domingo, 26 de abril de 2015

A JMJ do Rio deve ser vista como uma lembrança do Cristo Crucificado de Ourique

1) A JMJ do Rio de Janeiro deve ser lembrada como uma lembrança de Ourique.

2) Se Cristo enviou nossos ancestrais para cá, de modo a servir a Ele nestas terras distantes, então Cristo nos envia a Cracóvia, a terra de São João Paulo II, de modo a que sirvamos a Ele na terra de nosso grande santo, que é distante a nossa.

3) São João Paulo II, que é considerado um Papa carioca, foi o que melhor compreendeu o espírito do Cristo Crucificado de Ourique. E um Papa peregrino sempre será um enviado do Crucificado de Ourique para nós.

4) Por isso, aprendamos a tomar a terra dele, a Polônia, como se fosse um lar para nós - este é o espírito que deveria nos nortear na próxima JMJ.

5) Se Cristo nos envia, então sejamos missionários. Bendito seja Nosso Senhor Jesus Cristo, o Crucificado de Ourique - e bendita seja a memória de nosso primeiro Rei, D. Afonso Henriques. Que a santificação dele ocorra logo!

sábado, 25 de abril de 2015

Comentários às declarações de D. Odílio Scherer

1) D. Odílio Scherer fala que a reforma política é proposta suprapartidária.

2) Puro nonsense - fazer proposta suprapartidária numa cultura de país tomado como se fosse religião é aumentar a interferência do Estado no projeto de vida de uma nação e isso pode ser altamente destrutivo, posto que é fora da conformidade com o Todo que vem de Deus. 

3) Isso significa mais opressão - e como o comunismo é opressão e a CNBB está colaborando com isso, então D. Odílio Scherer está excomungado, uma vez que essa declaração está fora da conformidade com o Todo. E confessar ignorância grosseira nesse ponto, sendo bispo, é pecado contra o Espírito Santo, pois é incabível um bispo ignorar as conseqüências maléficas disso, nas circunstâncias em que nos encontramos. E mais grave do que isso é colaborar com o PT sem olhar para o mal que ele faz - e fazer uma reforma política nesta circunstância é não opor-se ao erro. E não opor-se ao erro é aprová-lo.

4) Segundo o próprio Cristo, esse pecado jamais será perdoado, pois o Sr. Scherer não está zelando por fé nenhuma, a não ser a dos conservantistas neste Estado revolucionário em que nos encontramos, ao longo destes 126 anos de República. 

5) Meu padrinho, que é polonês, daria um bispo melhor do que o referido. Ele sabe bem o que é isso e eu me esforço para aprender com ele todo santo dia.

A confiança, e não a metodologia, é a base de todo progresso científico

1) Todo pensador independente, para fazer um trabalho sério e conforme o Todo que vem de Deus, necessita de fontes confiáveis - e as melhores fontes são as fornecidas por todos aqueles que amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento.

2.1) A comunidade dos que amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento, é de fato mais antiga que você - e continuará viva, ainda que você já tenha partido desta pra melhor. 

2.2) Essa comunidade se renova com o tempo - atualiza constantemente suas tradições, já que Cristo é o caminho, a verdade e a vida. Essa comunidade estará viva e forte até que Cristo venha pela segunda vez. 

2.3) Só o fato de haver isso já dispensa trabalhos prévios de metodologia de pesquisa ou qualquer investigação de campo que nos force a tomar o fato sociológico como se fosse coisa, pois a cultura de confiança, dentro da tradição cristã, é tão sólida que a informação necessária te vem quando menos você espera, pois é dada com generosidade e com bondade - e são essas coisas que te preparam melhor para o céu.

3) Este tesouro acumulado, fundado em gerações que tomaram seus países como um lar em Cristo, tem um valor imensurável. 

4) Este valor não se pagará com todo o ouro e toda a prata disponível do planeta ou do universo, ainda que minerem meteoritos no espaço. Este tesouro vem de Deus - e o que aprendo disso eu recebi d'Ele.

Ourique e o descobrimento do Brasil deveriam ser feriados

1) Dois dias que deveriam ser tomados como feriado: o dia em que Cristo Crucificado apareceu em Ourique para el-Rei D. Afonso Henriques, em 1139, e a conseqüência disso, o descobrimento do Brasil, em 1500. 

2) Esses dias deveriam ser santificados e deveriam ser tomados como dias de preceito, pois esses dias são importantes para a realidade cristã nesta terra e estão em conformidade com o Todo que vem de Deus, posto que servem à causa universal, que é Cristo Jesus.

3) Digo isso porque comemorar o dia da mentira, o dia do "cristo de araque" (Tiradentes), é feriado fake que só faz sentido apenas para se enforcar um dia útil de trabalho.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

A verdade sobre o quinhentismo

O quinhentismo não toma ciência de que o Descobrimento do Brasil é o desdobramento, o fruto da visão de Dom Afonso Henriques do Cristo Crucificado em terras americanas. Esta visão do Cristo Crucificado foi a causa que fez com que o Império Português começasse as navegações e assim fundar, anos mais tarde, o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - reino esse que devemos tomar como um lar e não como se fosse religião, tal como se dá nesta república. E ao não tomar ciência disso, o quinhentismo conserva o que é conveniente, ainda que dissociado da verdade. Enfim, trata-se de um verdadeiro conservantismo - ele não pode ser tomado por conservadorismo, posto que não conserva a dor de Cristo.

Sara Rozante​

O Brasil nunca foi colônia

1) Colônias são territórios ultramarinos que servem para a glória real - no contexto do Império Ultramarino, são coadjuvantes que atuam de modo a que as estrelas, os reis, brilhem mais.

2) A lógica das colônias se funda na seguinte lógica: o Estado sou eu (ou Eu sou o senhor dos senhores - e não o servo dos servos). Só em governos em que o rei é um tirano é que os territórios de ultramar serão inseguros e corruptos. E não é à toa que todos os países que trataram os seus súditos como colonos - como apátridas, sem ligação com a terra natal - foram péssimos colonizadores. A começar pela França - e depois, a Inglaterra, na forma como tratou a questão dos impostos nas Treze Colônias da América do Norte.

3) Portugal e Espanha trataram seus territórios como parte mesmo de seus reinos - as cartas que regiam os vice-reinados tinham o mesmo estatuto de reino tal qual o reino originário. O mundo hispânico só pode ser entendido a partir do momento da relação da Espanha com as Espanhas (todo o território do continente americano sob a soberania espanhola) 

4) Portugal e os territórios que faziam parte do Império Ultramarino Português devem ser pensados na mesma forma, já que a razão que movia a fundação do Império se dava a partir da missão de servir a Cristo em terras distantes - e isso pede colaboradores e não marionetes. E para que haja a colaboração, um estatuto jurídico que os punha em pé de igualdade nos direitos e deveres que os súditos de Portugal tinham era necessário. Então, falar em Brasil-Colônia só tem sentido para quem se baseia em pensamento gramsciano, fundado em Maquiavel - é em Maquiavel que você vai encontrar toda a justificação para as colônias, pois é política fundada para se tomar o país regido pelo Príncipe como se fosse religião.

Confundir secessão com independência corrompe consciências

1) Se você é contra a corrupção, comece a estudar a razão pela qual a secessão do Brasil do Reino Unido (a Portugal e Algarves) começou a perder o seu  sentido e porque aponto tanto a necessidade de se reconciliar com Portugal, de modo a que voltemos às nossas verdadeiras fundações, que se dão em Ourique. Quem é sensato sabe muito bem que nosso país jamais foi colônia: nós éramos um vice-reinado, um Estado associado a Portugal no continente, por conta da missão de servir a Cristo em terras distantes - e como tal, e fundado em Cristo, os reis de Portugal tratavam os novos súditos desta nossa terra da mesma forma como tratava os súditos da terra acostumada à sua regência. Como todos são súditos, todos são iguais perante a lei, perante o rei e perante Cristo, o Rei dos reis.

2) O processo de corrupção da nossa pátria começou a partir do momento em que começamos a confundir a secessão, que era justa, com a independência do Brasil, fazendo-nos desligar da nossa herança de Ourique, ao tomar o Brasil independente como se fosse religião, dando origem à interminável querela do estatismo. E este pecado social sistemático contamina a todos nós na consciência, enquanto formos conservantistas neste aspecto.

3) A perda do rumo surgiu através de idéias de moda e de vanguarda - e essas idéias arrivistas ou vieram da França ou da Inglaterra ou do subproduto do iluminismo: os Estados Unidos da América, enquanto nação independente do Império Britânico.

4) Esses três países são conhecidos como centros de cultura criadora, mas de cultura criada para se destruir o senso de se tomar o pais como um lar em Cristo, a partir do senso de se tomar o país como se fosse religião totalitária de Estado. Toda a gênese do nacionalismo fundado em idéias iluministas decorre daí.

5) Enfim, a história cultural da mentalidade revolucionária não se dá só no marxismo, mas também nos seus antecedentes, o libertarismo iluminista e o protestantismo.

6) A maior vingança da História é saber que os EUA e a Inglaterra estão já se rendendo à verdade em Cristo, após o fracasso dessas idéias revolucionárias. Os Estados Unidos já são uma nação católica e a Inglaterra, por conta da visita de Bento XVI a Westminster, está se convertendo em massa.

7) O dia que a França reconhecer os pecados da Revolução Francesa e abolir essa república diabólica, aí a civilização cristã voltará à tona.

Fundamentos para a volta de um partido brasileiro de verdade

1) Toda a grandeza de Portugal se funda na missão de servir a Cristo em terras distantes - é por essa razão que os descobrimentos são o ponto alto da história portuguesa.

2) Os descobrimentos são desdobramentos da história portuguesa em outros continentes, ao servir a Cristo em terras distantes. No continente americano, o Brasil, o Sacramento e a Guiana Francesa sob ocupação portuguesa são os elementos que constituem a América Portuguesa.

3) O sentido pelo qual o país deve ser edificado começou a se perder na Revolução Liberal do Porto, em 1820. A História do Brasil como nação independente deve ser tomada, num primeiro momento, como uma secessão, mas uma secessão justa, pois os vintistas eram herdeiros da Revolução Francesa - e o que fizemos foi preservar as liberdades fundadas na missão que herdamos desde Ourique e que foram concretizadas politicamente no Reino Unido que D. João VI criou: o Reino de Portugal, Brasil e Algarves.

4) Essa secessão justa começou a se corromper e a perder o seu sentido original ao longo do tempo - como o mundo estava contaminado pela heresia libertária e conservantista, o país começou a ser edificado, tanto na política quanto na cultura, a partir da liberdade moderna - em outras palavras, na liberdade voltada para o nada, base para se tomar o país como se fosse religião, preparando assim o terreno para a tragédia republicana que se seguiria desde 1889, quando o país viu essa cultura entrar em metástase.

4) A influência dos liberais já atuava no campo cultural há algum tempo, pois os membros da aristocracia consumiam cultura francesa e inglesa, toda contaminada por idéias iluministas. Olavo de Carvalho​ mencionou que o Brasil passa por esse ciclo revolucionário há quase 200 anos, sinal de que os males do vintismo ainda não foram superados, pois a querela do estatismo continua sendo o norte de nossa história.

5) Para se tomar o Brasil como um lar e superar tal querela, é preciso que vejamos o Cristo crucificado em Ourique. E ao entendermos a História do Brasil como um desdobramento dessa missão no continente americano, nós precisamos também compreender os acontecimentos portugueses que nortearam as medidas políticas que tiveram impacto decisivo nos rumos desta terra e qual era o papel do Brasil no contexto do império luso, uma vez que a economia do vice-reinado era crucial para o desenvolvimento econômico de Portugal e dos vice-reinados que Portugal instalava na África (vice-reinados esses que foram reduzidos a protetorados e depois colônias, por força da revolução vintista e seu subprodutivo, a república regicida portuguesa). Enfim, para se entender o país como um lar, é preciso que se compreenda o comércio triangular como a base sociológica pela qual se edificou a civilização portuguesa, fundada desde Ourique.

6) Para se formar um partido brasileiro de verdade, há que se entender a história neste fundamento. Pois 1500 e 1822, como marcos zero, levam o país a ser tomado como se fosse religião, base para uma liberdade para o nada. Esses marcos têm a marca da Revolução Francesa, que queria edificar uma liberdade a partir do zero, o que é um absurdo.

7) A única liberdade que deve haver é a liberdade em Cristo e o senso de servir a Cristo em terras distantes, tal como se deu em Ourique. Essa liberdade, que dá causa à missão e aos nossos deveres como cidadãos da pátria do céu, é antiga e já data quase mil anos - e esse é o único fundamento constitucional que deve ser assegurado, por ser antigo - e foi com ele que se fundou Portugal, o Brasil e as demais coisas. Até isso entrar na cabeça, todo um trabalho de regeneração da consciência deve ser feito e isso exige o trabalho de gerações.

Os bons soldados são aqueles que tomam o país como um lar

1) O melhor soldado da Pseikörder não é um milico fardado, mas um cidadão comum que toma o Império do Brasil como um lar. 

2) Se ele tem dupla cidadania e viaja com freqüência à terra dos antepassados, ele usará o conhecimento que tem de modo a integrar as duas nações, já que se mostrará um verdadeiro diplomata perfeito. 

3) Tomar o país de nascimento como um lar, tomar o país dos antepassados como um lar e integrar as duas regiões, de modo a que sejam uma terra só, é o jeito de ser dos pseikone. 

4) Nunca tomaremos país nenhum como se fosse religião, pois cremos na fraternidade universal que decorre da conformidade com o Todo que se dá em Deus, uma vez que Cristo é o caminho, a verdade e a vida - ninguém vai ao Pai senão por Jesus.

5) Uma comunidade formada por esses diplomatas perfeitos é mais poderosa do que mil batalhões de milicos positivistas juntos.

6) Enfim, o espírito pseikone se funda na esperança da Restauração da Pátria Imperial e na busca incessante pela vida eterna, ao se viver a vida em conformidade com o Todo que vem de Deus.

Da Pseikörder como a 21ª Província do Império

1) A Pseikörder é 21ª Provincia, uma província de resistência a esta infame república - ela é uma província virtual e é formada por todos aqueles que tomam o Império do Brasil como um lar, fundado por conta da aliança do altar com o trono que se deu em Ourique, em 1139. 

2) Esta província virtual, que é o que sobrou da nação brasileira verdadeira, abrange quem está disperso pelo país afora ou no mundo inteiro e que tem como pensamento exatamente isso. 

3) Todos os que pensam dessa forma e que estão em conformidade com o Todo que vem de Deus são pseikone. Nós somos tão estrangeiros quanto os que não nasceram aqui, justamente por sermos mais brasileiros que os idiotas daqui, que são todos apátridas. 

4) Os apátridas só nasceram no Brasil físico, mas não sabem para onde vão; nós podemos estar dispersos pelo país e pelo mundo afora, mas nós reconhecemos nossa pátria imperial por conta da aliança do altar com o trono que se deu em Ourique, em 1139. E sabemos que nosso país foi fundado na Santa Missa de Descobrimento em 1500 por conta disso. Temos história, temos cultura e temos uma língua - os apátridas nada têm exceto a vaidade e o orgulho.

Feliz dia do Desdobramento

1) Se tomarmos por base a origem pela qual devemos tomar o país como um lar, que é o Cristo Crucificado em Ourique, o Descobrimento do Brasil pode ser visto como o Dia do Desdobramento dessa missão em terras americanas, pois o Novo Mundo fica bem distante de Portugal.

2) O Descobrimento tem mais valor para quem descobre. Se Portugal descobriu esta terra por conta da missão que recebeu do Cristo Crucificado, então devemos nos sentir honrados, pois foi neste dia que nos tornamos herdeiros da tradição cristã e da missão de servir a Cristo em terras distantes.

3) O colega Francisco Barbosa​, tempos atrás, postou uma matéria apontando que o Brasil é o país que mais manda missionários para o mundo afora. E Angola, por conta do Cristo Crucificado de Ourique, foi pioneiro em banir o islamismo de suas terras.

4) Como a nossa glória se dá no Cristo Crucificado, em terras consagradas por Ele infiel não se cria. Nessas terras, a aliança do altar com o Trono é norma. Só num regime que separa o altar com o trono é que essas bactérias se proliferam - e com elas, as heresias e as apostasias.

Enfim, desejo a todos um feliz dia do desdobramento para todos. Cristo enviou nossos ancestrais para cá - e ele nos envia para que sirvamos a Cristo por todos os confins da Terra. Sejam missionários - sirvam a Ele em terras distantes e tomem estas terras também como um lar, tal como o Brasil, com base em Ourique. Eis aí o verdadeiro legado da JMJ.

domingo, 19 de abril de 2015

Chega de Zombaria

1) Quando resolvi aprender a escrever no "portuguez imperial", todos me zombavam. Hoje sei muito mais sobre a minha língua, ao comparar a escrita que hoje pratico com a forma imperial - e eu adoro eos livros antigos por causa dessa informação.

2) Quando decidi resolver manter a escrita que aprendi no colégio, que foi alterada pelo PT, me zombam hoje porque escrevo errado. Esses Fábios Salgados de Carvalho da vida, que ficam a ralhar os que erram, são deletados sumariamente por aqui, no meu mural de facebook.

3) Quando declarei que não escreverei no português do PT (Partidos dos Trabalhadores), por entender ser inconstitucional, riram da minha cara.

4) Diante dos meus alunos, que são todos membros da minha organização, a Pseikörder, digo a eles todos que são livres para escrever tanto na forma imperial quanto na forma simplificada (o português que era vigente antes da lei do PT). E, ao contrário do referido no ponto 2, jamais vou brigar com alguém ou zombar de meu semelhante só "porque escreveu errado".

5) Se eu fosse rico, eu montaria uma associação de defesa da língua portuguesa - e eu mesmo cuidaria da formação de todos os quisessem ter um domínio da língua portuguesa.

6) Por enquanto, só tenho minha iniciativa individual: minhas pesquisas independentes e as poucas pessoas que me ouvem, que amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento.

sábado, 18 de abril de 2015

Jamais serei um romancista

1) Tempos atrás, de Fernando Pessoa, eu li o seguinte: "o poeta é um fingidor; finge a dor que deveras sente".

2) O romancista tem um mesmo quê do poeta, só que usa a prosa, o texto corrido - nele, você encontra um verdadeiro caos, às vezes planejado, cuja leitura, em certos momentos, é um tormento.

3) Quando uma pessoa me sugere escrever uma crônica ou um romance, ele me sugere ser um fingidor e isso não é o que quero ser. E isso é uma das maiores ofensas que se pode dizer a mim, pois sempre desejei ser um cientista a vida inteira. E para ser cientista, é preciso ser sincero - e dizer a verdade, com base naquilo que decorre da conformidade com o Todo que vem de Deus.

4) O lado bom de ser um cientista social ou um filósofo, que são as atividades que desempenho de fato, é que posso escrever textos na forma pontual e neles posso escrever as coisas dialogando com o Espírito Santo - e isso requer que você diga as coisas com base na sinceridade da alma. E para se escrever de forma pontual, a conformidade com o Todo que vem de Deus é o método para se dizer as coisas, dando uma visão objetiva para as coisas.

5) Eis aí porque tomo como ofensa quem me sugere escrever como Chesterton, que escreveu crônicas e romances. Isso não tem relação com a minha personalidade - e isso é um sinal de que a pessoa não me conhece.

6) Muitos acham que o escritor pode tudo, por entenderem que manejar as palavras num sentido claro e coeso é um dom divino. A verdade é que escrever é uma projeção da alma para aquele detalhe que você quer passar - como sou um ser pecador e imperfeito, eu devo contar aquilo que realmente eu vi, da forma que melhor sei fazer. E isso pede que aqueles que amam e rejeitam as mesmas coisas ouçam.

7) Eis porque jamais serei um romancista - e quem sugerir isso será bloqueado, já que não me conhece. E não permito a quem não conhece opinar, pois não estudou ou conheceu aquele que deve ser estudado.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Meu estilo não é para leitores que lêem as coisas de maneira indiferente à verdade que está sendo apontada ou denunciada

1) Tenho feito reflexões muito maduras sobre o problema da impessoalidade. Os liberais estão regurgitando raiva. Há muito mais conservantistas do que eu pensava.

2) Tenho plena consciência de que o que falo não serve para leitores ecléticos ou para leitores casuais, leitores esses que lêem um livro de maneira impessoal, indiferentes à verdade que está sendo pregada, pois o trabalho do escritor é apostolado. 

3) Se o que falo é a mais pura verdade, então eu não preciso ter de mudar meu jeito de escrever, de modo a agradar leitor que lê 50 tons de cinza, pois isso é fingir ser o que não é - e isso é pecado contra Deus. Não é à toa que bloqueei o imbecil que me sugeriu essa estupidez.

4) Como falei antes, o sucesso se mede na vida eterna. Não tenho culpa de que temos um mercado formado por leitores medíocres, que não buscam a verdade. 

5) Acho melhor seguir as coisas do jeito como estou fazendo - vou servindo aos meus pares, que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, e vou sendo remunerado por isso. 

6) Com base no que já me aconteceu, a conclusão a que chego é que a impessoalidade leva à malvadez da fortuna, pois rebaixa a qualidade do trabalho pessoal, sob a alegação de que ele não é comercial. Não é à toa que muitos artistas se tornam esquerdistas, pois a economia impessoal leva justamente a isso - isso é um atestado evidente da descristianização da sociedade como um todo.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Recado aos que não gostam do meu estilo de escrever

1) Há quem diga que o estilo pontual que desenvolvo não é comercial, pois o leitor casual e eclético lê uma coisa de cada vez. Sugeriram que eu mude meu estilo.

2) O estilo direto e pontual em que escrevo é o estilo da Igreja Católica e a Igreja serve a verdade aos irmãos - e aprendi a trabalhar com esse estilo lendo livros de patrística. Eu sirvo à causa da verdade, de modo a estar em conformidade com o Todo que vem de Deus. Portanto, não vou mudar meu estilo para atingir um público que lê 50 tons de Cinza ou livros de auto-ajuda. Meu estilo de escrever é parte da minha personalidade - e não vou mudar meu jeito de ser ou de escrever, já que escrever é uma projeção do ser.

3) Além disso, eu não vou tratar meu serviço de servir a verdade em Cristo Jesus como se fosse banana na feira. Quem lê meus textos sabe que estou ali para servir a Cristo Jesus - e o que faço poupa tratados inteiros.

4.1) O que faço é a simplificação da simplificação - quem leu textos de patrística sabe que os pontos podem consumir páginas inteiras. Parágrafos em texto corrido tornam o texto errático e vazio - por isso mesmo os aboli -  e eu passei a detestar esse tipo de estilo, posto que me é antinatural. 

4.2)  A forma que uso gasta pouca tinta, tem profundidade e atinge a alma - é a minha AK 47. Não abro mão dessa forma de escrever, pois ela funciona muito bem.

5) Enfim, não me peçam os editores para mudar meu estilo de escrever, pois isso é fazer com que tenha que ser algo que não sou. E isso me ofende, pois não é Cristão. 

6) Quero ser aceito do jeito que sou - e por isso, meu estilo de escrever fica, pois sirvo à verdade em Cristo. Ainda que a massa não me ouça, melhor os 20 que me ouvem e estudam o que tenho a dizer do que 5000 mil pessoas que ficam lotando o perfil do Olavo e que ficam às vezes fazendo o papel de samambaia, sem acrescentar nada de edificante.

7) Sucesso pra mim se mede na vida eterna - e não em milhões de leitores. A verdade se imporá por si mesma.

8) Viverei das vaquinhas e das pequenas tiragens que produzirei para as pessoas que amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento.

O grande problema não é o livre mercado mas as relações sociais impessoais, onde todos têm a sua verdade


1) O grande problema não é a economia de livre mercado, mas a economia fundada em relações sociais impessoais. Isso leva à publicização do direito privado e ao Estado totalitário. Isso promove a cultura da apatria e da irresponsabilidade moral.

2) Se eu conheço as necessidades do meu irmão e se minha circunstância é capaz de atender as necessidades do mesmo, então temos uma oferta e demanda conhecida, fundada numa ordem conhecida e numa verdade conhecida e obedecida, já que nós amamos e rejeitamos as coisas tendo por Cristo fundamento - e esse tipo de coisa favorece a integração entre as pessoas e promove o senso de responsabilização.

3) Se isso ocorre entre duas pessoas, isso pode ser feito de maneira sistemática e pode envolver uma nação inteira - se houver uma cultura assim, temos um país tomado como se fosse um lar, em Cristo.

4) Se eu presto serviços - serviços esses em si ilícitos, fora da conformidade com o Todo que se dá em Deus - e esses serviços caem no gosto da população, então não temos liberdade. Temos decadência moral distribuída à população - e se isso é usado para se construir poder político, além do poder econômico, isso leva ao país tomado como se fosse religião.

5) O problema do liberalismo é que ele é indiferente a essas coisas - ele busca uma liberdade fora da liberdade de Cristo e conserva esse tipo de coisa conveniente, ainda que isso seja flagrantemente dissociado da verdade. A lei natural não tem valor - se esse bem ilícito não for contrário à lei  positiva, a lei dos homens,  fizer sucesso sucesso junto ao público consumidor e as pessoas que "servem" ganham dinheiro com isso, tá valendo. Pois foi "voluntário" - fundado em sabedoria humana dissociada da divina.

6) E o pior é que essa gente toma o capitalismo - os métodos de produção e de comercialização de certas pessoas inescrupulosas, que são fora da lei natural -  como se fossem religião, como se fossem válidos.

Notas sobre o conceito de empréstimo produtivo

1) Todo empréstimo produtivo deve ser fundado na bondade, na generosidade. É nele que você encontra a conformidade com o Todo que vem de Deus, no âmbito dos favores.

2) Esse empréstimo produtivo serve tanto para gerar riquezas, de modo a que o país seja tomado como se fosse um lar, e também para satisfazer às necessidades de um irmão - seja por caridade ou por urgência.

3) Quando o empréstimo se versa em produzir riqueza, eu me torno sócio do meu irmão e passo a ter voz e voto nos destinos na companhia que ele fundar. Este é um empréstimo edificador, feito de modo a que país seja tomado como se fosse um lar, ao gerar riquezas para todos. Pelo tempo dedicado ao negócio e pelo dinheiro que foi despendido, tenho direito aos frutos decorrentes desse dinheiro emprestado.

4) Quando empresto dinheiro a um irmão, de modo a que ele pague suas dívidas ou de modo a comprar um presente, seja para si ou para um amigo, não é lícito convencionar um acordo de modo a cobrar juros dele, pois nenhuma riqueza ali foi produzida nesses empréstimos - além disso, não podemos praticar usura em cima de um irmão, de modo a cobrar sobre um empréstimo não produtivo, tal como preceitua a bíblia.

5) O dinheiro emprestado de modo a satisfazer necessidades pessoais, de natureza não produtiva, será restituído da mesma forma como foi tomado - entretanto, quem tomou o préstimo se compromete voluntariamente - por força de dever moral, que se dá na carne - a te remunerar o favor que você prestou a ele.

5.1) Por generosidade - por escolha dele e não por força de convenção - ele pode te dar um dinheiro a mais, como uma recompensa pelo serviço prestado.

5.2.1) Ou ele pode te dar algo diferente, caso ele não tenha o dinheiro para te devolver. Se for algo necessário a você, você deve aceitá-lo, pois é dação em pagamento e foi te dado com generosidade[1];

5.2.2) Se é algo que beneficia a um terceiro que ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, trata-se de corretagem espiritual, já que houve efetiva integração entre as pessoas.

6) Toda generosidade leva, de alguma forma, ao pagamento do compromisso firmado com algo diverso de dinheiro.

7) A economia impessoal, regulada por lei, fará de tudo para eliminar a dação em pagamento, pois o dinheiro será tomado como se fosse religião.




[1]

Cito como exemplo o caso em que empresto R$ 50,00 reais a um amigo e ele me devolve 50 dólares. Se isso foi dado em generosidade, trata-se de dação em pagamento, pois aos olhos da lei moeda estrangeira é coisa diferente de dinheiro.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Tudo está interligado em política

1) Não há nada que me irrite mais do que um idiota falar merda, a primeira merda que lhe vem à cabeça, em vez de meditar e meditar sobre o que há por trás de certas coisas que, aparentemente, podem ser benéficas, mas que podem se revelar desastrosas e diabólicas, ao longo do tempo.

2.1) Em política, devemos levar em consideração quem está no poder, antes de se examinar se uma medida é boa ou ruim. 

2.2) Se um comunista está no poder, a adoção do chip representará o fim da liberdade, pois não teremos como resistir ao arbítrio, já que se poderá levantar informações facilmente a nosso respeito e isso vai nos destruir, ainda que não se ofereça perigo nenhum a quem está no poder. Basta só imaginar que somos perigosos - e eles são psicopatas, pois eles enxergam a realidade sob os olhos da neurose - e basta imaginar que você é um problema e você estará em problema.

3.1) É a mesma lógica com relação à urna eletrônica. Ainda que a tecnologia de apuração seja rápida, a verdade é que os algoritmos que determinam a contagem dos votos podem ser manipulados - e basta haver um agente garantidor que garanta o sigilo da apuração que até mesmo a urna eletrônica será fraudada, ainda que digam que ela é confiável, por ser uma inovação tecnológica, feita de modo a substituir o voto tradicional, em papel. 

3.2) Dias Toffoli, na qualidade de ministro do TSE, foi esse agente garantidor, por conta de ter sido nomeado pelo PT - e como presidente do TSE, ele é membro do STF. Só por isso, ele cometeu abuso de poder, crime de responsabilidade, e ele deve e precisa ser destituído do cargo por causa disso.

4) Não podemos olhar para as coisas de maneira isolada. Em política, tudo está interligado. E precisamos olhar as coisas com essa "maldade", pois isso é para o nosso bem.

Das desvantagens do chip, em face do papel

1) Dizem que o papel aceita tudo, mas a produção contida nele fica individualizada, descentralizada. Essa dificuldade de recuperar a informação pode ser benéfica, pois pode ser uma vantagem para quem sofre perseguição - e isso pode significar a vida ou a morte para quem sofre inustiça. E quando há uma dificuldade de se obter informações, você reduz o tamanho do governo - o que é uma vantagem óbvia para os cidadãos, pois eles sofrerão menos constrangimento ilegal.

2) O chip, além de aceitar tudo como o papel, permite a centralização das coisas num único documento. Do ponto de vista de quem tem o poder, isso é um convite ao arbítrio. 

3) Centralização, concentração de poder, facilidade para produzir provas contra um possível inimigo do Estado, até mesmo inventado - será que vocês não percebem o horror por trás dessa medida do chip?

O Admirável Novo Mundo chegou à Terra de Santa Cruz

Eu postei esta matéria na Página do Paulo Eduardo Martins, da qual sou um dos administradores: 


1) Houve quem dissesse que vai ser apenas implantado "um cartão magnético com chip, semelhante àqueles que são usados em cartão de crédito. Cartão esse que vai melhorar e muito a vida da população porque vai unificar vários documentos em um só". 

2) Houve quem dissesse que devemos parar de exagerar, de achar que tudo é obra do demônio (SIC).

3) Gente assim é sem noção! Tudo o que o PT e o Foro de São Paulo fazem é de caso pensado - não podemos ser inocentes. Com o PT prejudicando a vida da população, violando todas as liberdades individuais e garantias constitucionais, aparelhando todos os poderes, a adoção desse microchip deve e precisa ser vista com desconfiança, pois a centralização da vida do cidadão em único documento, cujo número fica vinculado àquela pessoa ao nascer, tal como ocorre com o número do seguro social nos EUA, faz com que ele seja facilmente rastreado pelo governo. E se o governo for totalitário, você será eliminado facilmente. Só a mera possibilidade já é um arrepio à lel e à liberdade.

4) Lá nos EUA estão passando pela regra do devido processo legal - e muita gente está indo parar em Guantânamo por uma acusação inventada. 

5) Quem pensa que microchip é coisa boa ignora o que foi falado no livro do apocalipse e é capaz de passar um cheque em branco pra um governo com vocação autoritária. Como tem gente imbecil neste mundo! 

6) Que essas pessoas ardam no fogo eterno, por dizer tal sandice!

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Antes de sermos brasileiros, precisamos aprender a sermos portugueses primeiro

1) Estão dizendo por aí, para as manifestações do dia 12/04/2015: "meu partido é o Brasil".

2) Numa cultura onde tudo está no Estado e nada pode estar fora do Estado, a partidarização da terra é tomar o país como se fosse religião. E não podemos formar um partido brasileiro tendo por base esta cultura de sociedade massificada, pois esse partido se tornará único, o que é claramente autoritário, fora da conformidade com o Todo.

3) Como falei outra ocasião, o verdadeiro partido brasileiro deve e precisa partir do fundamento de que devemos tomar o país como um lar. E para isso, precisamos servir a Cristo nestas terras distantes, tal como se fez em Ourique.

4) Antes de sermos brasileiros, precisamos reaprender a sermos portugueses primeiro, no sentido de servir aquilo que se edificou em Ourique - e só depois tomar o país como um lar, com base no desdobramento que se deu na Santa Missa do descobrimento, pois é neste fato histórico que se tem o fundamento legítimo para se formar um partido brasileiro de verdade. A organização política fundada no fato de que tomamos esta terra como um lar e que amamos e rejeitamos as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento, é que dará causa a que formemos um partido brasileiro de verdade.

5) Como falei nos artigos anteriores, o partido brasileiro é um desdobramento do partido português, da organização política de modo a servir a Cristo em terras distantes, tal como se deu em nossas origens. E um partido colabora com o outro já que existem dois caminhos a seguir: ou o do Brasil como um Império independente ou como parte do Reino Unido. E esse é o verdadeiro fundamento de uma monarquia parlamentar legítima.

6) Enfim, o anti-petismo, fundado na cultura de se tomar o país como se fosse religião, é tão grave quanto o petismo.

Textos relacionados:

Da importância da terceirização na economia de se tomar o país como um lar


1) Uma siderurgia precisa comprar minério, carvão, oxigênio líquido, óleo e centenas de outros insumos, de modo a poder desempenhar a sua atividade.

2) Em teoria, ela também precisaria comprar sabão em pó, vassouras, luvas para o departamento de limpeza, assim como também precisa comprar manteiga, carne, arroz para o departamento de cozinha.

3) São muitos insumos - é tanta coisa que o departamento de compras não dá conta. 

5) Em administração científica, nós temos um conceito muito importante: trata-se de se focar o que é prioritáro, o que é essencial à atividade produtiva de uma empresa, o seu carro-chefe, o que lhe compete, enquanto atividade econômica organizada.

6) Como a atividade empresarial é um atividade economicamente organizada e visa à produção de riqueza para todos, base para se tomar um país como um lar, então o departamento de compras vai se concentrar, tão somente, em comprar o melhor minério e não o melhor detergente em pó. Assim, aquilo que não é essencial à atividade da empresa ela vai delegar para outros colaboradores - como eles não estão subordinados à atividade da empresa, então ocorre uma terceirização da atividade.

7) Toda as atividades que facilitam a organização da empresa, de modo a que ela produza mais, como os restaurantes, a saúde dos empregados, a limpeza do lugar, tudo será terceirizado. A terceirização, enfim, aumenta a produtividade, a qualidade dos serviços e a dedicação de todos, que passarão a focar cada um a sua especialidade.

8) Os sindicalistas do setor de siderurgia perderiam poder, teriam menos filiados. É por essa razão que o PT é contra. Só pensam em seu próprio umbigo.

9) Quando se pensa em tomar o país como um lar, uma das primeiras coisas a se fazer em política é organizar as coisas de modo a que as pessoas tenham liberdade e passem a se dedicar a fazer àquilo que melhor sabem bem fazer, tornando a vida mais produtiva e mais rica.

Stephen Kanitz (com adaptações)

Colabore comigo

Se você gosta de todo o trabalho que eu faço, por quê não faz uma doação? Eis aqui os meios:

Banco Itaú

Agência 5635

Conta: 11459

paypal e pagseguro: livraria.caboclo@yahoo.com.br

vakinha: http://novo.vakinha.com.br/vaquinha/colabore-com-o-trabalho-do-dettmann ou http://novo.vakinha.com.br/vaquinha/cof-do-olavo-de-carvalho

A quem já colaborou e ainda colabora comigo, meu muito obrigado! A quem quer colaborar, espero contar muito com vocês. Tenham uma boa noite!

Contra os vícios da República e os pecados de (alguns) monarquistas


1) Além de lutarmos contra os vícios da república, precisamos lutar contra os pecados que certos monarquistas praticam, quando se conservam no quinhentismo, no indianismo e no nacionalismo - e tudo isso é dissociado da verdade.

2) Para este caso, precisamos fazer um desagravo ao Sagrado Coração de Jesus, de modo a lembrar sempre da missão que o Cristo Crucificado deu em Ourique para o nosso primeiro Rei, D. Afonso Henriques, e para todos nós, que somos herdeiros dessa santa missão de servir ao Rei dos Reis nestas terras distantes.

3) Se não lembrarmos sempre de Ourique, a república cedo ou tarde volta. Foi por conta desses pecados que conhecemos este inferno, que dura até hoje!

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Desde quando emigrar do Brasil é solução?


1) Eu nunca vou pra outro lugar sem ter uma base, sem ter alguém que ame e rejeite as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento, de modo a que possa ser bem acolhido nesta outra terra.

2) O melhor remédio é vencer na sua terra, tomando o seu país como um lar, ainda que tomem o país como se fosse religião de Estado, onde tudo está no Estado e nada pode estar fora dele. A verdade se imporá por si mesma, pois tomar o país como um lar, em Cristo, é conforme o Todo que vem de Deus. Eu estudei a vida inteira para compreender as razões pelas quais devo tomar o meu país como um lar, apesar da República que nos domina. Levei 20 anos para entender isso. Uma vez entendendo o que deve ser feito, eu lutarei com todas as minhas forças. Só deixarei este lugar se minha vida estiver em risco, mesmo com todos os cuidados que tomo.

3) A razão pela qual eu digo isso é que quem toma o país como um lar conhece a história do país e precisa estar em eterna vigilância, de modo a que as leis não se corrompam e que as coisas não se deteriorem por conta da mentalidade revolucionária. Emigrar sem lutar é ser covarde. A vida melhor só surgirá quando o inimigo for expulso da pátria, quando o estado revolucionário de coisas, que já dura 126 anos, for quebrado.

Salvacionismo é arrancar o batente da porte do inferno


1) As pessoas acham que, varrendo o comunismo do Brasil, isso vai resolver os nossos problemas, necessariamente. O problema é mais profundo do que se imagina, pois o comunismo é o sintoma extremo de um mal já enraizado: 125 anos de ordem revolucionária, decorrente daquele infame Golpe Republicano que pôs fim à Monarquia.

2) Isto que vemos é um claro sintoma de que há uma síndrome salvacionista, com o intuito de conservar o que convém, mas não a verdade. Puro conservantismo.

3) Essa mentalidade autoritária, decorrente do positivismo, é tão nociva quanto o comunismo.

4) Em vez de se fechar a porta do inferno que dá causa à invasão esquerdopata, até porque não temos quem realmente possa mesmo fazê-lo, por falta de vontade mesmo, o que se está a fazer é só arrancar apenas o batente da porta. Solução inócua, sem eficácia, de modo a virar a maré de sorte ao nosso favor.

5) O Brasil necessita de algo muito mais profundo: de um espírito de cruzada, coisa que decorre da aliança do Estado à Santa Religião. Mas infelizmente a Igreja, a causa da fundação da pátria, tem menos credibilidade do que os infames positivistas e maçons que infestam as casernas de nosso país.

6) Se esses elementos perniciosos fossem retirados a pontapés dos quartéis e ficassem só os poucos militares que compreendem perfeitamente o sentido da vocação da pátria, com o intuito de pegar em armas para se restaurar a verdadeira realidade, aí a chance de uma vitória nessa guerra contra o terror teria chances reais.

7) Enquanto se continuar com essa bananéia, o que haverá só confirmará o antigo dito popular: "cão que ladra não morde". Depois de um tempo, vão abanar o rabinho, todos felizes, como se nada tivesse acontecido. A geração mais veterana vai desaparecer e os atuais, pouco a pouco, estão sendo cooptados pelos petralhas.

8) Pra mim, é algo bem claro: quem não compreender o sentido desta pátria, de modo a tomá-la como um lar, jamais será brasileiro, onde quer que esteja, mesmo fora do Brasil. Quem não tiver essa formação, que deve vir de berço, jamais será capaz de tomar esta terra de volta das mãos dos comunistas. Enfim, de certo modo, já estamos condenados a sermos que nem os judeus: a vivermos um tempo na diáspora. Mas só poucos mesmo terão a fibra de manterem o espírito por muito tempo, até conseguirem retomar o chão perdido.

9) O quadro não é nada animador.

Se conservadorismo for tomado como ideologia, o cristianismo vira ideologia

1) Dizer que o conservadorismo é ideologia é chamar o cristianismo também de ideologia. 

2) Isso é relativizar a verdade - em vez de se ganhar as almas para Cristo, os ensinamentos e os valores d'Ele são reduzidos a meros instrumentos de tomada e manutenção do poder - por causa disso, esse reducionismo instrumental está desconforme o todo. Logo, o conservadorismo deixa de ser sincero e se torna conservantismo, por conta do relativismo moral. 


3) No final das contas, quem governa fará da nação algo a ser tomado como se fosse uma religião, a ponto de se afastar dos valores de Cristo, que deram causa para que uma nação fundada seja tomada como se fosse um lar.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Dicas aos candidatos à samambaia


1) Eu leio seu mural antes de concordar com o seu pedido de amizade. Se eu não encontrar algo no seu mural para dialogar com você, eu vou perguntar as razões pelas quais você está me adicionando.

2) O fato de que você tem amigos em comum comigo não é razão para me adicionar, pois eu tenho critérios bem rigorosos para adicionar alguém - é preciso que se ame e rejeite as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento, de modo a que eu possa adicionar você. E um dos critérios mais sólidos é saber a razão pela qual este país foi fundado e que nos leva a nos organizarmos contra o mal. Estude o meu mural antes e tente conversar comigo sobre as coisas que posto - eu prezo muito isso.

3) Um bom caminho é ver as postagens que meus colegas compartilham a respeito do que penso. Se você pedir aos meus colegas mais coisas para que eles possam mandar pra você, eu não hesito em te dar mais dados para a conversa.

4) Se eu estudo você e ouço muita coisa a seu respeito através dos meus contatos, acredito, por ser justo e necessário, que você deve me estudar antes de me adicionar. Até porque não tenho tempo a perder com samambaias.

Lições do caso Campagnolo


1) Se as pessoas realmente buscassem o conhecimento, parassem de ficar tomando o Olavo como se fosse religião e olhassem mais para que os outros, como eu, estão a dizer, elas perceberiam facilmente uma linha bem clara, que não pode ser cruzada: conservar o conveniente e dissociado da verdade é engrossar os quadros da esquerda que deve ser combatida. Por isso que já estou mandando pro lixo de antemão quem age assim, pois é desonestidade qualificada - eu leio tudo e ninguém vai conseguir me enganar.

2.1) É por isso que já estou cuidando de estudar claramente quem entra e quem sai no meu perfil. 

2.2) O dia que o espaço aqui no meu mural começar a ficar escasso, e começar a ser disputado a tapa, como é o do Olavo, as samambaias darão lugar aos que acrescentam.

Método para se conhecer pessoas, na era da rede social


1) Quando eu quero conhecer alguém, a primeira coisa que procuro saber é o seu nome e sobrenome - e aí procuro o perfil da pessoa no facebook.

2) O segundo passo é ver o que a pessoa pensa. Eu já tenho um filtro, por conta da minha experiência: esquerdistas, conservantistas, rad trads, libertários de todas as espécies estão fora. Se a pessoa não tem nada de relevante na timeline, a não ser coisas bobas, vazias, eu nem adiciono, pois não há nada a se dialogar com aquela pessoa.

3.1) Antes de adicioná-la, procuro ter boas conversas com a pessoa, de modo a ganhar a amizade da mesma. Após muitas conversas online, só aí é que parto para o encontro pessoal. 

3.2) Esta fase 3, em particular, só posso executar em apenas duas cidades, por enquanto: Rio de Janeiro e Niterói, dado que não tenho condições de viajar pelo país afora.

4) Enfim, desde que me surgiu a rede social, nenhuma máscara, nenhum conservantismo resistiu ao teste do tempo. Eu leio tudo o que a pessoa posta e pergunto tudo o que julgar necessário, se tiver dúvidas.

5) Enfim, não adiciono ninguém sem critério. 

6.1) Se eu tenho todo esse trabalho de estudar a pessoa, antes de adicioná-la, é porque prezo muito a prudência e porque considero as pessoas dignas. E só quem é digno é capaz de acrescentar coisas edificantes e em conformidade com Todo que vem de Deus. 

6.2) Se a pessoa me adiciona sem estudar o que penso, ela certamente vai querer armar confusão. Eu estou atento ao conservantismo alheio - e quem inventar de fazer patrulhamento ideológico em meu mural, eu não hesito em pôr para fora. 

6.3) Se a pessoa me adicionou por adicionar e não acrescenta nada, eu a afasto, de modo a dar lugar a alguém que edifique. A sorte é que ainda há espaço para muita gente - o dia em que houver 5000 pessoas acrescentando coisas úteis aí eu criarei um segundo perfil e nele estarão outras pessoas que não aquelas que estão no perfil original - e é nesta hora que precisarei de um segundo computador

6.4) A sorte é que estou sempre online, vigiando o que acontece, pois o Facebook pede a eterna vigilância - e esse é o preço da liberdade. Mesmo quando estou na missa, estou sempre a par do que acontece aqui - e quando assumo o computador, eu respondo o que tiver de ser respondido.

Estudo de caso - sobre o conservantismo




1.1) Não é porque o conservantista está em heresia flagrante que você deve se rebaixar a ponto de chamar alguém, no caso uma mulher, de "puta" ou "vadia". 

1.2) A defesa da fé deve ser proporcional à ofensa, pois o excesso não é conforme o todo. Tarcisio Moura​, por exemplo, fez uma brilhante defesa à altura, sem ofender. Já outros revelaram o seu mal-caratismo chamando-a de "puta" ou "vaca". 

1.3) Ataque ad hominem não é argumento e nem instrumento de defesa da fé, mas de perda da razão. 

1.4) O único ad hominem lícito, conforme o todo, é o do exemplo em contrário. Basta eu mostrar uma foto provando os conservantismos de Ana Caroline Campagnolo que está automaticamente provado que ela não é conservadora, com base no que venho sustentando faz tempo.

2.1) Quando alguém está em conservantismo flagrante, simplesmente bloqueie, pois o diálogo responsável será impossível. Se a pessoa não ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento ou é incapaz de fazer isso, simplesmente dê as costas. Assim como o Olavo recomenda que se recuse a amizade com esquerdistas, devemos recusar também amizade com os conservantistas, pois eles estão à esquerda do pai, no seu grau mais básico.

2.2) Com a Cris Corrêa, que apoiou o conservantismo de Ana Caroline Campagnolo, eu simplesmente disse que voltaria uma outra hora. E a bloqueei por conta de seu conservantismo.

3) Enfim, o crime contra Deus que Campagnolo cometeu só vai rebaixar a credibilidade dela, pois a verdade se imporá por si mesma. Ninguém dará mais ouvidos a ela, pois se mostrou uma desagregadora, já que os protestantes não crêem na fraternidade universal.

4) Os católicos que deram like à declaração criminosa dela, como o Sr. Rafael Vitola Brodbeck, deixaram de estar em conformidade com o Todo que vem de Deus. Isso é o tipo de atitude que nos afasta da amizade com Deus. E esse conservantismo haverá de endurecer-lhes o coração, a ponto de se afastarem da comunhão com Deus, com aquilo que é conforme o Todo.

5) Enfim, aquilo que venho sustentando, de que é preciso separar o verdadeiro do falso, o joio do trigo, mostra-se necessário, bom e correto. Jamais devemos chamar de conservadores quem é conservantista. A má consciência deles leva à apatria sistemática. 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

O principado se divide em Império e Dominato


1) O principado é a república romana sujeita à autoridade legítima de um cônsul, que usará de seu poder moderador de modo a que não haja o domínio de um homem sobre outro. E esse cônsul ficará no poder de maneira vitalícia.

2) No começo, esse principado não tinha caráter de monarquia hereditária - a república romana estava unida em torno de um homem sob um regime de união pessoal.

3) Incorporada à noção de monarquia hereditária e os valores cristãos, a noção de Império é virtuosa, pois a monarquia é virtuosa.

4) A forma pervertida de Império é o dominato, em que o Imperador é tomado como se fosse um Deus e ele governa de maneira cruel e despótica todas as partes do Império. 

5) Na tirania, tal como foi apontada por Aristóteles, o rei é cruel com uma cidade; no Império, é preciso ter-se a noção de sistema, pois são cidades e regiões unidas sob um sistema político em que o Imperador é coordenador, pois o Poder Moderador é a mola-mestra da unidade. Então, a perversão do Império, o dominato, é a tirania sistemática.

Brasil e EUA como terras prometidas - uma análise comparada


1) Em Ourique, Cristo disse a el-rei D. Afonso Henriques que Portugal serviria a Ele em terras distantes. As terras onde Portugal faria o serviço podem ser tomadas como terras prometidas, que podem ser unidas sob a forma de um Império. Em Cristo, o conceito de terra prometida é aperfeiçoado e universalizado, levando a todos os povos a terem por senhor Cristo, que é senhor de toda a Eternidade, juiz dos vivos e dos mortos - e todos os povos que tomam os seus lugares como um lar em Cristo estão necessariamente sujeitos a sua jurisdição universal, já que Ele é o caminho, a verdade e a vida.

2) Seria interessante conseguir arrebanhar cristãos não-católicos ao menos para essa noção de missão que vemos no caso de el-rei D Afonso Henriques, pois não há senso de se tomar o país como um lar sem a noção de terra prometida. O problema aqui é o quinhentismo - e ele precisa ser quebrado, pois ele mata a noção de Brasil como terra prometida, coisa que se deu em Ourique, em 1139.

3) Ao se tomar o quinhentismo, a chegada dos portugueses como se coisa, Oliveira Viana, em suas Instituições Políticas Brasileiras, conta que o Brasil está no século VI desde a chegada de Cabral. Adota um marco temporal dissociado da fé fundadora, a fé cristã.

4) A verdade é que  Santa Missa é o desdobramento daquela missão que se deu em Ourique. Aqui, Portugal serviria a Cristo nestas terras. Por isso que devemos ver o Brasil como um capítulo, um desdobramento dessa missão, que é global, causa do Império Português, onde o sentido dessa pátria tomada como um lar é servir a Cristo em terras distantes. Eis aí a origem do Reino Unido, tal como D. João VI criou - e eu como futuro cidadão do Reino Unido, preciso olhar as coisas sob esse ângulo, dado que terei dupla nacionalidade (de português e brasileiro)

5) Essa noção de terra prometida entra em choque com a visão dos peregrinos do Mayflower, que tomaram a terra para a qual imigraram, a Nova Inglaterra, como sendo terra prometida, Quando cruzaram o Atlântico, eles cruzaram o Mar Vermelho - isso foi tomado em sentido alegórico. E isso é um dos efeitos da Sola Scriptura.

6) Há um paralelo da História da Bíblia com a própria história dos EUA. Quem tem uma tese sobre isso é a professora Cecília Azevedo, que é professora de História da UFF.

Meditando sobre uma sugestão que me foi dada

1) Existem menos nomes do que tipos de estrutura de poder. 

2) Colocar os termos em explicação opositiva, tal como império x reino pode ser didaticamente agradável, mas não seria real. 

3) A noção de Império dos Romanos, quando cruzou a noção de Reino dos Hebreus, enquanto evolução do patriarcado, permitiu que novos povos passassem a conhecer a verdade fundada na salvação, pois todos seriam iguais perante a lei eterna - povos inteiros teriam um mesmo senhor, por toda a eternidade. E foi nesta circunstância que Jesus foi mandado para cá. Não dá para se viver em conformidade com o Todo que vem de Deus sem o conhecimento desta circunstância específica, que serve à eternidade.

4) Talvez uma abordagem interessante fosse comparar o significado das palavras dadas aos sistemas de poder em cada língua (principalmente hebraico e latim).  Além de comparar, seria interessante tentar identificar os elementos que essas línguas não explicitam, ou seja, o que é dado como "óbvio".

Exemplo: 

5) Quando a Palestina lidou com Roma, lidou com uma organização social e política sem igual, sem precedentes. Nem os egípcios e nem os babilônios a tinham.

6) Uma coisa é certa: Império não é dominato. O dominato é a evolução da ditadura romana. O Império é a evolução da república romana.

7) O dominato leva ao absolutismo, fundada no fato de que o Imperador é Deus, como se deu no Império Romano pagão. No Império do Brasil, o poder moderador, exercido pelo Imperador, impedia que nenhum homem reduzisse o seu semelhante a um escravo - é por conta do poder moderador que o Império é a evolução da república romana.

8) Enfim, vou meditar sobre isso.

Diferença entre Reino e Império


1) Reino é quando você rege um mesmo povo que possui uma grande unidade cultural e lingüística, feita de tal modo a marcar uma identidade, um jeito de ser - além disso, este povo habita terras com limites bem definidos, fundados ou em limites naturais ou na ocupação de uma terra tomada como se fosse um lar desde há muito tempo, feita de tal modo a ser tomada como se fosse uma terra prometida por Deus para ser o lar desse povo por gerações sem fim, de modo a estar em conformidade com o Todo que vem D'Ele e somente D'Ele, o que é a fonte da mais reta tradição. Em geral, as pessoas do povo tem um parente em comum: o rei, que é o patriarca, o pai dos pais. Tal como havia 12 tribos em Israel, o Rei é alguém que é escolhido por Deus, de modo a reger seu povo numa grande família.

2) Império é quando você tem povos de origem diferente, com culturas diferentes e diferentes modos de se tomar o lugar como um lar - e o objetivo da monarquia é evitar que esses lugares sejam tomados como se religião, levando isso ao separatismo. Para que esses diferentes povos coordenem entre si, é preciso haver uma língua comum, uma moeda comum, pesos e medidas comuns e alguém que coordene as coisas, de modo a que os diferentes povos de diferentes lugares, até mesmo os mais distantes, tomem essa unidade como se fosse um lar. O imperador, além de ser o pai dessa unidade, dessa federação, a longo prazo será Rei, se esses povos forem constituindo descendência de tal modo a formar um povo brasileiro, onde os indivíduos possuirão descendência que abrange todos os Estados da federação, de todas as províncias do Império. 

3) O povo brasileiro, fundado na nacionidade, só pode existir no Império. E quando houver isso, tornar-se-á reino.

A verdade sobre o princípio da impessoalidade


1) Quando você serve a um Rei ou Imperador que sabe que sua autoridade decorre do fato de que ele deve ser a Cristo Crucificado, o princípio da impessoalidade converte-se em princípio da pessoalidade - como Jesus é o caminho, a verdade e a vida e que ninguém vem ao pai senão por Ele, então você saberá bem que ao servir ao seu Rei é servir a Jesus; se Jesus é o Rei dos Reis, então servir a Ele é servir à verdade. E ao servirmos aos nossos semelhantes, devemos enxergar nele o próprio Jesus, que se fez homem, pois Ele quis ser nosso irmão e veio a nós todos salvar.

2) O princípio da impessoalidade decorre do fato de que o País é tomado como se fosse religião. Num país sem Deus, tem-se a crença de que as leis produzidas pelo homem bastam. Mas sabedoria humana dissociada da divina leva a uma liberdade voltada para o nada, a uma liberdade onde a forma tem mais importância que o conteúdo, a verdade em Cristo - e neste ponto, a impessoalidade é sinônimo de indiferença.

3) Impessoalidade, no sentido da lei natural, implica não usar a pessoalidade com fins maléficos, já que os benéficos, decorrentes da verdade em Cristo, existem por si só porque Ele é o caminho, a verdade e a vida - e esse fim benéfico é a norma de tudo, pois é o sensato. Enfim, a impessoalidade é na verdade personalismo sistemático, serviço distribuído, fruto de uma política organizada, que estimula a promoção da caridade.

O Exército de Caxias só existirá se estiver realmente subordinado ao Imperador


1) O Poder Executivo é o poder por excelência dos que administram as coisas. Conduta ad ministerium implica receber ordens sempre de alguém cuja autoridade decorra de estar em conformidade com o Todo que vem de Deus e de modo a que o país seja tomado como se fosse um lar. E isso decorre da monarquia - e é na monarquia que a autoridade dos ministros e dos seus subordinados tem respaldo; essa autoridade é derivada da autoridade do Imperador, cuja autoridade decorre da aliança que se fez em Ourique, em 1139, por ordem do próprio Cristo Crucificado.

2) O Poder Executivo é dividido em tempos de paz e em tempos de guerra. Em tempos de guerra, os militares cuidam da coisa; em tempos de paz, são os civis.

3) O exército de Caxias só terá seu nome pronunciado dessa forma enquanto sua autoridade estiver comissionada à autoridade do Imperador. Fora disso, é como pronunciar em vão o nome de Deus. Na verdade, os milicos divinizaram Caxias e eles se acham deuses. E a maioria do povo, acostumada a esse bezerro de ouro, toma os militares como deuses.

4) A administração pública civil está toda viciada na cultura do carreirismo público, um dos efeitos maléficos do positivismo - além disso, já foi cooptada toda pelo PT. 

5) Enfim, não existe Poder Executivo - o que existe é apenas um espectro totalitário, impropriamente chamado de Poder Executivo. Além disso, Legislativo e Judiciário estão aparelhados, por força dessa espectro. Só resta apenas uma parte do povo que não se contaminou, que luta pela restauração da monarquia, e os anti-petistas, que são muitos. 

6) Eis aí o problema do impasse! O PT vai cair? Sim, vai - mas os vícios continuarão. O que será mantido conservado será frágil e dissociado da verdade. Mas esta é a única janela pela qual devemos agir, no âmbito do monarquismo cultural. 

7) Se a monarquia se mostrou grande é porque ela foi testada nos tempos de crise, em tempos de luta armada - que se faça, então, a sua força na via cultural, nestes tempos de crise, que é uma luta pior do que a luta armada, pois a qualifica. Só assim é que restauraremos as bases pelas quais este país deve ser tomado como um lar, em Cristo.

Por que deleto republicanos no facebook?


Por trás desses adoradores de militares e dos que ostentam a bandeira da república no perfil no facebook, há sempre um maçom, se vocês olharem de perto. 

E vocês chamam essa gente cretina de "direita" ou "conservadora"?

Só existe apenas uma direita verdadeira: a que é católica e monarquista. Só quem crê na volta da aliança do altar com o trono é que pode se dizer de direita, de maneira legítima. O resto é só anti-PT, fundada em sabedoria humana dissociada da divina, algo tão nefasto quanto o PT.

Somos bem menores do que o mundo pensa, pois ficamos quase 100 anos proibidos de defender o que pensamos. Mas Deus está conosco - a Internet ajuda na nossa causa.

domingo, 5 de abril de 2015

Os comunistas só se valem do conservantismo seus propósitos maléficos


1) Com a República houve a queda da tradição do altar com o trono como fiel da balança na relação dos governos para com os poderes constituídos, transformando o outrora vibrante parlamento numa praça de negócios, em vez de ser uma escola de estadistas, como costumava ser. Ao tomar este fato social como se fosse coisa - somada à maldade intrínseca -, ocorre, então, que os marxistas vão chamar de "conservadores", o que, na verdade, são os conservantistas: os que conservam este governo, baseado em interesses particulares, de maneira conveniente, ainda que isso esteja dissociado da verdade, uma vez que este governo fomenta mentalidade revolucionária.

2) A diferença não é apenas na nomenclatura dada ao problema, mas na solução sugerida: os marxistas desejam, então, eles mesmos tomarem o poder daqueles que chamam "conservadores", só para poderem ter o controle e o monopólio de toda a ordem conservantista, agravando ainda mais o estado das coisas. Nós, como conservadores - no sentido de que conservamos a dor daquele que morreu por nós na Cruz e que deu causa a uma civilização inteira - não desejamos o poder pelo poder, mas a restauração do poder pelo bem do Brasil e do povo brasileiro: a Monarquia.

(Vito Pascaretta​)

Olavo de Carvalho, o pensador online por excelência


Se gênio é quem inventa ou desenvolve a sua própria profissão, então ser pensador na rede social foi o que me surgiu por força das circunstâncias. E não estou sozinho: Olavo também está nessa.

Enfim, o Olavo de certo modo criou esta profissão, ainda que de modo não-intencional, e é isso por excelência. Pode-se dizer que Olavo é um gênio, dentro deste entendimento.

sábado, 4 de abril de 2015

Todo país bolivariano faz do lugar um cu, um lugar ruim de se viver


1) Todo país bolivariano é um cu que ecoa a dor - quem sofre das brutalidades do chavismo, castro-madurismo, comuno-petismo conserva a dor daquele que morreu por nós na Cruz, por conta de nossos pecados, ao conservar o que é conveniente, ainda que dissociado da verdade.

2) Dizer que país bolivariano é país soberano é declarar-se bovino nestas horas, pois colabora para que esse cu coe a dor, transformando-a numa bravata ideológica, chamando-a de "democracia"; nela, todo o poder emana do demônio e não do povo, como deveria ser.

3) Equadorismo - igualitarismo - é bravata! No final, toda a mentira é evacuada, de modo a dar lugar a verdade. É o parto da alma por excelência, digno de entrar nos anais da História.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Como a esquerda avacalha sites de vaquinhas


Se esse tipo de direita tomar o poder, o futuro do comunismo no Brasil estará garantido. Esses sujeitos viram como o comunismo se fortaleceu no Brasil durante o regime militar, e não aprenderam NADA.
(Olavo de Carvalho)
1) Um dia, estava eu no site de vaquinhas e vi que uma marcha pró-maconha atingiu 200% da meta estabelecida. E eu rezando para conseguir mais doações!

2) O fato é que a esquerda é organizada e ela não tem coração - a reação ao que não presta não sabe o que deve conservar, é desunida e ainda está de coração duro. Na verdade, quando vê um milico, ela ainda toma viagra, só pra ver a coisa engrossar e ver o circo pegar fogo.

3) Enfim, nossa "direita", que é tão esquerdista quanto a de tipo comunista, é senil, pratica a mesma vilania dos mais velhos, que preferiram conservar o conveniente, ainda que dissociado da verdade - enfim, essa esquerdireta é movida à base de viagra, talvez porque amar os milicos virou uma espécie de muleta sentimental, um prurido psicológico, cuja obsessão tornou-se quase uma psicose.

Eu mereço!

Comentários sobre educação e homeschooling



Sempre acho interessante a comparação que muitos fazem entre a educação domiciliar e uma bolha. Poucos, no entanto, comparam a escola aos presídios, mas é precisamente isso o que ela se tornou aqui no Brasil: as crianças são obrigadas ao confinamento, não aprendem nada que valha a pena e saem de lá piores do que quando entraram. Estou errada? Então me mostrem um nobel brasileiro. Por outro lado, somos recordistas em homicídios e ocupamos sempre as piores posições nos rankings de educação. Pessoal, acordem. Se dependermos da escola, do MEC, do Paulo Freire e do PT seremos para sempre a pátria burra e assassina.
(Camila Hochmüller Abadie)

1) Nos tempos de orkut, conheci um demente que dizia que a educação domiciliar não era boa para o Brasil, por conta do nosso comportamento latino, justamente por conta da alegação dessa bolha, pois o homem não pode viver isolado dos outros.

2) Se a questão fosse a sociabilidade, a Igreja, através da catequese, supre isso muito bem. Elas, as crianças, podem ter amigos da mesma faixa etária e aprenderão a amar e a rejeitar as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento. E eu vou ter sempre o cuidado de vigiar o padre e acompanhar o trabalho dos catequistas, pois eu próprio, algum dia, pretendo ser catequista.

3) Enquanto não houver escolas mantidas por padres ou freiras com preço amigável, eu educarei meu filho em casa mesmo (isso se tivesse um). Pois escolas privadas não são muito diferentes do que são as escolas públicas, pois não existe autonomia no ensino. Se tivessem, puniriam os marginais que não querem nada e que ficam incomodando quem vai para escola para fazer o que é certo: estudar. O bullying existe porque o ensino é obrigatório e porque as turmas são divididas em faixas etárias - então, eu sou obrigado a conviver com bandidinho, seja em escola pública, seja em escola privada.

4) Nestes tempos online, jamais deixaria que meu filho fosse para a internet, a não ser que ele tenha 18 anos ou maturidade suficiente de modo a que possa desempenhar bem as mesmas funções que venho desempenhando aqui - e que a maioria, incapaz, não faz: dizer as coisas à população, de maneira a edificar o senso de que o País deve ser tomado como um lar em Cristo e não como se fosse religião de Estado desta República fascista.

5) Internet e rede social, por modismo e ostentação, são coisas que não são bem-vindas. Pois nada deve ser feito com fins inúteis. Se a internet está nos planos de Deus, usá-la em vão recai no mesmo pecado que é pronunciar o nome Deus em vão.

Da arte de fazer grupos de Estudo no Facebook


1.1) Se o processo revolucionário precisou de tempo para se organizar e se aproveitou das facilidades de massa, de modo a se alastrar, o processo de restauração necessita de um tempo ainda maior para se organizar e se estruturar - e, ao contrário do processo revolucionário, ele precisa de toda uma estrutura fundada na pessoalidade, já que o conservador conserva a dor de quem morreu por todos nós na Cruz - pois não há conservadorismo sem responsabilidade individual, com base em Cristo Jesus. Pois não dá para se promover conservadorismo se isso não for centrado na idéia de que você deve conhecer bem as pessoas, de modo a saber se elas amam e rejeitam as mesmas coisas, tendo por Cristo fundamento. 

1.2) A rede social é particularmente muito útil para você fazer contatos espalhados pelo país afora, mas isso não basta - pois o contato face a face e a convivência de longo tempo, de modo a discutir questões úteis é também muito importante. O trabalhar junto e o apreciar das coisas edificantes junto são coisas que a rede social sozinha não pode trazer, mas pode facilitar. 

1.3) Se eu não tivesse toda uma circunstância desfavorável, eu viajaria pelo país afora e conheceria todos ou quase todos os meus contatos pessoalmente. Então, escrever para os meus contatos foi o que me sobrou.  

2.1) O comportamento massificado dos agentes na rede social já denuncia um grave sintoma de nacionalismo, de conservantismo e de salvacionismo, bases para mais anos de apatria renovada. E não há comportamento massificado sem mentalidade massificada, componente essencial para a mentalidade revolucionária, pois nega a responsabilidade individual e a pessoalidade como norma para se tomar o país como um lar.

2.2) O simples fato de haver um movimento de massa, impessoalizado, já denuncia a presença de um conservantismo - as pessoas não conhecem História do Brasil, se contentam com o conhecimento disponível, e não sabem, e muito menos querem saber, qual é o seu lugar numa sociedade sem sentido, que é a sociedade pós-15 de novembro de 1889. Eis aí uma razão pela qual o movimento nas ruas não possui um líder claro. 

2.3) A maioria sabe mais o que não quer do que aquilo que realmente necessita ser exigido, com base na lei natural e na conformidade com o Todo que vem de Deus. Se conhecessem a História do País a partir da aliança que foi fomentada em Ourique, saberiam aquilo que precisa ser buscado.

2.4) Para se fazer frente a isso, além do contato físico, grupos de estudos precisam ser fomentados primeiro, mas esses grupos não podem ser montados sem primeiro se estabelecer todo um procedimento, de modo a que pessoas novas possam entrar nele. 

2.4.1) O primeiro passo é conhecer a pessoa, pois é preciso saber se a pessoa ama e rejeita as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento. Se a pessoa conserva o que convém, ainda que isso seja dissociado da verdade, então essa pessoa não é conservadora, mas um agente canceroso em grau moderado. Só por conta disso, muita gente já ficaria de fora, pois conservantismo é causa de conflito, pois ele fabrica má consciência individual sistematicamente, gerando uma externalidade negativa, uma má consciência coletiva. Afinal, não dá pra incluir os bons sem excluir previamente quem realmente não presta.

2.4.2) Se A tem parceria individual com B, com C, com D e com E, ele pode fundir essas cinco parcerias num só conjunto sistemático - e ele, pela via natural, tem o poder moderador dessa parceria conjunta, pois é de fato o Rei desse grupo. Depois de muitos anos fazendo pesquisa conjunta, um grupo de discussões no facebook pode ser criado, de modo a que discussões sérias e de qualidade possam ser feitas e com qualidade. Esse grupo nasce fechado primeiro e depois vai se abrindo aos poucos - e o crescimento precisa ser sustentado no trabalho e não na propaganda.

2.4.3) No meu caso, eu só tenho apenas dois contatos para pesquisa conjunta - número insuficiente para um grupo de estudo.

2.5) Grupos de estudo necessitam de uma base concreta para que possam progredir - às vezes, necessitam do contato pessoal entre os membros, de modo a que possam fluir melhor, pois a conversa face a face pode ser uma solução melhor, onde a conversa por escrito pode falhar. Se os grupos forem criados numa base abstrata, a mesma pela qual temos movimentos libertários-conservantistas, eles jamais irão longe, pois decorrem da liberdade para o nada e nos levam a lugares nenhuns - e isso pode trazer conflitos entre as pessoas, num momento em que a unidade se faz mais necessária. E esses conflitos são alimentados pela vaidade, causa para se conservar o que convém, ainda que dissociado da verdade. É por essa razão que enfatizo tanto a necessidade de se excluir previamente os conservantistas de todos esses grupos, pois eles não são pessoas - são idiotas úteis, a serviço de grupos tão revolucionários quanto os marxistas, como são os positivistas, os liberais e os do chamado cristianismo reformado.

2.6) O que escrevo hoje se funda no fato de que a mera união contra o PT e o Foro de São Paulo não basta - uma base cultural e moral precisa ser criada, pois a cultura de se conservar o conveniente, ainda que dissociado da verdade, precisa ser trocada por aquela que decorre da dor e morte de Cristo na cruz, de modo a que tomemos o país como um n'Ele, por Ele e para Ele.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

A seletividade decorre da pessoalidade


1) Pelos meus cálculos, se 500 pessoas dessem 50 reais todo mês para um escritor como eu, ele sairia mais barato que um Ministro do STF, cujo salário é pago por toda a sociedade por força de lei, ainda que a prestação jurisdicional seja das mais questionáveis, pois ante a imperatividade da lei não se questiona o mérito se o referido ministro faz jus ao pagamento do salário ou não - é como assinar um cheque em branco.  

2.1) Um escritor que faz trabalhos de reflexão em alta cultura só edifica e ensina, além de fazer com que o pais seja tomado como se fosse um lar - quanto mais você o conhece, mais nele você confia, a ponto de dar contribuições maiores e sistemáticas por conta do bom trabalho feito. 

2.2) O ministro do STF, sobretudo em tempos de corte bolivariana, só faz merda, pois faz com que o país se reduza a uma religião de Estado, conservando por conveniência, ainda isso esteja dissociado da verdade, todo esse mal que se instaurou no dia 15/11/1889.