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domingo, 28 de dezembro de 2014

Nacionismo e patriotismo são sinônimos


1) A noção de pátria tem relação com duas figuras: pater (pai) e terra prometida.

2) Não há pátria se não houver a lembrança constante do patriarca, que serviu a Deus de tal modo a se ter o direito consagrado por Deus de afixar seu povo, seus filhos, numa terra por Ele dada como prometida. 

3) Nacionidade implica tomar o país como um lar, tendo não só por referência essa lembrança, como também servir a Cristo regendo bem a seu povo, por séculos e séculos, de tal modo a que o bem comum seja resguardado; n'Ele, o senso de se tomar esta terra prometida como se fosse um lar deve ser protegido de todos os inimigos, sejam eles internos ou externos.

4) Se nação implica nascer num país com essa lembrança constante e com um governo que diz sempre sim a Cristo, de tal modo a que o país não se deságüe na falsa de cultura de se tomar o país como se fosse religião, então nacionismo e patriotismo são sinônimos. 

5) A esta terra prometida, novas terras são adquiridas e descobertas ou tomadas dos apátridas e dos inimigos de Deus - pois tomar o país como um lar implica que outros povos sejam chamados a colaborar no plano salvífico do Senhor. 

6) Por isso, um autêntico nacionista, ao longo da vida, aprende a tomar outros países como um lar, sem esquecer jamais de suas origens. É por ele ser missionário, servindo a Cristo em terras distantes, que ele se torna o diplomata perfeito entre uma terra e outra. É através da santidade e do senso de se estar em conformidade com o Todo que vem de Deus que nações inteiras se unem para aprimorar a experiência nacionista, pois povos mais antigos ensinam os mais novos a tomarem o país como um lar, em Cristo.

7) Olhando por esse ponto, o Cristianismo é nacionismo por excelência - e é um desdobramento da herança judaica. O judaísmo farisaico é conservantista e nacionalista, pois Israel foi tomado como se fosse religião, de tal modo a se afastar dos planos de Deus, ao rejeitarem o Seu Filho unigênito como sendo o Salvador.

Quem se associa ao ISIS é apátrida


1) Brasileiro que se associa ao ISIS não é brasileiro, mas apátrida - e apátrida não tem direito algum, pois nega a liberdade, que se dá em Cristo.

2) Se nascer no país fosse critério para tomar o país como um lar, um cachorro e uma planta teriam mais valor do que o homem, justamente por terem nascido no Brasil.

3) Só quem compreende o que é o Brasil - sua fundação, sua missão e seu destino - é que pode ser chamado de brasileiro, ainda que não tenha nascido nestas terras. E para ser brasileiro é preciso estar em conformidade com o Todo que se dá em Deus primeiro.

Quer reduzir o tamanho do Estado? Então aumente o papel da Igreja, junto à sociedade


1) Não conheço uma política sincera de redução do tamanho do Estado,se ela não passar primeiro pela ampliação do papel da Igreja, feita de tal modo a que o país seja tomado como um lar, em Cristo.

2) Escolas, hospitais, creches, penitenciárias, universidades - todas elas devem estar sob o comando da Igreja. O Estado fica só com a justiça e a segurança, que são suas prerrogativas principais, pois alguém deve ter o controle das armas e comandar o exércitos de tal modo a que cultura de país tomado como se fosse um lar em Cristo se conserve viva e influente.

3) Quem buscar redução do tamanho do Estado fora disso está a buscar a liberdade fora da liberdade de Cristo - e essa solução é ilusória e não durará para todo o sempre. Enfim, não dará certo e tudo voltará à estaca zero.

Sobre a necessidade de se restaurador o verdadeiro registro civil, no batistério

1) O verdadeiro registro civil se dá no batistério - a cidade dos homens deve sempre ser um espelho da cidade de Deus, de tal modo a que a nação seja tomada como um lar em Cristo. Você só se torna cidadão a partir do momento em que você aprende a servir a seus irmãos - e para isso você precisa aprender a amar e a rejeitar as coisas tendo por Cristo fundamento.

2) Todo e qualquer registro civil feito fora da Igreja, em instituição divorciada da fé em Cristo, induz a que o país seja tomado como se fosse religião. E o território do país se confunde no território do Estado, estrangulando todas as liberdades e todas as potencialidades que poderiam ocorrer se o país fosse tomado como um lar, em Cristo.

3) Quem toma o país como religião toma por religião aquilo que está sendo convencionado por quem está no poder, no momento. Está conforme o todo daquilo que quer se conservar por conveniência, ainda que dissociado da verdade de Cristo.

4) E quem está conforme o Todo de toda e qualquer coisa dissociada de Cristo não está conforme à lei natural, pois ela não está na carne - quem age assim é, pois, apátrida. 

5) Sabedoria humana dissociada da divina não é fundamento para a nacionidade, mas para uma má nacionalidade, seja como primeira ou segunda religião, feita de tal forma a esmagar a fé no Deus verdadeiro e no Deus feito homem, que foi gerado e não criado, mas que é substancial ao Pai.

4) Por isso, eu rejeito todo e qualquer pensamento que defenda o casamento civil ou o registro civil. Sou brasileiro por aceitar servir a Cristo em terras distantes, por estar conforme o Todo daquilo que foi edificado em Ourique por Cristo, Senhor - não sou brasileiro porque nasci no Brasil.

5) Que isto seja o caminho para se tomar o país como um lar, em Cristo, Nosso Senhor.

O castigo sempre vem a cavalo quando se peca forte contra Deus ou contra o vigário de Cristo


1) Na década de 1980, havia uma cantora irlandesa chamada Sinead O' Connor. Num dos clipes, ela rasgou a foto do então Papa João Paulo II.

2) Alguns dias depois, pegaram um rolo compressor e fizeram com que este passasse sobre seus discos e CD's na 5 ª Avenida, em Nova York.

3) Numa mais esqueci esta cena - sempre que você faz alguma maldade contra a Igreja Católica, o castigo vem logo a cavalo.

4) Pelos seus inestimáveis serviços prestados à Santa Igreja de Deus, o Papa João Paulo II tornou-se santo - e santo do qual sou muito devoto. Quanto à cantora irlandesa, ela caiu no ostracismo.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Depoimentos de outros sobre mim (Flávio Fortini)


Resgatando a velha tradição dos antigos depoimentos de Orkut:

Flavio Fortini disse o seguinte ao meu respeito:

1) José Octavio é uma pessoa muito boa e que pensa no bem do pais - ele não pensa em si mesmo ou em bajular os outros. 

2) Muitas pessoas que passam pelas mesmas dificuldades que as dele aproveitariam o momento para bajular o PT, de modo a ter o seu carguinho na administração pública - ele faz o contrário: ele prefere lutar pelo certo, mesmo que isso lhe custe caro. Este tipo de integridade é admirável e está cada vez mais raro hoje em dia.

Em resposta, eu disse isto a ele:

1) O dia em que tiver o meu cargo, eu o terei por mérito. Este não é o momento para se pensar em concurso público - este é o momento para se tirar o PT do poder, bem como o meio canceroso que o favorece: a República. 

2) É verdade que ainda não tenho um emprego que pague as contas desde que me formei, mas eu o quero de forma honesta e livre, pois eu não desejo prejudicar ninguém. 

3) Infelizmente, vivemos numa sociedade de impessoais - a tal ponto que não é o meu caráter que vale, mas o currículo - como não tenho experiência profissional nenhuma, então não sou contratado.

4) Infelizmente os que amam e rejeitam as mesmas coisas tendo por Cristo fundamento estão dispersos pelo país afora. Pena que na minha cidade não há um Paulo Henrique Cremoneze, pessoa admirável para a qual trabalharia com muito prazer. Se for para trabalhar com alguém, que seja com alguém íntegro, tal como ele é. 

5) Enquanto isso não ocorre, eu me viro da melhor forma que eu posso - já tenho material  suficiente para escrever um livro. Estou sistematizando a minha doutrina - e esse não é um trabalho fácil. Quando posso, chamo meus alunos e dou aulas para eles lá no COF - alguns alunos, como o Vito Pascaretta, já me dão contribuições regulares, em razão do serviço prestado.

6) Se isso que estou a passar é a minha cruz, então eu a abraço ternamente. Pois é o que posso fazer.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O melhor presente de Natal que você pode dar é lutando o bom combate


Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo - Ano 2014 de Nosso Senhor

1) Duplamente feliz. Permitam-me contar os fatos:

2.1) Primeiro, combati os conservantistas e denunciei a sua apatria. 

2.2) O fundamento disso é conhecido de todos vocês: eu me recuso a chamar de brasileiro quem escolhe conservar o que convém, ainda que dissociado da verdade, a ponto de se afastar ou nos induzir a nos afastar daquilo que é conforme o Todo, mesmo que para isso tenha de usar mentiras contra a Santa Igreja de Deus. Se hoje o regime republicano tem sobrevida, é tudo por culpa desses apátridas, desses conservantistas. 

2.3) Eu amo estes inimigos porque sei que eles não sabem o que estão fazendo - e é porque é preciso impedi-los de semear esse mal que estou nesta guerra cultural, não só contra Marx, mas também contra eles. Ou eles se convertem e se arrependem deste pecado, que é trazer heresias nascidas da América do Norte para cá, ou eles terminam condenados a encarar o banimento e a morte no exílio, pois apátrida não tem direito nenhum - este é o meu pensamento. Se eles se arrependerem, eles voltam - mas o fato é que muitos não vão voltar.

3) Em segundo lugar, depois que combati o bom combate, fui ver Jesus nascer, na missa de Natal que se deu em minha Paróquia. Eu, que não sou de chorar, acabei me emocionando e muito. Toda a minha luta é por Ele, n'Ele e para Ele - por causa disso, recebi a comunhão como prêmio pelo serviço prestado. A única coisa que quero é Cristo e a liberdade que Ele edificou com a sua dor e morte na cruz. Por isso que sou conservador.

4) Mesmo sendo Natal, quem conserva o que convém dissociado da verdade continua semeando as suas heresias. E o melhor presente de Natal que você pode dar a seu povo, de modo a fazer com que o país seja tomado como um lar em Cristo, é denunciando essas heresias e semeando a consciência de que esses conservantistas devem e precisam ser combatidos. Minha habilidade de escrever e de falar as coisas dentro da conformidade com o Todo são a minha espada - se Jesus veio nos trazer a espada, então Ele me deu a melhor arma com a qual eu posso e sou capaz de lutar.

5) Faça da sua alma uma espada - e use seus dotes em prol disso, do bom combate. Deus vai te santificar por isso.

Protestantismo leva à apatria


1) Quando uma pessoa deixa de chamar a Virgem Maria de Santa, ele está equiparando a Mãe de Deus com uma mulher qualquer, marcada pelo pecado original. Enfim, ele está republicanizando a alma das pessoas, fazendo com que o pecado seja o projeto de vida de uma nação, afastando-nos da idéia de tomá-la como um lar, em Cristo

2) Santa Maria, mãe de Deus, não tinha pecado algum - além de ser uma mulher extraordinária por si mesma, o fato de ela não ter pecado algum é uma mostra de que aquele ventre estava consagrado para gerar Cristo, o filho do Altíssimo, que também não tinha pecado algum.

3) Quando se nega a santidade de Maria, nega-se também a santidade de todos o outros que imitaram o seu exemplo, seja na sua devoção, seja fazendo os seus trabalhos como mãe e esposa - como Santa Mônica de Hipona, mãe de Santo Agostinho.

4) Quando vejo protestantes chamando Santa Mônica pura e simplesmente de "Mônica", essas pessoas estão reduzindo o prestígio, a vida extraordinária desta santa a um nada. O título de Santo é um título de nobreza, pois é um atestado de que a vida foi vivida em plena conformidade com o Todo que se dá em Deus, causa de toda nobreza espiritual, de santidade. O título de Santo é próprio do ser de quem viveu a santidade, título esse merecido - não pronunciar esse título junto com o nome de quem viveu a santidade é um atentado contra a obra e a graça de Deus. É uma declaração explícita de conservantismo, de que se deseja conservar coisas fora da conformidade com o Todo que emana de Deus.

5) O próprio Deus pediu que fôssemos perfeitos, que vivêssemos a vida em conformidade com o Todo que se dá em Deus. Por isso, devemos ser nobres - devemos ser santos, buscando a vida constantemente em santidade.

6) A santidade espiritual leva à nobreza na vida prática, entre os seres humanos na vida civil, temporal. Se não houver uma cultura de nobreza, de santidade a aristocracia, a organização política fundada na excelência, não existe. E o melhor governo é, indiscutivelmente, a monarquia aristocrática - os motivos já até comentei.

7) Enfim, a fórmula para o republicanismo é negar a santidade e a cultura de nobreza, de excelência. Nesta ordem as pessoas, por sabedoria humana dissociada da divina, acham que só a fé salva - como não há confessionário, basta crer forte quando se peca forte que a pessoa se acha salva. Nada mais hipócrita do que isso.

8) Não é à toa que esse tipo de crença, que já atinge uma parcela significativa dos brasileiros, leva à apatria. Por isso que não posso chamar de brasileiro quem pensa desse modo - não só por conta da nossa história sobre como se formou esta nação, que deve ser tomada como um lar, como também pelo próprio pensamento, que por si só afasta da amizade com Deus.

9) Podem me chamar de intolerante - eu não tolero o protestantismo porque isso está errado e é contra a constituição natural deste país. Jamais vou aceitar um país onde todos são livres para buscar uma liberdade fora da liberdade que se dá em Cristo. Este país foi fundado pelo próprio Crucificado - Ele mesmo, em Ourique, deu a missão ao nosso primeiro Rei, D. Afonso, de que devemos servir a Ele em terras distantes - e o nosso país nasceu por conta disso.

10) É por essa razão que deleto todos os protestantes que querem a minha amizade. Se eles rejeitam a esposa de Cristo, então o próprio Cristo é rejeitado. Como posso chamar esse ser de "amigo", se ele rejeita o próprio Cristo, quando rejeita a esposa d'Ele? Se ele não é meu amigo em Cristo, então ele não é meu compatriota, pois ele não é conforme a verdade que se dá em Cristo, pois não fará as coisas por Ele, n'Ele e para Ele - enfim, esse ser fora da conformidade com o Todo é, pois, um apátrida, ainda que nascido nestas terras. O detalhe de nascer aqui é um mero detalhe acidental -  ele não é essencial, pois Cristo foi negado.

Voltar no tempo poderia inviabilizar a profecia do nascimento do Senhor


Ainda sobre a possibilidade da volta para o passado:

1) Muita gente que se diz cristã daria um tiro no próprio pé, se interferisse no curso dos acontecimentos e pagasse a diária de uma estalagem de modo a que a Virgem Maria desse à luz ao menino Jesus.

2.1) Se essas pessoas fossem sensatas, elas deveriam se recordar de que a profecia dos profetas devia se cumprir, pois o verdadeiro sentido da caridade está justamente na lembrança do que ocorreu com o menino Jesus, que nasceu numa gruta, por conta da falta de caridade dos proprietários de estalagem, que não deram acomodações a quem era realmente pobre e que estava para se ter uma criança. 

2.2) O nascimento de Jesus numa gruta, num estábulo é parte da profecia - e para estarmos em conformidade com o Todo que se dá em Deus, nós não deveríamos tomar parte dos acontecimentos, tal como estes se deram. O caminho foi preparado, de modo a que o Missionário por excelência viesse a nos salvar do pecado. 

2.3) É por conta do que houve com Jesus que temos o precedente necessário de modo a que qualquer família pobre e desamparada tenha seus filhos com dignidade, já que devemos olhar para essa criança como se fosse Jesus que está pra chegar, não importa quando, onde ou como. Ainda que não seja 25 de dezembro, o dia de nascimento é sempre o Natal de uma criança. Por isso que todo Natal é um dia de aniversário - tanto o universal, que se dá em Cristo, quanto o particular, como o dia 23 de janeiro, no meu caso. O aniversário universal confirma todos os outros que são particulares.

3) Só por conta desse pensamento, a idéia de volta no tempo já é uma coisa contrária à Sagrada Tradição e isso seria capaz de destruir a fé verdadeira, que se estabeleceu por conta desse fato. E a santa tradição católica consiste justamente em se lembrar sistematicamente de tudo isso que aconteceu.

Prós e Contras sobre a idéia de se voltar no tempo


1) Estava conversando com minha mãe sobre o filme De volta para o futuro e vimos que muita coisa que havia no filme já existe. Meu pai acrescentou que já se está trabalhando com a idéia de se voltar ao passado e interferir no curso dos acontecimentos.

2) Se eu pudesse voltar no tempo, eu dava um jeito de impedir o desgraçado do Deodoro de derrubar a monarquia - assim, não teríamos a tragédia que temos hoje. Estamos à beira de virar uma Venezuela.

3) O problema é que muita coisa ruim seria implementada nesses tempos, sabendo-se o que houve de errado, de modo a que o mal não triunfasse sobre o bem. Muita heresia seria consolidada - como o arianismo, por exemplo, que quase acabou com a Igreja Católica. Muitos certamente voltariam no tempo para matar Santo Atanásio antes mesmo que nascesse. Protestantes seriam capazes de praticar tamanha atrocidade - pois os inimigos da Igreja são seus amigos. 

4) Se levarmos em consideração os prós e os contras, o que é fora da conformidade com o Todo pesa mais, pois a sabedoria humana dissociada da divina é um terreno fértil para o diabo.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Tomar o país como um lar exige compromisso com a excelência


1) No Primeiro Domingo do Advento do Ano 2012 de Nosso Senhor, um padre afirmou uma coisa da qual nunca mais me esqueci: a fé católica é compromisso com a excelência.

2) Se Cristo é a verdade, servir a Ele, de modo a fazer com que o país seja tomado como um lar, é compromisso com a exclência, causa que nos leva à conformidade com o Todo.

3) Se já não bastassem os anos ouvindo o Padre Paulo Ricardo, o exemplo de santidade de São João Paulo II, o quanto meu amigo Heitor Serdieu Buchaul me falou da missa tridentina, esta fala desse padre, o qual nunca mais o vi, foi o que me levou à conversão.

4) Minha vida toda foi fundada nesse compromisso com a excelência. Como no Brasil as coisas sempre foram levadas na sacanagem, por muito tempo quis ser americano, pois lá o compromisso com a excelência era sempre buscado.

5) Nos anos 2000, percebi que nós tínhamos um sentido de excelência e que muito se perdeu: o sentido imperial, sobretudo nos tempos de D. Pedro II. Foi aí que me tornei brasileiro de verdade - e esse sentido de excelência, de servir a Cristo em terras distantes, nasceu sob inspiração católica e lusitana.

6) A chave para se entender a teoria da nacionidade está justamente aí: na busca de um sentido de modo a se tomar o país como um lar e não como se fosse religião, tal como se dá historicamente nesta República. Eu sempre fui sensato e seria estúpido se tomasse esta "realidade", decorrente de uma lógica revolucionária, como se fosse coisa, como se fosse a verdade, tal como a maioria o faz. A verdade é que esta ordem republicana está fora da verdade de Cristo e ela precisa ser abolida. 

7) Estou com 33 anos de idade e levei mais de 20 anos para entender as coisas. Não foi uma caminhada fácil. Quem ousar pregar o caminho fácil, o da porta larga, este com certeza levará muitos à apatria e a esse inferno chamado socialismo bolivariano. Enfim, não dá para ser nacionista estando fora da conformidade com o Todo que se dá em Deus - essa busca espiritual, que é a causa para o compromisso com a excelência, deve ser o norte de toda uma vida, tanto na vida espiritual quanto na vida política, temporal. Nada mais conforme o Todo do que isso.

Idade das Trevas ocorre nos nossos tempos


1) Nada mais relaxante do que ouvir música medieval. Pelo menos, enquanto jogo Ultima Online, ouço o dia inteiro música medieval. Até o pessoal daqui de casa está gostando. 

2) Se por alguma razão tiver de dirigir um carro, eu vou colocar um pen drive cheio de músicas medievais. Quando me xingarem de medieval aqui no face, tudo o que devo dizer é "obrigado pelo elogio"!

3) A Idade das Trevas se dá nos nossos tempos. Se ouço música de um tempo em que os valores da Civilização Ocidental eram os verdadeiros valores da Igreja, então estou conforme o Todo.

4) Esqueçam os revivals dos anos 80 - precisamos é de um revival da música clássica, do canto gregoriano e da música medieval. Qualquer artista de talento é capaz de fazer isso - e os crowdfunds da vida estão aí pra isso. Se houver quem faça um bom mecenato, o povo inteiro será educado e refinado naquilo que é bom e conforme o todo.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Os poloneses e o legado de Ourique


1) Quando falo de portugueses e brasileiros servindo a Cristo em terras distantes, não bastam só os que nasceram aqui. 

2) Os de outras terras precisam aprender a tomar estes países como um lar, ou reforçar essa idéia, que é a nossa vocação, de modo a que outras terras sejam tomadas como um lar, por força de nacionidade.

3) Os melhores estrangeiros que atuam muito bem nesse serviço atualmente são os poloneses. Digo isso porque João Paulo II foi o mais brasileiro dos papas que tivemos, pois ele serviu a Cristo em terras distantes. Foi o que melhor abraçou o sentido de Ourique.

4) Meu padrinho, que foi ordenado por ele, quando era Bispo em Cracóvia, faz um excelente trabalho no sentido de fazer com o Brasil seja tomado como um lar em Cristo. Faz um trabalho tão bom que eu, como brasileiro, estou aprendendo a tomar a Polônia como um lar, por força de São João Paulo II.

5) Por isso não tenham medo de abraçar outras pátrias como um lar além da sua: todas elas te ensinam a te preparar para a pátria definitiva, que se dá no Céu.

Igrejas neopentecostais como agentes do conservantismo


1) O grande mal do Brasil na atualidade são as "igrejas" made in USA que estão se multiplicando mais que coelhos - e estas "igrejas" são conservantistas.

2) Sob a fachada de um discurso pretensamente conservador e moralista, elas implantam um tipo de "religiosidade" absolutamente alienígena em território nacional.

(Análise de Eduardo Bisotto)

3) Quando se dá imunidade tributária a templos de "qualquer natureza", o Estado será tomado como se fosse religião, de tal modo a fugir daquelas fundações que se edificaram desde Ourique. O Estado, pois, será a salvaguarda, o panteão de todas as heresias que decorrerão dessa "Reforma Protestante".

4) Se não se tomar o devido cuidado, trocaremos uma base segura, fundada a partir de uma Santa Missa, por uma base podre e frágil, fundada a partir de perseguidos que migraram para a América por causa da heresia do Rei Henrique VIII. E isso implica colonização do nosso imaginário, reescrevendo, assim, nossa vocação histórica para o falso.

5) Para que essa ordem dos infernos seja combatida, não só devemos relembrar de Ourique aqui, como também dar aos EUA aquilo que tivemos por força de Ourique: uma santa missa fundacional, de tal modo a que os EUA percam todos os males decorrentes de uma cultura protestante. Os EUA precisam ser consagrados no Coração de Jesus e no de Maria, de modo a que sejam tomados como um lar - e ele precisa da presença de portugueses e brasileiros neste ponto: servindo a Cristo naquelas terras distantes.

(Análise de José Octavio Dettmann)

Sobre a dialética espiritual


1) Certa ocasião, eu disse que o método geométrico se funda numa única causa que explica tudo.

2) Se Deus é a única causa que explica tudo, então o conservadorismo se explica a partir do momento em que você conserva aquilo que decorre da dor de Cristo e que nos leva à conformidade com o Todo, coisa que decorre da verdade em Cristo. O conservantismo, por sua vez, se explica a partir do momento em que você conserva o que convém, ainda que dissociado da verdade.

3) O conservadorismo funda teses, a partir da verdade; o conservantismo, antíteses, a partir da relativização da verdade. Quando tese e antítese se confrontam, Deus é a síntese, pois a verdade triunfará sobre o mal.

4) Por isso que falo que conservadorismo é perfeito. E esse é o método geométrico perfeito, de modo a se entender as coisas, a partir do que são e não daquilo que convém, ainda que dissociado da verdade.

O conservantismo é multifacetado

1) É possível haver diferentes circunstâncias que levem a diferentes resultados, mas se a causa for sempre conservar o que convém, ainda que dissociado da verdade de Cristo, então é sempre conservantismo. 

2) Cada conservantismo, levando-se em conta as circunstâncias e o efeito produzido ou o que se pretende produzir, sempre produz tipo novo de faceta, que dá causa à nulidade. Os tipos são muitos e são infinitos, mas o motivo é sempre o mesmo. Tudo isso se funda em sabedoria humana dissociada da divina.

3) O conservantismo tem várias facetas, mas a verdade que se dá em Cristo tem uma e somente uma, pois decorre da dor de Cristo - Ele morreu por nós, de modo a que tenhamos o perdão por nossos pecados. 

4) Por isso, o conservador sempre focará apenas em um único motivo: a verdade. E para isso, ele conservará aquilo que decorre ou decorreu da dor que Cristo teve ao morrer pela Cruz, por conta de nossos pecados, já que Ele não tinha pecado algum.

O conservantismo convalida os vícios


1) Há dois princípios relacionados à nulidade:

1.A) Não há nulidade sem vício

1.B) Ninguém pode se valer da própria torpeza.

2) Quem conserva o que convém, ainda que dissociado da verdade, se vale da própria torpeza. Logo, seu conservantismo convalida o vício e a nulidade não será declarada, mas confirmada como se fosse verdadeira, o que causa uma afronta que clama aos seus céus, pois viola a verdade que se dá em Cristo. 

3) Como o conservantismo se vale da própria torpeza, ele deve ser condenado e combatido, pois ele convalida todas as nulidades. E o que é a república senão isso, a convalidação das nulidades, quando se reescreve de tempos em tempos a Constituição, de modo a criar uma nova ordem a partir de algo que é novo, fora da verdade de Cristo, e que já foi desgastado rapidamente pelos seus vícios?

Odiar é cair no jogo do dominador


1) Quem toma o país como se fosse religião fomenta ódio - e se você odeia o seu país, você cai no jogo dessas víboras.

2) A esquerda quer que tudo esteja nas mãos do Estado - logo, fomentar ódio é uma técnica de dominação. Não caia nesse jogo sórdido!

3) Ao longo de 125 anos de república só tivemos esquerdas no poder: positivistas, conservantistas, nazi-petistas e bolivarianos. A república se funda em buscar inutilmente a liberdade fora da liberdade que se dá em Cristo - por isso mesmo este regime precisa ser abolido, pois ele já deu tudo o que tinha de dar: a desgraça.

4) Restaure-se a monarquia e a aliança entre o altar e o trono que se estabeleceu em Ourique, por força do próprio Cristo Crucificado que apareceu para el-rei D. Afonso Henriques, e o país será tomado como um lar em Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo.

Jamais odeie o Brasil


1) Você odeia o Brasil? Eu não - é justamente por conhecer o real fundamento para se tomar o país como um lar que combato essa nefasta cultura de se tomar o país como se fosse religião de Estado, seja ela positivista, bolivariana ou nazi-petista.

2) Enquanto você tomar o país como se fosse religião, você tomará este regime corrupto como sendo o seu norte. No final das contas, o seu ódio se resume a um sincero amor pelo diabo que nos atormenta - nada mais insincero do que ser historicamente histérico e ser um hipócrita, ao fingir ou mascarar os seus reais sentimentos.

3) Enquanto você buscar a liberdade fora da liberdade de Cristo, que enviou nossos ancestrais de modo a que sirvamos a Ele em terras distantes, eu ousarei dizer a Deus e ao mundo que você não passa de um apátrida - e não hesitarei em chamar à correção fraterna a quem, por ignorância, te chamar de "brasileiro", coisa que você não é, por conta de escolha.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Casamento civil como placebo de realidade


1) A única coisa para que serve o casamento civil é para ser placebo de realidade.

2) Para quem está doente, se você der placebo, a pessoa se cura por sugestão. Acredito que a mesma coisa se aplique a quem está doente na mentalidade revolucionária - pois nesse placebo vai se operar o milagre da cura da mentalidade revolucionária. O falso aplicado a quem é falso em essência faz com que a realidade interior seja aberta para a verdade, que se dá em Cristo. 

3) O casamento civil nasce da cultura de se tomar o país como se fosse religião. Como pessoas do mesmo sexo não produzem filhos, não interessaria ao Estado ver o seu país despovoado. É assim que pensam os nacionalistas imbecis.

4) Mas quem criou esse sistema nefasto se baseou no fato de que todos têm a sua verdade - e isso inevitavelmente leva à more. Se foi fundado na insensatez, por que razão limitar o insensato, quando isso fere o que é conveniente e dissociado da verdade, que se dá em Cristo? Isso é que eu chamo de tomar do próprio veneno.

5) A melhor solução para isso é a restauração do devido espaço de Deus como o centro de toda a nossa política, econômica e social - só nele é que se tem a noção de se tomar o país como um lar.

6) Os que têm a tendência homossexual precisam ser acolhidos como filhos de Deus, mas eles precisam se esforçar de modo a vencer o pecado. Talvez neste ponto o casamento civil tenha a sua verdadeira serventia - a de placebo, de modo a que pessoas se convertam e passem a viver dentro da conformidade com o todo que se dá em Deus.

7) Houve quem me dissesse que um Estado jamais deveria aprovar isto: a união civil de pessoas do mesmo sexo. Eu vou mais longe: o Estado jamais deveria se separar da Igreja e aprovar uniões civis, de tal modo a que o Estado seja tomado como se fosse religião. Sou contra o casamento civil, em todo e qualquer caso, pois isso é uma forma de aborto - aborto de consciência, de tal modo a semear a má consciência para abortos mais graves. É pelo casamento civil a porta de entrada da mentalidade revolucionária - nenhuma legislação foi mais modificada do que as regras relativas ao casamento - e constantes modificações legislativas nestes 125 anos são um atestado de relativismo moral. Isso é uma prova de que esse sistema, o casamento civil, é corruptor por excelência, pois é anticristão em essência.

8) Infelizmente, a mentalidade revolucionária domina o Estado - é fato certo que eles aprovarão tal medida. A única maneira de se preservar a verdade é agindo de tal modo a que haja a reconquista do Estado, de tal modo a que ele volte a ser aliado da Igreja - e é da aliança do altar com o trono que o país voltará a ser tomado como um lar, em Cristo.  Essa aliança é crucial, de modo a vencer a guerra cultural.

Sobre uma declaração atribuída a Rachel Scheherazade, da qual ouvi falar


1) Eu ouvi um papo de que a Rachel Scheherazade é favorável ao casamento civil (veja bem, civil) entre pessoas do mesmo sexo.

1.1) Muita gente a crucificou. Quem toma o Estado como se fosse religião certamente defende o Estado separado da Igreja. E conservar algo que é conveniente e dissociado da verdade de Cristo não se sustentará por muito tempo.

1.2) Vai ser a mesma coisa, tal como ocorreu com a tal lei do divórcio. Quando ocorre uma rápida "transformação social", fundado numa "demanda social", o conservantismo não dura por muito tempo, pois nada que é fundado fora da verdade de Cristo é feito para durar. O conservantismo que crucificou a Rachel Scheherazade é hipócrita. Ele dá causa para que a esquerda tome o poder.

2.1) Eu, que sou católico, sei perfeitamente que casamento civil não é casamento e que não tem valor nenhum para a lei natural, pois casamento civil é simulação de casamento. Se casamento civil é falso casamento, fundado no fato de que o Estado é tomado como se fosse religião, então ele é um paraíso pros gayzistas. Dentro desse ponto, Rachel Scheherazade não falou bobagem nenhuma.

2.2) Se esses apátridas querem nulidade, que se dê placebo de realidade para eles. Quando falo de placebo de realidade, ele se funda na seguinte lógica: faço do falso aplicado ao falso um modo a restaurar a realidade que se funda na verdade de Cristo. Talvez com esse placebo de realidade é que veremos Deus converter essas almas penadas de modo a que isso mude de figura, pois casamento civil não é casamento válido, do ponto de vista Cristão. Eis aí o verdadeiro teor da declaração da Rachel Scheherazade.

3) O que pode contornar esse problema é volta da aliança entre o altar e o trono, onde a vida política e social dos cidadãos é toda centrada em Deus e na verdade em Cristo. Com a aliança entre o altar e o trono, o casamento dentro dos valores da fé católica tem eficácia erga omnes, pois vale para todos os povos e para todos tempos e todos os lugares, pois decorre da lei natural, que é universal.

4) Por isso, sempre bato na mesma tecla: os conservantistas são os piores inimigos do Brasil - eles crucificam quem não merece ser crucificado - isso sem contar que removem as cruzes de tribunal, de modo a que não se lembre injustiça histórica que praticaram contra Jesus, injustamente crucificado. Como eles vão poder combater a esquerda, se são também filhos da mentalidade revolucionária que nos domina desde 15 de novembro de 1889?

5) Há quem diga que Rachel Scheherazade nunca deveria ser favorável à união civil de pessoas do mesmo sexo, pelo fato de ela ser cristã. Na verdade, um bom cristão nunca será favorável a toda e qualquer união civil, fundada num Estado tomado como se fosse religião, feito de tal modo a nos afastar da verdade que se dá em Cristo, qualquer que seja o caso. Rachel Scheherazade nunca deveria ser favorável ao casamento civil, pois isto é falsear a realidade. Talvez ela diga essas coisas por ser evangélica - e nesse ponto, ela renega a autoridade da Sagrada Tradição e a Sagrada Autoridade da Igreja de Cristo. Sendo assim, ela é, pois, uma conservantista, pois os evangélicos precisam do casamento civil, sim, pois o Estado, separado da Igreja, convalida qualquer nulidade. Basta ver pela imunidade tributária destinada a templos de "qualquer natureza".

sábado, 13 de dezembro de 2014

Uma economia sustentável pede vivência sustentável


1) Se o discurso hoje é de economia sustentável, então que a vivência seja sustentável.

2) Para a vivência ser sustentável, você precisa se unir a pessoas que amam e rejeitam as mesmas, tendo por fundamento Jesus Cristo. Só assim, você conseguirá oportunidades, de modo a que seus talentos possam ser úteis à vida em comunidade.

3) A vivência sustentável exige uma negação à ordem fundada na impessoalidade. E isso pressupõe ocupar muitos outros lugares, de modo a que a ordem impessoal, fundada em concentração de gente em único lugar seja inviável.

4) A verdadeira expansão nacionista pede a ocupação de vários lugares como se fosse um lar, de tal modo a que você conheça o seu irmão, de modo a ajudá-lo. Pois vida sustentável pressupõe amar e rejeitar as mesmas coisas, tendo por fundamento Cristo. O resto, é parolagem.

Sobre o potencial do e-mail como ferramenta de debates


1) Há quem diga que e-mail é coisa do passado. Eu discordo desse entendimento.

2) Para um debate sério, o e-mail continua sendo necessário.

3) Conversas instantâneas no facebook inbox são uma boa solução; mas quando a questão exige meditação e um tempo razoável para resposta, o e-mail, a versão moderna da carta, ainda é uma boa solução, para estes casos.

Já não se faz oposição como se fazia antigamente

"A diferença dos oposicionistas de hoje para os verdadeiros oposicionistas do passado é abismal. Carlos Lacerda era combativo dia e noite, quando parlamentar, e quando governador, não se apaziguou nunca com o governo federal, de que era opositor. A despeito disso, fez um governo no Rio de Janeiro até hoje invejado pelos sucessores. É pois balela de que é preciso bajular o poder central para obter verbas. As verbas de transferência são direitos constitucionais dos Estados." 

(Irapuan Costa Junior)

Meu mural é como uma câmara de gás


1) Meu professor de execução penal dizia que há certas câmaras criminais do TJ-RJ que são verdadeiras câmaras de gás.

2) Para o conservantista, meu mural é uma câmara de gás - seus apelos insensatos de modo a que se conserve o que convém, ainda que dissociado da verdade, não serão ouvidos. Mais do que isso: seus "arjumentos" serão refutados e ridicularizados.

3) Eu sou a favor da salvação do Brasil, mas em Cristo e na aliança entre o altar e o trono, edificada pelo próprio Cristo, em Ourique. Salvacionismo, reescrevendo n vezes a constituição, quando a coisa começa a engrossar, isso é solução falida e que não funciona.

Meu mural é como os gárgulas de uma antiga catedral


1) É como sempre falo: se não tem formação para estudar os assuntos sérios e relevantes, muito menos preparo espiritual, você não fica muito tempo na minha vida.

2) Para ser cristão, é preciso se estar em conformidade com o todo de Deus o tempo todo - é preciso dizer sim a Ele todos os dias de sua vida, sem deixar de cessar um minuto sequer.

3) Meu número de contatos de facebook está diminuindo a cada dia. Preocupante? Pelo contrário - isso é uma bênção. Isso é um sinal de que meu mural tem os gárgulas de uma antiga catedral: aqui não entra quem conserva o que convém, dissociado da verdade.

4) Se eu atingir o número mínimo, que é o número dos sérios, então já terei vencido o combate, sem precisar disparar um único tiro.

Bolsonaro como o arquétipo do conservantismo


1) Bolsonaro é a síntese da nação tomada como se fosse religião. 

2) Se o "movimento conservador" se reduz a esse tipo de nome, fazendo dele uma espécie de "Cristo", fundado em sabedoria humana dissociada da divina, então não é conservador, mas conservantista. Se olhassem para o que temos em termos de riqueza na net, se olhassem para o que está sendo feito ao longo da rede social, se olhassem para esse enorme potencial de talento intelectual que gravita em torno do Olavo, mas que não é olavette, as pessoas sensatas poderiam se servir de canal de modo a que os bons pensadores da web - como, por exemplo, este que vos fala - fossem ouvidos por quem está no Congresso.

3) Existe uma crise de representatividade: como monarquista, não me sinto representado por esse movimento conservantista. Eles são os primeiros a zombar do que penso, dizendo que "monarquia é atraso". Se esse zé povinho estudasse no mínimo 20 anos de História do Brasil a sério, a coisa mudaria de figura.

4) Vou me abster de dialogar com os conservantistas - aliás, já estou fazendo isso desde que escolheram o dia 15 de novembro como dia de "reação". Não adiciono mais ninguém, a não ser que seja católico e pró-monarquia. E se estiver interessado no que penso, melhor ainda.

5) Vou focar o estudo da filosofia e da nacionidade agora.

Sobre a cultura da curtura ou do relativismo cultural


1) Se chamam de "cultura" o infanticídio praticado pelos índios, então é também"cultura" tomar o país como se fosse religião, de tal modo a que fique fora da conformidade com o todo que se dá em Deus. 

2) Quem chamou essa "cultura" de "curtura" tem toda razão. De 4 em 4 anos tudo muda e pra pior.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Jornalismo como forma de evangelização

"O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter." (Claudio Abramo, via site do Padre Paulo Ricardo)

1) Ainda que eu não seja profissional de imprensa, o fato de estar pregando no facebook a questão do nacionismo, fundado na realidade histórica e política do Brasil, é um tipo de jornalismo.

2) Se falo as coisas com sensatez e sabedoria, então estou exercendo um ato de bondade e de amor ao próximo.

3) O jornalismo que faço, se assim o posso definir, não é um jornalismo de massa - trata-se de um jornalismo para os sensatos, voltado para as pessoas, ainda que dispersas pelo país afora. Falo para indivíduos concretos, cujas dúvidas eu tiro na medida do possível. Se fosse para as massas, eu seria inacessível e ainda seria blindado, por força de quem me sustenta.

4) Como não tenho rabo preso com ninguém, eu falo a verdade. Sem a verdade, não há liberdade, a qual se funda em Cristo, Nosso Senhor.

Fundamentos para uma santa rebeldia


Há quem diga para todo e qualquer fundamento: "Ah, foda-se o mundo!". Nada mais mundano do que uma linguagem chula.

1) O verdadeiro cristão rejeita a sabedoria humana dissociada da divina que se encontra dispersa no mundo e que dá qualidade à essência intragável deste lugar, marcado pelo pecado original -  e no lugar dela, semeia os valores de Cristo. E para que se milagre se opere, Deus precisará dessas mãos humanas, que estão eventualmente no mundo dizendo sim a Deus. E para fazer isso, ele precisa moderar a sua linguagem, de modo a falar as coisas em caridade e de um modo breve, sensato e suave.

2) Quando se diz neste fundamento "Ah, não ligue pras coisas deste mundo, pois o Reino de Deus não é deste mundo!", então estou sendo um rebelde com causa. E é isso que me santifica.

O melhor presente a se dar é a liberdade de escolha, fundada em Cristo


1) A uma pessoa que ama e rejeita as mesmas coisas, tendo por fundamento Jesus Cristo, é mais sensato dar a ela os meios de modo a que ela possa ter o que ela precisa. O melhor presente é dar a ela liberdade para escolher.

2) Se o que ela precisa está em torno de dez reais, então dê a ela a liberdade dentro desses dez reais. Ela buscará o que precisa dentro deste limite - e ainda vai ter uma sobra para o futuro.

3) Não dê coisas, pois elas não terão o devido valor.

Considerações sobre a necessidade de se conquistar os EUA nacionisticamente


1) Os EUA precisam de algo que o Brasil recebeu, mas a que a república ousou destruir: a aliança entre o altar e o trono que se deu em Ourique. 

2) Só nesse contexto é que as terras descobertas ou conquistadas por força do senso de tomar um país como um lar em Cristo são e serão consagradas com uma missa desde a fundação ou conquista espiritual. Estas terras consagradas acolhem e acolherão os seus reis, toda vez que forem perseguidos por Forças Revolucionárias, estando elas dentro ou fora do País.

3) Eis aí um país que precisa ser conquistado por força do nacionismo. Mas, antes de conquistá-lo, precisamos reconquistar o nosso próprio país primeiro. Isso é primordial e necessário, além de sensato.

4) Eis aí o que devemos fazer, ao longo das próximas gerações.

Resumo dos três conservantismos


1) Quem conserva o que convém, dissociado da verdade, fatalmente conservará o velho testamento e o sábado. Logo, seu coração será de pedra e não de carne. Logo, não haverá crença sincera no Ressuscitado, a ponto de não se crer mais no Ressuscitado.

2) Se esposa é acessório que segue a sorte do principal, o seu marido, então desprezá-la é desprezar o seu marido. Quem despreza a Igreja fatalmente desprezará a Cristo. Pois não se pode ter Deus por Pai se não tem a Igreja, a esposa de Cristo, por Mãe.

3) Destruir as imagens de Santos que, na vida, jamais cessaram de dizer sim a Deus é como rasgar a fotografia de um ente querido. Não é sensato. Eis aí um efeito do que é ter um coração de pedra, fundado no fato de se conservar o que convém, dissociado da verdade.

4) Quem ousa agredir a esposa de Cristo ousa crucificar a Jesus Cristo uma segunda vez. A terceira é quando se separa de vez, por forças humanas, a aliança sagrada que se dá entre o altar e o trono, por força de Ourique.

Sobre o que é possível fazer


Coisas que posso fazer:

1) Escrever pros meus contatos no facebook, todos os dias.

2) Escrever pros meus irmãos de paróquia, quando tenho o e-mail deles.

3) Publicar meus livros.

4) Tirar dúvidas dos meus contatos.

5) Ouvir o que os sensatos têm a dizer.

6) Fazer confissões ao meu confesssor, que é meu padrinho de Crisma, quando estou prestes a cometer o pecado capital da Ira ou quando, por alguma razão, falho nos meus deveres de católico de guardar os dias de preceito.

7) Freqüentar a Igreja, rezar e comungar.

8) Cuidar bem dos meus pais.

Enfim, mudar o mundo, jamais. Isso não é da minha alçada. Pois querer mudar o é coisa de gente entendiada e de alma vazia. Só buscando a transcendência é que nos preenchemos. Pois sem Cristo nada faz sentido.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

O nacionismo é um ideal de vida fundado em Cristo


1) Por que falo as coisas no "dever ser"?

2) Primeiro, as pessoas têm livre arbítrio, por força de Deus. Quem é virtuoso tomará o que digo como um caminho a ser seguido, um jeito de ser, já que isso é conforme o todo que vem de Deus. Quem preferir a sabedoria humana dissociada da divina seguirá o seu conservantismo falido.

3) Conservantismo e marxismo nasceram para morrer e por si mesmos são metastáticos, por conta do pecado. O que precisa ser feito é evitar que essas culturas nefastas cresçam de tal forma a que nossa civilização, fundada em fé cristã, seja destruída. E para isso precisamos ser vigilantes.

4) Devemos rezar por essas almas penadas, de modo a que Cristo consiga converter estes corações de pedra em corações de carne.

5) Mais do que uma guerra cultural, trata-se de uma guerra pelas almas, pois Satanás é quem está agindo, através do marxismo cultural. Como cristãos, somos poucos; como brasileiros, somos poucos. Mas a messe é muita.

6) Por isso, é urgente e necessário termos paciência, pois o tempo está nas mãos de Deus. O que devemos fazer é semear, orar e vigiar - sem isso, a nação tomada como um lar não haverá de vingar.

Do nacionismo em espécie


Tomar o país como um lar implica:

1) Uma consciência reta, uma fé reta e uma vida reta, fundada no fato de que a criatura deve se subordinar ao criador, de modo a estar em conformidade com o todo de Deus. E é em Cristo, que é o caminho, a verdade e a vida, que tomaremos o país em que nos encontramos como um lar. Neste ponto, o nacionismo é essencialmente espiritual.

2) Quando se toma o país como um lar, devemos servir aos nossos semelhantes, de modo a que sejamos bem servidos por eles, quando formos precisar deles. Servir e ser servido se funda no fato de que a união faz a força - e ela se baseia no fato de que temos a mesma nolência e a mesma volência de Cristo. Enquanto os nossos patriarcas nos fornecem segurança e a nossa mãe Igreja nos ajuda com educação e cuidados com o nosso corpo, nós servimos aos nossos irmãos nos nossos talentos, de modo a que o país seja tomado como um lar entre irmãos. Política, Direito e Economia são tripés para a nacionidade.

3) Para se ocupar um lugar, é preciso conhecer o lugar onde se habita. E ao você conhecê-lo, você saberá tirar o que há de bom desta terra e integrá-la a outras regiões, de modo a que haja uma comunhão de bens e de interesses harmônicos que fazem com que o país seja tomado como um lar, de modo a que seja grande territorialmente e grande na alma. Conhecendo-se a geografia daquilo que se vai tomar como um lar, você poderá ampliar o seu país, sem disparar um único tiro. A conquista da alma é primordial, para se conquistar um território, de maneira legítima e permanente.

4) Para que haja indivíduos virtuosos, a arquitetura das cidades deve ser feita de modo a que as coisas nos apontem para o Céu, causa que nos leva a tomar o nosso país como um lar. E no mundo interior das casas, um ambiente em que Deus se faz presente, a partir de uma família estruturada. Onde há isso sistemático, há uma vizinhança virtuosa, causa para uma cidade virtuosa.

6) Nacionismo religioso, geográfico, jurídico, político, econômico e urbanístico. Esse é o nacionismo em suas espécies - e todos servem para a unidade, a qual nos leva à verdade em Cristo.

Da relação entre nacionidade e empreendedorismo

1) Costuma-se dizer que uma boa empresa gera riqueza para o país, servindo bem a quem está desejando saciar uma necessidade humana, seja ela concreta ou futura - e que cada pessoa tem suas escalas preferenciais, mais ou menos urgentes. Para o povo viver bem no país, é preciso que as boas prestadoras de serviço, de todo o tipo, estejam situadas ao longo dos domínios e territórios de uma nação, em suas cidades, povoados e municípios - e isso, por si só, gera bem-estar e comodidade, pois gera uma relação de confiança entre a instituição e as pessoas, que é um dos maiores patrimônios de uma empresa. Uma relação de confiança gera dividendos em crédito moral e fortalece o bom nome da marca - neste ponto, satisfaz o requisito básico da teoria nacionidade, que é as pessoas estarem bem no país onde se acham domiciladas. 

2.1) À luz do Direito brasileiro, uma General Motors do Brasil é uma pessoa jurídica nacional; ela é uma filial, um desdobramento administrativo da General Motors americana, situado nestas nobres terras de Ibirapitanga - uma pessoa jurídica, diversa da matriz original, pronta para atender ao mercado local, em suas peculiaridades. 

2.2) Não se trata de uma multinacional, como querem dizer os sociólogos, em sua maioria amparados pela falaciosa teoria da exploração, há muito refutada por Böhm-Bawerk e solene ignorada nas nossas alienantes academias tupiniquins - multinacional, em direito, implica dizer que uma empresa é de propriedade pública, de propriedade de vários estados diferentes, em regime de consórcio, com o intuito de atender a uma necessidade pública regional, estratégica para a integração de um bloco econômico regional; e nesse ponto, o argumento dos sociólogos é falacioso por si mesmo, por ser ideológico e vazio de conteúdo, sem sustentação fático-probatória. 

2.3) Toda filial, repetimos, é uma pessoa autônoma capaz, no mundo jurídico, de contrair direitos e obrigações - e a atividade empresária de uma filial é diferente da matriz, por si mesma. Tanto é verdade que elas guardam relação de autonomia entre elas, pois a filial produz conhecimento próprio e possui o conhecimento natural do mercado local, pois conhece bem o mercado de oferta e demanda, em suas circunstâncias locais - o que traz, do ponto de vista de quem dirige o grupo econômico, dados relevantes para traçar uma melhor estratégia de modo a tornar a empresa mais rentavel ou menos custosa do ponto de vista administrativo, haja visto que, em cada país, as empresas exploram as diferentes vantagens comparativas locais, para poder se aperfeiçoar e para poder servir a seus consumidores, de tal modo que isso favorece a integração dos dois povos: a do povo que exporta o serviço e a do povo que o recebe. 

3) Comércio é também compartilhar cultura, um caminho válido e sadio de aproximação -  e esses bons planos, traçados na esfera privada, fortalecem o capital moral da empresa, a longo prazo, em termos de credibilidade e bom nome da marca. O fundamento do direito público está em servir, regendo, a quem bem serve - não usurpar, trair aquilo que está bem constituído naturalmente.

4) Filiais fazem parte de um grupo econômico complexo, que investe em outros países para poder não só atender a demanda local, bem como ajudar a suprir a matriz naquilo em que ela não pode produzir por si mesma ou porque, no país da sede, não há meios possíveis que incentivem a produção de bens em massa para o atendimento de certas demandas em específico (os fatos geradores desse problema são vários: clima, câmbio, tributos, leis inconstitucionais de cunho intervencionista etc). Além disso, as filiais de uma corporação são a base do comércio internacional e da integração entre os povos - são o investimento externo traduzido em termos concretos, práticos. 

5) É claro que empresas como Vale e Petrobrás, que foram fundadas por brasileiros, são mais comprometidas com o progresso nacional do que as filiais estrangeiras, pois os brasileiros que tomam o país como um lar conhecem melhor as nuances deste país que os demais povos aqui instalados, por meio da imigração. Os brasileiros (seu povo e suas empresas) conhecem melhor o terreno e podem traçar estratégias melhores para atender a demanda local, isso num primeiro momento - trata-se de uma vantagem comparativa que temos a partir do fato do nascimento. 

6) Com o tempo, e com o legado e a experiência acumulados, advinda dos brasileiros que colaboram atualmente ou que já colaboraram com a ativdade empresarial das filiais estrangeiras no passado, a multinacional passa a ser tão relevante quanto a empresa nativa, pois ela adquiriu conhecimento próprio, desenvolveu capital humano próprio, e é capaz de igualmente bem servir às necessidades das pessoas residentes do Brasil, de tal modo que pode ser tomada como uma empresa tão brasileira quanto a que é nativa. A competição econômica das empresas favorece o senso de nacionidade, pois beneficia o consumidor e fortalece a integração nacional, advindos da integração moral que se dá entre as pessoas e as instituições.

7) Este argumento reforça ainda mais a tese de capitalização moral, que eu usei na questão do futebol. Isso fortalece ainda mais os argumentos da teoria da nacionidade, que por ora sustento.

Qualquer recurso é estratégico e capital, de modo a tomar o país como um lar


1) Petróleo é um recurso, um hidrocarboneto. Ele não é uma ideologia.

2) Quem toma o país como se fosse uma religião faz do Estado um agente empresário, pois os recursos estratégicos são reduzidos a uma ideologia. A ideologia despreza as pessoas - ela as usa de modo a se manter no poder a todo e qualquer custo, pois conserva o que convém dissociado da verdade, que é Cristo.

3) Para se explorar os recursos estratégicos da pátria, as pessoas devem empreender, de modo a servir bem seus semelhantes, ao se tomar o país como se fosse um lar - e os recursos da pátria (natureza, clima, terra, mar, fauna, pessoas, talentos) são todos estratégicos e capitais, de modo a que uma civilização seja edificada aqui.

As sementes estão começando a germinar


1) Quando você vê seus amigos e colegas falando as coisas da mesma forma como você apontou e descreveu, uma vez que isso é um verdadeiro retrato da realidade,  isso é um ótimo sinal: sinal de que está se germinando uma verdadeira consciência de que o país está sendo tomado como um lar e não como religião, coisa que tem ocorrido desde que a monarquia caiu. 

2) Meus amigos sabem o que devem amar - que é Cristo, a missão que Ele nos confiou desde Ourique e os nossos príncipes - e o que devem rejeitar -  os marxistas e os conservantistas, sejam eles republicanos ou os que rejeitam a autoridade da esposa de Cristo, a Santa Madre Igreja Católica.

3) Agora, é só compilar as idéias no livro e deixar que o nacionismo atinja quem não é freqüentador deste perfil e que venha a mim conversar comigo.

4) Ainda que eventualmente me ausente do facebook, seja para estar descansando, seja por conta de estar na missa, o nacionismo será fortemente pregado pelos bons amigos Vito Pascaretta, Arthur Benderoth von Karvalhostein, Sara Rozante e Rodrigo Cesar Banhara. Ou seja, para os conservantistas não têm descanso. 

Obrigado, meu Deus, por santificar o meu trabalho!

Conselhos a quem quer me adicionar como amigo no facebook


Conselhos para quem quer me adicionar como amigo:

1) Se meu nome aparece como sugestão de amigo no facebook, não me adicione por força disso. Visite meu perfil, acompanhe minhas postagens e teça comentários pertinentes, inbox, a tudo aquilo que falo. Pois amizade em rede social é algo muito sério para mim - e eu detesto ser tratado como banana na feíra. Só vou te adicionar se eu sentir que você realmente, de fato, merece. Pois não quero número - eu quero gente qualificada me ouvindo.

2) Se um contato em comum me indicou, diga-me quem foi que te indicou a mim. Se julgar necessário, posso fazer uma conversa a três.

3) Se eu pegar você tendo o famigerado pano de chão da república na sua foto de perfil, já parto do pressuposto de que você é apátrida. Não vou te adicionar. Esqueça!

4) Se você ficar falando bobagem sobre Nossa Senhora, sobre os Papas ou sobre  a Igreja Católica, você estará bloqueado. Não admito conservantistas.

5) Se você disser que monarquia é atraso ou que a monarquia está morta, eu te boto pra fora.

Sobre a flexibilidade do movimento conservantista


1) A questão de o conservantismo ser de esquerda tem referencial: se é para salvar essa república, que dá causa para se conservar o que convém dissociado da verdade que se dá em Cristo, isso é conservantismo, no sentido original do termo. Exemplo disso é o movimento pro-impeachment de Dilma, que começou em 15 de novembro, em dia de GOLPE.

2) Por outro lado, há os que querem conservar, por conveniência, as conseqüências cancerosas desse conservantismo original - e esse conservantismo é metastático. Exemplo disso são os eleitores do bolsa-família.

3) Seja no seu sentido original (erradamente chamado de "direita"), seja no seu sentido metastático, qualificado (extrema esquerda), o  conservantismo é um esquerdireitismo.

4) Quem se disser "conservador" conservando esta falsa ordem, pode ter certeza de que ele é um esquerdista, pois toma o país como se fosse religião, de tal modo a ficar fora da conformidade com o todo que se dá em Deus. Logo, um apátrida.

5) O que está havendo neste país é uma luta de classes entre apátridas: os originalistas contra os que decorrem da metástase da pseudo-ordem republicana. 

6) Trata-se de dois projetos de poder totalitários entrando em choque - dessa luta, não nascerá uma pátria grande e nem uma grande pátria, mas uma dominação a nível continental e cosmopolitano, fundada na idéia de que o Estado é religião do Foro de São Paulo e que o "país" - que é o conjunto de países que fazem da parte da América do Sul - deve ser tomado como se fosse religião. E isso leva as coisas para o nada, para a morte.

Huttington está errado!


1) No planeta, em geral, está havendo um choque de civilizações

2) No Brasil, em particular, está havendo um choque de dois projetos de dominação, que nos negam o direito de fincar uma civilização nestas terras.

Enfim, Huttington está errado!

Conservantismo é cultura de proliferação de bactérias


1) Mais do que os esquerdistas, os conservantistas são os piores inimigos do Brasil, pois eles preparam o terreno para os comunistas prosperarem. 

2) Os comunistas são as bactérias e os conservantistas são a cultura usada para elas prosperarem e proliferarem - para matar os comunistas de inanição, é preciso combater os conservantistas com tenacidade.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Tudo pronto para o livro


1) Depois de cinco anos estudando, meditando e analisando a teoria da nacionidade, sinto que já posso publicar um livro sobre este assunto. 

2) A questão não é só escrever sobre o assunto, mas tirar todas as dúvidas de todos os meus alunos, de tal maneira a que eu consiga passar uma lição clara e objetiva, apesar de esse assunto ser extremamente complexo, coisa que não é fácil de se captar logo de primeira.

3) Quando a coisa se torna clara e intuitiva, depois de cinco anos meditando sobre o assunto, o passo para se escrever um livro sobre o assunto e encarar o público se torna mais fácil. 

4) Para se escrever um livro, não basta só dominar o assunto - é preciso dominar muito bem a arte de bem dizer as coisas, de tal maneira a que as pessoas compreendam, do modo mais claro possível, aquilo que você quis realmente dizer. As coisas precisam ser ditas em caridade - é preciso se passar as coisas, de modo a que o país seja tomado como se fosse um lar, em Cristo, pois Ele está no meio de nós. Seria uma tristeza, e uma enorme tragédia, se os leitores fossem incapazes de tomar o país como um lar, mas como se fosse religião, de tal modo a fica fora da conformidade com o todo que se dá em Cristo. É justamente por conta disso que o livro será escrito.

5) Se eu vou alcançar este objetivo? Eu realmente não sei - isso vai depender da consciência dos que me ouvem. Pois só posso servir ordem a quem pode me ouvir - e quem faz ouvidos moucos a Cristo não será capaz de fazê-lo, já que é apátrida.

Para se tomar o país como um lar, é preciso que esta nação se consagre no coração de Jesus e no de Maria


1) Se alguma comunidade, ao fazer uma descoberta de si, se acha povo descendente de outros povos e por conta disso julgar que tem direito a um destino diferente daquele que houve com os seus ancestrais, então ele não pode fazer disso religião, de tal modo a ficar fora da conformidade com o todo que se dá em Deus. Pois nenhuma nação tomada como um lar nascerá da apatria, da sabedoria humana dissociada da divina.

2) Há quem chame isso de nacionismo, mas isso na verdade é nacionalismo.

3) Para uma certa comunidade ter direito a um destino próprio, então ela precisa se consagrar ao sagrado coração de Jesus e pedir a Nossa Senhora de tal maneira a que se dê a essa nação uma missão, de tal modo a servir a Cristo, dentro do contexto da Cristandade. É somente assim, através de uma missão civilizatória, que o país será tomado como um lar, em Cristo, tal como aconteceu com Portugal, em Ourique.

4) O nacionismo está relacionado com a missão civilizatória de um país, de modo a servir a Cristo, de tal modo a que esta seja tomado como um lar, n'Ele, por Ele e para Ele.

A nacionalidade é vínculo de confiança


1) Há quem diga que a nacionalidade é vínculo com um país, mas isto está errado. 

2) Quando eu tomo um país como um lar em Cristo, posso igualmente tomar outros neste fundamento, desde que eu me sinta em casa neste país e desde que não me façam tomá-lo como se fosse religião, de modo a estar fora da conformidade com o todo que vem de Deus.

3) Existem duas formas de se tomar um país: ou como um lar, coisa que se dá em Cristo, ou como religião, de tal forma a que isso nos afaste da conformidade com o todo que se dá em Cristo.

4) Quando as autoridades colaboram de modo a que o país seja tomado como um lar em Cristo, temos a nacionalidade a serviço da nacionidade - nela, os cidadãos estão sempre vigilantes e confiam na honestidade das autoridades, dado que são tão tementes a Deus quanto seus cidadãos.

5) Quando as autoridades agem fundadas numa sabedoria humana dissociada da divina, nós temos um país tomado como se fosse religião. Nele, o Estado se confunde com a nação e acaba estrangulando e consumindo todas as forças morais e econômicas da pátria tomada como um lar até não sobrar nada. A nacionalidade, enquanto produto ideológico de uma cultura de país tomado como se fosse religião, só gera apátridas.

6) Se você não for eternamente vigilante, as autoridades deixarão de prestar louvores a Deus e buscarão trair todos os fundamentos que nos levam a tomar o país como um lar: em Cristo Jesus.

7) A nacionalidade é por onde se mede a minha relação com as autoridades com o país em que me encontro. Se elas colaboram, de modo a que eu tome o país como um lar, então eu sou livre e me torno um patriota; se eles tomam o país como se fosse religião, então eu sou um escravo e sou um apátrida.

A nacionalidade foi feita para se servir ordem, de modo a que o país seja tomado como um lar, em Cristo

1) Há um modo errado de se pensar a nacionalidade: ela está sendo usada com fins vazios, que nos afastam de Deus.

2) Na verdade, ela deve e precisa ser posta como um instrumento de modo a que o povo tome o país como um lar em Cristo, pois a ordem não pode ser servida com fins vazios. Pois a palavra do Senhor edifica ordem.

3) Servir ordem de modo a que ordem bem sirva a Cristo - eis o verdadeiro sentido da nacionalidade, de tal modo a que gere o senso de se tomar o país como um lar, em Cristo - eis aí a chave para o verdadeiro nacionismo.

Quando se reina, governa e administra um povo, Cristo fala através do Rei


Quando um rei reina, governa e administra seu povo tendo por fundamento aquilo que é conforme o todo das leis de Deus, a ele se aplica a mesma coisa que se aplica ao papa, de modo universal: é Cristo que está falando através do Rei. Nesse sentido, é verdadeira a expressão the king can do no wrong, pois cabe a ele reinar, governar e administrar seu povo tendo por fundamento Jesus Cristo.

Sobre a nacionalidade, conforme o todo


1) Um povo que toma seu país como um lar, em Cristo, está sempre exercendo uma relação de nacionidade com a terra onde nasceu, que está sendo usada como campo de aprendizado, de modo a entrarmos na pátria definitiva, que é Cristo.

2) Este processo pedagógico permanente, bom e necessário deve ser protegido de toda a sorte de metástases, sobretudo contra todos aqueles que tomam o país como se fosse religião, de tal modo a ficar fora da conformidade com o todo que vem de Deus - e estes seres são os piores inimigos daquilo que se edificou no Deus verdadeiro.

3) Para se combater os inimigos internos e externos, Deus fez patriarcas, cuja missão é reger seu povo de tal modo a que as leis de Deus não sejam esquecidas ou relativizadas. Ele rege seu povo fazendo leis, gerindo o bem comum e fazendo valer a justiça. Como é muita coisa demais para uma pessoa só, muitos juízes, administradores e legisladores agem de maneira comissionada, auxiliando o rei na tarefa de reger bem o povo, de tal modo a que não se esqueça de o fato de que país deve ser tomado como um lar em Cristo. A origem dos três poderes decorre justamente do desdobramento, da especialização e da cooperação na missão a que Cristo confiou aos reis dos povos que tomam seus países como um lar, em Cristo.

4) Esses patriarcas, que regem, governam e administram, são juízes, por essência, dos debates políticos, de tal modo a que uma facção não acabe matando a outra através dos abusos e dos desmandos. A política deve ser voltada para a colaboração e nunca para a guerra de facção - pois tanto na situação quanto na oposição há brasileiros que tomam o país como um lar e esses devem servir à pátria neste fundamento, de modo a colaborar com o rei ou o Imperador no sentido de se estabelecer uma ordem justa e próspera, de tal modo a que esse senso de tomar o país como um lar, em Cristo, não seja esquecido.

5) Todos os que estão sujeitos à autoridade e proteção desse patriarca são nacionais - e qualquer um queira tomar este país como um lar precisa aprender a tomar por pai o monarca que rege esta nação. E a relação entre o monarca com o súdito é a mesma que se dá entre pai e filho. Se nação é uma família ampliada, a nacionalidade é a relação sistemática entre pai e filho, por força de Cristo, que é o Rei do Reis, pois isso decorre do fato de que o pai protege e rege seus filhos de tal modo a que os filhos possam tomar o seu país como um lar em Cristo, sob a educação e os amparos da Santa Mãe Igreja, que é um verdadeiro hospital para os pecadores que necessitam de seu amparo e auxílio.

6) Eis aí o fundamento da nacionalidade, segundo o nacionismo.

Tomar o país como se fosse religião, seja a primeira ou segunda, é heresia


1) Ainda que se tome uma nação como se fosse "uma segunda religião", como diz Pasquale Mancini, não é sensato tomar o Estado como um Deus, pois um segundo deus, fundado em sabedoria humana dissociada da divina, sempre estará em permanente oposição ao Deus verdadeiro - e ao Deus verdadeiro que decorre do Deus verdadeiro, que foi gerado, e não criado, e que é da mesma substância que o Pai.

2) Por isso toda teoria que destaque a nacionalidade neste fundamento, de país tomado como se fosse religião - seja a primeira, seja a segunda -, sempre será herética.

3) A relação do Rei com os seus súditos sempre será uma relação de nacionalidade, pois a soberania decorre do fato de proteger um povo que é conforme o todo de Deus e que toma o seu país como um lar,em Cristo. E o rei, como sendo pai de muitos, protege seus filhos e ainda edifica uma ordem, de tal modo a que nos aponte para as leis de Deus, causa para se tomar o país como um lar, em Cristo.

4) Só a nacionidade pode gerar uma boa nacionalidade, fundada na soberania, que decorre da aliança com o altar com o trono. Pois tomar o país como se fosse religião, de tal modo a ficar fora da conformidade com o todo que se dá em Deus, é falsa nacionalidade - é, pois, heresia.

O Brasil tomado como um lar será ressuscitado, quando tudo o mais acabar


1) Se as catedrais são feitas de tal modo a nos apontar para o Céu, então as realizações humanas, fundadas no fato de se tomar o país como um lar, nos apontam para o Céu, já que Cristo fundou este país.

2) Como o Olavo disse, língua, alta cultura e religião são os elementos que sobrevivem, mesmo que o Brasil físico se acabe.

3) O português sobreviverá, pois foi a língua dos que serviram a Cristo em terras distantes; a fé católica é a fé fundadora; e o nacionismo é cultura que nos aponta para o céu. Por essa razão, o nacionismo sempre será alta cultura.

4) Mesmo que eu morra, mesmo que o Brasil morra, o nacionismo, da forma como estou a edificar, semeará a consciência de todos aqueles que queiram tomar o Brasil como um lar, ao exercerem a liberdade de buscar o conhecimento e aprender a tomar o Brasil como um lar. E é com base nesse modelo, que eles se tornam brasileiros e ainda aprendem a tomar outros países como se fossem um lar, de tal modo a serem verdadeiros diplomatas perfeitos, em Cristo.

5) Quando isso acontecer, o Brasil será ressuscitado, não só na sua fé, não só na sua língua, não só na sua alta cultura, como é o nacionismo, mas também renascerá fortalecido de uma aura universal, da qual serviu-se de modelo, por conta de sua fundação histórica, mas também por conta deste pensamento destilado em teoria, como estou a fazer.

Não é preciso nascer no Brasil para tomar o Brasil como um lar


1) Para ser brasileiro, não basta só nascer no Brasil - é preciso aprender a tomar o Brasil como se fosse um lar e a não tomá-lo como se fosse religião, de tal modo a ficar fora da conformidade com o todo que se dá em Deus.

2) E ao aprender a se tomar o Brasil como se fosse um lar em Cristo, então se perceberá que você pode ser brasileiro, ainda que não tenha nascido no Brasil.

3) Os verdadeiros brasileiros, se olharmos bem, são tão estrangeiros quanto os que não nasceram aqui, justamente por serem mais brasileiros que os idiotas nascidos nestas terras.

4) Neste ponto, o pensamento constitucional edificado em 1988 é inconstitucional, pois está fora da conformidade com o todo que se dá em Deus. Essa mentira só se torna verdade porque os positivistas tomam este espectro de Brasil como se fosse religião. E o resultado é que nascem verdadeiros abortos da natureza todo santo ano. 

5) Por isso que esta guerra cultural é mais grave do que aquela que o Olavo descreve. Ela precisa ser erradicada desde a origem.