se. Como posso me deparar com um tipinho desse até mesmo na Igreja, a solução é prevenir-se. Se houver um nojento desse tipo, melhor anotar a chapa do dinossauro e mandá-lo para o lugar que lhe parece mais apropriado: o inferno, pois sua atitude peca contra a bondade de Deus.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 13 de outubro de 2017.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Se a maioria dos favelados não se encontra na favela, onde na verdade eles estão?

O lugar onde você encontra mais favelados por metro quadrado é, por incrível que pareça, no Congresso Nacional.

Lá tem de tudo: tem cangaceiro, tem playboy cheirador de cocaína, tem sindicalista, tem ladrão, tem traficante, tem pecuarista, tem pastor 171.

O morador de favela nem sempre incorpora o espírito da favela. Por isso, a maioria dos que moram em favela não são favelados

1) Na favela há os que moram nela e os favelados, os que vivem a vida em conformidade com o todo que decorre dessa desordem urbana e arquitetônica que faz a favela ser o que ela é.

2) Os que moram na favela moram por necessidade. Se pudessem ir para outro lugar, um lugar digno e que possa ser tomado como um lar em Cristo, eles fariam isso.

3) Os favelados tomam essa desordem urbana e arquitetura como se fosse religião, a ponto de perverter a linguagem e dizer aquilo que a favela não é: uma comunidade. E isso é conservar o que é conveniente e dissociado da verdade. E nada é mais revolucionário do que isso, no seu grau mais básico.

4) A favela é uma religião política e uma religião da desordem urbana e arquitetônica. Como não há nacionidade na desordem, então não espere encontrar Deus naquilo que é feio e disforme.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 17 de outubro de 2017.

Ser liberal na economia é promover um império de domínio materialista e hedonista, coisa que nega o império de cultura fundada no fato de se tomar o país como um lar em Cristo, por força de Ourique

1) Se é urgente termos paciência, então é extremamente importante não ter pressa ao expor uma opinião.

2) Por exemplo, se tivesse a inclinação natural de defender o liberalismo econômico, estaria sendo imprudente e injusto ao dizer que advogaria o separatismo da Catalunha em face da Espanha, uma vez que não estaria vendo o que não se vê: a maioria do povo é contra a separação, que esse movimento está sendo financiado pelo Soros e por toda a agenda globalista e comunista.

3) Ou seja, minha vaidade e meu desejo de conservar o que é conveniente e dissociado da verdade se antepôs a Cristo - e isso é pecado contra a bondade, contra a caridade.

4.1) Mesmo que eu me retrate e me arrependa, a verdade é que preciso renunciar às minhas tendências liberais, pois isso contraria as tendências naturais e espirituais sob as quais meu país foi fundado, de modo que o país seja tomado como se fosse um lar em Cristo, por força de Ourique. 

4.2) E é por força do que houve em Ourique que posso compreender também a Espanha e qualquer outra nação cristã da forma como ela é. Sem isso, seria incapaz de descobrir os outros e tomar o país dos outros como se fosse meu lar em Cristo também.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2017.

Notas sobre a relação entre direito de petição e candidatura avulsa

1) Nos Estados Unidos, é muito comum as pessoas exercerem seu direito de petição de modo que uma pessoa em especial seja chamada para a vida pública, uma vez que a comunidade reconhece nesse indivíduo os valores pelos quais o país foi fundado para ser tomado como um lar em Cristo.

2) O direito de petição está muito relacionado à questão da candidatura avulsa. Se uma comunidade vê em mim como um bom operário da vinha do Senhor de modo a continuar aquilo que foi edificado em Ourique, eles não hesitarão em pedir que eu me candidate a vereador em minha cidade ou a deputado federal de modo a representar a população do Rio como um todo na Câmara dos Deputados.

3) Onde não existe o direito de petição, então a política será vista como uma profissão - e sendo profissão, não haverá limite para a minha ambição pessoal.

4) A política é um encargo. Assim como os reis devem ser aclamados, os representantes do povo devem ser aclamados. E a aclamação se dá por meio do direito de petição.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2017.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

É perfeitamente possível tomar uma terra distante como um lar em Cristo por força da mulher amada

1.1) E pensar que procurar uma mulher que goste de mim de verdade, por conta do que sou, acabou se tornando mais do que uma história de amor, mas uma busca pelo Santo Graal.

1.2) Além da aventura que é tomar o país como se fosse um lar em Cristo, apesar da República, esta odisséia da alma merece ser contada e cantada pelas gerações que vierem posteriormente.

2.1) Uma mulher virtuosa faz com que eu tome o país em que ela nasceu como meu lar em Cristo também.

2.2) Uma das razões pelas quais sempre levo a Polônia em conta são as polonesas. Não tive a oportunidade de conhecer uma polonesa - se conhecesse, o unicórnio que sou já teria sido domado.

3) Só após muitos anos de vida online é que conheci moças aqui no Brasil com as qualidades das polonesas. Como estão dispersas em terras distantes, então preciso servir a Cristo nessas terras de modo que o distante me fique próximo, espiritualmente falando. Só assim o encoberto me é revelado.

4) É dentro destas circunstâncias que nasce a cultura pseikone, que decorre do casamento da tradição portuguesa fundada em Ourique com a tradição polonesa, nascida da conversão desse povo ao Cristianismo. O mitologema dessa cultura se dá no casamento dessas culturas de modo que ambos os países sejam tomados como um mesmo lar em Cristo.

5) Como sou o protagonista dessa história, então meu dever é viver essa história e contá-la de uma maneira edificante a quem interessar possa. Só assim os vícios do Brasil atual são trocados pela virtude heróica de buscar uma vida com sentido por estas bandas.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 10 de outubro de 2017.

Certos homens são como unicórnios. Somente as mulheres mais bonitas e pias conseguem domá-los

1) Certos homens são como unicórnios: indomáveis e fogosos, como todo bom cavalo. No entanto, quando estão diante de uma mulher pura e virtuosa, que vive a vida em conformidade com o Todo que vem de Deus, eles se tornam dóceis e tementes a Deus.

2) Quando falo que as moças mais bonitas e pias são as únicas que têm o condão de domar esses cavalos com chifres, não é à toa. Muitos homens vão para os inferninhos porque não há na Igreja uma dama que possa domá-los: em geral, o que você vê na Igreja são pessoas idosas. E uma Igreja sem pessoas jovens é uma Igreja em crise.

3) Um apostolado nessa direção precisa ser praticado. Não conheço resposta melhor ao feminismo do que isso.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 10 de outubro de 2017.

Não meça sua história amorosa pelo número de mulheres que você comeu, pois não há virtude no pecado

1) Até 2016, quando finalmente venceu a série mundial, o Chicago Cubs passou mais de 100 anos sem ser campeão no baseball. Por muito tempo, eles ficaram conhecidos como lovable losers (admiráveis perdedores). Esse tipo de coisa no Brasil é uma coisa inconcebível, mas ela não acontece só nos esportes, mas também na própria vida.

2.) No Brasil, um homem de sucesso se mede por quantas mulheres ele comeu. Como levei 14 anos para ter minha primeira namorada, então neste quesito eu sou um lovable loser. Mas essa primeira namorada não tinha nada de bom - então larguei-a de mão e desde então estou procurando alguém que tenha algo a acrescentar.

2.2) O lado bom de ser um lovable loser é que venci ao perder - a cada derrota, uma nova vitória. Como sempre acreditei que beleza aponta para a bondade e para a verdade, então as republicanas que não tinham outra coisa senão beleza exterior não me impressionavam tanto.

2.3) Quando migrei pra vida online, para a vida intelectual, é que passei a dar mais valor à castidade. E quando me profissionalizei, um ano depois da JMJ, é que finalmente encontrei mulheres dignas com as quais pudesse conversar.

2.4) As primeiras amizades surgiram - e neste ano é que pude conhecer algumas moças de minha terra que são tão lindas quanto as polonesas que vi. Eu as adicionei não faz muito tempo, mas estou criando coragem para conversar com elas.

2.5) Se uma delas me disser "sim", ótimo; se eu ouvir um "não", não tem problema.

3) A única coisa que sei é que estou perto da maior vitória pessoal que já tive. E isso que vivi mereceu realmente ser contado como história.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 10 de outubro de 2017.

Notas sobre a batalha estética e espiritual que se dá entre uma paróquia cheia de belas moças pias e um inferninho cheio de belas moças escravas do pecado.

1) Justamente por ter visto o que vi na minha paróquia, quando houve a JMJ aqui no Rio de Janeiro, que posso comparar, no campo do imaginário, a batalha espiritual e estética que se dá entre uma pequena paróquia da diocese de Cracóvia - cheia de jovens e belas moças pias, imitando o exemplo de Nossa Santa Mãezinha - e um inferninho no Rio de Janeiro, cheio de jovens e belas moças imitando o exemplo de Mariane, a mãe de todas as prostitutas.

2) Para que essa batalha estética espiritual se desse no campo da realidade, a Arquidiocese do Rio de Janeiro deveria fortalecer a catequese de modo a dar às moças mais bonitas e devotas a tarefa de usar a sua beleza natural para a evangelização daquele que se apaixonar verdadeiramente por ela.

3) Se isso fosse feito sistematicamente, muitos dos inferninhos seriam trocados pelas Igrejas. Afinal, há muito a se ganhar tendo por namorada uma jovem e pia mulher católica do que namorando uma republicana de balada.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 10 de outubro de 2017.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Sobre os tipos de história que gosto de contar

1) Não gosto muito de ficção. Não gosto de criar personagens - isso me soa muito artificial. A não ser que os personagens sirvam de alegorias ou símbolos para explicar alguma coisa no mundo real, eu prefiro contar histórias reais, histórias que eu vivi.

2.1) Não gosto de falar da vida pessoal como a maioria das pessoas gosta de fazer: de maneira vazia, nada edificante.

2.2) Quando falo da minha vida pessoal, eu falo da minha experiência enquanto ser humano - estou no mundo e interajo com ele, enquanto tento encarar o desafio de tomar o país como um lar em Cristo, apesar desta República e deste desgoverno. E o que aprendo e observo serve de exemplo para outros.

3) Minha vida é um laboratório de experiências nacionistas. A teoria tem lastro em coisas que vivi ou que observei em outras pessoas. Se é preciso casar ciência com literatura, então devo contar minha vida enquanto um laboratório de experiências que farão outras pessoas tomarem o país como um lar em Cristo, apesar da República e dos movimentos revolucionários.

4.1) Não contarei minha vida do nascer até a velhice. Contarei histórias dignas de serem contadas - recortes da minha vida que considero interessantes e que julgo necessário compartilhar com todos os que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento.

4.2) Afinal, minha vida não é de domínio público, mas os meus pensamentos são. Mas não é todo e qualquer pensamento - somente os que são bons e edificantes, pois desejo o melhor aos meus semelhantes. O pecador que eu sou, isso eu deixo para Deus, no confessionário. E este mistério eu deixo para quem entende do assunto.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2017.

O namoro está em crise

1) Nas poucas vezes que me apaixonei, na maioria das vezes ou quase todas eu não fui correspondido.

2) Não há algo que me entristeça mais do que isso.

3) Vejo que a pessoa amada é virtuosa, sou sincero quando falo que adoraria ter uma pessoa como ela na minha vida, mas a pessoa não está aberta a um relacionamento, no momento.

4) Meu colega Allan dos Santos dizia que mulher gosta de verdade. Tem certeza de que isso é verdade? Sou verdadeiro, mas sou preterido. Agora, com os playboys a maioria abre até as pernas.

5) De fato, há uma crise no namoro.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2017.

Por que passei tanto tempo sem namorada?

1) Na época da faculdade, eu ligava muito para a beleza exterior. Durante muito tempo eu tentei namorar modelos - em termos de beleza exterior, era o que havia de melhor, mas a maioria absoluta delas era vazia, não tinha nada a acrescentar, em termos de conversa edificante, construtiva.

2) Como sempre fui muito exigente nessa área, só pouquíssimas mulheres na faculdade me chamavam a atenção. Se fosse jurado de concurso de beleza, eu de longe seria o mais rigoroso deles. Dentre as poucas que eram realmente lindas, nenhuma delas tinha a beleza interior das polonesas, coisa que só aprendi mais tarde, na JMJ.

3) Deve ser por isso que passei 14 anos fracassando, na minha tentativa de ter uma namorada - eu só ligava para a beleza exterior, já que a beleza interior não me existia como parâmetro. E quando namorei pela primeira vez, aos 31 anos, o namoro foi um desastre. A namorada era linda, mas era vazia. Além disso, falava muita abobrinha.

4) Quando aprendi o que era castidade é que percebi a importância da combinação de beleza exterior com a beleza interior de modo a apontar as coisas para a conformidade com o Todo que vem de Deus. Como o professor Olavo fala, as pessoas não cultivam as virtudes morais, pois a beleza das pessoas é usada para o mal, para o pecado.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2017.

Notas sobre a questão do conhecimento por presença - o caso das belas moças polonesas que vi na JMJ

1) Eu posso afirmar que o que vi na JMJ me ensinou mais sobre castidade do que muitas das minhas catequeses do meu tempo de crismando.

2) O professor Olavo de Carvalho fala em conhecimento por presença. A maior prova disso é que beleza exterior das polonesas, refletindo a sua beleza interior, me ensinou muito mais sobre isso do que as aulas dos meus catequistas. Para mim, as ações delas me bastaram mais do que as palavras.

3) Por mim, haveria JMJ todos os anos aqui no Rio de Janeiro. São essas coisas, esse tesouro de exemplos, que fazem o país ser tomado como se fosse um lar em Cristo, pois é do exemplo do peregrino virtuoso que podemos ter um parâmetro para comparar o certo e o errado, do ponto de vista da conformidade com o Todo que vem de Deus.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2017.

Memórias do tempo em que fazia crisma

1) Eu lembro do meu catequista dizendo que ir à balada é pecado, uma vez que a beleza das moças que freqüentam tais lugares é voltada para o mal, com fins vazios.

2) Meu catequista está certo, pois este argumento é objetivo. Mas, para que esse ensinamento religioso se converta em lei que se dá na carne, a paróquia tinha que oferecer a um jovem com os hormônios em alta a possibilidade de conhecer moças virtuosas, tão bonitas quanto as republicanas que vão às baladas - e a Igreja, antigamente, promovia quermesses, que já não existem mais. Como a mais bonita das jovens da paróquia é uma baranga perto da republicana de zona sul, o ensinamento do catequista se torna flatus vocis, moralismo religioso vazio, um tiro no próprio pé. Se a beleza exterior não casa com a beleza interior, então a catequese será ruim, pois o conceito de beleza é inexoravelmente ligado ao conceito de verdade, coisa que é conforme o Todo que vem de Deus.

3) Os jovens que estão nessa faixa etária não estão interessados em servir a Cristo em terras distantes, tal como se deu em Ourique, pois esse tipo de coisa pede maturidade. Certamente eles vão querer alguém geograficamente mais perto, dado que a fisiologia fala mais alto do que a razão.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2017.

O que diria para o jovem Dettmann, no alto de seus 17 anos, quando estava começando a procurar uma namorada?

1) No Rio de Janeiro, é mais provável encontrar mulher bonita na balada. As mulheres são lindas, mas ordinárias. Elas não são muito diferentes das atrizes pornôs. O mínimo que você consegue nesses casos é uma DST, além da carteira pelada, dado que as coisas custam os olhos da cara.

2) No alto do meus 36 anos eu posso afirmar que o melhor lugar para se encontrar uma mulher bonita é numa Igreja de um lugar qualquer da Polônia. E as mulheres de lá são lindas mesmo, tanto por fora quanto por dentro.

3) Se fosse um pouco mais jovem, eu iria economizar dinheiro para fazer uma peregrinação em Cracóvia. Bem melhor do que torrar dinheiro numa noitada de sábado no Rio de Janeiro.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2017.

Memórias da JMJ que houve aqui

1) Quando comecei a assistir missa, por força da JMJ, eu vi muitos jovens na paróquia. As moças da Polônia eram de longe as mais bonitas - nem a mais bonita das moças da minha paróquia chega perto delas, em termos de beleza. Cheguei a me apaixonar por uma delas, mas não sabia como me comunicar com ela, pois não sabia polonês.

2) Além disso, a beleza exterior cumpre muito bem o seu propósito: realçar a beleza interior, fundada na conformidade com o Todo que vem de Deus.

3) Quando houve a JMJ aqui, foi oferecido um curso de polonês. Como estava começando, nem sabia da existência desse curso. Perdi uma grande chance!

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2017.

domingo, 8 de outubro de 2017

Às vezes, um acordo com Deus contém cláusulas que lembram o acordo que Fausto fez com o demônio, em Goethe

1) Eis o pacto que farei com Deus: pedirei a graça de ter uma polonesa muito católica como esposa. Se isso me for concedido, então muito me será dado. E se muito me será dado, então muito me será cobrado.

2) De onde virá o dinheiro para o casamento? Da advocacia. A advocacia é aquela cláusula do pacto que lembra muito aquilo vemos na obra Fausto, de Goethe; ela é um verdadeiro inferno. Afinal, se quero o paraíso em forma de mulher, então eu vou ter que me preparar para o inferno: a advocacia. Esse é o preço que tenho que pagar. Por sorte, posso me consagrar à Nossa Senhora de Częstochowa, a padroeira dos poloneses, e consagrar a advocacia e o meu casamento a ela - assim vencerei o inferno da minha profissão tal como Cristo venceu a morte, com a sua redenção.

3) Tirando meu amigo Heitor-Serdieu Buchaul, ninguém foi testemunha dos sofrimentos por que passei na faculdade de Direito. Formar-me foi um martírio - tive depressão e tive muita ajuda da família para conseguir me formar. Se há uma cruz cujo madeiro é indiscutivelmente de chumbo, com certeza isso está na advocacia, principalmente nas nossas atuais circunstâncias. Se tenho o paraíso na forma de esposa, certamente poderei carregar minha cruz do modo mais terno possível.

4) Se minha esposa é parte de um povo que suportou até mesmo a dura provação do comunismo de modo a sair fortalecido na fé, com certeza precisarei de uma pessoa muito forte, capaz de me consolar, pois posso ter crises de ansiedade e depressão por força do trabalho. E de uma polonesa com certeza terei isso, não tenho dúvida. Ela não precisa trabalhar - por ela agüento o tormento dos tribunais de modo a pôr comida na mesa para ela e meus filhos. Se me sobrar alguma coisa, eu continuo escrevendo.

5) Quando os direitos autorais dos meus escritos pagarem mais que meus honorários, volto a minha profissão de escritor, pois advocacia pra mim é bico. Um bico que paga muito bem, infelizmente.

6) Se tiver que defender alguma causa importante, levo minha polonesa e meus filhos para o tribunal para assistirem ao julgamento. Sem apoio da família, não consigo nada.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 8 de outubro de 2017.

Por que não trabalho com economia subordinada?

1) Se tivesse de trabalhar em economia subordinada, em que meu contrato de trabalho fica anotado na carteira, certamente não gostaria de ter por chefe um idiota qualquer. Se sentir que meu chefe é um imbecil, peço demissão, pois de jumento comandando o país já basta o presidente da República - um palhaço que sou obrigado a aturar uma vez a cada 4 anos, quando ocupa a cadeira de presidente da República, no Palácio do Planalto.

2) Por isso que prefiro ter um monarca que seja como D. Afonso Henriques. Ele é líder pela graça de Deus, e é vassalo de Cristo a ponto de nos reger por gerações. Prefiro lideranças sábias e esclarecidas que me tomem como parte da família dos descendentes de D. Afonso Henriques. Estou farto de energúmenos como Lula ou Dilma. Ou mesmo de aproveitadores como o Temer. Ou de ladrões como Sarney e Collor, assim como de fdps como FHC.

3) Se meu rei é exemplo, então o meu patrão - um microscosmos do rei - precisa imitá-lo. Se não fizer isso, prefiro ser servo dos servos de alguém que saiba ser o senhor dos senhores, uma vez que este imita ao próprio Cristo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 8 de outubro de 2017.

O cu é o meu país - por que o separatismo gaúcho é uma teoria analcêntrica na sua configuração política?

1) Reduzir os argumentos dos separatistas gaúchos ao ridículo foi fácil demais.

2) Esses idiotas têm um horizonte de consciência muito reduzido. Assim como nação homossexual não existe, dado que ninguém se reproduz, não há nação formada por idiotas, dado que ninguém produz cultura decorrente de experiências autênticas fundadas no fato de se tomar o país como um lar em Cristo.

3) Como o idiota só mede as coisas com base nele mesmo, ele só produz a excrescência que é tomar o país como se fosse religião, em que tudo está no Estado e nada pode estar fora dele ou contra ele. Ou seja, um tipo de cultura analcêntrica. Afinal, do cu não sai vida - apenas titica.

4) Em resumo, os separatistas não fazem outra coisa que não cagar pela boca - ou pelos dedos, quando escrevem suas asneiras no facebook. São burros, analfabetos e vigaristas, além de acusarem os outros daquilo que de fato são, como todo e qualquer bom revolucionário.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 8 de outubro de 2017.

De nada adiantam a liberdade e a responsabilidade fiscal sem o seu devido fundamento, que é a verdade

1.1) Um bom liberal sempre diz que servir liberdade implica ter senso de responsabilidade fiscal.

1.2) Como no Rio Grande do Sul o governo é pautado pela irresponsabilidade fiscal sistemática, então o separatismo não passa uma burla aos compromissos fundados no pacto federativo.

1.3) Paraná e Santa Catarina não possuem o mesmo problema que esse estado. Como não querem ter um sócio incômodo, vão se separar, gerando separatismo do separatismo. Uma reação em cadeia, diga-se de passagem.

2.1) De nada adianta ter liberdade e ter responsabilidade fiscal se isso não se funda na verdade, na conformidade com o Todo que vem de Deus.

2.2) O sul não tem uma cultura de província que sirva de modelo para que o Brasil como um todo seja tomado como um lar em Cristo - e é isso que chamo de escola de nacionidade.

2.3) Por não ter esse senso de nobreza cultivada, uma cultura fundada nisso, ele não pode, por força de sua história como província, opor uma exceção justa diante desse desgoverno que nos domina, uma vez que muitos de seus homens públicos lançaram as bases doutrinais para que a república no Brasil dominasse a todos absolutamente.

2.4) A maior prova disso foi Júlio de Castilhos - sua doutrina política produziu uma árvore envenenada em cuja genealogia estão inclusos tiranos notórios como Getúlio Vargas, Brizola e Dilma Rousseff. Pelos frutos podres que ocuparam tanto o Catete quanto o Planalto, o Sul não nos deu nada de bom. E é por não ter fornecido nada de bom que não pode opor razão justa que leve a região tomada como se fosse religião a suceder-se do resto do Brasil, a não ser que falsifique a História, tal como conhecemos desde o ato de apatria praticado por D. Pedro I em 7 de setembro de 1822, o qual é chamado, falsamente, de Independência do Brasil.

4.1) Por outro lado, o resto do país, por conta de seus esforços combinados, colaborou e muito para que o Sul se desenvolvesse. Em termos geopolíticos - fundados no fato de se tomar o país como um lar em Cristo, apesar desta República - o Rio Grande do Sul depende do Brasil Unido. Além disso, por força do Mercosul, a Argentina e o Uruguai não vão se indispor com o Brasil, pois também dependem do Brasil. Como não terá comércio, o Sul dependerá da ONU, tal como vai ocorrer com Catalunha.

5) Por conta dessas separações artificiais, destituídas de lastro de nacionidade, esses países dependerão de todo um aparato internacional, em que as políticas de segurança do globo serão decididas na ONU.

6) Não só as questões de segurança como também as políticas de fomento econômico, que ficarão centralizadas nas mãos do FMI. Eis a Cosmópolis sendo formada, a Nova Ordem Mundial. 
7) Será que essa liberdade para o nada sistemática, que fomenta separatismos em cascata, é a mãe do conceito de metanacionalidade, tão pregado por conhecidos do professor Iorio? Porque isso não passa de apatria sistemática - além disso, o conceito de metanacionalidade não passa de uma gozação demoníaca. Afinal, a idolatria da pátria não passa de um bem imaginário - e isso não satisfaz necessidades de ninguém, de modo que o país seja tomado como um lar em Cristo e tenha sentido de existir. Trata-se de um bezerro de ouro produzido em doses cada vez menores, quase homeopáticas. Talvez isso acabe virando placebo.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 8 outubro de 2017.