sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Um estudo sobre duas palavras da língua polonesa

Atentem para estas duas palavras em polonês:

ksi - livro

ksiądz - padre

1) O padre serve a todos de modo que a todos tenham conhecimento da palavra de Deus, de modo a que todos estejam em conformidade com o Todo que Ele edificou.

2) Para isso, deve ser uma pessoa preparada e vocacionada para a atividade intelectual, que é um sacerdócio por excelência.

3) Cristo, ao formar os apóstolos, escolheu pescadores e deu a eles o dom de línguas, através do Espírito Santo - e um dos elementos da mais pura sabedoria divina é o domino das línguas de todos os povos, de modo a que todos sejam salvos.

4) Por conta dos primeiros apóstolos, nós aprendemos estas verdades caras - e os apóstolos fizeram discípulos nas palavras de Cristo.

5) A vocação intelectual, enquanto sacerdócio, necessita de uma reta e sólida tradição fundada na verdade. Se Cristo é a verdade, então a tradição edificada por Ele é verdadeira, pois santifica.

sábado, 21 de novembro de 2015

Só muita pouca gente é que me avalia corretamente

O único que acertou ao me avaliar foi o meu amigo Rodrigo Arantes: ele disse, na época de faculdade, que eu tinha um conhecimento empírico monstruoso. Ele disse que, com um pouco de leitura, eu saberia mais do que o Catharino.

O pouco que aprendi com o Olavo e o tempo que passei escrevendo e meditando substituíram a quantidade de leituras que precisava fazer.

É preciso resistir à vaidade

A vida inteira, as pessoas me julgavam saber mais do que realmente sei.

Na  faculdade, houve uma colega que presumiu que eu tinha lido o Mundo de Sofia - livro do qual só ouvi falar somente a partir dela, naquele momento. Passei pela minha vida de escola sem ouvir falar desse livro. Os anos se passaram - nunca li o livro e ele nunca me fez falta.

Aliás, boa parte dos livros que o Olavo recomenda no COF não me são necessários agora, no momento em que me encontro. Até porque muitos deles fogem à minha competência - e não me sinto pronto para lê-los agora. Quem sabe algum dia os leia?

Respostas sobre o meu método de aprender

Certos alunos do Olavo ficam me enchendo de perguntas o dia inteiro.

Embora eu seja aluno do Olavo, eu prefiro aprender as coisas que ele ensina aos poucos, na medida do possível - geralmente, eu o faço por osmose. Mal tenho saco pra ler 1 livro por ano - que dirá 50! E não sou necessariamente um ignorante - sou conhecido, entre os meus pares, por ser uma pessoa esclarecida e com grande discernimento. Quando abro a boca, eu falo só que é bom e necessário. E me declino do convite de falar sobre coisas que fogem à minha competência.

Eis aí o segredo de tudo o que faço aqui, ao longo desses anos todos. Quando São Paulo falou que devemos suportar pacientemente uns aos outros, ele realmente não estava brincando. Agora, eu compreendo na carne tudo o que ele falou.

Da necessidade de se cultivar uma certa ignorância, enquanto você adquire conhecimento

1) Pode parecer estranho dizer, mas eu tenho orgulho de ser ignorante. Ao longo da vida,  eu aprendi, de maneira conveniente e sensata, a cultivar uma certa ignorância, de modo a ser mais humilde. E sendo humilde, eu me tornei mais sábio.

2) Gosto de saber, mas tem certas coisas que não quero saber agora, pois sinto que não estou pronto ainda para aprender certas coisas. E para eu aprender certas coisas, eu vou precisar me preparar espiritualmente para este assunto, tal como me preparei para o nacionismo. Afinal, isso demanda um certo tempo, um certo esforço, uma dedicação, pois viver a vida em conformidade com o Todo que vem de Deus implica necessariamente compromisso com a excelência.

3) Muitas coisas da doutrina da Igreja Católica eu não sei, pois nunca tive oportunidade de aprender. Até porque não encontrei uma pessoa bondosa o suficiente para me orientar em certas coisas sem eu correr o risco de cair no pecado da soberba, coisa que atinge a muitos rad trads - se eu ler demais, sem meditar a respeito do peso que cada palavra tem nas minhas leituras, eu terminarei meus dias fazendo o que eles fazem no facebook: semeando má consciência pelo mundo afora.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 21 de novembro de 2015 (data da postagem original)

Rio de Janeiro, 31 de novembro de 2016 (data da 1ª atualização da postagem)

Matérias relacionadas:

http://blogdejoseoctaviodettmann.blogspot.com/2014/09/e-preciso-cultivar-uma-certa-ignorancia.html

Resposta sobre o meu estilo de escrever - Resposta 3

Me perguntam:

_ José, dos livros que o Olavo recomendou, quantos você já leu?

Eu respondo:

_ Nenhum. Leio só os da pesquisa que investigo. Quanto menos eu ler, menos arrogante eu fico. Prefiro meditar a ler.

Respostas sobre o meu estilo de escrever - Resposta 2

Me perguntam:

_ José, quantos textos você já leu em voz alta? Você já decorou Os Lusíadas?

Eu respondo:

_ É mais edificante fazer leitura silenciosa. Além disso, esse negócio de decorar poemas e textos clássicos só me deixaria neurótico. Passei 23 anos (de 1989 a 2012) decorando coisas, de modo a passar de ano - e teve épocas em que já fui submetido a prova oral, quando cursei Direito. Atualmente, eu não quero saber de decorar nada - nem poema, nem número de celular. O que me interessa saber é onde está a informação e consultá-la, de modo a compreendê-la. O resto, a meditação e a conformidade com o Todo que vem de Deus suprem.

Resposta aos presunçosos

Me falaram:

_ Agora que imitei os autores da língua portuguesa, estou começando a imitar os autores de língua inglesa e francesa.

Eu digo:

_ Eu não tenho necessidade de imitar alguém, a não ser Jesus Cristo, já que Ele é o caminho, a verdade e a vida. Eu só escrevo aquilo que o Espírito Santo me manda escrever - e faço aquilo que preciso fazer, de modo a estar em conformidade com o Todo que vem de Deus. Pra que ficar me vangloriando em imitar o filho do Homem? Não preciso dessa melancia no pescoço.

Respostas sobre o meu estilo de escrever - Resposta 1

Me perguntam:

_ José, você imitou o estilo dos grandes escritores da língua portuguesa?

Eu respondo:

_ Os únicos que imitei foram os autores de patrística da igreja. Só que eu adotei alguns elementos da escrita moderna: escrevo textos curtos e simples. Cada texto meu é enumerado, pois expõe todos os argumentos, de uma maneira simples e sucinta.

Os meus inimigos não sabem nem me ofender direito - Exemplo 2

1) Os meus inimigos são incapazes de me xingar, pois me chamam de ortodoxo.

2) Ortodoxo segue a opinião fundada na verdade, pois Cristo é a verdade. Se a doutrina é um estudo uma opinião abalizada, então eu sou ortodoxo.

3) Heterodoxia é seguir o relativismo moral. E o relativismo moral decorre de relativizar os ensinamentos de Cristo. Logo, a heresia e a apostasia são demoníacas, pois são o substrato sob o qual se edifica a mentalidade revolucionária, que ousa por forças humanas destruir o que foi divinamente instituído.

Os meus inimigos não sabem nem me ofender direito - Exemplo 1

1) Teve gente que me mandou ir pro Vaticano, pra cruz que me pariu. Afinal, da morte de Cristo veio-me à vida na conformidade com o Todo que vem de Deus e o constante desejo de servir a Ele nestas terras distantes, tal como foi consagrado em Ourique.

2) É melhor que me mandem pro Vaticano do que pra Cuba. Pois o homem virtuoso veio do barro limpo - não da merda. Do barro limpo, fomos feitos à imagem e semelhança de Deus. Se eu disser sim a Deus, sempre, tal como fez Nossa Senhora, estarei em santidade, reproduzindo-se em mim as feições Cristo, o segundo Adão, o Adão definitivo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Sobre a verdadeira pátria grande que devemos buscar


1) Minha pátria grande não é com Cuba e muito menos com gente que só tem merda na cabeça.

2) Minha pátria grande se dá com o Cristo Crucificado de Ourique - sem Portugal, meu Brasil não passa de um quinhentismo apátrida. Quero meu reino unido de volta!

Posts sobre quinhentismo:

01) Verde-amarelismo é para quem planta couve (ou mandioca, como diria a Dilma): http://adf.ly/cjhUW

02) Como sair do quinhentismo? http://adf.ly/dZdRW

03) Somos tão estrangeiros quanto os que não nasceram aqui justamente por sermos mais brasileiros do que os idiotas daqui: http://adf.ly/eOilw

04) O quinhentista é um neopagão: http://adf.ly/1Oxsos

05) Método para se redescobrir o sentido de ser brasileiro: ser como foi a Espanha: http://adf.ly/qquQP

06) Lembremos sempre de El-Rey D. Afonso Henriques e de Ourique: http://adf.ly/1OxtDx

07) O sentido da independência não deve ser interpretado de maneira absoluta: http://adf.ly/1OzXgR

08) Sobre a necessidade de se lembrar de Ourique em tempos de grande perigo: http://adf.ly/1OzY59

09) Para se combater a mentalidade revolucionária, é preciso se repensar o conceito de colônia: http://adf.ly/1OzYbu

10) O debate político se dá no alto dos céus e não debaixo da terra: http://adf.ly/1P00Ti

11) Ourique confirma o descobrimento do Brasil - e o descobrimento se torna o desdobramento da tradição edificada por Cristo em terras americanas: http://adf.ly/1P00lr

12) Não há Brasil sem Ourique: http://adf.ly/1P0117

13) O conservantismo é filho do quinhentismo: http://adf.ly/1P01Oq

14) Meditação sobre o dia das missões: http://adf.ly/1P01fD

15) Do mal do quinhentismo no movimento monárquico: http://adf.ly/1P024j

16) Brasil e EUA como terras prometidas - uma análise comparada: http://adf.ly/1P02QQ

17) Contra os vícios da república e contra os pecados de alguns monarquistas: http://adf.ly/1P02Ze

18) A verdade sobre o quinhentismo: http://adf.ly/1P02tO

19.1) Do nacionismo como cultura de exportação: http://adf.ly/1P03Aj

19.2) Uma análise circunstancial do fenômeno: http://adf.ly/1P03SM

20) Na boa poesia, encontramos o casamento do eu-lírico com o eu-nacional: http://adf.ly/1P03iN

21) Conversa com um jovem escritor: http://adf.ly/1P03wI

22) É em Ourique que se sepulta o quinhentismo e a miséria cultural e espiritual do Brasil: http://adf.ly/1P04Gb

23) Receita para se despovoar o Brasil: http://adf.ly/1P04Pe

24) Do mito do paraíso perdido: http://adf.ly/1P04f8

25) Uma excelente conversa que eu tive: http://adf.ly/1P04rQ

26.1) O quinhentismo teve impulso por força das revoluções liberais que varriam a Europa, por conta da Revolução Francesa: http://adf.ly/1P058Y

26.2) Conclusão do meu raciocínio: http://adf.ly/1P05MW

27.1) Todo revolucionário recomenda leituras não solicitadas, como as de Oliveira Vianna: http://adf.ly/1P05VK

27.2) Oliveira Vianna é um herege político: http://adf.ly/1P05l4

28) Da apatria praticada pelos juridicamente polipátridas: http://adf.ly/1P05yP

29) Dos dois tipos de eu-nacional: http://adf.ly/1P06Bx

30) Estratégia para se combater o quinhentismo: aquisição sistemática da cidadania portuguesa: http://adf.ly/1P06JR

31) Todas as tradições liberais que são fora de Cristo são heréticas: http://adf.ly/1P06cC

32) Do centurismo: http://adf.ly/1P06nS

33) Sobre a Nova Reconquista que há de ser feita: http://adf.ly/1OxSUm  

34) O quinhentismo não passa de um centurismo de quinta categoria: http://adf.ly/1P0zUk

Sobre a verdadeira pátria grande:

Sobre as fundações lógicas da pátria brasileira: http://adf.ly/cr82S

Gostou do meu trabalho? Que tal fazer uma doação? Com a sua ajuda, eu posso escrever ainda mais coisas de qualidade.


A bandeira da França é uma bandeira de pirata


1) Como já falei em outra ocasião, quando se conserva o que é conveniente e dissociado da verdade você está necessariamente contaminando o branco, o símbolo da igualdade perante a lei eterna, com impurezas. E a igualdade perante a lei se fundará em sabedoria humana dissociada da divina - além de ser insincera, ela será inconstitucional, pois todos terão o direito de dizer a verdade que quiserem, a ponto de ofender a falsa ordem constitucional tomada como se fosse verdadeira

2) Se há impurezas no branco, então a fraternidade universal não existe - e onde não houver fraternidade universal, haverá conflitos de interesse qualificados pela pretensão resistida, pois, como todos têm o direito de ter a verdade que quiserem, então a violação à lei torna-se direito, pois todos têm o direito de serem tolos. Diante de uma ordem dessa, tudo vai ter que ser decidido pelo Estado - a ponto de tudo estar no Estado e nada deve estar fora dele. E isso leva a tomar o país como se fosse religião.

3) Se tudo é regulado e a fraternidade universal não existe, então a liberdade não existe. Ela vira apenas uma concessão estabelecida pela carta constitucional - coisa que é precária e que pode ser revogada a qualquer momento, pois isso é fundado em sabedoria humana dissociada da divina.

4) Enfim, a bandeira da França pós-1789, que promete ser a cor do arco-íris, torna-se uma cor preta, que representa uma verdadeira ausência de cor. E onde não há cor a morte impera. No fundo, a bandeira atual da França não passa de uma bandeira de pirata disfarçada, pois toda constituição fundada nos valores dessa falsa bandeira será uma carta de corso, de modo a matar o senso de se tomar o país como se fosse um lar, com base na Pátria do Céu.

Ver também:

Não se reponde barbárie com barbárie: http://adf.ly/1RtUCP

Ainda sobre a nova barbárie de Paris: http://adf.ly/1RtYNg

Não se cura ressaca com uma nova bebedeira: http://adf.ly/1RvG1l


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Ainda sobre a nova barbárie de Paris

1) Ainda que haja uma lei no Código Penal Francês proibindo que se pratique o republicanismo explícito, tal lei não vai pegar, pois o regime decorrente da Revolução de 1789 conserva o que é conveniente e dissociado da verdade.

2) Isso constitui um prato cheio para os marxistas, pois, para eles, a lei é um preconceito burguês.Se algum imbecil organizar "de brincadeira" um ato pacifista, do tipo "faça amor, não faça a guerra", isso vai causar uma destruição ainda mais gigantesca. A cultura francesa está toda viciada em libertarismo e relativismo moral, isso sem contar o famigerado marxismo cultural, feito à moda de Antonio Gramsci. Isso é pior do que uma bomba atômica.

Ver também:

Não se reponde barbárie com barbárie: http://adf.ly/1RtUCP

Não se cura ressaca com uma nova bebedeira: http://adf.ly/1RvG1l

Não se responde barbárie com barbárie


1) Na França, para se responder aos atentados terroristas, estão promovendo verdadeiras orgias em praça pública, bem ao estilo "faça amor, mas não faça a guerra".

2) Os que puseram bandeiras da França no perfil não percebem que essa barbárie e essa bandeira são sinônimas. Os revolucionários de 1789 simplesmente destruíram imagens dos santos das Igrejas - e no lugar puseram imagens de prostitutas. O próprio símbolo da república, a famigerada Mariane, é uma puta seminua - é a mãe de todas as prostitutas.

3) Enfim, não se responde a barbárie islâmica com barbárie laica. Eis a prova cabal de que os cristianismo, fundado na conformidade com o Todo que vem de Deus, é crucial para se responder à altura a essa ação criminosa.

Matéria relacionada (em francês): http://adf.ly/1RtU6v

Ainda sobre a nova barbárie de Paris: http://adf.ly/1RtYNg

Não se cura ressaca com uma nova bebedeira: http://adf.ly/1RvG1l

A bandeira da França é uma bandeira de pirata: http://adf.ly/1Rx7UZ

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Por que não quero ser padre

1) Meu pai fala que eu deveria ser padre.

2) Ora, para ser padre, eu deveria ter um amor tão grande por Deus, a tal ponto que não poderei amar uma mulher de tal modo a constituir uma família. Pois o amor a Deus me leva a servi-Lo, a ponto de ser operário de sua vinha. Infelizmente, esse amor por Deus não me é tão grande quanto o do meu padrinho - coisa que é muito nobre, pois isso o leva a ser pai de muitos, tal como ocorre com um Rei ou Imperador. A diferença é que ele faz isso com base na pátria do céu, nas circunstâncias locais da paróquia.

3) O fato de muitas mulheres serem imitadoras de Mariane só faz com que eu dê valor àquelas que sejam verdadeiras damas, que sejam imitadoras de Nossa Senhora naquilo que ela fez de melhor: ser mãe. E exemplos não faltam, como Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho, lendário Bispo de Hipona.

4) Deus proverá uma boa esposa para mim. Enquanto isso não ocorre, eu continuarei trabalhando em prol do meu país. Aquela que se mostrar digna de mim, que sou pelo que é conforme o Todo que vem de Deus. será minha esposa, mãe dos meus filhos. E para se mostrar digna de mim, é preciso que ame e rejeite as mesmas coisas tal como eu faço: tendo por Cristo fundamento. Se isso existir de fato, nós nos poremos juntos em missão, de modo a constituir uma família juntos, na conformidade com o Todo que vem de Deus. 

5) A minha vida já é cheia de sacrifícios, de modo a se ter uma vida digna. E não me importo de sacrificar mais um pouco as coisas, de modo a que meus filhos tenham uma formação digna e sejam verdadeiros cavalheiros e damas em Cristo, com a ajuda de minha esposa. Só não aceito que me tirem da missão em que me encontro agora de modo a agradar caprichos egoístas, tal como minha ex-namorada costumava fazer comigo. É pé na bunda certo.

domingo, 15 de novembro de 2015

Não se comemora feriado fake


1) Comemorou feriado fake? Além de um lugar garantido no inferno, ao se manter neutro em tempos de crise, já que você não é quente e nem frio! Sorte sua que não sou muçulmano - não vou cortar sua cabeça por conta disso, pois os próprios fatos te mostrarão o quão desonroso você é, ao conservar o que é conveniente e dissociado da verdade, como esta república!

2) A sua desonra é que leva a essa gente islâmica a praticar terrorismo na nossa terra, mais cedo ou mais tarde! Portanto, a culpa é sua, seu apátrida!

Sobre a questão da publicação do meu livro

Do meu amigo Ernane Garcia​: 

"Amigo José, acho que você precisa mesmo escrever um livro. Acho que você deveria compilar alguns dos seus melhores ensaios e submeter o manuscrito para alguma editora, pois você é um excelente escritor."

Eu respondo:

1) Um livro não sai da noite pro dia. A maior dificuldade que tenho é sistematizar as idéias. Quando posso, leio cada postagem no meu blog e tento estabelecer uma relação entre uma postagem e outra - e vez ou outra eu publico algumas compilações de idéias.

2) Além disso, livro é uma arma. Sou favorável a que os amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento, sejam armados até os dentes - e meus livros são parte do arsenal. Agora, eu não quero que meu armamento vá parar em mãos erradas, como as mãos imundas dos protestantes e dos conservantistas. Não vou publicar livro com intuito de estes adquirirem o meu trabalho. Só católico é que tem permissão para ler e estudar o que penso.

3) Sou a favor do desarmamento dos conservantistas e do controle de armas, de modo a que esses calhordas não usem essas armas que construo contra nós. A maior prova disso é que os protestantes usam a Bíblia, feita por católico para católico, como arma de destruição em massa contra o catolicismo.

4) Vocês podem me chamar de escritor - no entanto, de certa forma sou uma espécie de armeiro. E estou construindo uma arma de destruição em massa contra os apátridas e consevantistas. E vou armá-los até os dentes contra eles.

sábado, 14 de novembro de 2015

Não se cura ressaca com outra bebedeira


1) Entre um azulzinho (libertário) e um vermelhinho, há a igualdade branca, cor neutra que conserva o que é conveniente e dissociado da verdade.

2) Com esse festival de bandeiras francesas pós-1789 por aí, isso é um indício de que estou vendo conservantistas por toda a parte. Não seria melhor botarem a antiga bandeira real da França, com a flor de lis, em vez da bandeira apátrida e revolucionária? Cantem a Marselhesa lá no quinto dos infernos! Não se cura ressaca com outra bebedeira! Não se combate terrorismo islâmico relembrando as pretensas glórias de um regime tirânico, genocida, anticristão e antimonárquico. Podem me chamar de chato, mas sou pelo que é historicamente correto, pois sou pelo que é conforme o Todo que vem de Deus.

3) Quando falo que os bárbaros sitiam a minha fortaleza espiritual, não é à toa. Os idiotas úteis botaram arco-íris nos seus perfis. Agora, vejo idiotas úteis pondo a bandeira da França pós-1789, da França sem Deus, em seus perfis. Kierkegaard falava da importância da repetição, mas, neste caso, a repetição só prova a desutilidade da sabedoria humana dissociada da divina.

4) Eu vou passar o resto da vida expondo a verdade sobre essa melancia no pescoço que vocês botaram, tal qual aquela história do famigerado arco-íris, quando rasgaram a constituição nos EUA, de modo a permitir o casamento gay! A bandeira da França pós-1789 é o primeiro arco-íris da História, enquanto símbolo do igualitarismo, pois o arco-íris dos nossos tempos está sendo usado para se apoiar o gayzismo.

5) Quando vocês me deletam, eu digo: viva à liberdade em Cristo, viva à igualdade perante a Lei Eterna, que emana de Deus, e viva à fraternidade universal, coisa que se dá por Cristo, com Cristo e em Cristo, na Santa Igreja de Deus, a noiva do cordeiro. Pois a mais bela das flores, a flor de lis, nasce no meio dos piores lamaçais revolucionários. E a aliança do Altar com o Trono, tal como se instalou em Ourique, voltará ainda com mais força. Eis aí o meu martírio virtual - é o mesmo martírio por que passou o papa Bento XVI. Eu não perdi amigo nenhum, só ganhei mais um amigo imaginário que ama e rejeita as mesmas coisas, com base na pátria do Céu.

Ver também:

A bandeira da França é uma bandeira de pirata: http://adf.ly/1Rx7UZ

A última flor do Lácio é uma flor de lis boa: http://adf.ly/kzPp9

O fim da República começa com a extinção das forças armadas - eis o dever do último presidente do Brasil para com a História


1) A imagem da queda da monarquia sintetiza muito bem a nossa realidade: foi como se todos nós tivéssemos sido expulsos do Paraíso. Isso está numa poesia de Souzândrade - e isso produz uma forte e indelével imagem da nossa decadência moral e espiritual, por conta de renegarmos Ourique e adotarmos os valores libertários e conservantistas que mantêm este regime revolucionário de pé, este pecado capital institucionalizado, que é tomado como se fosse virtude e que serve de base para os pecados sociais mais graves praticados pelo PT e Foro de São Paulo: a república federativa do Brasil, também conhecida como República dos Estados Unidos do Brasil, que macaqueia a congênere da América do Norte em todos os seus vícios, nunca nas virtudes.

2) Se o pecado, o regime nefasto, entrou por uma instituição, por um só grupo organizado de homens, então o fim desse regime nefasto começará pela extinção desta instituição historicamente criminosa: As Forças Armadas, em especial o Exército Brasileiro.

3) Se eu fosse presidente do Brasil, o último presidente da história deste espectro de pátria em que vivo, eu extinguiria as Forças Armadas - e no lugar delas eu recriaria a antiga Guarda Nacional, coisa que havia nos tempos do Império. Seria a milícia composta só de cidadãos honrados e com reputação ilibada, os 93% que constituem a reserva moral da nação e que não sucumbiram ao comunismo. 

4) A República é, pois, obra demoníaca do Exército - e para se acabar com a República, deve-se extinguir o Exército primeiro, além de seus acessórios: a Marinha e a Aeronáutica, que se seguem a sorte do Principal, ao compor um todo que é um nada: o Estado-Maior apátrida.

5) Quem toma o país como se fosse um lar tem o dever natural de defender a pátria. Não podemos delegar nossas prerrogativas de cidadãos a carreiristas que só pensam apenas em se aposentar. Quem pensa que pretendo deixar o país indefeso é mal-intencionado - é preciso que se acabe com as instituições corruptas, que nos levaram a este regime corrupto, pois elas valem tanto quanto moeda destruída pela inflação: não valem coisa alguma.

6) As Forças Armadas valem tanto quanto o Cruzeiro e o Cruzado, moedas historicamente corroídas pela inflação galopante. Precisam ser extintas, posto que perderam a sua credibilidade! A associação das mesmas com o PT e o Foro de São Paulo justifica a necessidade do fim destas instituições historicamente criminosas, que nos legaram esta infame república.

7) Confesso que estou de saco cheio desses que ainda não acordaram pra realidade. Eles estão ainda em 1964. O regime de exceção nada fez contra os revolucionários - deixou universidades e imprensa livres, ao Deus-dará, e eles ocuparam o terreno. A teoria da panela de pressão, pensada por Golbery, foi uma grande furada e estamos pagando caro por causa disso.

Comentários do Olavo de Carvalho sobre o nosso exército: http://adf.ly/1S6XLo

Novas notas sobre mundo interior


1) Atualmente, estou preferindo uma hora de meditação a uma hora de videogame. Digo isso porque a meditação enriquece, além de você estar cada vez mais perto de Deus.

2) Jogar videogame é parte do meu trabalho intelectual - a simulação de certas situações em jogo reproduz com fidelidade a realidade e isso me ajuda nos estudos. Como os jogos se baseiam em pesquisas históricas, isso acaba se tornando uma espécie de corpo intermediário, dado que não tenho dinheiro, contatos ou circunstâncias que me favoreçam a investigação daquilo de que necessito saber. Por isso, é importante muito bem saber filtrar o verdadeiro do falso - eis aí porque tanto falo da necessidades de se ter empatia para com a verdade, de modo a se estar em conformidade com o Todo que vem de Deus.

3) Tenho seguido o conselho do Olavo: estudar demais emburrece. Como jogar é parte do processo, então é desnecessário dizer que jogar demais também emburrece. Digo essas coisas por experiência própria.

Ver também:

A empatia é a base para a evangelização: http://adf.ly/1Qjtqb

A empatia tem profunda relação com o discernimento: http://adf.ly/1QjwCh

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Uma importante lição sobre o processo de formação da opinião pública

Opinião pública se forma a partir do constante processo de se compartilhar coisas boas e sensatas - e isso vai contaminando as pessoas, no sentido mais nobre do termo. E isso se faz exercendo influência positiva ao longo de tempo, quando se defende valores sólidos por muitos e muitos anos.

(eis aí uma importante lição que aprendi com o Silas Feitosa)

Perfil do Silas Feitosa: http://adf.ly/1Rchi1

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Notas sobre o crowdfunding personalista

1) O lado bom da economia personalista é que você constrói lealdades, enquanto você escreve.

2) Citemos este exemplo, que sintetiza muito bem o oposto do meu método: impessoalizando o serviço, o Terça Livre recebeu recentemente mais de R$ 600,00 de doação no paypal. Eles têm milhares de seguidores - e muita gente deixou de doar. Impessoalizando o serviço num país onde a cultura de doação é fraca, o resultado é conseguir pouco dinheiro, pois vivemos numa sociedade insolidarista, formada basicamente por dinheiristas e conservantistas.

3) Prestando serviço aos meus poucos pares, já que eu tenho dois ou três doadores certos, eu já consegui R$ 270,00 de doação no paypal mês passado, fora muitas contribuições decorrentes do vakinha. Eu já consegui em quase 1 ano de trabalho mais R$ 1000,00 em doação. Se tivesse o mesmo quantitativo de público que eles têm, eles me fariam rico. O perfil do meu público não é conservantista - é conservador mesmo, pois eles amam e rejeitam as mesmas coisas tal como eu faço, tendo por Cristo fundamento. Como eles prezam todo o meu trabalho, eles geralmente são generosos na doação.

4) Enfim, servindo de maneira personalista, eu consigo muito mais. Bastam 50 pessoas para sustentar um escritor. Isso faz uma diferença gigantesca. Vou continuar trabalhando da forma como eu faço que eu consigo muito mais.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Da falácia do meu mural, minhas regras

1) Não existe essa de meu mural, minhas regras, até porque o meu mural não se confunde com o meu corpo físico e nem devemos conceber ambos como propriedade privada, mas, sim, como moradas; o corpo é a morada da alma, ao passo que o mural é a morada virtual da inteligência, da alma em movimento, sempre pronta a servir a Cristo em terras distantes, tal como se deu em Ourique - se eu falo publicamente as coisas, então é perfeitamente justo e tolerável que se divulgue coisas relevantes de outras pessoas neste mural. Como estou administrando esta seção, esta concessão, então eu sei o que deve ser posto e o não deve ser posto.

2) Se faço intervenções no seu mural é no sentido de que você pare de conservar o que é conveniente e dissociado da verdade. Esse patrulhamento é justo, pois a leniência de um contato para com o conservantismo permite que os bárbaros sitiem a minha fortaleza espiritual, de modo a destruí-la. Afinal, não opor-se ao erro é aprová-lo.

Eu sei o que é eternidade

1) Amigo é uma palavra muito preciosa - é preciso querer e não querer as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento.

2) Vou deixar a seção de amigos aqui do facebook apenas para quem for amigo de verdade - os conservantistas, esses eu devo seguir e espionar, pois preciso saber o que estão tramando. 

3) Se a esquerdireita faz uma política de tolerância e buscar edificar uma ordem fundada na liberdade voltada para o nada, a ponto de deixar tudo se desmanchar à base de banho-maria, eu pratico uma política pessoal e radical, fundada em verdadeiros valores católicos e luso-brasileiros. Não tolero quem não sabe o que faz e nem sabe o que deve ser feito: eu estudei e sei qual é a nossa origem - por isso, já enxergo as coisas a longo prazo: a única coisa que eu quero é a restauração do Império do Brasil e, quem sabe, a reconstituição do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. A luta começa comigo, mas pretendo deixar meus filhos prontos pra essa luta. Se tivesse dinheiro, tentaria ter uma família grande, tal como a Igreja sempre incentiva.

4) Conservantistas querem o fim do petismo, mas eu quero mais. Eu amo mais os meus pares do que o dinheiro. Não penso em ficar rico ou ficar famoso - a única coisa que eu quero é tomar o meu país como se fosse um lar, em Jesus Cristo, da forma como foi estabelecida em Ourique. Só isso e nada mais. 

domingo, 8 de novembro de 2015

O americanismo nasce da invenção das tradições

1) O processo de se tomar o país como se fosse religião necessita basicamente de tradições inventadas, fundadas em sabedoria humana dissociada da divina. É mais fácil estabelecer esse processo em países mais novos do que em países mais antigos.

2) Entre 1620 a 1776, os EUA receberam a tradição inglesa por conta da colonização, mas o vínculo com a terra de origem durou pouco tempo e foi rompido por conta da influência das idéias iluministas e da tirania do rei inglês, que era um rei louco.  Entre 1776 até hoje, os EUA tiveram de fundar tradições próprias, de modo a rejeitar a herança inglesa - e começou importando tradições holandesas e depois francesas, tradições essas que nasceram da Revolução Francesa, de algo já descristianizado e anticatólico. E durante o processo de expansão, adotou algumas tradições liberais hispano-americanas, decorrentes do processo de descolonização que afetou a toda a América Hispânica, via México.

3) Misturou tudo, tomando por base a tradição libertária do iluminismo. E acabou criando uma cultura laica, que foi sendo promovida através da ordem econômica oriunda do protestantismo. 

4) Essa cultura laica nos Estados Unidos foi-se radicalizando de tal forma que acabou gerando o projeto de uma civilização sem Deus, a União Soviética. E a Revolução Rússia foi financiada pelos capitalistas norte-americanos, os mesmos que desejam edificar uma nova ordem mundial.

5) O ponto culminante foi destruído, por conta da consagração da Rússia. O próximo passo é combater a cultura laica dos Estados Unidos, nascida da combinação de ética protestante com idéias iluministas, seja da França ou da América Hispânica, via México.

A pátria do céu é a base de tudo

1) A Igreja é a embaixada da Pátria do Céu na Terra. Se Cristo é o caminho, a verdade e a vida, e fez do amor ao próximo como a si mesmo o seu maior mandamento, é com base nesse mandamento que devemos tomar o nosso país como se fosse um lar. Não se pode tomar um país como se fosse um lar sem tomar a pátria do céu como um lar primeiro, pois a nacionidade pré-existe à nacionalidade.

2) Quando se toma o país como se fosse religião, a tendência é que não haja embaixadas ou consulados. Como a Igreja é uma embaixada, então ela também será expulsa, criando um floresta de árvores ocas. Eis aí a gênese da apatria.

3) Se o pecado entrou por um só homem, então o pecado sistemático da apatria, que tem o comunismo como base, entrou por uma só nação: a Rússia. Devemos combater o erro da Rússia, pois a apatria distribuída leva a uma ordem mundial fundada na apatria.

Todo amigo virtual tem o potencial de ser amigo real

1) Todo amigo virtual tem o potencial de se converter em amigo real, se você tiver meios de viajar e puder ficar na cidade pelo tempo necessário, de modo a estreitar os laços. Vínculos reais são vínculos qualificados - e você precisa ser honrado com essa pessoa que investe em você. Trata-se de empréstimo com garantia real - e se você não honrar o compromisso, você vai à falência.

2) É como você investir em debêntures que podem ser convertidas em ações que te tornam sócio da empresa. Se você confiou no serviço da empresa, ao emprestar dinheiro para ela ser produtiva, essa empresa te chamará a ser sócio. O feito de empresa voltado para a nacionidade obedece a essa mesma lógica: se você me ouve, você empresta o seu ouvido para ouvir o que tenho a dizer - e à medida que for progredindo, você se tornará meu sócio-colaborador, passando a colaborar comigo nas atividades intelectuais que estou desempenhando. Essas atividades podem ser tantas, a tal ponto que eu, sozinho, não consigo dar conta de tudo, tal como ocorre com o professor Olavo, que tem seus ajudantes.

O amigo virtual obedece a mesma lógica do amigo real

1) O amigo virtual obedece  mesma lógica do amigo real - ele deve amar e rejeitar as mesmas tal como eu faço: tendo por Cristo fundamento. O amigo virtual só se ganha se você tiver consciência de fazer aquilo que o Cristo Crucificado de Ourique nos mandou fazer: servir a Cristo em terras distantes. Nós estamos num tempo em que podemos servir em outros lugares sem a necessidade de renunciar a nossa presença física àquilo que nós conhecemos, desde que nos entendemos por gente. Da combinação de serviço virtual e presença física em lugar conhecido temos distributivismo e senso de tomar vários lugares como se fossem o mesmo lar, pois Cristo é universal e veio para salvar a todos os povos.

2) Amigos virtuais, que amam e rejeitam as mesmas coisas, são bem poucos - e a verdadeira ordem começa a ser servida a partir dos poucos que podem te ouvir.

3) Por isso, não sirva a palavra de Deus de forma vazia - por isso, nunca inflacione o seu perfil de facebook de modo a que seja rico de pessoas que só conservam o que é conveniente e dissociado da verdade. Poucos vão te ouvir - o resto é samambaia , pois serve só de enfeite e deve ser jogada fora, pois nada de bom fará por nós, que servimos a Cristo em terras distantes. 

4) Os 5 mil contatos obedecerão a mesma lógica com que se constrói uma região metropolitana. E uma vez feito isso, o seu mural se torna uma espécie de Igreja-mãe virtual, uma catedral. Pois Roma não foi construída em um só dia.

Ver também:

Da amizade como a base para a sociedade política: http://adf.ly/c8q6A

sábado, 7 de novembro de 2015

O combate ao conservantismo é urgente e necessário

1) Pode ser que você se sinta magoado com certas coisas que faço, que podem ser arrogantes, duras, pouco delicadas.

2) Eu teria o maior prazer em te explicar tudo o que falo, se tivéssemos tempo para isso - mas a situação em que nos encontramos é muito urgente, e tudo o que fizer fundado nisso será bom e necessário, ainda que haja atropelos. Eu preciso fazer as coisas de modo a afastar os bárbaros que sitiam a minha fortaleza espiritual, de modo a destruí-la - e certas pessoas dependem de mim, pois estou lutando por elas, já que sou capaz de conduzir esta luta cultural por muitos anos.

3) Até agora o meu ouvinte onisciente leu todos os meus 1500 artigos e sabe bem o que faço - e poucos são os que realmente vão se dedicar a isso. Se você imitasse o exemplo do meu ouvinte onisciente, você colaboraria na minha luta. 

4) Os poucos que conhecerão a minha obra, isso a providência divina me dará, pois Ele sabe tudo o que penso e faço.

5) Eu detesto machucar as pessoas, mas certas coisas devem ser feitas, pois quem conhece a verdade tem o dever de ser intolerante, sobretudo com o famigerado conservantismo.

Dura veritas sed veritas

1) Se a verdade é a lei que se dá na carne, então o fundamento máximo da verdade é o mesmo da lei: dura veritas, sed veritas.

2) Vocês podem até questionar certas atitudes minhas - mas, se forem ver todos os fundamentos descritos ao longo dos meus escritos, vocês compreenderão o porquê o dos meus atos, pois escrever é o ato de se confessar freqüentemente a um ouvinte onisciente. E isso que faço deve ser feito de forma pública.

3) Eu não sou mestre da lei, fundada em sabedoria humana dissociada da divina - na verdade, eu me tornei um mestre da lei fundada na verdade, naquilo que se dá na carne.

4) Mais do que jurista, eu sou filósofo e historiador - enfim, um cientista social no sentido verdadeiro do termo, de modo a que tudo que eu pense e reflita esteja em conformidade com o Todo que vem de Deus.

Notas sobre a desconsideração da pessoa virtual, em caso de crime contra a ordem pública

1) A pessoa virtual é a pessoa natural ou jurídica atuando no cenário virtual. Todos os dados produzidos pela pessoa virtual devem corresponder a algo decorrente da experiência concreta de uma pessoa natural ou jurídica. Pelo menos é o que temos em teoria, levando-se em conta o Direito Natural - e a legislação do país que regula a ordem pública no âmbito virtual deve acompanhar essas regras.

2) Se há uma pessoa virtual que não corresponda à realidade pregando coisas falsas, um fake, então ela está conservando o que é conveniente dissociado da verdade. E isso é um atentado à ordem pública. Por isso, devemos desconsiderar a pessoa virtual, quando ela está praticando crimes fundados no conservantismo.

3) Mesmo havendo correspondência entre as identidades virtual e real de uma pessoa natural ou jurídica, pregar coisa falsa como se fosse a verdade ou conservar o que é conveniente e dissociado da verdade é crime contra a ordem pública - e aqui a responsabilidade é objetiva, pois a pessoa está assumindo o risco de cometer atentados à ordem pública, de modo a semear relativismo moral - e isso é um tipo de confissão do crime, inafastável. Esta pessoa deve ser expurgada para todo o sempre da rede social, tal qual devemos fazer com um político.

4) A rede social é vida pública - e você deve ser santo. E pra ser santo na vida pública, você precisa ser santo na vida privada. Não basta parecer ser - é preciso ser, pois a lei de Deus se dá na carne.

Da necessidade da restauração espiritual antes da restauração política do Império

1) Tudo o que falo é urgente e necessário, pois estou vendo o crime em flagrante, o crime praticado pela esquerda que se diz de direita - e esta esquerda é pior do que a extrema esquerda. A esquerda que se diz de direita planta a semente que dá causa a isso, a esta metástase em que nos encontramos.

2) Temos um ambiente cultural muito contaminado. E até certos monarquistas se revelam verdadeiros republicanos, por não terem a dimensão do problema em que se encontram. Não basta restaurar a monarquia no âmbito político - é preciso restaurá-la no âmbito cultural. E o primeiro passo é restaurar o senso de missão que herdamos do Cristo Crucificado de Ourique.

3) Há monarquistas que dizem que todas as coisas que falo não passam de um devaneio individual. Que seja então! Ele é fundado na verdade - por isso que não me junto a círculos monárquicos e nem quero receber convites monárquicos de quem quer que seja, pois, pela minha experiência pessoal, todo mundo é FDP até prova em contrário - por isso que estou sempre pronto a dar o pé na bunda, ao menor sinal de conservantismo. Só aceitarei o convite se você me conhece pessoalmente ou se o próprio Príncipe em pessoa, olhos nos olhos comigo, me convidar. Da realeza não espero falsidade - afinal, o próprio Cristo esteve com D Afonso Henriques e eles são os verdadeiros sucessores de nosso primeiro Rei. Eles sabem a dimensão do problema - e certamente entenderão o que tenho a dizer.

A luta contra o conservantismo é uma luta permanente, fundada na eternidade

1) Eu pensava mesmo em sair do facebook, mas Sara Rozante estava certa: preciso continuar falando e falando. Quem não presta atenção no que falo está conservando o que é conveniente e dissociado da verdade. E falando e falando eu ocupo o espaço. Preciso mesmo ser o farol aceso no meio da noite escura. 

2) O elogio à insinceridade, o conservantismo, vai acabar. Já não tem mais no meu mural - agora, eu já não o quero mais entre os que me ouvem diretamente, pois o conservantismo é uma horda de bárbaros sitiando a minha cidade - se você os tem como amigos, você tolera as tolices que eles promovem. E com isso, eles sitiam a minha cidade, de modo a destruí-la.

3) Continentalizar almas é construir uma região metropolitana, onde a cidade dos homens tende a ser um reflexo da cidade de Deus, se todos que estão ao meu redor me emprestam o ouvido de modo a ouvir aquilo que é conforme o Todo que vem de Deus. Começa por núcleos isolados construídos por homens virtuosos e esses núcleos vão se integrando até formar uma região - da integração de várias regiões surge uma nação, que deve ser tomada como se fosse um lar em Cristo e não como se fosse religião totalitária de Estado, onde tudo está no Estado e nada poderá estar fora dele.

A sinceridade é a força da lei de Deus

1) Da mesma forma que a lei, o que escrevo tem igual força: como sou sincero e dou um testemunho verdadeiro de tudo o que falo e vejo, então a lei de Deus se dá na minha carne - e graças ao meu exemplo ela tem força. Por isso que não posso agir com falsidade em nenhum momento sequer da minha vida, seja online ou offline. Por isso, o que falo deve ser conhecido, pois estou falando aqui as coisas publicamente na rede social.

2) Se você alega ignorância ou desconhecimento disso, é porque você está conservando o que é conveniente e dissociado da verdade. E isso é falta de consideração para comigo.

3) Você pode alegar 2000 amigos no face - agora, quantos são e quais são os que amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento? Pela minha experiência, poucos são os que me ouvem - e poucos são os que compreendem a dimensão do problema da apatria. Se te peço para desamigar alguém é porque eu vi a canalhice do sujeito a quem acuso e estudei o que há por trás da canalhice. Se lesse meu mural, você saberia que não poderia alegar coisas fundadas na liberdade fora da liberdade de Cristo, a chamada "autonomia". Afinal, você ama ou não ama as mesmas coisas tal como eu faço, tendo por Cristo fundamento? 

4) Não adianta alegar, pois não tem desculpa. Além disso, as coisas online pedem uma ação diferente daquela que fazemos offline. Offline podemos ser polidos e educados - online, não se tem considerações de ordem teórica: pau é pau; pedra é pedra. Se eu te desamigar, não tem choro nem vela. 

5) Se quer mesmo minha amizade, então leve este tesouro para a vida offline. Tente criar vínculos comigo. Dinheiro não é problema. Quando faço ligações, eu pago os meus custos - e os vejo como se fossem investimento, pois estou dedicando meu tempo e minha energia para te dar atenção em particular. Eu não me incomodo de pagar sua passagem, caso queira me ver aqui no Rio e passar um tempo comigo. O fato de ter pouco dinheiro é uma questão temporária, que se resolve naturalmente com muito trabalho e esforço. À medida que for ficando mais conhecido, eu receberei mais doações e aí poderei custear certas despesas que posso ter caso eu promova encontros pessoais com os meus contatos online.

6) Se houver algum problema aqui, vamos resolvê-lo offline. Pode ser por telefone, por e-mail ou por uma conversa franca, olhos nos olhos. Eu digo essas coisas porque estou na vida online há anos. E a vida online pede que você esteja preparado para ela, pois isto aqui não é para marinheiros de primeira viagem.

Da inconstitucionalidade das leis e face da Lei Natural

1) Há um artigo na LICC (a antiga Lei de Introdução ao Código Civil) que fala o seguinte: você não deve alegar ignorância ou desconhecimento da lei, de modo a justificar os seus atos, caso estejam fora da lei. As leis são públicas - e você deve conhecê-las. 

2) É verdade que ninguém lê diário oficial e as leis são muitas, o que torna a questão escusável. Principalmente se uma determinada lei positiva, fundada em sabedoria humana dissociada da divina (aka mentalidade revolucionária), salta à lógica, à sensatez, coisas que nos levam à conformidade com o Todo que vem de Deus. Essas leis são naturalmente inconstitucionais porque elas nos obrigam a algo humanamente ou logicamente impossível - e ninguém é obrigado a cumprir algo que seja impossível.

3) Por essa razão, o artigo da Constituição Federal que fala que ninguém será obrigado a fazer ou não fazer alguma coisa senão em virtude de lei é naturalmente inconstitucional, na parte em que há leis no ordenamento jurídico que nos obrigam a algo logicamente ou humanamente impossível e na parte em que há leis demais, a ponto de que a alegação da ignorância ou do desconhecimento da lei torna-se razoável.

4) Seria mais sensato que houvesse nas cidades o que havia Idade Média: town criers (que anunciam notícias a toda a população, principalmente promulgação de leis) e quadros de aviso em praça pública, de modo a que se conheça as leis da cidade. Em Bangu, na Figueredo Camargo, era muito comum haver alto-falantes anunciando todo tipo de produto - e acho que seria razoável que pelo menos nas ruas principais dos bairros ou nas zonas comerciais dos bairros houvesse o anúncio das leis a toda a população: leis simples, curtas e fáceis de serem cumpridas, em uma linguagem simples e acessível. Isso seria melhor do que o diário oficial - e mais: acabaria com aquela visão ridícula de que Idade Média é atraso, pois isso é preconceito moderno.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Da importância dos amigos imaginários

1) Meus amigos imaginários, que ocupam o resto das vagas disponíveis no meu mural do facebook, compreendem perfeitamente a dimensão do problema que aponto. 

2) Eles estão comigo, desde o momento em que fui condenado à vida em solidão permanente, coisa que aconteceu a partir de 1992, quando tinha 11 anos. Toda a minha referência a este mundo foi subitamente cortada - e foi aí que tive que buscar um caminho para sobreviver à realidade de apatria desta falsa pátria, que queria me destruir a todo custo.

3) Fundei meu país imaginário em 1993: a Pseikörder. Aquela foi minha cultura de resistência - sobrevivi a tudo, graças à vivência neste país imaginário - muitos me achavam louco só porque falava comigo mesmo, mas é melhor falar consigo mesmo do que com alguém que não tem nada a te acrescentar. Não é à toa que é eu chamo esse meu país imaginário de "a última província do Império", à medida que fui resistindo ao falso Brasil e passando a conhecer o verdadeiro Brasil.

4) A partir de 2007, a nação imaginária tornou-se virtual. Começou a ter um pensamento constitucional, histórico e filosófico. Passou a ser uma cultura própria, de um Brazil diferente e superior a este espectro de pátria chamado Brasil.

5) Se vocês querem entender como funciona o meu raciocínio, tentem fazer esse exercício e persistam no exercício até vocês poderem construir uma cultura mais forte do que aquela que é dominante: a dos apátridas.

6) Vocês só compreenderão o que me tornei por conta dessa cultura de resistência, que se aprimorou e se tornou um renascimento cultural, próprio de um Brazil que não é Brasil. Um Brazil com base cultural portuguesa, alemã e polonesa - e aí você entenderá o que sou. Tome tudo como se fosse um lar - e nada como se fosse religião. Seja universal, mas não provinciano. E aí você perceberá o abismo entre mim e o apátrida do Brodbeck.

Tente compreender a situação em que você se encontra

1) Se você escolhe amar e rejeitar as mesmas coisas fundadas nos valores de um separatista, ou de alguém que afirma que a monarquia está morta, você na verdade não está lamentando minha saída da sua lista de amigos, pois eu sei que tudo o que falei pra você foi inútil. Na verdade, minha saída da sua lista me é uma bênção, pois me livrei de alguém que pratica condescendência criminosa com valores apátridas.

2) Quando eu digo a você "ou ele sai ou saio eu", você não está percebendo a dimensão do vespeiro em que você se coloca, ao ter amigos declaradamente apátridas. Eu conheço bem quais são os meus inimigos - e não quero que as pessoas que comungam dos mesmos valores que comungo se envolvam com esses seres corruptores. Se você não compreende o problema, é porque você não lê o que escrevo - e quando tomo uma atitude como essa, é porque sei muito bem o que está em jogo. 

3) Eu parto do pressuposto de que todos leram os meus artigos. Se você me diz "Ninguém - nem você ou o Olavo - vai me dizer quem entra ou sai do meu grupo de amigos" é como se dissesse "eu não conservo a dor de Cristo coisa nenhuma. Eu conservo o que é conveniente, ainda que isso seja dissociado da verdade". E aí eu vou tomar a medida cabível, que é jogar você e os valores que você mais preza no mesmo saco de lixo e vou incinerar lá no fogo do inferno. 

4) Se você me leva a sério, ao menos tente compreender a dimensão daquilo que tanto falo. Não digo isso pra ganhar like no face, não. Eu estudo um problema de maneira séria - e você deve tratá-lo de modo sério, se você preza o que tanto falo.

5) A única pessoa que me leva a sério, e sabe como funciona a minha cabeça, é a Sara Rozante​. Eu não vou pedir as coisas sem motivar as razões do meu pedido - por isso que peço que leiam tudo o que falo. Tudo mesmo.

6) Se você não leu, aí o pau comeu - e te deleto para todo o sempre.

Conhecendo meu modus operandi 2

1) Se o espetáculo da insinceridade está escandaloso, a ponto de me ser insuportável, não espere que eu seja educado com você, caso eu veja que você tem um conservantista bem FDP bem na sua timeline. Se você me preza, eu vou pedir que você se afaste dele - se falo com tom duro, não é porque eu mando em você, mas porque estou realmente muito irritado com esse espetáculo demoníaco.

2) Certamente, eu vou pedir desculpas pelo tom duro da minha fala, pois o que eu digo é também desabafo.

3) Se mesmo assim, com toda a fundamentação que mostro, você se recusar, não espere eu tratar tua condescendência criminosa com flores e abelhinhas. 

4) Eu sou escritor, mas minha alma é de um enforcer de hóquei, especialista em sair na porrada com os adversários. Se eu jogasse hóquei, eu me envolveria constantemente nas brigas do jogo. Sim, esse é o meu espírito - adoro uma boa briga.

5) Online, escrevendo, eu posso fazer aquilo que não pude fazer, por não ter nascido no Canadá: usar a pena para fazer uma boa briga. Adoro um bom combate.

6) Vou ferir você - você vai ficar magoado, mas é pro seu próprio bem. Peço desculpas por ter de ser duro, mas esse é o preço que você vai pagar por ser insensato - vou te colocar no mesmo balaio do conservantista e te jogar no fogo do inferno, com ou sem a causa que você defende - por mais nobre que esta seja,  você não foi nobre o suficiente para honrar sua causa diante de mim. Pra mim, você foi tão FDP quanto o FDP que me insulta a inteligência, ao doutrinar os filhos no separatismo e achar isso bonitinho.

7) Como meu amigo uma vez me falou: "eu não quero ter o José como inimigo. Ele bota pra quebrar". Você pode perguntar pro meu professor de Tributário, o Sr. Aurélio Pitanga Seixas Filho - ele resolveu bancar a besta comigo e conheceu o espírito pseikone.

Conselho de amigo

1) Não implore para eu ser seu amigo - se quiser minha amizade, então ame e rejeite as mesmas coisas tal como tem que ser: no Cristo Crucificado de Ourique. Todos os que me imploraram a amizade passaram a rasteira em mim, mais cedo ou mais tarde. E nunca me pediram perdão pelos seus pecados - bem ao contrário do que faço: quando eu erro, eu peço perdão e vou logo me confessar. Quando alguém, sabidamente conservantista, me disser que o perdão fortalece, eu não vou levar a sério, a começar pelos que me passaram a rasteira antes. Vivemos num mundo descristianizado - e apátridas da pátria do céu eu não levo a sério. Se eu ouvir isso de alguém realmente cristão, aí eu vou acreditar, pois vejo Jesus nessa pessoa, como se estivesse Ele mesmo falando comigo.

2) Esteja atento a tudo o que eu disser nestas postagens, pois parto do pressuposto de que você leu meus artigos - se você faz o contrário do que peço, nas poucas vezes em que te peço alguma coisa, cujos fundamentos estão ao longo dos meus mais de 1500 artigos, então vou entender que você conserva o que é conveniente e dissociado da verdade. E vocês sabem como funciona minha mente: ao menor sinal de conservantismo, eu quebro o vidro e te jogo janela abaixo.

3) Se você me deu algum presente, eu vou jogar no lixo - todas as postagens relevantes serão deletadas e o número do celular será apagado.  E de todo e qualquer convite, relativo a evento monárquico, eu vou declinar - a não ser que o próprio príncipe me convide para o encontro. Pois eu não espero falsidade na realeza - eu posso esperar de muitos monarquistas, pois já passei por isso antes, mas não da realeza, do sucessor de D. Afonso Henriques.

4) O conservantismo nega a amizade construída, assim como a fraternidade universal - e o que foi construído não serviu para nada. Tudo será anulado, uma vez que se violou o princípio da não-traição, a base naturalmente constitucional de todas as coisas.

5) Queria ter a esperança que minha amiga Sara Rozante​ tem nesses que não enxergam ainda a dimensão do buraco em que se encontram. Mas, pela minha experiência, esse povo está muito preso à noção libertária de que todos têm a sua verdade. E muitos do movimento monárquico são partidários de idéias libertário-conservantistas, que deságuam no quinhentismo - e isso nega Ourique.

Conhecendo o meu modus operandi

1) Desde fui traído por uma pessoa pretensamente amiga lá na faculdade, eu aprendi a não me envolver emocionalmente com os meus contatos. Seja se a amizade está no começo, seja se ela tem 20 anos de casa, eu estou sempre pronto pra tudo - a qualquer momento, as relações podem ser rompidas. Basta conservar o que é conveniente e dissociado da verdade que eu te dou um pé na bunda.

2) A facada foi antes da vida online - por isso que, quando eu rompo, eu deleto tudo da minha mente, como se nada tivesse acontecido. É como ter vivido um sonho de uma noite verão - foi bom enquanto durou, mas passou. 

3) Não seja tolo comigo, a ponto de conservar aquilo que é inconveniente e dissociado da verdade, pois eu não hesito em cortar laços com as pessoas. Pelo menos, essa tem sido minha postura desde 2007.

4) Eu quero muito mudar a minha postura, mas eu ainda não tenho condições de fazê-lo. Se eu quero te levar pra vida offline para estreitar os laços, é porque quero ter vínculos contigo, a ponto de visitar a sua casa com freqüência e conhecer sua família. Eu gosto muito de ser visitado, mas não tenho uma casa adequada pra receber visitas. O dia em que tiver uma casa própria, basta combinar comigo que minha casa estará aberta pra você. Eu te pego no aeroporto.

5) O dia em que tiver minha casa própria, os meus amigos online poderão me visitar com freqüência. Em caso de conservantismo, a gente resolve o problema offline - aqui em casa, olhos nos olhos. Essa postura que eu tenho de deletar todo mundo tem prazo pra acabar, pois não tenho estrutura para ser anfitrião agora. Se eu tivesse os meios de resolver um conflito, sem criar um conflito aqui em casa, não adotaria as medidas que eu tomo.

Não existe privacidade na rede social - parte 3

1) Meu tempo é a eternidade. Você pode ter 20 anos de convívio comigo - se falar uma bobagem grave a mim, eu te defenestro.

2) Se você é amigo de réprobo, eu te defenestro. Se eu disser que amigo de réprobo não é meu amigo, eu estou te dizendo algo porque eu te amo, já que sei bem o que estou falando: que essas amizades não são bem-vindas e digo isso para o seu bem e não para que me agrade - se você ama e rejeita as mesmas coisas tal como eu faço, você vai aceitar o que falo, pois eu falo coisas verdadeiras. Não existe essa de privacidade na rede social - o espetáculo da insinceridade está ocorrendo bem na periferia do meu mural e eu tenho que ficar caladinho, tolerando esses crimes contra a verdade? Você acha que eu não vou me irritar por conta de tal atentado contra isso? Eu devo ser intolerante com o mal - ainda que eu fale a coisa do modo mais agressivo que possa ser, pois odeio isso com todas as minhas forças. Meu ódio contra o mal me move a agir - e não vou descansar até combatê-lo, ainda que isso crie atritos entre mim e você, pois você não está compreendendo o espirito da coisa.

3) Se a privacidade na rede social não existe, não existe essa de respeito com quem conserva o que é conveniente e dissociado da verdade. Quando há violação à ordem pública, ocorre desconsideração da pessoa jurídica - se isso ocorre, imagine quando você fala que eu não te devo impor aquilo que deve ser dito, já que isso é verdadeiro? Se você é amigo de criminosos, de conservantistas contumazes, então suma da minha vida pra sempre - você não conhece o espírito pseikone, que combate o mal, ainda que do modo mais duro possível. Podemos até quebrar sua casa, mas nós a restauraremos, uma vez o mal combatido. Não quero o seu prejuízo, mas é preciso combater o mal.

4) O único respeito que há é só a quem conserva a dor de Cristo. A lei natural garante esse respeito - se eu te respeito, vou trazer esta relação para o mundo offline. No momento não posso, pois não tenho recursos para isso. Mas quando puder, eu faço.

Não existe privacidade na rede social - Parte 2

1) Se você preza a sua privacidade, então não vá pra rede social. Se veio fazer apostolado aqui, então ouvirá coisas decorrentes do apostolado - e eu tenho muita coisa a contar, ainda que eu fale demais.

2) Se me mandar parar de falar inbox, sob a alegação de se sentir invadido na privacidade, então por quê razão você está no facebook? Percebe a incoerência?

3) Se entupo seu mural de coisas úteis, é porque sei o que estou fazendo. Alunos do Olavo entopem mais a timeline dele com bobagens do que eu - e depois eu sou o abusado.

Sem eucaristia não há luta online

1) Se eu tivesse um filho em época universitária, eu diria a ele: "você não consegue suportar a carga universitária sem confissão freqüente nem comunhão freqüente". Não só a vida universitária, mas também a vida online, escrevendo profissionalmente pra vocês todos os dias, mantendo vocês no caminho reto, neste ambiente cada vez mais perdido.

2) Além disso, se a pessoa não tiver 20 anos de estudo em História do Brasil da forma como fiz, sozinho e sem precisar em professor, certamente vai proferir todo o tipo de tolice - e tolice acumulada pede exorcismo.

Da necessidade de um exorcismo na rede social

1) Do jeito como estão as coisas agora, sinto que o meu melhor esforço não adianta. Sinto que só um exorcismo mesmo ou a consagração do facebook ao Sagrado Coração de Jesus. 

2) A vida virtual, do jeito que está, pode até não matar alguém fisicamente, de uma maneira direta, mas os vários pecados mortais sistemáticos, que matam a alma, esses, sim, podem levar à morte física. Pois, como falei antes, a rede social distribui a presença humana no mundo e de maneira sistemática - se o pecado entra por um homem, o pecado se distribui, causando um caos tremendo, impondo um verdadeiro relativismo moral. Os efeitos do modernismo, que separam a fé a razão, reforçam ainda mais os efeitos do pecado virtual. A natureza do pecado continua a mesma, o que a internet criou foi uma nova forma de criar, pois criou uma nova natureza de ação humana: a ação humana virtual, que segue uma lógica diferente da ação humana real, própria do ambiente offline.

2) É verdade que a virtude, que é Cristo, entrou também por um só Homem. Eis aí porque o Papa Bento XVI, hoje emérito, nos mandou evangelizar aqui na rede. Neste ambiente de rede social, temos a Missão do Cristo Crucificado de Ourique atualizada para os nossos dias - é preciso servir em terras distantes e na própria terra - e é preciso fazer as coisas todas ao mesmo tempo, coisa que não é fácil.

3) Vou continuar falando pra vocês todos como sempre. Eu só não quero ver o espetáculo do crescimento negativo. Agora, meu inbox virou catacumba - e é de lá que vocês vão me ouvir. Pelo menos, foi o que me sobrou - sinto que agi do modo mais correto, pois posso atendê-los aqui melhor.

4) Exorcizar a rede social seria muito útil. Será que o Padre Gabriele Amorth já pensou na idéia? Vejo que isso seria muito necessário. Não sei se isso seria absurdo, mas parece fazer sentido pra mim. Pois a rede social é mais do que uma coisa - é um meio que conduz relações humanas.

Não espere privacidade na rede social - Parte 1

1) Tem gente que fala o seguinte: "José, pare de ficar falando no meu inbox. O meu celular não pára de apitar e eu não consigo fazer as coisas. E não vou desligar o meu celular por sua causa".

Minha resposta:

2) Compre dois celulares. Eu tenho dois celulares: um só para o face e outro pra família. Eu recebo um monte de mensagens o tempo todo e nunca tratei ninguém mal só porque fala demais no face e no meu inbox - mesmo que me marquem em mensagens fora de sentido, nunca chamei a atenção, pois a pessoa, quando me cita, ela me preza. Quando falo demais, é porque falo coisa necessária. E gosto que me falem tudo o que sabem - tudo mesmo. Ainda que eu esteja cansado, vocês podem continuar falando que eu atendo vocês depois. O bom da conversa online é que posso continuar a conversa, assim que puder.

3) Se falasse coisas inúteis, improdutivas, faria jus que eu parasse de falar no inbox, visto que sou um ser vazio. Não me incomodo que lotem minha inbox com mensagens produtivas. Quando tenho um tempo, dou um trato e seleciono as postagens. Sou muito paciente com quem queira conversar comigo sobre coisas úteis, mas a recíproca não é verdadeira. Por isso que quero que me tratem do mesmo jeito com que trato vocês. 

5) Agora, brigar comigo só porque falo tudo o que devo te contar no inbox revela o cúmulo do seu egoísmo, pois você preza mais o seu espaço do que a verdade. Como posso te chamar de conservador se você não age assim? Aqui é um ambiente público - privacidade não existe. E conheço bem as regras da casa.

6) Além disso, o inbox não é seu - se fosse só seu, ele deveria se chamar diário e não inbox. O que falo inbox é o fruto decorrente interação entre mim e você - se falo inbox contigo é porque eu te prezo. Se você me mandar parar de falar, então você não preza aquilo que eu falo: a verdade. E você se revela conservantista - e não sou amigo de conservantistas.

7) É inviolável a privacidade, mas a lei funciona para ambientes reais. Não procure privacidade na rede social, pois você não a terá. Meu espaço é seu espaço - o máximo que posso fazer é fugir das conversas inúteis e nunca da enorme quantidade de conversas úteis.

8) Eu falo muito por escrito e pouco falando - por isso que não uso Youtube. Se falasse besteira, eu teria de me calar, pois não faço bom uso da minha habilidade. Agora, quando você pede que eu pare de falar, aí você está conservando o que é conveniente e dissociado da verdade - e aí eu vou ter que te bloquear.

9) Sou rigoroso nas pequenas coisas, assim como nas grandes. Se vacilar comigo nas pequenas coisas, terá perdido a minha amizade para sempre.

Meu país não morreu, pois eu creio na ressurreição dos mortos

1) Você pode falar que o Brasil morreu. Eu moro no Brasil e ainda não morri.

2) O único Brasil que eu conheço se chama Brazil (que era com "z", antes de estuprarem a língua portuguesa com as milhares de reformas que já houve). No Brazil, reinado sob D. Pedro II, tínhamos liberdade e éramos um país sério. O Brasil, com "s", nunca vingou, pois nasceu natimorto - melhor dizendo, foi abortado por Mariane e seu corpo continua insepulto.

3) Mesmo que seja um só, eu restaurarei o Império, mesmo que isso custe minha saúde mental e espiritual. Se meu exemplo for distribuído, isso edifica ordem. No momento, só posso servir ordem aos poucos que podem me ouvir, pois poucos são os sensatos. Meu inbox virou minha catacumba agora, ante ao espetáculo da insinceridade, do conservantismo.

4) Tem monarquista sucumbindo a esse show de horrores, coisa que vejo todos os dias neste facebook. Melhor estar sozinho a estar com gente que não presta. Pois uma causa nobre não pode ser usada por gente não tão nobre assim - se isso acontecer, jogo tudo no mesmo saco de lixo e mando tudo para o fogo do inferno.

5) O pecado não está na monarquia, mas na forma como os monarquistas estão conduzindo as coisas, que é não é muito diferente da forma como os republicanos conduzem. Pois a mentalidade dos nossos monarquistas está muito viciada por conta do quinhentismo. E para se purgar o pecado, só lembrando de Ourique - e não é qualquer um que sabe dessa história.

Fuja do direito constitucional inconstitucional

1) Se uma pessoa alegar que mora num país com liberdade de opinião e expressão, tomando por base a Constituição de 1988 e seu positivismo roto, então ela está se valendo da lei como uma salvaguarda para pregar a mentira que quiser.

2) Não existe liberdade sem responsabilidade - toda liberdade é prerrogativa para servir a verdade. E como batizados, temos autoridade para servir a Deus de modo a que outros possam conhecer a Cristo.

3) Tudo o que eu disser deve ser amparado na minha experiência pessoal - quem tiver ouvidos sensíveis à verdade que me ouça.

4) Sou pobre em imaginação porque só me pauto em coisas concretas. Se a literatura enriquece a imaginação, eu não posso enriquecer a minha imaginação de modo a inventar uma acusação falsa contra alguém.

5) Mesmo que não esteja mais presente o elemento que comprove aquilo que falo, isso não quer dizer que eu esteja mentindo. É provável que tenha sido apagado para acobertar um absurdo que foi dito ou porque o que foi dito é de tal modo repugnante que nem mereça estar no mural (como a alegação que fizeram, certa ocasião no meu mural de que a monarquia está morta).

6) Não penso em usar o Estado de modo a impor minhas intenções sobre alguém, tal como fazem no processo. Até porque os nefastos estão amparados na falsa liberdade constitucional de pregarem o absurdo que quiserem, edificando liberdade para o nada. E a única forma de combater isso é sendo sincero e reservado, falando para os poucos que te ouvem. Eis aí o real sentido da fala de Sua Santidade, o Papa Bento XVI, quando disse que devemos voltar a viver a vida tal como no era no tempo dos primeiros cristãos.

7) Eis aí porque estou falando mais inbox.

Na rede social, não se deve contentar com o saber disponível

1) Uma pessoa determinada em saber a verdade sempre vai vasculhar tudo o que falo e penso no meu perfil. Por isso que não falo besteiras na Internet, de modo a comprometer o meu papel no futuro, pois haverá indivíduos determinados, coisa que só se encontra em muito pouca gente, disposta a saber tudo o que penso sobre uma ou outra matéria.

2) Se você quiser saber se é mesmo verdade o que falo, vasculhe o mural do sujeito, até mesmo das pessoas a quem cito de maneira desfavorável.

3) Tudo o que digo é com base no que eu já vi - decorre de experiência pessoal. Não usarei foto, printscreen, nada - o meu testemunho pessoal vale porque eu sou sincero e verdadeiro. Antes e depois de escrever, eu faço meu exame de consciência todos os dias e vou ao confessionário com freqüência.

4) Além disso, dentro da minha organização, adoto uma regra que aprendi num filme de vikings, cujo nome não me lembro mais - como legislador, estou proibido de mentir. Se sou conforme o Todo que vem de Deus, isso tem que estar na carne - do contrário, minha legislação é inconstitucional.

Conservantismo é pecado contra o Santo Espírito de Deus

1) Se um filho meu pensasse que o Sul é um país diferente do Brasil, eu o poria de castigo. E se insistisse, eu o advertiria de que isso é pecado contra o Espírito Santo, pois o meu filho estaria negando a unidade desta terra, que é uma das razões para se tomá-la como um lar em Cristo. E Deus não perdoa pecados contra o Espírito Santo.

2) Nem de brincadeira eu tolero isso. Isso é muito grave! E mais grave é expor isso na rede social! Além de exibicionismo, trata-se de ato típico de mau-caráter!

3) Se vocês admiram mau-caráter, então sumam da minha timeline. 

4) Um certo amigo meu me disse: "Eu não gostaria de ter o José como inimigo, pois ele vira uma fera", quando me viu rodar à baiana com um certo professor de Tributário na frente de todo mundo, lá na faculdade. E sou perfeitamente capaz de zerar este mural, se vocês ficarem do lado dos conservantistas.

5) Já botei 100 pra fora num só dia - 300 é moleza pra mim.

Maquiavel é o pai do conservantismo

1) Maquiavel dizia que os homens não toleram pequenas ofensas, mas toleram as grandes.

2) Ele se esqueceu de dizer que nem todo mundo é assim. Quem educa os filhos de modo a pensar que o Rio Grande do Sul é um país diferente do Brasil está cometendo, sim, UMA GRANDE OFENSA  contra o Cristo Crucificado de Ourique.

3) Se vocês O ofendem, seus conservantistas miseráveis, a mim me ofendem. Eu bloquearei a todos, sem exceção. 

A sinceridade é a força da autoridade, pois a lei está na carne

1) Eu vi o que eles fizeram e eu nunca menti pra vocês - meu testemunho, que é honesto e é conforme o Todo que vem de Deus, vale.

2) Se eu estivesse de má-fé, minha consciência começaria a doer. 

3) Eu boto minha credibilidade e minha honra à prova - eu vi com os meus próprios olhos o que eles fizeram e eu já tenho razões de sobra para condená-los.

4) E é com base no que eu já vi, ao longo dos anos, que eu declaro que não quero a amizade de quem é amigo desses dois. Existe uma linha vermelha que não pode ser atravessada.

5) Ou vocês conservam a dor de Cristo, que nos mandou em missão desde Ourique, ou vocês conservam o que é conveniente e dissociado da verdade - Bruno Dornelles de Castro neste mural declarou que a monarquia está morta e Rafael Vitola Brodbeck, em seu mural, acha bonitinho ver os filhos pensarem que o Rio Grande do Sul é um país diferente do resto do Brasil. Se vocês admiram dois apátridas, então todos vocês são apátridas, pois vocês estão conservando conveniente o que esses réprobos estão dizendo, que é dissociado da verdade.

6) Isso pra mim é claro - se vocês escolherem  estes dois, a mim vocês me rejeitam. Ainda que fique com pouquíssima gente, eu prefiro servir a quem ama e rejeita as mesmas coisas, tendo por base o Cristo Crucificado de Ourique como amigo.

O conservantismo promove a espetacularização da insinceridade

1) Se vocês rendem homenagem ou admiração a Bruno Dornelles de Castro ou a Rafael Vitola Brodbeck, que são conservantistas declarados, portanto apátridas, vocês estão me ofendendo com esta atitude, ainda que não o façam de maneira intencional. 

2) Eu não me meto no mural de ninguém, mas render homenagem a quem sabidamente não presta é demais pra mim. Eu não vou patrulhar mural de ninguém, tal como o Loures fez comigo ou como o Humo Camino tentou aqui fazer, certa ocasião.

3) De hoje em diante, eu declaro neste mural que quem é meu amigo é quem toma o Brasil como se fosse um lar, com base no Cristo Crucificado de Ourique. A aliança do altar com o Trono nasceu desta aparição - quem ousar declarar que a monarquia está morta, ou que qualquer território desta terra é um país diferente do Brasil, é meu inimigo declarado - e admirar ou render homenagem a quem faz isso é escolher o lado do inimigo.

4) Não existe acordo - ou vocês estão comigo ou vocês estão com esses dois apátridas. Ainda que eu perca boa parte dos contatos, sinto que fiz a coisa certa. Certos valores são inegociáveis - sei o que está em jogo e não vou tergiversar com os inimigos do Cristo Crucificado de Ourique - os separatistas e os republicanos.

É impossível ser conservador e conservantista ao mesmo tempo

1) Uma coisa que eu aprendi ao longo da vida: não me envolver com más companhias.

2) Quem se envolve com um sujeito que afirma cabalmente neste mural que a  monarquia está morta, - ou com um delegadozinho mequetrefe que ensina desde cedo a seus filhos, desde a tenra idade, a ver o Rio Grande do Sul como um país diferente do Brasil - está necessariamente em má companhia. Se vocês escolhem a má companhia, então vocês rejeitam a boa, que toma o Brasil como se fosse um lar com base no Cristo de Ourique, tal como o ocorre no meu caso. Não existe alternativa.

3) Se vocês têm Bruno Dornelles de Castro e/ou Rafael Vitola Brodbeck como amigos, então façam o favor de me desamigarem. Não quero gente ligada à apatria em forma de gente. 

4) Ou você está comigo ou você está com os apátridas. Pois é impossível ser conservador e ser conservantista.

O conservantista ama os crápulas

É impressionante como o povo conservantista admira crápula:

1) Sul Connection chama um débil mental para escrever um artigo pra eles - e esse mesmo débil mental afirmou neste mural que a monarquia está morta! O famigerado Bruno Dornelles de Castro. 

2) Vejo nego do Terça Livre admirar um sujeito que ensina desde cedo seus filhos a pensarem que o Brasil é um país diferente do Rio Grande do Sul. No caso, o famigerado Brodbeck e sua família. Não quero conversa com essa turma que admira separatista.

3) Quando eu aponto que o Olavo está errado ao dizer que a maçonaria salvou o Brasil em 1964, chove-me bloqueio ou dizem que eu sou um maledicente. Isso sem contar que estão tomando o Olavo como se fosse religião - a idolatria pelo Olavo é tanta que me vi obrigado a me afastar dele - se eu abomino país tomado como se fosse religião, imagine idolatria por alguém? Isso é irracional.

4) E por fim meu bom amigo Cremoneze se esquece de Ourique e afirma que amar este país é o décimo terceiro de trabalho de Hércules. Ele se esquece que o Crucificado é maior do que Hércules, um semideus pagão. E que só no Cristo Crucificado de Ourique este país voltará a ser o grande país que já foi.

5) Vem cá, qual é o pacto com o demônio que vocês fizeram para admirar bosta? É por isso que só estou cada vez mais convencido de que o mal deste país é o CONSERVANTISMO. Podem me bloquear, fazendo favor! Se admiram merda, fiquem com os merdas! Eu fico com quem me leva a sério, como a Sara Rozante​. Melhor ela do que essa turma de apátrida.

6) Sumam todos daqui, seus apátridas!

Se alguém educa os filhos em algo herético, então devemos preparar nossos filhos a combater a heresia

1) Se alguém doutrina os filhos no separatismo, então eu também tenho o direito de doutrinar meus filhos a odiarem gente desse tipo com toda a força que tiverem - e a rejeitar todo e qualquer tipo de pessoa que se envolva com este tipo de gente, uma vez que não se opor ao erro é aprová-lo.

2) Enquanto aqui dentro do meu mural esses criminosos não exercem influência alguma, na periferia os nomes desses hereges e cismáticos são constantemente citados, além de serem estimados e tomados como uma referência importante na luta contra a esquerda radical - e isso é um claro sintoma de conservantismo, pois isso é também esquerda, ainda que se diga de direita, nominalmente falando. Amizades de longa data tiveram de ser cortadas por conta disso. Posso até não ter sido gentil, como costumo ser geralmente, mas sujeitos assim são o Satanás em pessoa e vou impedir que eles se metam com as pessoas que são ligadas a mim.

3) Se alguém é conservantista, então não se deve dar ouvidos a ele, ainda que ele diga a verdade. Mesmo que a pessoa se diga católica e monarquista, ou que te convide para eventos monárquicos, você deve recusá-los, pois a finalidade da ação é te corromper. O que o conservantista diz não é sincero - jogue tudo no lixo e mande-o para o inferno.