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quarta-feira, 26 de março de 2014

Quem apóia aborto tem mente de esgoto


1) Eduardo Campos, como bom socialista, promete legalizar o aborto. E quem votará nele tem mente de esgoto. Mentirá em nome da verdade e será um escroto.

2) Quem aborta uma criança ainda não nascida aborta dentro de si toda a fé na verdadeira crença política. Por trás dessa aparente verdade há uma funesta mentira - por isso mesmo não adianta comigo contra-argumentar; peço humildemente que cale a boca e desista.

3) Quando se incentiva o infanticídio intra-uterino, promove-se o ultra-martírio dos não nascidos, e ficar sem fazer nada é uma grave ofensa ao Nosso Senhor Jesus Cristo.

4) Por isso, seja sincero e honesto: não aborte o cérebro com maconha e nem ouça seus amigos mais pamonhas, bem como essa verdade, fundada em mentira mundana. E nem aceite essa ordem fundada na Era de Aquário, cujas águas estão cheias de piranha. São elas mesmas que vão se beneficiar com o assassinato sistemático de crianças. Se não souber de antemão isso, nada mais faz sentido.


Conheça a outra bandeira política: a liberalização da larica. Outra bela porcaria: http://adf.ly/hcw5L

Larica não é sukita


1) Eduardo Campos, como bom socialista, promete legalizar a larica. E ele está bem acompanhado: ele tem como vice Marina Silva, falsa cristã e comuno-petista. Duas porcarias.

2) Isso não é um bom sinal, principalmente quando se tem como vice uma mulher melancia como a Marina.

3) Se você pensa que a verdadeira é a boazuda e popozuda da Andressa, sai dessa. A verdadeira mesmo é acreana, tem mente sacana e é uma pedreira e é capaz de valer da própria torpeza.

4) Verde é como o rosa: é a cor da moda, e para esse pneu furado não há estepe. É a cor nova, o novo credo revolucionário embutido dos vermes.

6) Por trás do ambientalismo sentimental, há um lobby muito forte, que financia a liberalização sistemática dessa droga verde, vermelha e de apelo artístico forte, que defende o socialismo paternal até a morte. O autoritarismo tough, promovido pelos democratas ianques do norte, é macro e forte, disfarçado de um fabianismo, à moda do FHC, micro e soft. E tolo é quem não vê, sobretudo quando está sendo programado pela TV.

7) A verdade é que nem sukita, e quem bebe da verdade não engole (ou fuma) qualquer coisa, sobretudo a legalização da larica.


Conheça o novo arroubo: a liberalização do aborto. Isso realmente é algo muito escroto: http://adf.ly/hcxKc

Super Mário da Política ou A eterna busca do homem forte que termina sempre entrando pelo cano


1) Pelo Rio, Romário é deputado de partido socialista

2) Os paulistas, na falta de um Covas, votam num Super Mário qualquer pra deputado

3) No final quem entra pelo cano somos todos nós, pois o povo que o elegeu não passa de otário.

4) O Mário foi pras covas, mas deixou um Geraldo - esses geraldos, como os antigos geraldinos do Maracanã, são tão tolos quanto os que acreditam na teoria da vontade geral do Rousseau. E as promessas de campanha, vazias como sempre, se confirmam na vala comum do eterno amanhã.

5) O governo socialista é sempre assim: se você vota em alguém que acredita se dizer eleito pela vontade geral, você corre o risco de assinar, sem saber, um contrato social. No final, é você que se dá mal. Eu acho que o povo, para exergar bem, ele precisa de mais do que dentadura comprada no início do plano real ou óculos de graça nas óticas do povo. Morou?

6) Mas o Super Mário não vai sozinho: com ele, via coeficiente eleitoral, vai o irmão Luigi, em sólidas relações nepotistas. E também o Yoshi, tão jurássico quanto o Estatismo Nacionalista e Varguista dos anos 30. Com um Congresso cheio de enganadores profissionais, o povo não desencana; logo, logo começará a opressão estatal.

7) O Super Mário da Política começou com a República, em 1889. Mas o Game Over poder vir em 2014, se o PT transformar o Brasil numa colônia cubanista.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Como começar a estudar a Lei Natural?


1) Qual seria o caminho mais básico, o mais elementar para se começar um estudo sistemático da Lei Natural, sobretudo quando não se tem um livro na mão, de modo a se começar ancorado na sabedoria dos que nos antecederam? Esta tem sido a pergunta que muita gente me faz, volta e meia, no meu mural de Facebook.


2) Eu costumo estudar a Lei Natural pela via da observação:

 
A) Estudo a relação social tal como ela é na nossa sociedade.


B) Percebo se essa relação é ou não conforme o todo, conforme os planos de Deus. Para isso, um exame da bíblia, dos ensinamentos da sagrada tradição e do sagrado magistério ajudam e muito, de modo a se compreender os planos de Deus e a conservar a liberdade em Cristo em nosso país.


C) Examino a legislação particular do Brasil e comparo com aquilo que Deus estabeleceu: se ela não estiver conforme os planos de Deus, ela será inconstitucional, pois ela destrói o sentido da pátria tomada como um lar.


D) Se não há legislação particular, que se busque referência ao direito comparado. Comece pelos países de cultura assemelhada (relação de forasteria), depois pelos países de cultura diferente e que tem a mesma fundação cristã que a da sua sociedade (relação de estrangeria).


E) Se a relação for de estrangeria, a ponto de se renegar a tradição cristã, é preciso combater isso, antes que essa insconstitucionalidade se torne norma na ordem jurídica nacional, pois há um monte de revolucionário aqui que quer impor a lei da sharia entre nós e que quer dar direitos pros criminosos que destróem a nossa pátria todos os dias, nas nossas cidades, com os seus crimes infames, cruéis e violentos.

Relacionado:

sobre a diferença entre estrangeiro e forasteiro: http://adf.ly/fQyIz

terça-feira, 18 de março de 2014

Olavo de Carvalho e o conservantismo dos homens de papelão


"Eis a tragédia do Brasil: este é um país onde as pessoas não vivem: elas só simulam. Elas nunca dizem o que elas estão vendo, o que elas estão sentido: elas só dizem aquilo que vai pegar bem. Então, é tudo teatrinho. É um país de homens de papelão, homens de isopor. É uma coisa horrível! Pra quem já viveu em outro lugar, como já vivi na Romênia, agora estou vivendo aqui [nos Estados Unidos] - também, estive na França. Curtinho, mas suficiente pra conhecer -, isso é um fenômeno inédito no mundo. Não há um país onde todo mundo seja assim. É claro que sempre há um número de homens de papelão, mas não é todo mundo. Agora, no Brasil, basta aparecer um homem de carne e osso que diz aquilo que ele está vendo, do jeito que está vendo, que é um escândalo. Todo mundo fica aterrorizado. É um coisa horrível isso aí.". [Olavo de Carvalho]

segunda-feira, 17 de março de 2014

O Brasil de verdade reduziu-se a uma crença de livro

1) Como monarquistas, a crença no nosso país verdadeiro reduziu-se a uma crença de livro. Na crença séria dos que estudam sério a História do Brasil e que está condensada em livro, já que a vivência de quem viveu àquela realidade já não temos mais.

2) Nós, neste caso, somos protestantes com boa razão, pois queremos a aliança com o altar e o trono e não aceitamos esse inferno republicano. Por isso, somos contra-revolucionários.


03) O fato, senhores, é que não dá pra ser monarquista sem estudo. E ao estudarmos, perceberemos que a fraternidade na república é irrealizável, já que ela é utópica.

04) Reafirmo o que venho sustentando: para mudarmos esse quadro, só trabalhando as bases culturais. E para isso, precisamos redescobrir o sentido de pátria, de modo a tomá-la como sendo o nosso lar, que se qualifica na aliança do trono com o altar.

05) Se nada fizermos, estaremos a ser condenados a sermos tão estrangeiros quanto os que não nasceram aqui, por sermos mais brasileiros que os idiotas daqui, que são apátridas.

sábado, 15 de março de 2014

Do significado político de uma eventual intervenção militar


01) A mera legalidade da intervenção militar, tal como está no texto da Constituição Federal de 1988, não deve ser vazia quanto ao seu discurso político. Se isso acontecer, a intervenção militar será tão igual a Marcha contra a Corrupção, em que não se apontou o real culpado: o Foro de São Paulo, que tem como fiel da balança o Partido dos Trabalhadores e seus aliados políticos.

02) Se a intervenção for meramente legal, será a oportunidade perfeita para que os esquerdistas promovam o sucateamento definitivo das forças armadas, já que o direito é preconceito, tal como disse Karl Marx, em O Manifesto Comunista. No lugar dela, haverá uma milícia cubana treinada, como é a Força Nacional de Segurança, pronta para tratar como crime contra esse odiado estado de coisas, que está sendo implementado à força, toda e qualquer manifestação legítima em prol da liberdade de nosso povo, em face da tirania que eles promovem.

03) Se a intervenção for só meramente legal, quem me garante que eles, os militares, não ficarão no poder governando por 21 anos, transformando um legítimo estado de exceção em uma tirania, tal como se deu, em 1964? As leis são meras tintas inscritas sobre o papel se não houver consciência quanto ao real compromisso da manutenção da ordem pública. E é verdade sabida que o positivismo, esta infame doutrina autoritária. está muito presente na caserna até hoje. Enquanto não se abolir essa nefasta doutrina, há o risco de isso acontecer de novo.

04) O sentido da intervenção militar, em seu sentido político, deve ser claro: o da expulsão e banimento desses grupelhos que estão corroendo, através de ações culturais, todo o sentido que faz com que tomemos o País como um lar. Não só o próximo, que está no Congresso, mas também o remoto deve ser também banido, que ainda está na caserna.

05) Se houver uma intervenção militar, que isso implique o banimento definitivo dos partidos esquerdistas, dado que nenhum deles possui o caráter nacional. Da mesma forma, a direita da esquerda, como são os positivistas e os membros do PSDB, que são fundamentais na técnica das tesouras.

06) Os movimentos revolucionários por essência são todos internacionalistas e, tal como cupins, sugarão toda a seiva que vitaliza a nação, até ela morrer, tal qual uma árvore oca. E essa seiva está na forma de riqueza e nos valores espirituais, que nos levam à liberdade em Jesus Cristo.

06) Não havendo uma sólida e permanente campanha anticomunista, assim como o banimento de seus famigerados símbolos, o câncer volta com mais força, como se deu desde a restauração da democracia aqui, em 1989.

Lição de Olavo de Carvalho, quanto ao significado político da intervenção militar: http://imgearn.net/u5khbj0d7yazn57ty98o.jpg

Das conseqüências da perversão das leis


Convém lembrá-los que, da perversão das leis, duas coisas decorrem:

01) A queda dos nossos valores, bem como da nossa liberdade

02) Estabelecimento do falsas tradições, que nos colocam numa permanente prisão

A quem de boa-fé ignora isso, recomendo a leitura do livro A Lei, Frédéric Bastiat.

Link para download: http://hyperfilez.com/ejt9rfsdgmzs.html

Sobre o real significado da Páscoa


1) Sobre o Significado da Páscoa, enquanto memorial: http://adf.ly/g5BOe

2) Se o memorial é atualização constante da tradição que recebemos dos Santos Apóstolos, nós repetimos a eucaristia todos os dias porque Ele, Jesus, assim pediu, já que Ele é O cordeiro: http://adf.ly/g5EH8

3) Se a eucaristia é o corpo e o sangue de Cristo, e é alimento vindo do céu, isso deve ser repetido todo santo dia - e deve ser feito em Memória de Jesus Crucificado.

4) É isso que caracteriza o sentido de se estar conforme o todo, tal como Deus planejou.

5) Se a Páscoa é a libertação da escravidão, a páscoa cristã recorda-nos que devemos conservar a memória da dor de Cristo, que morreu por todos nós. E da sua ressurreição, veio todo o sentido de liberdade que temos.

6) Somos virtuosos porque somos livres em Cristo - e para isso devemos conservar, nos nossos corações, a memória de todos aqueles eventos.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Carta que escrevi ao Olavo sobre o Caso Battisti


1) Na Itália, há deputados que são brasileiros e que se valem da condição de italianos para sejam eleitos deputados lá; se se destacarem no Parlamento, há o risco de se estes tornarem eurodeputados.

2) Não tenho provas, mas tomando por base que os descendentes de italianos aqui são muito numerosos, acredito que muitos desses deputados eleitos colaboraram para que o famigerado Battisti buscasse refúgio aqui. Eles têm feito todo um trabalho de articulação política, de modo que o Brasil seja um paraíso de refugiados, que na verdade são criminosos da pior espécie.

3) Muitos desses foram militantes do PT, que se desligavam formalmente do partido e que fazem as conexões políticas necessárias, de modo que os terroristas políticos de lá tenham uma janela de fuga aqui no Brasil. Isso é um caso a ser investigado.

4) Digo isso porque todo esquerdista é um internacionalista e eles se valerão das brechas da lei e dos conflitos positivos que dão causa eventual a uma dupla nacionalidade para usar isso contra nós.

5) Se Marx falava que a aplicação da lei é um preconceito burguês, o mesmo se passa quanto à soberania.

6) Considerando a circunstância de que os descendentes de italianos podem eleger políticos no Parlamento local, isso me parece plausível.

7) Battisti veio para o Brasil com informação privilegiada - ele veio pra cá SABENDO que ficaria impune.

8) Ele declarou na imprensa que derrotá-lo é como derrotar ao Lula. Ele só poderia ter obtido essa informação porque certamente há deputados brasileiros no parlamento italiano, militantes treinados pelo PT, que fazem a articulação política, de modo que pudesse vir pra cá com segurança.

9) O fato é que, depois do socialismo em um só país, eles se valerão dos que têm dupla nacionalidade para fazer uma nova ordem mundial através de deputados apaniguados em Parlamentos como o da Itália.

José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 12 de março de 2014.

terça-feira, 11 de março de 2014

Uma lanchonete de fronteira é uma empresa transnacional

1) Exemplo de uma transnacional verdadeira: ter uma lanchonete em Foz do Iguaçu. Com delivery, ela atende a clientes na Argentina e no Paraguay. Elas necessitam da fronteira, de modo a que seus serviços atinjam territórios além do território nacional, partindo de uma estrutura central.

2) Prestar serviço influencia nos costumes, nos valores e na relação jurídica. Se houver grupos nacionalistas ou protecionistas, pode haver conflito.

As grandes empresas não são nem multinacionais e nem transacionais


As grandes empresas não são multinacionais e nem transnacionais - são grupos econômicos associados a outros grupos econômicos que conhecem as circunstâncias locais e que fazem o intercâmbio de pessoas, bens e valores entre um país e outro. Essas relações são, na verdade, cosmopolitanas ou metanacionais.

1) Os marxistas costumam definir as empresas que prestam atividade economicamente organizada de multinacionais.

2) Para ser multinacional no conceito jurídico estrito, uma empresa pública precisa pertencer ao controle de vários países diferentes. Poucas são de fato as verdadeiras multinacionais.

3) A maioria das empresas são organizações privadas que prestam serviços a população, com intuito lucrativo. Elas atuam vários países. Mas em cada país, elas criam pessoas jurídicas, observando as leis locais. Não são transnacionais, dado que as grandes corporações não são uma grande estrutural central, mas um pool em que um grupo controla várias subsidiárias pelo mundo inteiro.

4) Esse tipo de pool é que faz com que o controle dos ativos da empresa fiquem na posse de poucas mãos. De fato, é uma oligarquia.

Dos problemas do nacionalismo, enquanto teoria jurídica


1) A nacionalidade é produto do nacionalismo, enquanto movimento político decorrente da Revolução Francesa. As teorias jurídicas modernas decorrem de teorias políticas divorciadas de Deus. Por isso, recomendo a leitura do pai da teoria das nacionalidades no âmbito do Direito Internacional, Pasquale Mancini, de modo a que se tenha idéia do que estou a dizer.

2) Em algumas coisas não sou contra o conceito jurídico de nacionalidade:

2-A) O conceito de nacionalidade, no quesito de se determinar se o bem é do nacional ou se o bem é do estrangeiro, disso eu não sou contra. Esse conceito é até necessário.

2-B) Também não sou contra a idéia de dupla nacionalidade. O fato é que uma é considerada ativa e outra inativa em razão do critério de domicílio. Se você toma o Brasil como um lar, é porque você quer ficar em definitivo nele. Às vezes, quem está aqui e toma este país como um lar é mais brasileiro do que aquele que nasceu aqui. Mas existem alguns problemas quanto a essa questão:

2-C) Na Itália, há deputados que são brasileiros e que se valem da condição de italianos para sejam eleitos deputados lá, havendo o risco de se estes tornarem eurodeputados, se tiverem uma atuação destacada naquele Parlamento. Muitos deles, por terem formação na militância petista, colaboraram para que o famigerado Battisti ficasse aqui. Muitos deles, de modo a cumprir o projeto de poder do Partido, se desligavam formalmente do PT e faziam as conexões políticas necessárias, de modo a que os terroristas políticos lá tivessem uma janela de fuga aqui no Brasil, se a coisa na Itália apertar, tal como se deu com o Battisti. Isso é um caso a ser investigado. Digo isso porque todo esquerdista é um internacionalista e eles se valerão das brechas da lei e dos conflitos positivos que dão causa a uma eventual dupla nacionalidade para usar isso contra nós.

2-D) Posso ir mais longe: sabe o caso da Suzanne von Richthoffen, a alemãzinha que matou pai e mãe? Ela tem cidadania alemã. Se fosse pra Alemanha, ela ficaria impune. A mesma coisa ocorreu com o Cacciola.

3) A mesma coisa ocorre quanto ao aspecto da naturalização - isso não significa necessariamente tomar o país como um lar. Muitos mudam de nacionalidade de modo a fugir de obrigações fiscais injustas, tal como ocorre com os franceses. Gerard Depardieu tornou-se russo para fugir do fisco francês e não porque toma a Rússia como um lar.

4) E, por fim, o nosso caso particular de sermos brasileiros sérios: nascemos aqui, conhecemos as coisas que fazem nosso país ser tomado como um lar, mas somos governados por idiotas que tomam o país como se fosse religião e que prejudicam o país como um todo. Como vivemos numa ordem em a opinião de um idiota tem o mesmo peso que a opinião de um ser inteligente, no tocante ao voto, o fato é que somos reduzidos à condição virtual de estrangeiros. O fato é que somos tão estrangeiros quanto os que não nasceram aqui por sermos mais brasileiros que os idiotas daqui. Isso daria uma boa história, mas não sei como contar.

5) Eu ainda não fiz reflexões sobre as conseqüências jurídicas disso que estou a fazer. Mas com certeza isso mudará o entendimento das coisas que conhecemos de um modo radical.

6) Tudo isso, pelo que pude ver, leva a um Estudo da Teoria do Estado.

7) Preciso estudar o curso do Olavo sobre o assunto.

(José Octavio Dettmann)

Para download:

(Pasquale Mancini - Direito Internacional (2003). Após 5 segundos, clique no botão amarelo para pular a propaganda (skip ad) http://adf.ly/UVz0x)

Como isso afeta o Brasil?


1) É preciso uma noção do que foi a Europa pós-Guerra pra se entender a distinção entre nacionidade e nacionalidade. Ela nasce dessa circunstância.

2) Assim como se deu na Alemanha, algo parecido pode ser feito em relação ao Sul, quanto ao resto do Brasil.

3) O PT no Rio Grande Sul acirrou os ânimos separatistas de lá. O cidadão comum do Sul não faz a menor idéia de onde começam esses movimentos. Por ter uma formação tosca, isso faz com que não tenha como entender porque separar não é a solução. Além disso, isso faz com que não se compreenda qual é a ligação dele com o Nordeste, assim como o resto do Brasil.

4) O fato é que acusar o cidadão comum e ignorante do Sul de apátrida não é uma boa saída - ele se sentirá ofendido e se afastará. Agora, se forem dados motivos e explicações que o façam desistir da idéia do separatismo, sem atacá-lo frontalmente, aí ele pode pensar no ponto de vista que aponto e até aderir sem se sentir violado em suas próprias convicções.

5) É preciso explicar pra ele que o que criou este país e que deu causa para o posterior desenvolvimento do país ao longo dos séculos foi uma coisa só: a Monarquia. É da monarquia que encontramos a vitalidade necessária de modo a se tomar o país como um lar. Na república, nós não encontramos isso, pois o país foi dividido em oligarquias estaduais, em que uma compete com a outra para se ter domínio do poder. Virou-se uma guerra de facção, uma guerra de oligarquias que quase sempre terminam em Guerra Civil, como se deu em 1932. E para se governar o país, os partidos precisam fazer coalizões de modo a governar, o que agrava ainda mais as divisões, tal como vemos na ordem pós-1988.

6) O fato é que a noção de povo brasileiro só se completa na noção de nacionidade: de país tomado como se fosse um lar. Para se tomar o país como um lar, um governo justo e estável, que fomente a noção de que o do Sul e o do Nordeste são irmãos, como partes mesmo de uma grande família, é que torna isso possível.

7) Sem esse conceito de nacionidade, o próprio conceito de povo brasileiro se perde. Ele acaba se reduzindo a um abstracionismo malévolo em que todos se reduzem a ovelhas governadas por lobos, os demagogos. Exemplo disso são os Brizolas da vida.

8) O verdadeiro conceito de povo brasileiro deriva da noção tal qual preconizada na carta de 1824: uma associação de vários povos em torno de uma commonwealth: no caso, o Império do Brasil.

9) Essa associação lentamente evolui para um verdadeiro federalismo, fundada na noção que todos são irmãos e que tomam o país como um lar, tendo por liderança um soberano comum, uma língua comum, moeda comum, leis que regem a unidade, essas coisas. Mas esse processo é sedimentado por gerações e foi interrompido pela república.

(reflexão decorrente de uma conversa com Eduardo Bisotto)

Origem histórica e circunstancial da diferença entre nacionidade e nacionalidade

01) Logo que a II Guerra Mundial terminou, iniciou-se o trabalho de reconstrução da Europa. No caso da Alemanha, em particular, a parte Ocidental do País foi reconstruída com a assistência de turcos e, em menor parte, por espanhóis e eslavos.

02) A Parte Oriental da Alemanha, que se tornou zona de influência da Rússia, começou a impedir que a população migrasse do leste para o Oeste, construindo um muro.

03) O muro, além de impedir o ir-e-vir da população, também trouxe efeitos devastadores, no âmbito psicológico. Ele foi feito de modo a que os alemães do leste enxergassem aos do oeste como se fossem imagens distorcidas de um mesmo espelho. Dessa forma, forçam uma dialética, aos olhos de quem é de fora. Uma espécie de propaganda subliminar do regime.

04) A cada geração que convivesse com a divisão forçada do muro, mais afastada ficava da noção de que um e outro eram do mesmo povo. Esse fato mantém-se particularmente verdadeiro, com relação ao que está havendo na Coréia do Norte em relação à Coréia do Sul.

05) Na outra ponta do muro, havia o marxismo cultural, semeado desde Frankfurt, corroendo todas as bases da sociedade. Isso agravava ainda mais a divisão decorrente de um muro forçado.

06) Esta é uma técnica das tesouras altamente devastadora.

07) Enfim, eis o que é o socialismo: ele divide o povo de modo a poder dominar. Eles destroem a nação, quanto ao seu significado de tomá-la como se fosse um lar.

08) Eis as bases circunstanciais e históricas para se entender a diferença entre nacionidade e nacionalidade.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Sobre a diferença entre estrangeiro e forasteiro


Existe uma diferença entre estrangeria e forasteria. O que quero dizer com isso?

1) Forasteiro é todo aquele que não nasceu no país, mas que é nativo de país onde se fala a mesma língua ou uma língua muito parecida com a língua portuguesa. Também é forasteiro quem é de país que faz fronteira com o Brasil. Esses geralmente têm mais chance de tomar o Brasil como um lar mais rapidamente.

2) Estrangeiro, no sentido estrito, é todo aquele que não nasceu no Brasil e é de uma cultura completamente diferente, a ponto de ter mais dificuldade tomar o país como um lar. Às vezes, a integração dele fica impossível, tal como ocorre com os muçulmanos.

3) Os que são forasteiros tendem a ser integrados como parte do país a partir de uma integração econômica.

4) Os que são estrangeiros, por terem mais dificuldade de assimilar os costumes da pátria, tendem a ser fonte de problema, principalmente se não forem ajudados a assimilar os costumes e a língua do Brasil.

5) Esses que têm mais dificuldade de assimilar a língua e os costumes, por não serem parecidos, tendem a ser usados pelos governos socialistas como agentes de atividade revolucionária.

6) No caso da Europa, são geralmente pessoas vindas do Leste Europeu, com pouca qualificação e que ficam à mercê da dependência do assistencialismo do Estado, cujo sistema é bancado pelos nacionais. Isso acirra os ânimos, pois os estrangeiros nesse caso são vistos como párias.

7) O próprio nacionalismo de Le Pen é estimulado de propósito, através do processo de estimulação contraditória. Esses retirantes do Leste Europeu, em particular, tendem a se tornar párias, se eles não forem estimulados a trabalhar e a produzir no novo País, de modo a se tomá-lo como um lar.

8) Nas políticas assistencialistas do Estado do bem-estar social, há políticas claras de desincentivo ao trabalho, a vadiagem sistemática, tal como há na Suécia. Isso gera falsa nacionidade, falso sentido de se tomar o país como um lar.

Explicando nacionidade e nacionalidade (modo didático)

1) Rui Barbosa dizia: pátria é família ampliada. Onde a gente encontra o exemplo de família virtuosa? Nos lares. Por esse viés, nacionidade é tomar a nação, o território que ocupamos historicamente, como sendo o nosso lar.

2) Quem toma o país como um lar trata a todos os que querem viver em paz bem, pois são seus vizinhos. Trata os outros como um espelho de seu próprio eu, incluindo quem não nasceu aqui, o estrangeiro. Para o estrangeiro que vem aqui trabalhar e progredir, ele adota a seguinte máxima: "minha casa é também sua casa. Seja bem-vindo! Se você for honesto e íntegro, nós tomaremos você como parte de nós".

3) Este compromisso pré-existe à ordem constitucional, por ser natural. Por isso que aos estrangeiros é garantido os mesmos direitos que os natos e naturalizados em matéria de residência, trabalho e aquisição de bens, fatos decorrentes da vida em sociedade.

4) Quem toma o país como religião se baseia na crença de que tudo está no Estado e que nada está fora dele, além de não acreditarem na fraternidade universal. O problema disso é que eles exigem obediência absoluta à lei do Estado tal qual a lei de Deus - e nesse ponto, quem não é daqui ou tem costume diferente pode afrontar a ordem imposta por essa gente, pois os estrangeiros que vivem aqui são tão brasileiros quanto os que nasceram aqui, pois tomam o país adotivo como sendo o seu lar. Por isso que políticas nacionalistas tendem a ser políticas de se definir quem é amigo e quem é inimigo. E como se define isso? Pela conveniência do governante, que é subjetiva, e pelo desejo ardente de se implementar um poder global, que domine a todos os povos inteiros sob sua autoridade (um delírio, objetivamente falando).

5) Obviamente, essa gente não acredita em Deus. São todos imanentistas e ateístas militantes, pois acham que lei escrita é lei eficaz, que resolve tudo quanto é tipo de problema. Que coisa boa pode advir de algo tão instável do que algo fundado na sabedoria humana, dissociada da sabedoria divina?

6) Essa instabilidade dá causa a uma mutação constante dos critérios de justiça, a ponto de não se saber mais o que é certo ou errado. E tem momentos em que o errado é tomado como se fosse certo. E muitos deles são canalhas, a ponto de dizer que as leis não têm termos inúteis. Basta que se perverta o significado das palavras que se perverte tudo. Daí que, pelo positivismo, os marxistas falam que direito é preconceito. Pois eles vão fazer justamente isso: fomentar preconceito, por meio da lei, valendo-se do que os positivistas já edificaram, e denunciá-lo.

Comentários à carta do milico


1) "O aparelhamento ideológico da Suprema Corte, desmoralizada por arranjos tortuosos que transformaram criminosos em vítimas da própria justiça, compromete a crença dos brasileiros nas instituições republicanas"

Comentários: As instituições republicanas, examinadas ao plano da eternidade, não são instituições confiáveis, dignas de confiança. São instituições historicamente, e claramente, autoritárias - acham que são donas da verdade e são contrárias à ordem de Cristo. Não podem ser levadas a sério, dado que o positivista acha que o verdadeiro governo que rege o povo, no sentido científico do termo, é a ditadura. Um governo fundado na força e na disciplina da caserna, que não tolera divergência, por mais bem educada que seja, não merece prosperar (nós monarquistas fomos proibidos de falar por 100 anos). Qualquer sociedade que confiar mais nos militares do que na Igreja está condenada a viver numa miséria moral e espiritual perpétua.

 2) "Isso se soma às muitas razões que fazem com que, com frequência e veemência cada vez maior, os Generais sejam instados a intervir na vida nacional para dar outro rumo ao movimento que, cristalinamente, está comprometendo o futuro do Brasil".

Comentário 1:Eis o que vocês são: pretensiosos salvadores da Pátria. Salvacionismo desesperado, tal como se deu com Hermes da Fonseca e com o governo militar de 1964-1985, só produziu desgraça. Este país está cansado de salvacionismo irracional.

Comentário 2: Para se fazer frente à ação comunista, só se trabalhando as bases culturais. Olavo cantou essa pedra e vocês cagaram solenemente. Cabe aos monarquistas agora essa tarefa, já que vocês são um bando de cabeça dura que acham que quem não reza na cartilha de vocês, tal como eu faço, está errado, tal como apontei no ponto 1. Vocês são tão esquerdistas quanto os comunistas, neste ponto. A maior nota do autoritarismo de vocês está no estilo grandiloqüente deste general de escrever, tão igual ao de Marx: o de salvar o mundo fazendo revolução e reinventando a sociedade do zero, tal como ocorreu com todas as outras constituições desta república.

3) "Os militares em reserva se têm somados aos civis que enxergam em uma atitude das Forças Armadas a tábua da salvação para a Pátria ameaçada, quando não são eles próprios os alvos do clamor daqueles que já identificam nas imagens dramáticas da capital venezuelana a cor fúnebre do nosso destino. Ao exercerem seu direito legal de opinar e criticar, os militares da reserva diferem entre si na forma, na intensidade e na oportunidade de uma eventual intervenção militar que venha a dissuadir as pretensões mais ousadas dos dissimulados adeptos da versão “bolivariana” do comunismo de sempre, todavia, são coincidentes e uníssonos no rebatimento de acusações mentirosas que, divulgadas de forma criminosa, visam a criar na sociedade o receio de ter os militares como fiadores da democracia."

Comentário 1 : Mais do estilo grandiloqëunte. Vocês se acham o supra-sumo da verdade e da justiça, não? Continuem afundando esse país nesta miséria de 125 anos em que nos encontramos. Vocês não me representam.

Comentário 2 : a voz é uníssona? Vocês aí estão imitando os iluministas, pois estão abstraindo e traindo o dever de servir à verdade. Eu também sou contra o comunismo, mas abomino o que vocês já fizeram. 

Comentário 3: Vocês não admitem outra voz que não a de vocês - o engraçadinho que publicou a carta deste milico, cuja íntegra estou publicando em postagem apartada, JAMAIS me pediu permissão para publicar este lixo no meu mural. Bloqueei o engraçadinho, mas, como não sou bobo, estou eu fazendo aqui o trabalho de mostrar o que vocês não fazem: o de tomar o país como um lar. Quem toma o pais como um lar admite que se defenda toda uma série de idéias e sugestões que, em colaboração umas com as outras, concorrem para a edificação de uma ordem civilizada no País. E defender a pátria, no sentido verdadeiro do termo, implica defender a verdade, pois Cristo é que deu causa à fundação desta pátria. Vocês não fazem isso: vocês tomam o país como religião, abominam a fé fundadora deste povo, e permitem que toda uma sorte de oportunistas edifiquem fraudes e estelionatos de toda a sorte, de modo a empobrecer o povo e fazer com que este perca a fé neste país. Isto é a república que vocês mesmos edificaram, nesse maldito positivismo que infesta as casernas deste país. O dia que essa droga for banida dos quartéis, aí poderei confiar nos militares.

4)"A opinião pública está dispersa, contudo não é difícil identificar o que rejeita". 

Comentário: neste ponto estou de pleno acordo. Porém a rejeição é só fisiológica: eles rejeitam o comunismo. Isso se dá porque vocês fizeram com que esta sociedade ficasse secularizada, com esse republicu que vocês impuseram goela adentro da população. Vocês semearam a ignorância quanto ao nosso passado.

5) "Também não é fácil definir com quem está e o que quer. Falta-lhe um 'norte confiável' (SIC)".

Comentário: A sociedade está tão secularizada, a ponto de se confundir conservadorismo com conservantismo. Além disso, tende a tomar como verdadeiro conservadorismo a ordem americana, que não se aplica a esta terra, pois as circunstâncias daqui são diferentes. É justamente porque vocês cultivaram a ignorância da verdade quanto ao nosso passado, inventando heróis fakes - como Tiradentes -, que vocês acham que podem dar um norte confiável à pátria, já que a mentira que vocês implementaram está sendo substituída pela mentira marxista, que é bem mais grave. Eu sou cristão e católico e não vou tolerar soluções malminoristas como as suas. É melhor que comamos um quilo de sal no comunismo, de modo a que retornemos de vez à casa do Pai, do que aturar mais vinte e poucos anos de ilusão. Pois pela dor seremos purificados. Se o povo brasileiro tiver que passar pela dor do comunismo, de modo a se restaurar a monarquia, a aliança entre o altar e o trono, disso podemos tirar mais coisas positivas do que se fazer uma distanásia polítca em que o nada pelo nada será conservado por mais algumas décadas, sem resultado algum.

6) "As pessoas de bem, informadas, estão com medo do futuro, acuadas até para reagir e para manifestarem-se pacificamente. Não basta, portanto, pedir uma atitude dos militares, é preciso que os civis esclarecidos e convencidos do perigo ostentem massivamente suas posições e opiniões e que contribuam para magnetizar a agulha que definirá o novo rumo a ser tomado".

Comentário: Nisto estou de pleno acordo e estou fazendo o trabalho de servir a verdade, que não é deste mundinho insano que vocês criaram, 125 anos atrás. Numa sociedade onde Cristo não é o centro, todos são covardes, pois só querem saber de curtir a vida.

7) As “Marchas da Família com Deus Pela Liberdade”, programadas para o mês que inicia, são um bom começo para esta soma de esforços e para reafirmar o que, há cinquenta anos, fez com que o Brasil fosse visto e admirado como a “Nação que salvou a si própria”!

Comentário: prefiro marchas de família com Deus pela Liberdade em Jesus Cristo, pela Aliança do Altar com o Trono, à falsa liberdade de vocês, em face do risco da prisão comunista. Reafirmar o que se fez há cinqüenta anos é estupidez, pois vocês não fizeram o que deveria ser feito - vocês só retardaram o processo e mais nada. Além disso, vejo que vocês condenaram o Brasil a esta tragédia, desde o dia 15 de novembro de 1889. E isso é fato incontestável.

Pós-escrito:

01) Acesso à íntegra da carta: http://adf.ly/fGRai

02) Se houver um golpe salvacionista, a mera legalidade do mesmo não significa nada, se não houver um significado bem claro: repúdio ao comunismo e a toda a natureza revolucionária que deu causa a esta República. Se for ficar só no salvacionismo conservantista, o país volta ao marasmo que se eu entre o pós-regime militar até os nossos dias - e a situação reinante advinda será bem pior a de hoje, pois eles virão mordidos. Já falei disso aqui: http://adf.ly/gO6FF

03) Se nada for feito, a salvação do Brasil, o de araque, será atribuída à maçonaria, como sempre. Até o Olavo atestou isso, quando ocorreu isso, em 1964: http://imgearn.net/u5khbj0fb4xshtyccsee.jpg

04) Peço a todos os monarquistas que lutemos contra esse mal, chamado de "Marcha da Má Consciência Cívica". Isso é uma Marcha da Maconha disfarçada de civismo.

Carta de um milico à sociedade brasileira


Carta do General de Brigada Paulo Chagas para a sociedade brasileira. 

Caros amigos:

1) A debacle da Suprema Corte, desmoralizada por arranjos tortuosos que transformaram criminosos em vítimas da própria justiça, compromete a crença dos brasileiros nas instituições republicanas e se soma às muitas razões que fazem com que, com frequência e veemência cada vez maior, os Generais sejam instados a intervir na vida nacional para dar outro rumo ao movimento que, cristalinamente, está comprometendo o futuro do Brasil. 

2) Os militares em reserva se têm somados aos civis que enxergam em uma atitude das Forças Armadas a tábua da salvação para a Pátria ameaçada, quando não são eles próprios os alvos do clamor daqueles que já identificam nas imagens dramáticas da capital venezuelana a cor fúnebre do nosso destino. Ao exercerem seu direito legal de opinar e criticar, os militares da reserva diferem entre si na forma, na intensidade e na oportunidade de uma eventual intervenção militar que venha a dissuadir as pretensões mais ousadas dos dissimulados adeptos da versão “bolivariana” do comunismo de sempre, todavia, são coincidentes e uníssonos no rebatimento de acusações mentirosas que, divulgadas de forma criminosa, visam a criar na sociedade o receio de ter os militares como fiadores da democracia. 

3) Entre os civis esclarecidos é fácil perceber a confiança no discernimento e no patriotismo dos soldados. Todos querem que os Generais “façam alguma coisa”, mas ainda são poucos os que se dispõem a fazer o que está ao seu alcance. Poucos são os que adotam atitudes concretas e manifestam-se pública, individual e coletivamente, em defesa dos governos militares, escrevendo para os jornais ou protestando contra a hipocrisia e as más intensões das “comissões da verdade”. No momento atual, a causa da democracia não dispensa o concurso de ninguém. Seria portanto uma importante contribuição se todos os civis que têm as Forças Armadas como última razão da liberdade e a garantia dos fundamentos constitucionais pusessem suas opiniões a público, em artigos, manifestações, textos, “cartas do leitor” e outros recursos do gênero e não apenas em comentários restritos à leitura dos poucos profissionais da mídia que ainda ousam remar contra a correnteza ou dos escribas de mídias sociais que, mesmo comprometidos com a causa, têm apenas seu limitado e débil sopro para tentar enfunar as velas da embarcação. 

4) A opinião pública está dispersa, contudo não é difícil identificar o que rejeita. Também não é fácil definir com quem está e o que quer. Falta-lhe um "norte confiável". As pessoas de bem, informadas, estão com medo do futuro, acuadas até para reagir e para manifestarem-se pacificamente. Não basta, portanto, pedir uma atitude dos militares, é preciso que os civis esclarecidos e convencidos do perigo ostentem massivamente suas posições e opiniões e que contribuam para magnetizar a agulha que definirá o novo rumo a ser tomado. As “Marchas da Família com Deus Pela Liberdade”, programadas para o mês que inicia, são um bom começo para esta soma de esforços e para reafirmar o que, há cinquenta anos, fez com que o Brasil fosse visto e admirado como a “Nação que salvou a si própria”! 

Gen Bda Paulo Chagas

Fonte: http://adf.ly/fGP6s

Comentários à Carta: http://adf.ly/fGR95

Qual é a liberdade que eu defendo

1) A liberdade que defendo não é a deste mundo: não é a prisão do comunista e nem a dos desmandos e abusos do positivista. Se, assim como eu, você ama a liberdade (em Cristo), faça a caridade de restaurar a monarquia. É da aliança do trono com o altar que temos o sentido para se tomar o país como sendo o nosso lar.

2) Qualquer marcha para a liberdade fora disso será marcha para a libertinagem, marcha para o nada.

Uma análise do Partido Progressista à luz das circunstâncias atuais


1) O Partido Progressista, nas circunstâncias em que nos encontramos, é um partido conservantista. Ele acredita que é possível progredir econômica e moralmente numa sociedade cuja ordem está de costas para aquilo que Cristo deseja. Esse progressismo dá causa ao seu extremo mais radical: o comunismo.

2) O correto seria sermos regressistas: regressar à verdadeira ordem que dá causa a que tomemos o nosso país como um lar, a monarquia, para só então progredirmos econômica e moralmente, tomando por base a aliança entre o altar e o trono. Só aí haverá progresso no sentido ortodoxo do termo. Progresso decorrente de uma verdadeira ordem - e não da falsa ordem republicana.


Relacionado:

Conversa com Francisco Razzo sobre a incoerência do Partido Progressista, ao lançar o nome de Bolsonaro à Presidência da República: http://adf.ly/l8Kb2

domingo, 9 de março de 2014

Fundamentos bíblicos para se entender a nacionidade - o caso de Ruth, no Antigo Testamento

1) Eis o Fundamento bíblico para se entender o nacionismo (nação tomada como se fosse um lar): o exemplo de Ruth, estrangeira casada com hebreu e que abraçou os costumes, a fé e a religião de seu marido, a ponto de fazer o povo eleito de Deus seu povo também.

2) Por conta de 
sua nobreza, manteve-se fiel à sogra Noemi, não a abandonando, já que ela era filha de Noemi por força da lei natural do casamento. Por força do casamento, Ruth amou Noemi como se fosse sua mãe. O marido de Ruth morreu, sem deixar filhos.

3) Por conta dessa grandeza de caráter evidente, que levava ao conhecimento da causa divina, o parente mais próximo dignou-se a casar-se com ela e dar descendência ao marido que a desposou, mas que morreu sem deixar filhos.

4) Dessa descendência nasceu o Rei Davi - e da casa de Davi nasceu o príncipe perfeito: Jesus Cristo, Rei dos Reis e Senhor de todas as nações.

5) Se nacionalismo fosse bom, Cristo seria rejeitado, por ter sangue estrangeiro.

6) Da grandeza de um nasce a salvação para todos.

Sobre a grande marcha para a estupidez


1) Dia 22 de março de 2014 vai ser o dia da grande marcha para a estupidez ou do grande salto ornamental direto para o abismo.

2) É a assinatura do atestado de óbito (definitivo, graças a Deus) da República, do conservantismo. E quem for ao evento passará atestado de otário. 9 entre 10 dos que se autodeclaram falsamente conservadores estarão nesse evento.

3) O que vai acontecer não será animador. A coisa só vai melhorar quando o povo começar a passar pelo inferno que é viver no comunismo. Aí eles retomarão o sentido do altar com o trono, coisa tão necessária e fundamental para se tomar o Brasil como um lar.

4) Enquanto se pôde evitar o derramamento de sangue, o povo não soube valorizar a nobreza de quem salvou o país dessa tragédia. Isso já ocorreu mais de uma vez em nossa História. Mas, desta vez, não haverá escapatória: o pecado da estupidez proposital já foi longe demais.

5) Aos que ficam, aos que sobram, aos que não participam desse circo, melhor ficar e lutar, pois não há conservadorismo verdadeiro sem martírio, pois o País é nosso - e tudo o que faremos está fundado na sã doutrina, na ortodoxia. Aos que são realmente sérios, eu continuarei ensinando a vocês com o maior prazer. Os imbecis nacionalistas estão sendo paulatinamente deletados do meu mural, da mesma forma que fiz com os esquerdistas e com todos aqueles que zombavam da fé fundadora deste País: a Fé Católica.

6) Os tempos serão negros. Mas de uma coisa estou certo: o povo vai se dar conta de seus pecados e vai restaurar as fundações desta pátria. Muitos continuarão o trabalho que comecei. Eu confio nos que me ouvem.

7) Tomara que isso aconteça. Cedo ou tarde a monarquia voltará. Pode ser que eu não viva esse dia, mas estou certo de que voltará. Os fatos e a lógica falam por si. Cedo ou tarde a estupidez desse povo será vencida.

8) Que Deus me ouça e não me desampare! Só preciso de um pouco mais de paciência.


Comentários adicionais: 

1) Se essa marcha fosse conservadora mesmo, ela seria contra-revolucionária, tal como falei aqui (http://imgearn.net/u5khbj0oqf42hgd49esl.jpg) e aqui (http://adf.ly/eLq4a)

2) Essa marcha é na verdade conservantista. E um dos sintomas do conservantismo é o salvacionismo, tal como é apontado aqui (http://imgearn.net/u5khbj0zvknggdrdi3dn.jpg) e aqui (http://adf.ly/fGR95)

2) Segundo Heitor de Paola, há informações confiáveis de que essa marcha está cheia de elementos infiltrados, tal como se falou aqui (http://adf.ly/gT7fz

3) O que vai acontecer será uma falsidade. Um menos do menos, de modo a se criar um "falso mais", tal como falei aqui (http://imgearn.net/u5khbj0x5mfc6veojjzt.jpg)

sábado, 8 de março de 2014

Confundir nacionidade e nacionalidade sistematicamente resulta em distanásia política

1) Aqui no Brasil o processo de corrupção das almas e da confusão que se faz sistematicamente entre nacionidade (tomar o país como um lar) e a nacionalidade (tomar o país como religião) foi brutal, a ponto de se reduzir a uma caricatura grotesca e insincera das coisas como são e como devem ser, no plano da eternidade. Perceber o limite onde um começa e o outro termina é impossível para o brasileiro comum, pois se perdeu a intelecção decorrente do senso das proporções.

2) O que mais me aborrece é o fato de que quanto mais eu falo e ensino menos o pessoal aprende. Esses idiotas que se dizem brasileiros acham que podem manter a pátria viva fazendo distanásia política, através do saudosismo político de um Regime Militar que falhou gravemente em sua missão constitucional de banir os comunistas deste país. Isso é tentar manter vivo por forças artificiais um regime político que já está morto e que sabidamente não funciona mais, para quem é sensato. Esse pessoal é tão burro que não percebe a inutilidade do processo. A pátria de araque, cujo surgimento se deu em 15/11/1889, já está MORTA.


3) Isso que fazem é causa de apatria, de morte em vida em pleno território nacional. Isso é próprio da mentalidade de excomungado. 


José Octavio Dettmann

Rio de Janeiro, 08 de março de 2014.

Uma leitura do que ocorreu em 1822

1) Se lermos os fatos partindo do que ocorreu em Ourique, o que houve em 1822 não foi independência, mas secessão legítima. 


2) A prova da manutenção da tradição fundadora está no fato de que a secessão ocorreu no dia 12 de outubro de 1822, aniversário de D. Pedro I e dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira consagrada do Brasil. Há um documento assinado pelos juízes da Casa da Suplicação do Brasil dando efeitos de sentença a esse ato.


3) A Legítima secessão se faz em atos jurídicos e não com gritos do Ipiranga, que de fato jamais aconteceram; quando se governa territórios em desconforme à boa razão, os territórios com interesses prejudicados podem se separar, como se deu aqui. Tudo isso decorre do entendimento da Lei Natural, cuja sentença eles confirmaram.


4) Em 1820, com a revolução liberal do Porto, os revolucionários tomaram o poder e queriam anular todos os atos de D. João que fizeram do Estado do Brasill reino unido a Portugal e Algarves, o que levou a que D. Pedro, tomasse todas as medidas necessárias, de modo a resguardar os interesses do Brasil, em face da ação revolucionária.


5) Os liberais, poucos anos depois, criaram estatutos coloniais que seriam vigentes nas colônias africanas. Isso é a prova cabal de que o liberalismo vintista deu causa ao socialismo de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Sobre a capitalização moral e espiritual


1) Por capitalização inclui-se a arte de reunir cabeças (de cordeiros e ovelhas) em torno de um bom pastor, que não medirá esforços para salvar as que estão perdidas no mundo, expostas ao perigo de serem atacadas por lobos

2) A capitalização espiritual está relacionada à evangelização, à arte de fazer as ovelhas olharem para cima e admirarem as maravilhas do Senhor, pois Deus é a causa de tudo isso que decorre da salvação. As ovelhas salvas estão seguras sob a autoridade do bom pastor.

3) A capitalização moral está relacionada à autoridade, à liderança. Quem é íntegro sempre será ouvido e respeitado. Quem serve ordem sempre será servido com ordem e urbanidade.

4) Os meios 2 e 3 são os caminhos que fazem as ovelhas chegarem até o bom pastor.

Um bom líder é por natureza prestativo


1) Uma coisa que reparei: o bom líder é sempre prestativo.

2) Quem empreende para o bem deve ter a natureza de ser sempre prestativo, de sempre dizer "sim" ao Senhor e ajudar a quem necessita. Pois é conhecendo aquilo que as pessoas realmente precisam que você se torna caridoso, pois você aproxima pessoas de modo a que bem sirvam uns aos outros.

3) Quem conhece bem aos outros conhece bem a boa oferta e demanda verdadeira, fundada naquilo que é necessário e nunca no querido, que pode estar em dissonância com o todo. Quem empreende assume a responsabilidade de aproximar as duas pontas com fim bom e em Deus fundado.

4) O ser prestativo é por natureza um corretor. Um agente de capitalização moral e espiritual de sua comunidade.

(José Octavio Dettmann)


Rio de Janeiro, 05 de março de 2014.

A ordem natural do Cristão não é a ordem natural do pecador


1) Dizem que o capitalismo é a ordem natural dos seres humanos. Mas dos seres humanos contaminados pela marca do pecado original, que só enxergam seus interesses em detrimento dos que lhes são semelhantes.

2) Quem tem vocação para ser santo não pode defender como boa uma ordem econômica e moral fundada no pecado e na negação do que é divino.

3) Sirva ordem fazendo do dinheiro instrumento para a organização da caridade e no fomento da liberdade responsável, amparada na verdade em Cristo Jesus. É distribuindo liberdade que se distribui responsabilidade. E isso é dar a Deus aquilo que é de Deus. Isso se chama distributivismo.

4) A ordem natural do Cristão está acima da ordem natural dos pecadores.

Eis aí algo que merece uma profunda reflexão!

Somos tão estrangeiros quanto os que não nasceram aqui, por sermos mais brasileiros que os idiotas daqui

1) Às vezes, eu me considero tão estrangeiro quanto os estrangeiros, por ser mais brasileiro que os imbecis que se dizem brasileiros. Isso é o que eu chamo de "jeito pseikone de ser".

2) O jeito pseikone de ser decorre disto que falo: rejeição ao quinhentismo, por saber que Cristo Crucificado deu aos portugueses a tarefa de servir a Ele em terras distantes como esta daqui, e por conhecer a renovação da pátria através da ação dos imigrantes, que vieram com trabalho e virtudes combater os vícios desta terra.

3) O jeito pseikone de ser deriva da combinação destes dois elementos. E da necessidade da aliança entre o altar e o trono.

4) Queria poder fazer uma obra literária nesta direção, mas minha imaginação é limitada neste ponto.

5) O pseikone nasceu no Brasil e conhece a vocação da pátria. Toma-a como um lar - por essa razão, ele é brasileiro por virtude. Bem diferente dos tupiniquins sem-vergonha que se dizem brasileiros, mas que tomam o País como se religião fosse. Estes de quem falo são apátridas.


José Octavio Dettmann 

Rio de Janeiro, 05 de março de 2014.

terça-feira, 4 de março de 2014

Incentivar a liberdade de bem servir é servir amor: o caso do empréstimo de dinheiro


1) Santo Tomás de Aquino costumava destacar a diferença entre empréstimo e investimento.

1-A) Se o empréstimo não implicar participação do risco do negócio, não se faz sentido receber prêmio, dado que não houve participação no risco. O empréstimo foi meramente instrumental, impessoal. Remunerá-lo seria injusto, abusivo.

1-B) Se o empréstimo for fundado de modo a se dar liberdade para que a pessoa possa crescer e bem servir seu semelhante, se o empréstimo tiver essa conotação moral de que é preciso ajudar seus semelhantes, por serem a imagem e semelhança de Deus, o empréstimo na verdade foi um investimento. Não meça o tempo do empréstimo - deixe Deus cuidar disso, de modo a que o trabalho se furtifique

1-C) Se o beneficiário do empréstimo tiver Deus no coração e se ele for muito grato pelo serviço prestado, ele te dará uma remuneração fundada no tempo em que usufruiu do dinheiro e na proporção em que esse empréstimo foi decisivo para a sua atividade. Aí os juros são legítimos.

1-D) Há o caso de que o beneficiário, fundado na generosidade, dê algo diverso do que foi emprestado:

1-D-A) Se o que ele oferecer for necessário a você, aceite-o. Trata-se de uma dação em pagamento.

1-D-B) Se o que ele oferecer for de interesse para outra pessoa que você conheça, promova a integração entre os contatos. E o terceiro te remunerará nessa generosidade.

Em vez de dinheiro chamar dinheiro, a gentileza deve chamar a gentileza. Essa é a causa da capitalização moral. Pois a bondade é um empreendimento organizado, a serviço de Deus. E causa de uma ordem econômica justa.

(José Octavio Dettmann)

Que tipo de conservadorismo eu defendo?

Defendo o conservadorismo luso-brasileiro, fundado a partir das nossas circunstâncias: país fundado a partir da missa, Cabral como conseqüência daquela visão que el-Rei D. Afonso Henriques teve do Cristo Crucificado e outras tantas coisas. Pois "conservadorismo americano", numa ordem fundada pela heresia do Rei Henrique VIII, não é conservadorismo, mas conservantismo sistemático. Pois o que se conserva é a heresia daquele rei inglês e não a visão do Crucificado.

A imigração redefine a nacionidade

1) Há quem faça apelo para que Portugal volte a colonizar o Brasil.

2) O que esse pessoal não percebe, por falta de conhecimento mesmo, é que a vinda dos imigrantes, durante o Império e início da República, redefiniu o sentido da pátria como um lar: a ética de trabalho imigrante trouxe novos elementos que, se forem convertidos em ação sistemática, pode por si só combater os vícios decorrentes da nossa estrutura colonial deficiente.

3) Se combinarmos o sentido da missão que herdamos de Portugal com a ética de trabalho dos imigrantes alemães, italianos e japoneses, certamente o país pode ser tomado como um lar, o que restaura por si a grandeza e soberania do Império, sem a necessidade de um novo Reino Unido.

4) O Reino Unido só virá quando não houver mais herdeiro qualificado a ocupar o trono. Aí caberá a um descendente de D. Duarte (que é descendente tanto de D. Pedro quanto de D. Miguel) ocupá-lo.

A monarquia será restaurada pela via da guerra cuttural

"Os monarcas não querem entrar na briga. Se o general não quer mandar seu exército para o campo de batalha então não há como vencer. E, infelizmente, o campo de batalha é a república. Mas elles a odeiam tanto, apesar de viver sob a sua sombra, que não admitem dar o bom exemplo dentro della." (Luís Panadés)

1) Quanto à alegação de que os monarcas não querem entrar na briga, o x da questão não é a covardia. O fato é que na república ele seriam mais um na conta a serem odiados pela população. Como a população vive sendo achincalhada sistematicamente e está faz muitos anos afastada de sua Família Imperial, o fato é que eles serão tratados com indiferença. Para uma população ignorante, tanto faz um presidente ou um Imperador, pois o bom será tomado como se fosse ruim, pois o que rege as coisas é o populismo, bem como o sensacionalismo eleitoral e midiático.

2) Além disso, na República, o mandatário não é nunca o primeiro cidadão, o príncipe, o elemento norteador de todas as virtudes cívicas e republicanas. O presidente é sempre um aventureiro querendo se locupletar às custas do Erário. Examinando sob esse prisma, faz mais sentido aos membros da Família Imperial ficarem na sombra, o que justifica o ponto 1.

3) O que muitos monarquistas não fazem é fazer o que estou a fazer: ganhar a guerra através da ação cultural. Isso é que pode fazer com que a monarquia seja restaurada no Brasil. Pois a guerra pode ser ganha sem se entrar em batalha - Sun Tzu já dizia isso, em sua Arte da Guerra.

4) Por isso que não desprezo o que aprendi com o Olavo sobre a mentalidade revolucionária. Embora o mestre sofra do mesmo problema de má consciência que afeta a muitos dos que se dizem conservadores, as lições valiosas dele sobre mentalidade revolucionária não podem ser desprezadas por parte daqueles que estão na linha de frente pela restauração da monarquia.

5) Talvez eu esteja entre os poucos monarquistas a tomar conhecimento disso e aplicar a isso a nossa realidade política.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Projeções de análise de um círculo vicioso


01) Em Economia, existe uma coisa chamada ciclo de Kondratiov. Este pesquisador descobriu que o ciclo econômico ocorre de 60 em 60 anos, tomando por referência análise de dados tomados a partir do século XVIIII. E havia uma regluaridade quanto a isso, o que facilitou a previsão macroeconômica. Trata-se de um ciclo de progresso, que vai do fomento à crise e estagnação.

02) Se houver um novo governo militar aqui, o que teremos é um ciclo de Kondratiov na linha política brasileira. Um círculo vicioso de estagnação e conservantismo, em que o positivismo é trocado pelo marxismo e vice-versa, não importando o meio pelo qual se toma o poder, se é pela urna ou pela via armada. O X da questão é a regularidade dessa questão, se ela se dá a cada 50 anos ou não - mas nenhum sensato que se preze quer pagar pra ver, pois é notório que já estamos num círculo vicioso. Basta que se cogite intervenção militar que um novo ciclo se inicia. Se não fizermos nada, enquanto monarquistas, é provável que isso realmente aconteça.

3) Mas não tenho vocação de cientista maluco, a ponto de esperar o ciclo se completar por mais 50 anos. O fato é que esse ciclo precisa ser quebrado e já. E isso se consegue restaurando a monarquia e a aliança entre o altar e o trono, causas da fundação da Pátria, enquanto lar.


Principais fatos que caracterizam o ciclo:

1964-2014: 1º Ciclo de mediocridade completo

1964: Vendo o risco de uma cubanização no Brasil, o povo chama os militares. O que era para durar um pequeno tempo, acabou se prolongando por 21 anos, até 1985. O quebra-pau entre os militares e os terroristas começou. O plano cultural, infelizmente, ficou aberto aos esquerdistas, até o ponto de haver hegemonia completa. Nenhuma propaganda anticomunista foi feita, segundo aponta Olavo de Carvalho.

1980: Lei da Anistia: voltam os esquerdistas. A ação cultural underground foi minando todas as ações militares, até o momento em que tiveram de deixar o poder. Marco da virada para a esquerda: atentado no Rio Centro, em primeiro de maio de 1981.

1988: Constituição da Nova República => uma constituição salvacionista, a mais longa de todas, em número de artigos, foi promulgada; profundamente analítica, estabelece diretrizes intervencionistas, inflacionistas e nacionalistas. Após 26 anos, esta carta já teve mais de 70 emendas.



1990: Lula e Fidel fundam o famigerado Foro de São Paulo, de modo a se executar a conquista do Poder.


2002: PT chega ao poder; após os esquerdistas tomarem conta das universidades, o processo de fabricação de ódio ao governo militar começou. Duas gerações: da universidade até a escola primária, foram vítimas desse festival de mentiras sistemático. Disso resultou na chegada de um partido que representa a síntese do marxismo cultural e totalitário: o PT. Mas para que o mal se completasse, uma versão moderada e fabiana, o PSDB, ficou no governo entre 1994 e 2002. Ela que abriu caminho de modo ao mal se consumar.

2014: Após anos e anos de mal sistemático e de falência proposital do Estado Brasileiro, o povo começa a chamar os militares de novo. Um novo ciclo começa.


Publicações relacionadas:

A tragédia vintista se renova: http://adf.ly/twYjG